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quinta-feira, 14 de março de 2013

Federação internacional de atletismo vê 17 suspeitas de doping


Com a adoção do programa passaportes biológicos, a Iaaf (a federação internacional de atletismo) investiga atualmente 17 casos suspeitos de doping por causa de alterações anormais no perfil do sangue.

"Dezessete casos estão atualmente no processo", revelou o gerente do setor de resultados do departamento médico e antidoping da Iaaf (a federação internacional de atletismo), Thomas Capdevielle.

Ele também falou que 19 casos já tinham sido concluídos, com a decisão de aplicar punições, e três encaminhados ao CAS (Corte Arbitral do Esporte).

A União Ciclista Internacional foi a pioneira nesse programa de passaportes biológicos. A Iaaf passou a adotar em 2009.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1245550-federacao-internacional-de-atletismo-ve-17-suspeitas-de-doping.shtml

sexta-feira, 1 de março de 2013

Apelo de ouro contra o fim do Célio de Barros


Maurren Maggi vem ao Rio apenas para participar de ato contra demolição do estádio

Por Ary Cunha

RIO - Campeã olímpica do salto em distância, nos Jogos de Pequim-2008, Maurren Maggi pegou a Ponte Aérea na tarde de quinta-feira para vir ao Rio. Da janela do avião, os cartões postais da Cidade Maravilhosa perderam boa parte do encanto, perto da cena triste que justificava sua viagem-relâmpago, vista de cima. A medalhista de ouro participou de um ato no auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Centro, junto com outros atletas, técnicos e dirigentes, contra a demolição do Estádio de Atletismo Célio de Barros.
- O Célio de Barros é a nossa casa. Podem construir outra pista em qualquer lugar. Mas é a história de vida da gente e do atletismo brasileiro que está sendo apagada. Estou aqui só para participar dessa luta. O que vi do avião, aqueles banheiros químicos sobre a pista, é uma vergonha - desabafou ela, ciente de que sua medalha de ouro pode ajudar a sensibilizar as autoridades. - A gente tem um peso forte, mas não sei até onde esse peso vai.
Além de Maurren, outro nome de peso do atletismo brasileiro, a velocista Rosângela dos Santos, também participou do evento, que reuniu cerca de 200 pessoas. Uma carta será enviada à presidente Dilma Rousseff e ao ministro do Esporte, Aldo Rebelo, pedindo que a demolição seja revista.
- O que estiver a nosso alcance para preservar o Célio de Barros, vamos fazer. Além da Copa, teremos Olimpíadas no Rio e é triste demolirem o único estádio só do atletismo, uma modalidade que pode trazer muitas medalhas para o país - criticou Rosângela.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/apelo-de-ouro-contra-fim-do-celio-de-barros-7459532#ixzz2MHnbzatU 

sábado, 12 de janeiro de 2013

Na cidade olímpica, 300 atletas ficam sem pista de atletismo


Interdição do Célio de Barros antes do previsto leva à busca por espaços para treinamento

Por Claudio Nogueira

RIO - Em plena sede olímpica de 2016, a recente desativação do Estádio de Atletismo Célio de Barros, transformado num mero almoxarifado das obras para a reforma do Maracanã, visando à Copa das Confederações-2013 e à Copa do Mundo-2014, está sendo duro golpe nas carreiras de ao menos 300 atletas, incluindo jovens e crianças de escolinhas, que treinavam lá diariamente.
Enquanto o estádio tem a histórica pista invadida por operários, caminhões, andaimes e até banheiros químicos, a questão é buscar espaços para que esses atletas treinem, principalmente levando em conta que a maioria é carente, chegava ao estádio de trem e não tem como pagar mais passagens.
- Em reunião no dia 3, fui informado pela subsecretária de Esporte e Lazer, Mônica Monteiro, e pelo vice-presidente da Suderj, Nilo Félix, que o Célio de Barros seria fechado por conta das obras, para que fosse erguida a cobertura do Maracanã - relatou o presidente da Federação de Atletismo do Rio, Carlos Alberto Lancetta. - Mas eles me disseram que fariam convênios com o Cefan (Centro Esportivo Almirante Adalberto Nunes, na Avenida Brasil), com o Botafogo, pelo Engenhão, e o Centro de Capacitação em Educação Física do Exército, na Urca.

À espera do Engenhão
Particularmente, Lancetta acredita que o melhor local seria o Engenhão.
- Atletas estão treinando isoladamente, na Urca, na Vila Olímpica do Mato Alto, no Campo dos Afonsos e no Miécimo da Silva. Em média, diariamente, treinam no Célio de Barros, 150 atletas (de diferentes clubes) e mais 150 da escolinha do Projeto Rio-2016, do Estado. A Federação está redigindo um documento, pedindo à Suderj transporte para o Engenhão e para o Cefan - explicou Lancetta. - Os treinos de arremesso e lançamento serão no Cefan, e os de corrida e saltos na pista auxiliar do Engenhão. A escolinha vai para a Vila Olímpica do Sampaio.
Quanto à tão divulgada demolição do Célio de Barros, com construção de nova instalação próxima à Quinta da Boa Vista, Lancetta não acredita que a demolição vá ocorrer por agora. Mas reafirma que a construção de um novo estádio é mais que uma promessa e faz parte do projeto de cessão do Maracanã à iniciativa privada.
O presidente da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), Roberto Gesta, alertou que os prejuízos na preparação dos atletas para as Olimpíadas Rio-2016 são enormes.
- O trabalho dos técnicos sofrerá com a falta de um espaço para prosseguir os treinamentos. Os atletas de atletismo, que estão entre os que mais conquistas já deram ao Brasil, são também os que, em maior número, vêm das camadas mais humildes. E serão os maiores prejudicados com o fim do estádio.
Por sua assessoria de imprensa, a Secretaria Estadual de Esporte e Lazer informou que o fechamento do Célio de Barros e do Júlio de Lamare estava previsto na reforma e que neles haverá equipamentos temporários da Fifa nas Copas das Confederações e do Mundo. O órgão confirmou que os atletas que treinavam no Célio de Barros vão utilizar o Engenhão e antecipou que quando o Júlio de Lamare for fechado, os atletas irão treinar no Tijuca. A Secretaria fará parcerias com os clubes.
De olho em 2014 sem pensar em 2016
José Luiz Bello, presidente do Instituto Evolução no Esporte, que mantém o Powerade Team, que treinava no Célio de Barros, antecipou que o grupo fará pré-temporada de 15 dias na Academia Militar de Agulhas Negras, em Resende, a partir de segunda-feira.
- Estão vendo só a Copa do Mundo (de 2014) e se esquecendo das Olimpíadas (de 2016). O atletismo é o pai das Olimpíadas, e a natação, a mãe - enfatizou o dirigente.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/carioca-2013/na-cidade-olimpica-300-atletas-ficam-sem-pista-de-atletismo-7276418#ixzz2HmsEAnFH

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Quando a história do atletismo vira depósito de banheiro químico


Campeã olímpica Maurren Maggi treina na Urca
Ela critica situação do Célio de Barros, tomado por obras

Por Claudio Nogueira

RIO - Campeã olímpica em Pequim-2008 no salto em distância, com 7,04m, Maurren Maggi fez história ao se tornar, à época, a primeira brasileira a ganhar um ouro olímpico individual. Treinando no Rio, no Centro de Capacitação em Educação Física do Exército, na Urca, ela se entristece ao saber que a história do atletismo brasileiro está sendo agredida, com a pista do Estádio Célio de Barros ocupada por andaimes, caminhões e até banheiros químicos do canteiro de obras do Maracanã. O local virou almoxarifado da empreiteira que reforma o maior do mundo, em preparação para a Copa das Confederações, de 15 a 30 de junho, e a Copa do Mundo-2014.
De acordo com um projeto do governo do Estado, priorizando o Maracanã e sacrificando outras instalações esportivas, o Célio de Barros e o Parque Aquático Júlio de Lamare serão desativados para servirem de estacionamento do estádio de futebol. Foi prometida pelo governo a construção de outras instalações de atletismo e natação próximas à Quinta da Boa Vista, mas nada ainda saiu do papel. Em um período de treinamento no Rio até este sábado, junto com cerca de 20 atletas dirigidos pelos técnicos Nélio Moura e Tânia Moura, Maurren Maggi lamentou que um local onde ela própria já obteve resultados expressivos seja desativado.
- Fiz marcas muito boas no Célio de Barros. Cheguei a saltar lá 6,94m uma vez. É uma pena (a desativação). Vai deixar saudades. Mas sabemos que não há como brigar com o futebol. Grandes atletas do mundo competiram no Célio de Barros. Eu, Irving Saladino, Fiona May... Joaquim Cruz bateu recorde mundial juvenil na pista (1m44s30 para os 800m, no Troféu Brasil de Atletismo no Rio de Janeiro em 1981) - disse. - Temos história, mas quando nos perguntarem onde obtivemos as marcas, vamos ter de explicar que foi numa pista desativada.

Obras em atraso no Maracanã
Nesta quinta-feira, no Complexo do Maracanã, as atrasadas obras continuavam - o prazo de entrega previsto para 28 de fevereiro passou para 24 de maio. Próxima à largada dos 400m, a pista do Célio de Barros estava ocupada. Operários carregavam ferramentas por um local onde há até alguns meses podiam correr grandes atletas. Mas ainda há quem lute. Neste sábado, às 9h, na Praia de Copacabana, haverá passeata contra o fim da instalação de atletismo. Para o domingo (dia 13), estava prevista a realização, no estádio, da tradicional São Sebastiãozinho, corrida para crianças de 3 a 14 anos. A prova teve de ser transferida para o Cefan, no mesmo dia.
Maurren e seus companheiros, como Rogério Bispo, Jefferson Sabino, Jonathan Silva, Giselle Lima, Eliane Martins, Caio Santos, Giselle Marculino, Laurice Félix, entre outros - treinados por Nélio Moura - exercitavam-se na manhã desta quinta-feira, sob chuva fina, na moderna pista do Centro de Capacitação em Educação Física do Exército, na Urca. Para Nélio, é uma pena que o Célio de Barros seja desativado.
- Opções no Rio seriam a pista daqui da Urca, a do Cefan (Centro de Educação Física Almirante Heleno Nunes, na Avenida Brasil) e a do Engenhão, que são do nível máximo da IAAF. No Engenhão, poderiam usar a pista auxiliar, pelo menos - sugeriu Maurren. - Treinar aqui na Urca é muito bom, e é a segunda vez que estamos vindo fazer período de treino aqui. Nossa ideia é a de tornar isso algo mais frequente.
Se isso acontecer, Maurren se sentirá em casa. Ano passado, na preparação olímpica, chegou a dizer que se sente carioca da clara. Nesta quinta-feira, após treinar na caixa de saltos na Urca, não perdeu a chance. Correu na areia, antes de mergulhar.
- Ah, que mar bom! Está friozinho, gostoso... A água está bem gelada e eu estava precisando fazer gelo, então já fiz naturalmente. Se pudesse, ficaria treinando um mês aqui na Urca, fácil. Sophia (filha de 8 anos) é quem me faz falta aqui, mas está viajando com o pai (o piloto Antônio Pizzonia). Mas eu só poderia me mudar para o Rio se o Nélio e a Tânia viessem junto - disse ela, cujo maior objetivo no ano é o Mundial de Moscou, em agosto.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/quando-historia-do-atletismo-vira-deposito-de-banheiro-quimico-7259820#ixzz2HfxABcUE 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Os sem-teto do esporte na cidade olímpica


À mercê de decisões de governo e de demolições de estádios, atletas e alunos de escolinhas não sabem o que fazer

Por ARY CUNHA, CLAUDIO NOGUEIRA E SANNY BERTOLDO

RIO — Pode parecer piada de mau gosto, mas há um estacionamento no caminho do homem mais rápido do Brasil. Com apenas 20 anos, Aldemir Gomes da Silva Júnior é dono da melhor marca dos 100m rasos no ranking da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), com 10s20. Nos Jogos de Londres, ele integrou o 4x100m, que não foi à final, e viveu a inesquecível experiência de correr as eliminatórias e as semifinais dos 200m ao lado do jamaicano Usain Bolt. Se existe alguma esperança de medalha para o país-sede dos Jogos de 2016 nas provas de velocidade, ela com certeza passa pela explosão deste rapaz esguio, de 1,92m e 78kg.
Porém, justamente quando mais deveria ser cercado de cuidados para voar alto nas Olimpíadas-2016 no Rio, Aldemir conta as horas para ficar desalojado. Ele é uma das muitas promessas do esporte brasileiro que serão prejudicadas pela absurda decisão política de se pôr abaixo três das mais importantes instalações esportivas da cidade: o Estádio Célio de Barros, o Parque Aquático Júlio Delamare e o Velódromo.
— Mais do que uma pista, isso aqui para mim significa uma fábrica de sonhos. Venho ao Célio de Barros praticamente todos os dias desde que tinha 9 anos e acompanhava meu primo, Leonardo, nos treinos. Comecei aos 12 e não parei mais. Nem digo que é minha segunda casa, porque já houve tempo que ficava mais aqui do que em qualquer outro lugar — desabafa Aldemir, que de segunda a sexta treina na pista pública, acompanhado da sua técnica, Vânia Valentino, e de outros atletas que representam o Vasco. — Quem derruba um templo do esporte como o Célio de Barros não sabe o que está fazendo. O dia em que eu passar aqui e vir um estacionamento, meu coração vai partir.

Crescente legião de sem-teto
Ao som das obras pesadas no vizinho Maracanã, toda manhã a pista do Célio de Barros recebe atletas juvenis e adultos dos filiados à Federação de Atletismo do Rio (Farj). Ao lado, no Parque Aquático Julio Delamare, os projetos esportivos para a comunidade, com natação, hidroginástica e ginástica, também são embalados pelas obras. Em compasso de espera, alunos e professores se preparam para o pior. No palco de grandes momentos da natação nacional e de desempenhos que entraram para a história — como o recorde mundial nos 50m livre da holandesa Inge de Bruin, há 12 anos, quando nadava pelo Vasco — hoje resta a desolação.
No Júlio Delamare, além da natação, treinam nado sincronizado e saltos ornamentais. Ali está localizada, ainda, a sede da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA). Em setembro, o local recebeu um desafio de natação que reuniu astros da natação internacional, como o francês campeão olímpico dos 50m livre, Florent Manaudou, e o australiano James Magnussen. Para o paraibano Kaio Márcio, do Fluminense, a demolição é péssima notícia para quem, em quatro anos, terá o privilégio de sediar os Jogos.
— A minha primeira competição no Júlio Delamare foi em 1997. Isso tudo é muito triste. Antes do Maria Lenk, aquela era a nossa casa e foi lá que eu e muitos outros fizemos marcas individuais, conquistamos índices... É até engraçado pensar que, às vésperas de receber as Olimpíadas, perderemos uma piscina — lamentou.
A situação não é diferente no velódromo. Segundo o secretário nacional de alto rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, o local será derrubado no primeiro trimestre de 2013. Para Claudio Santos, presidente da Federação de Ciclismo do estado do Rio, o problema se tornou ainda maior com a decisão de levar o velódromo para Goiânia.
— Temos seis projetos no velódromo, entre eles, a única equipe profissional de ciclismo de pista do país, e ninguém nos perguntou se temos alguma ideia de como fazer para minimizar o impacto. Para que mandar o velódromo para Goiânia? Campos, Rio das Ostras e Niterói estão dispostos a recebê-lo. Em Niterói seria em Piratininga. Mas o prefeito não quer conversar — disse Santos, indignado. — Querem acabar com tudo. Nas Olimpíadas, só no ciclismo de pista, são 30 medalhas, e o Brasil não terá a menor chance de conquistar nenhuma delas.
De acordo com Antônio Márcio Domingues Ferreira, professor da escolinha Álvaro da Costa Ferreira, da Federação de Ciclismo (Fecierj), a escolinha, aberta em abril, tem 50 alunos, todos carentes, como Wellyton Araújo, 15 anos, que resume o sentimento geral:
— O velódromo representa tudo. Depois que você entra no ciclismo, se apaixona. Se acabar, aí não sei. Sonho em ser alguma coisa aqui. Se acabar o velódromo, acabou o sonho da gente.
Entretanto, a insensibilidade que lança as garras em direção ao Célio de Barros, ao Júlio de Lamare, ao autódromo e ao velódromo, já bateu o martelo e será o carrasco dos sonhos. A Empresa Municipal Olímpica informou que o novo velódromo é necessário, já que o atual não atende às exigências da UCI para as Olimpíadas e que tal decisão é da prefeitura, do Comitê Rio 2016 e o Ministério do Esporte.
O COB alega estar estudando alternativas para atender quem usa o velódromo e para transferir o CT de ginástica. Mas, ao que tudo indica, os alunos da escolinha irão se juntar aos pilotos do autódromo, a atletas e frequentadores de projetos do Célio de Barros e do Júlio de Lamare, na crescente legião de sem-teto na cidade olímpica.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/os-sem-teto-do-esporte-na-cidade-olimpica-6762217#ixzz2CfMCtl1s 

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Confederação revalida Jogos Olímpicos Latino-americanos de 1922


Na decisão mais importante do Congresso da Confederação Sul-americana de Atletismo (Consudatle), realizado em São Paulo neste sábado com 12 dos 13 países da região, os resultados do torneio de atletismo dos Jogos Olímpicos Latino-americanos, disputados no Rio de Janeiro em 1922, foram revalidados.

"A decisão faz justiça aos atletas do continente que conseguiram resultados importantes e também aos que, com as muitas dificuldades da época, organizaram a competição", disse Roberto Gesta de Melo, presidente da Consudatle e da Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat).

Os Jogos em questão fizeram parte dos eventos comemorativos ao Centenário da Independência do Brasil e os resultados do atletismo haviam sido anulados a pedido da delegação chilena. Em São Paulo, o representante do Chile, Álvaro González, reconheceu a importância da revalidação dos resultados: "é uma questão de justiça."

Assim, foram reconhecidos, entre outros, os recordes sul-americanos estabelecidos no lançamento do dardo pelo brasileiro Willy Seevald, que marcou 54,515m na qualificação e 56,3885m na final. Ele faria parte da primeira equipe olímpica do atletismo nacional, que competiu nos Jogos de Paris-1924.

Entre os estrangeiros, a grande atração do atletismo dos Jogos Olímpicos Latino-americanos foi o chileno Manuel Plaza, que conquistou cinco ouro - em Amsterdã-1928, ele ganharia prata na maratona olímpica. A decisão de revalidar os resultados do atletismo foi tomada de forma unânime neste sábado.

Fonte: http://www.pe.superesportes.com.br/app/19,66/2012/09/22/noticia_maisesportes,36892/confederacao-revalida-jogos-olimpicos-latino-americanos-de-1922.shtml

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Atletismo francês troca Adidas por Asics


Em decisão inesperada, a Federação Francesa de Atletismo anunciou nesta quarta-feira o rompimento de seu contrato com a Adidas e a assinatura de um novo acordo com a japonesa Asics como nova fornecedora oficial.

Desta forma, encerra-se uma parceria de 40 anos entre a marca alemã e o atletismo francês. Acredita-se que um dos principais motivos para a mudança seja a grande cifra oferecida pela Asics, supostamente muito superior ao valor pago atualmente pela Adidas.

Outra razão seria a maior flexibilidade que o novo acordo entrega aos atletas, por exemplo, a possibilidade de usar de calçados de outras marcas em competições oficiais.

Atualmente, a Asics é uma das maiores marcas do atletismo mundial, sendo a fornecedora oficial de oito federações de atletismo em todo o mundo, entre elas as do Japão, Coréia do Sul, Italia e Holanda. O novo acordo com os franceses entra em vigor em 1º de janeiro de 2013.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26940/Atletismo-frances-troca-Adidas-por-Asics/index.php

sábado, 22 de setembro de 2012

Embora 47% das construções do Pan tenham ficado para 2016, muitas estão subutilizadas


De todas as construções, a situação do Engenhão é a que causa mais polêmica

Por Igor Santos e Thamine Leta

RIO - A quatro anos das Olimpíadas de 2016, o legado do Pan — que representa 47% das instalações que serão usadas nos Jogos — ainda não está sendo plenamente desfrutado. Apesar dos altos investimentos e da grande expectativa em torno dos equipamentos, muitos ainda enfrentam entraves que comprometem o alcance de sua utilização e ameaçam o brilho de construções ainda novas. Um impasse entre as entidades do atletismo e o Botafogo — administrador do Engenhão desde o fim de 2007 — deixa a pista principal do estádio e a auxiliar praticamente sem uso profissional.
De todas as construções erguidas para o Pan, a situação do Engenhão é a que causa mais polêmica. O presidente da Federação de Atletismo do Estado do Rio de Janeiro (FARJ), Carlos Alberto Lancetta, diz que a pista está subutilizada em função da falta de vontade política da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) de fazer valer o intuito inicial de promover o esporte olímpico. Nenhuma das pistas do Engenhão é usada para treinamento. Apenas uma vez por ano, o local abriga um evento do atletismo: o GP Brasil (em 2009, o Troféu Brasil de Atletismo também foi disputado lá).
— É lamentável que um equipamento valioso como esse seja subutilizado. Culpo diretamente a CBAt que, no momento da terceirização, não criou condições para o uso regular. Como foi construído com verbas públicas pelo governo federal, o Engenhão teria que ser utilizado pela Federação — opina Lancetta.

Manutenção custa R$ 455 mil
O superintendente técnico da CBAt, Martinho Nobre dos Santos, se defende dizendo que o Engenhão teve o destino que a prefeitura quis, ou seja, a utilização por um clube de futebol. De acordo com ele, os treinamentos do Botafogo impossibilitam a utilização das pistas pelo atletismo.
— O Botafogo utiliza inclusive o campo da pista de aquecimentos, que seria usado também na nossa modalidade.
O atual presidente do Botafogo, Maurício Assumpção, diz que, quando o Botafogo assumiu a administração do Engenhão, não havia nenhum compromisso jurídico de estimular a prática do atletismo. Ele chama atenção para o fato de que o clube arca com os gastos mensais de R$ 455 mil de manutenção e, portanto, a utilização do espaço deve gerar lucro.
— Somos nós que pagamos as despesas do estádio. Ninguém faz evento de graça. O que o Botafogo vai receber? A marca do clube vai aparecer como? Quem vai pagar? Criticar é muito fácil, mas até agora não vi um projeto na minha mesa que trouxesse uma contrapartida para o Botafogo — rebate o presidente do clube.
Por enquanto, o projeto Estação Conhecimento, da Vale, é o único a utilizar a pista auxiliar do Engenhão, em atividades com 400 crianças e jovens de 10 a 17 anos. Ainda é pouco: em 2011, o estádio recebeu mais shows, como o de Paul McCartney e Justin Bieber, do que eventos de atletismo.

Em vez de atletismo, shows
Abrigar shows de grande porte também se tornou a vocação da Arena Multiuso — rebatizada de HSBC Arena logo após o Pan —, na Barra da Tijuca. Desde 2008, o local tornou-se oficialmente a maior casa de shows da cidade. O esporte ainda tem vez, já que algumas competições como o Campeonato Mundial de Judô, o Circuito Master de Tênis e as finais do NBB (basquete) foram realizadas por lá, além de uma edição do UFC. No entanto, a função principal é receber nomes como Amy Winehouse, Beyoncé e Eric Clapton.
Ao lado da arena, fica a menina dos olhos do COB: o Centro de Treinamento do Time Brasil. O complexo — que crescerá ainda mais após a construção do Parque Olímpico para 2016 — engloba o Parque Aquático Maria Lenk e o Velódromo. Em ambos os locais, há uma estrutura de primeira para atletas. No Maria Lenk, que em 2016 receberá as competições de saltos ornamentais e polo aquático, as piscinas são utilizadas também por atletas profissionais da natação e do nado sincronizado. Segundo Edgar Hubner, gerente-geral de juventude e infraestrutura do COB, antes de Londres, as piscinas do Maria Lenk estavam cheias de atletas que se preparavam para a competição. Em janeiro e fevereiro de 2011, a equipe russa de nado sincronizado procurou o Maria Lenk para treinos. Com o fim do ciclo olímpico londrino, as piscinas passam por um momento de transição, sendo mais usadas por atletas juvenis de Flamengo, Fluminense e da equipe do ex-nadador Djan Madruga. Assim que a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos definir seu cronograma de treinamentos visando 2016, os profissionais terão prioridade no local.
—Como há esses períodos de transição, em muitos momentos haverá mais gente de escolinha do que atletas adultos — diz Hubner, que estima em 50 o número de atletas que utilizam o espaço atualmente.
No Velódromo, vizinho do Maria Lenk, treinam atletas do ciclismo, da patinação e da ginástica artística. O Flamengo, cuja equipe de ginástica é reconhecida como a melhor do país, é uma das 10 instituições que utilizam o Velódromo para treinos. Quarenta jovens de escolas municipais e 304 ciclistas da Fecierj (Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro) treinam no local, que também recebe a equipe Caloi de ciclismo de pista. Antônio Márcio Domingues Ferreira, técnico da equipe e diretor de Velódromo da Fecierj, lembra que, antes, não havia equipes de ciclismo de pista no Rio. Porém, todo esse progresso pode se perder em um piscar de olhos, em razão de adaptações necessárias para 2016. Para os ciclistas, o impasse sobre a demolição ou não do equipamento, ainda não decidida, causa insegurança.
— O ideal seria construir outro velódromo dentro das especificações necessárias para 2016 e, quando ele estivesse pronto, o atual poderia ser desmontado e levado para outra cidade do país, como foi noticiado — afirma Ferreira.
Um outro braço do ciclismo em 2016, o de montanha, será disputado em Deodoro, em instalação a ser construída. Hoje, o bairro de tradição militar abriga centros de hipismo e tiro esportivo. Com uma área de 82 mil quilômetros quadrados, o Centro Nacional de Hipismo possui 6Km de extensão para cross-country e uma pista de saltos para treinamentos e competições do Exército. Já o Centro Nacional de Tiro Esportivo é administrado pela confederação brasileira do esporte, sem interferência das Forças Armadas. Nem seria preciso: grande parte dos atletas é de origem militar. Um deles é Luciano Alves Parreira, de 48 anos, coronel do Corpo de Bombeiros. Praticante de tiro ao prato desde 2005, ele já ocupou o cargo de diretor da Confederação Brasileira de Tiro Esportivo (CBTE) e está atrás de uma vaga para os Jogos de 2016. Mensalmente, são realizadas no local etapas do campeonato brasileiro. Luciano estima que cerca de outros 20 atletas utilizem as instalações no dia a dia. Um número considerado pequeno, mas que nada tem a ver com as condições do centro, que são as melhores possíveis. Mas detalhes de infraestrutura, como a falta de um chuveiro, ainda incomodam. Os atletas têm que se refrescar com mangueiras.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/topico-rio-2016/embora-47-das-construcoes-do-pan-tenham-ficado-para-2016-muitas-estao-subutilizadas-6168719#ixzz27DME025F 

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Dois Mil jovens disputam Estadual Escolar de Atletismo no Ibirapuera


Maurren Maggi será a madrinha do evento que reúne jovens de 10 a 17 anos de 27 municípios do Estado.

Cerca de 2 mil jovens entre 10 e 17 anos se reúnem nesta terça-feira (18), no Estádio Ícaro de Castro Mello, no Ibirapuera, para competir na 12ª etapa do II Campeonato Estadual Escolar Modalidade Olímpica Atletismo, com uma madrinha especial: a campeã olímpica Maurren Maggi. O torneio, que passou pelas cidades de Ourinhos, Presidente Prudente (duas etapas), São José do Rio Preto, Araraquara, Praia Grande (duas etapas), Itapetininga, Pirassununga e São José dos Campos, encerra na capital paulista o giro pelo Estado com número recorde de inscritos e a participação de 197 escolas.

"Esse número foi acima de qualquer expectativa. Isso mostra a importância que as escolas e os municípios estão dando para o torneio. Com esse projeto de desenvolvimento esportivo, a Federação Paulista de Atletismo (FPA) está criando um legado expressivo. Com mais pessoas praticando, temos cada vez mais cidades, escolas e parceiros envolvidos, e assim o esporte vai crescendo continuamente, não só no cotidiano da sociedade como em resultados", revela Lázaro Velazques, um dos organizadores do evento.

A última etapa do torneio contará com a presença de representantes de 27 cidades: Barra Bonita, Barueri, Batatais, Campinas, Campos do Jordão, Capão Bonito, Carapicuiba, Dois Corregos, Franca, Guariba, Guarulhos, Ibitinga, Itapetininga, Jaguariuna, Mairinque, Patrocínio Paulista, Pedreira, Santana de Parnaíba, Santo André, São Bernardo do Campo, São Carlos, São Joaquim da Barra, São Miguel Arcanjo, São Miguel Paulista, São Paulo, São Roque e Tanabi.

A competição terá início às 9h30 e os inscritos poderão participar das provas de 60m rasos, 75m rasos, 100m rasos, 80, 100 e 110 metros com barreiras, 200m rasos, 400 metros rasos, 800 metros rasos, 1.000 metros rasos, 3.000 metros rasos, arremesso do peso, lançamento do disco, lançamento do dardo,salto em altura, salto em distância e salto triplo.

Entre os destaques da etapa está Luca da Silva dos Santos, líder do ranking na categoria B do Estadual Escolar nos 75m (9s01) e 250m rasos (30s49). O jovem treina no Centro de Excelência Esportiva (CEE) de Praia Grande, e é um dos favoritos para o pódio. "Comecei a treinar em 2011 e estou contente com meus resultados na temporada. Recentemente fui medalhista de ouro nas Olimpíadas Escolares, com o revezamento 4x75m e nos 75m rasos, e campeão estadual mirim nos 75m, mas espero melhorar ainda mais", diz o santista de 14 anos.

Os atletas de 15 a 17 anos, campeões da etapa, se classificam para disputa da seletiva da categoria C, que contará com a participação dos primeiros colocados das etapas do interior. A peneira será realizada nos dias 3 e 4 de novembro e também servirá como seletiva para as Olimpíadas Escolares para jovens de 15 a 17 anos, que será disputada em Cuiabá, em novembro.

Maurren Maggi será a madrinha da etapa - Assim como em 2011, a campeã olímpica Maurren Maggi, será a madrinha da etapa da capital. A medalhista de ouro em Pequim no salto em distância estará no Ibirapuera às 10h30, logo após a abertura do evento.

O início da carreira vitoriosa da saltadora foi justamente na pista de atletismo do Ibirapuera. Em 1994, aos 18 anos, Maurren saiu de São Carlos para treinar na maior cidade do país, no chamado Projeto Futuro da Secretaria Estadual de Esportes. O programa foi transformado em Centro de Excelência Esportiva (CEE) em 2008, sendo gerenciado pela Federação Paulista de Atletismo. Com as orientações de Nélio Moura, hoje coordenador voluntário do CEE da capital, Maurren tornou-se a primeira brasileira a conquistar o ouro olímpico nas provas de campo e pista do atletismo.

O Esporte contra as Drogas - O Governo do Estado de São Paulo, a Federação Paulista de Atletismo (FPA) e o Instituto Memorial do Salto Triplo e Desenvolvimento do Esporte (IMST) iniciaram, ao lado da Polícia Militar do Estado, uma campanha de combate às drogas. Na abertura de cada evento, são ministradas palestras para mostrar aos jovens as consequências fatais causadas pelo uso de entorpecentes.

Ana Luiza dos Anjos Garcez, a Animal, é a madrinha de todos esses encontros. Ex-moradora de rua, a atleta superou as adversidades e o vício praticando esporte e irá compartilhar suas experiências com a garotada. A iniciativa faz parte do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD), desenvolvido pela Polícia Militar do Estado de São Paulo e visa prevenir o uso de drogas nas escolas entre crianças do ensino fundamental.

Confira o calendário:
São Paulo (18/09)
Seletiva - 15 a 17 anos - São Paulo (3 e 4/11)
Final - São Paulo - (16 e 17/11)

O II Campeonato Estadual Escolar Olímpico é uma iniciativa do Governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude, Secretaria da Educação e Delegacias de Ensino, com parceria da Federação Paulista de Atletismo.

Fonte: http://www.selj.sp.gov.br/noticias/20120917_terca_atle.php

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Fisk patrocina Meia Maratona do Rio


A Fisk, escola de idiomas, patrocinará a 16° edição da Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro, que acontecerá no dia 19 de agosto, com previsão de 20 mil corredores. A empresa atua também em outros ramos do esporte.

Ao longo dos 21km do percurso, a Fisk contará com 18 placas de publicidades. O logotipo da companhia estará presente também no site oficial do evento, no manual do atleta, no uniforme dos atletas de elite e no painel de imprensa.

“O patrocínio à Meia Maratona do Rio faz parte da nossa estratégia de associar a rede cada vez mais ao desenvolvimento dos esportes no país”, afirmou Christian Ambros, diretor da Fundação Fisk.

A empresa foi parceira da Rede Globo durante a transmissão das competições do Verão Espetacular, entre dezembro e março deste ano. Com a exposição, a companhia vinculou sua marca a 16 eventos, envolvendo diversas modalidades.

Além da emissora, a Fisk patrocina o Corinthians. O contrato gira em torno de R$ 10 milhões.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26354/Fisk-patrocina-Meia-Maratona-do-Rio/index.php

terça-feira, 10 de julho de 2012

Sobra estrutura para treinos, mas faltam atletas


Por Bruno Moreno

Com a inauguração da pista de atletismo do Centro de Treinamento Esportivo (CTE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no último dia 28 de junho, o Estado agora tem estrutura de primeiro mundo para desenvolver a modalidade. Entretanto, falta um dos pilares fundamentais de sustentação do esporte: o auxílio financeiro contínuo aos atletas em formação e manutenção.

Foram investidos cerca de R$ 7 milhões na pista, que fica no Centro Esportivo Universitário (CEU), sendo R$ 6 milhões do Governo estadual e R$ 600 mil do Ministério do Esporte – utilizados na compra de equipamentos. Ao mesmo tempo, ainda não há um plano integrado para impedir a debandada de atletas revelados em Minas. O desafio é criar e implementar políticas públicas que os estimulem a permanecer em terras mineiras, ao invés de trocá-las pelos benefícios ofertados por outros estados, principalmente São Paulo.

De acordo com o Portal da Transparência do Governo de Minas Gerais, neste ano, até a última quinta-feira, a Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude havia repassado R$ 1.516.797,45 diretamente aos atletas de base. O valor foi transferido por meio das rubricas Apoio a atletas profissionais, Bolsa-Atleta, Desenvolvimento de polos esportivos e Geração Esporte - iniciação esportiva no contra-turno escolar.

O montante corresponde a 2,8% da despesa total da pasta até a data apontada, que foi de R$ 53.577.060,37. A maior parte dos recursos da secretaria foram gastos em obras, principalmente no estádio Independência (R$ 16.863.190,34), em apoio a obras esportivas de prefeituras municipais (R$ 12.674.241,81) e no próprio CTE (R$ 11,8 milhões) – gastos também com a construção do Parque Aquático. O restante das despesas foi para a manutenção da pasta e eventos esportivos, dentre outros.

Agora, com a construção da pista de atletismo do CTE, a expectativa de atletas, técnicos e profissionais do meio esportivo é de que mais recursos públicos estaduais sejam destinados à formação e manutenção da base esportiva no Estado. Atualmente, 127 atletas de Minas Gerais recebem o auxílio da Bolsa-Atleta estadual, que varia entre R$ 350 e R$ 1.250. Desses, 35 são do atletismo.

Acúmulo

Um dos maiores impedimentos para que competidores que começam a se destacar em Minas fiquem no Estado é a proibição do acúmulo de incentivos (Bolsa-Atleta) estadual, federal e o patrocínio individual aos esportistas. A determinação é da Lei 17.803, de 15 de outubro de 2008, que instituiu o Bolsa-Atleta em território mineiro.

Entretanto, a pedido do governador Antonio Anastasia, deve tramitar em breve, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, projeto de lei para alterar a norma e permitir o acúmulo de auxílios financeiros. Além disso, o novo texto prevê a instituição do Bolsa-Técnico. 

Fonte: http://www.hojeemdia.com.br/esportes/especializado/sobra-estrutura-para-treinos-mas-faltam-atletas-1.8464