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quinta-feira, 7 de março de 2013

Fifa anuncia proibição de fumo durante jogos de Copa das Confederações e Copa de 2014


Por Pedro Henrique Torre

Se a cerveja está liberada durante a Copa das Confederações e Copa do Mundo, o mesmo não será possível com o fumo. Nesta quinta-feira, a Fifa, por meio de seu secretário-geral, Jérôme Valcke, anunciou que será proibido fumar nos estádios durante essas competições. O dirigente explicou que existirão áreas destinadas aos fumantes durante a realização das partidas, mas elas não serão abertas aos torcedores em geral. 

"Será uma Copa das Confederações sem fumo. Ambas as competições serão sem fumo. Já fizemos em outras Copas do Mundo, mas reconhecemos que o uso do tabaco pode prejudicar as pessoas que vão ao estádio. Sou um fumante, mas não tem nada pior do que uma pessoa na sua frente fumando com a fumaça entrando nos seus olhos. Não será permitido fumar. Mas teremos espaço para os fumantes no intervalo", explicou Jérôme Valcke. 

Ao seu lado, Ronaldo tentou conter o riso antes de posar com cartazes que indicavam a proibição. Fumante assumido, o Fenômeno chegou a brincar com a situação.

"Mais um incentivo para parar de fumar....", disse o Fenômeno. 

A medida foi adotada desde a Copa de 2002, no Japão e na Coreia do Sul, quando a Fifa fez um acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) após receber várias críticas sobre a questão. Em 2006, na Alemanha, a proibição não foi mantida por pressão das companhias de tabaco ao governo alemão. Em 2010, na África do Sul, a prática foi repetida e agora será mantida no evento no solo brasileiro. 

Fonte: http://espn.estadao.com.br/noticia/314557_fifa-anuncia-proibicao-de-fumo-durante-jogos-de-copa-das-confederacoes-e-copa-de-2014

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Polícia investigará queda de grade e não descarta novo veto à avalanche


Comandante do 1º Batalhão de Operações Especiais, Kleber Rodrigues Goulart diz que ocorrência será registrada na Polícia Civil

A queda da grade no espaço da Geral do Grêmio na Arena, que feriu oito pessoas na partida contra a LDU nesta quarta-feira, será investigada pela Polícia Civil. O comandante do 1º Batalhão de Operações Especiais, Kleber Rodrigues Goulart, disse à Rádio Gaúcha que a ocorrência será registrada na Polícia Civil, que investigará o episódio. Nesta quinta-feira, o Intituto Geral de Perícias (IGP) irá ao local.
De acordo com o comandante, o fato de a Arena ter apenas laudos provisórios pode contribuir para uma nova proibição da comemoração conhecida como avalanche. Antes da inauguração, em dezembro, Brigada Militar e Corpo de Bombeiros haviam pedido o veto a essa manifestação. O Grêmio recorreu e conseguiu a liberação, colocando gradis na metade superior do espaço.
- Pode haver a interdição deste local. A Brigada Militar sempre se posicionou para que esse espaço fosse ocupado por cadeiras. Não podemos esperar que tragédias corroborem com nossas opiniões.
O presidente da Grêmio Empreendimentos, Eduardo Antonini, externou preocupação com o acidente ocorrido instantes depois do gol de Elano contra a LDU, na noite desta quarta-feira, quando uma grade de proteção da Arena cedeu e torcedores acabaram caindo no fosso. O dirigente promete para esta quinta-feira uma reunião com os engenheiros responsáveis pela obra. Eles analisarão o local do episódio.
- É uma questão de engenharia. Nos preocupa, precisamos corrigir o que temos de problemas. Precisamos de um local 100% seguro. Faremos um estudo técnico - avisou.
Antonini ressalta que o problema não estava no número de pessoas no local. O dirigente informa que vendeu mil ingressos a menos do que a capacidade total do espaço da Geral, que é de 10 mil pessoas. No entanto, vê como uma das saídas a instalação de gradis em todo o setor.
- Existem os gradis na parte superior do espaço. Daqui a pouco, podemos colocar os gradis em todo o espaço - argumenta.
Aos 16 minutos do segundo tempo, torcedores localizados atrás da baliza defendida por Marcelo Grohe correram arquibancada abaixo, comemorando o gol de Elano. Pelo menos oito ficaram feridos na queda e receberam atendimento médico. Em razão do incidente, a partida ficou seis minutos paralisada.
Dos oito feridos, cinco foram levados ao Hospital Cristo Redentor e mais dois ao Hospital de Pronto-Socorro de Porto Alegre. Todos tinham ferimentos leves. O outro ferido, que apenas mancava, acabou voltando às arquibancadas para assistir à partida.

Avalanche chegou a ser proibida

A comemoração da avalanche foi centro de polêmica antes mesmo da inauguração da Arena. Só foi permitida após acordo do Grêmio com a Polícia Militar do Rio Grande do Sul. A ação havia sido proibida inicialmente pela autoridade policial por questões de segurança. O duelo contra a LDU é a segunda partida do Grêmio no estádio. A avalanche foi liberada na abertura contra o Hamburgo, no dia 8 de dezembro.
O projeto inicial da Arena destinou um espaço justamente para a realização da avalanche, onde fica a torcida Geral. O espaço tem capacidade para dez mil torcedores em pé, mas também há a possibilidade da instalação de cadeiras no local, reduzindo a capacidade para cinco mil.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/gremio/noticia/2013/01/policia-investigara-queda-de-grade-e-nao-descarta-novo-veto-avalanche.html

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Conselho não proíbe, mas exige explicações para Palmeiras contratar


Foi repassado a Gilson Kleina que o Palmeiras só contratou o goleiro Fernando Prass, ex-Vasco, e o lateral direito Ayrton, ex-Coritiba, até agora porque o Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) do clube estaria vetando a chegada de reforços até as eleições presidenciais, no dia 21. O presidente do órgão, porém, nega qualquer proibição. Alega só exigir explicações para qualquer dinheiro gasto.
“A única solicitação, visando somente os interesses e o bem da Sociedade Esportiva Palmeiras, é que sejam apresentadas, nas futuras contratações, os valores e recursos financeiros necessários para viabilização econômica envolvendo a negociação de qualquer profissional que venha fazer parte do quadro do departamento de futebol”, disse Alberto Strufaldi Neto, presidente do COF, em nota oficial.
A medida é uma maneira de fazer Arnaldo Tirone controlar seus gastos, já que o presidente, que iniciou sua gestão em janeiro de 2011 prometendo controlar melhor a parte financeira do clube, aumentou demais as dívidas do Verdão. Além disso, na busca por uma reeleição, o presidente poderia apelar para contratações caras como compensação ao rebaixamento no Brasileiro.
“O COF esclarece que em nenhum momento vai proibir qualquer tipo de contratação feita pela presidência e departamento de futebol”, prosseguiu Alberto Strufaldi Neto. “O COF também deixa claro que sempre trabalhou de maneira isenta e jamais interferiu ou impugnou qualquer contratação feita pelo departamento de futebol ao longo das últimas gestões, visando preservar sempre a saúde financeira do clube.”
De qualquer forma, o alerta dado pelo COF em reunião realizada na última terça-feira deve fazer com que nenhum novo nome seja anunciado para a equipe, ao menos, até o fim do ano. Tirone já avisou aos conselheiros que não contratará mais ninguém, embora tenha feito uma proposta oficial a Riquelme e mantenha negociações com o volante Rodrigo Souto.
A apreensão para 2013 é grande. Do elenco do rebaixamento no Brasileiro, 20 jogadores foram dispensados. Além de Prass e Ayrton, as novidades na reapresentação no dia 3 serão só atletas que voltam de empréstimo de outros clubes e foram pedidos por Kleina, como os volantes Wendel, que estava na Ponte Preta, e Souza, ex-Náutico. Mas Marcos Assunção, por exemplo, não teve seu contrato renovado ainda, e seguem as conversas para assegurar a continuidade de Barcos no clube.

Confira a íntegra da nota oficial do COF do Palmeiras:
”Em relação à última reunião que aconteceu no dia 18 deste mês, o Conselho de Orientação e Fiscalização (COF) do Palmeiras esclarece que em nenhum momento vai proibir qualquer tipo de contratação feita pela presidência e departamento de futebol, conforme foi noticiado em alguns meios de comunicação.
A única solicitação, visando somente os interesses e o bem da Sociedade Esportiva Palmeiras, é que sejam apresentadas, nas futuras contratações, os valores e recursos financeiros necessários para viabilização econômica envolvendo a negociação de qualquer profissional que venha fazer parte do quadro do departamento de futebol. Tal medida foi apoiada pelos três poderes do clube, a Diretoria Executiva, o Conselho Deliberativo (CD) e o próprio Conselho de Orientação e Fiscalização (COF).
O COF também deixa claro que sempre trabalhou de maneira isenta e jamais interferiu ou impugnou qualquer contratação feita pelo departamento de futebol ao longo das últimas gestões, visando preservar sempre a saúde financeira do clube.
Alberto Strufaldi Neto
Presidente do Conselho de Orientação e Fiscalização”

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/noticia/2012/12/palmeiras/conselho-nao-proibe-mas-exige-explicacoes-para-palmeiras-contratar.html

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

MP proíbe Gaviões da Fiel e Mancha Alviverde de ver partidas no Rio


Promotoria instaurou inquérito depois da prisão em flagrante de 45 torcedores da Gaviões no domingo

Por Matheus Carrera

RIO - O Ministério Público do estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) baniu as torcidas Gaviões da Fiel, do Corinthians, e Mancha Alviverde, do Palmeiras, dos estádios do Rio. A decisão foi publicada na terça-feira pela 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Consumidor e do Contribuinte da Capital. Com isso, os torcedores estão proibidos de se manifestar com instrumentos musicais, bandeiras, faixas, camisas e quaisquer símbolos das agremiações durante os jogos de futebol. A medida vale por tempo indeterminado.
Segundo o MP, a prisão em flagrante de 45 torcedores da Gaviões da Fiel, no último domingo, em Piraí, no Sul Fluminense, levou à suspensão. Com o grupo, que estava em um ônibus, foram encontrados pedaços de madeira, barras de ferro, pedras e pedaços de pau, objetos que, segundo a promotoria, confirmam a intenção de confronto com torcidas rivais. O veículo vinha de São Paulo e seguia para o jogo entre o time paulista e o Botafogo, no Estádio do Engenhão, na Zona Norte do Rio. Policiais abordaram o coletivo na Rodovia Presidente Dutra. Um inquérito para investigar o caso foi instaurado.
De acordo com o promotor Pedro Rubim, o incidente revela que a Gaviões da Fiel "permanece com ânimo de praticar transgressões coletivas e de partir para o confronto com torcedores rivais fora do estado de São Paulo". O MP já notificou o Grupamento Especial em Policiamento em Estádios (Gepe), a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FFRJ) e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) da determinação.
Em relação à torcida do Palmeiras, o MP explicou que, por não haver um episódio de violência recente envolvendo a Mancha Alviverde, a medida tem caráter preventivo, já que a torcida tem histórico de rivalidade com as do Rio.

Torcidas do Vasco e do Flamengo também estão banidas
A Justiça do Rio já havia banido dos estádios, no mês passado, as torcidas Força Jovem do Vasco e Torcida Jovem Fla, atendendo a uma representação da chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha. A suspensão vale para os jogos do returno do Campeonato Brasileiro e do início da Taça Guanabara, em 2013. Os vascaínos foram punidos pelo assassinato do flamenguista Bruno de Santa Ana Saturnino, em maio. Já os rubro-negros cumprem a suspensão devido à morte do torcedor do Vasco Diego Martins Leal, no mês passado. Diego morreu em uma briga generalizada entre torcedores de Flamengo e Vasco em Tomás Coelho, na Zona Norte.
Já a torcida Young Flu cumpre cinco jogos de suspensão porque desrepeitou o termo de ajustamento de conduta assinado com o MP. No fim de agosto, 23 torcedores do Fluminense, incluindo dois menores, foram flagrados espancando e assaltando dois torcedores do Vasco na estação de trem do Engenho de Dentro. Desde então, uma força-tarefa envolvendo oito delegacias especializadas da Polícia Civil passou a atuar no combate aos crimes praticados por torcidas organizadas.
No início deste mês, um torcedor do Flamengo foi condenado pelo Tribunal do Júri de Niterói à pena de 18 anos de prisão, em regime fechado, por seis tentativas de homicídio qualificado e por formação de quadrilha armada.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/mp-proibe-gavioes-da-fiel-mancha-alviverde-de-ver-partidas-no-rio-6228080#ixzz27odaO3yq 

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

O COI, as mídias sociais e o marketing de emboscada


Por Rodrigo Ribeiro

Os Jogos Olímpicos começaram a todo vapor e na mesma proporção que suas notícias tomaram conta dos noticiários esportivos mundo afora, a questão do COI e o temido marketing de emboscada se fez presente e trouxe à tona uma grande questão. Afinal, o que é mais relevante: associar-se ao COI e então aproveitar um leque de opções de exploração de marca ou encarnar o “espírito olímpico” com ações de emboscada abusando de criatividade?

Bem, entendemos: marketing de emboscada nada mais é do que uma marca se  aproveitar de um evento ou acontecimento e desenvolver ações/ ativações relevantes, tendo como mote principal o evento em si. Sendo um patrocinador oficial, tal marca respeita todas as regras de publicidade impostas pelo COI. E para Londres 2012, a entidade máxima olímpica nunca esteve tão bem preparada para travar uma verdadeira batalha contra o marketing de emboscada.

Entremos de cabeça no mundo das mídias sociais, alvo da maioria de restrições impostas pelo COI. Para esta ferramenta, foi criado um código de conduta para os atletas com regras absurdas, tais quais “não tirar fotos ou fazer vídeos, a não ser que os mesmo sejam usados apenas para fins pessoais – ou seja, não compartilhar na web – . Ora, um dos grandes objetivos do Twitter ou Facebook não é gerar conteúdo instantâneo e interações com o público, agregando valor?

O COI se porta como “incentivador” do uso das mídias sociais, diz ter criado esse código a fim de garantir os direitos dos patrocinadores oficiais do evento. Apenas por curiosidade, busquei nos perfis de Twitter ou Facebook de alguns dos patrocinadores oficiais ações ou interações com os fãs. Posso dizer que não encontrei “um ponto fora da curva”, algo que realmente me fizesse associar e naturalmente incorporar que tal marca é patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos e assim, gerar relevância.

Diante desta imposição, os atletas resolveram protestar. A atleta Dawn Harper postou uma foto em que tinha sua boca “calada” por uma fita com a escrita “Rule 40” , mais uma regra de imposição do COI. O movimento no Twitter, que expressou o descontentamento dos atletas por meio da hashtag #WeDemandChance2012 (queremos mudança), teve grande repercussão, com os tweets de Sanya Richards – Ross ( ouro no revezamento 4 x 400 em Atenas e Pequim) e Doc Patton ( prata no 4 x 100 em Pequim), citando alguns exemplos.

Particularmente, creio que deve haver bom senso, já que muitos atletas dependem do investimento de seus patrocinadores, muitas das vezes, somente de quatro em quatro anos, para que assim possam ter alto nível de competição e, naturalmente, possam gerar o retorno esperado. Pensando como empresa, creio que muitos executivos preferem ver suas marcas serem associadas à “criatividade e interações relevantes junto aos fãs” a “temos os diretos oficiais” e “produziremos conteúdo um dia”. O timing pode passar.

Fonte: http://negocioesporte.wordpress.com/2012/08/04/o-coi-as-midias-sociais-e-o-marketing-de-emboscada/

MARKETING DE EMBOSCADA


Hoje vou falar de um tema bastante delicado, marketing de emboscada. O nome é relativamente novo mas a prática é bem antiga. O Marketing de Emboscada consiste em estratégias de tirar proveitos publicitários de um evento sem o amparo contratual de detenção dos direitos do mesmo.

Atualmente o cerco a essa prática está muito mais fechado, onde podemos destacar a criação da Regra 40 (confira o post anterior: REGRA 40: POLÊMICA À VISTA), do Comitê Olímpico Internacional, que restringe e muito o patrocínio pessoal dos atletas durante a realização do Jogos Olímpicos.

Mega-eventos como Copa e Olímpiadas chegam a possuir legislações próprias de proteção a marcas, produtos e/ou serviços do patrocinadores oficias dos eventos. São criadas zonas específicas, perto de aeroportos e locais de competição onde ficam excluídas as publicidades de marcas que não sejam patrocinadoras oficias dos eventos.

Ao longo dos anos, o Marketing de Emboscada já foi utilizado com sucesso por algumas empresas, claro sempre de baixo de muita reclamação dos patrocinadores oficiais. Um caso não tão recente mas de excelente resultado, foi a ação da Brahma na Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, na qual a patrocinadora oficial da seleção brasileira era a Coca-Cola, mas graças a uma estratégia muito bem aplicada a marca da cervejaria ficou muito mais associada lembrança do grande público na conquista do Tetra. Com um investimento de US$ 25 milhões a Brahama criou a campanha da torcida Número Um (a cervejaria tinha o Slogan: Brahama a cerveja Número Um). Espalhou milhares de camisas e flyers e uma bandinha que não parava de tocar o jingle da campanha nos jogos amistosos do Brasil antes da Copa. A chamada torcida Número Um com sua bandinha que ficava localizada estrategicamente próximo as cabines de imprensa, para propositalmente o som vazar nas transmissões de rádio e TV.

Com garotos propaganda como Romário e Bebeto as estratégias da cervejaria também continuaram em solo americano. Foi criada a Casa Brasil para onde eram levados os jogadores nos momentos de folga para visitar os parentes e fazerem diversas entrevistas. Os gols brasileiros na campanha do Tetra eram propositalmente comemorados pelos jogadores com o dedo indicador levantado fazendo o número um, marca registrada da campanha. No final o Brasil foi campeão se tornando o número um assim como a cervejaria. É importante ressaltar que 1994 não haviam as mesmas preocupações contra o marketing de emboscada que existem hoje.

Claro que existem outras maneiras de associar a marca de uma empresa sem burlar nenhuma regra e/ou legislação, mas com com uma grande proteção aos patrocinadores oficiais, faz se necessário a assessoria de profissionais para que a estratégia de marketing não vire uma grande dor de cabeça na justiça.

No próximo post vou falar sobre cases criativos de empresas que conseguiram utilizar nos Jogos Olímpicos de Londres para ativarem as suas marcas.
* Por Romulo Macedo - Diretor Executivo
(colaboração Mario Bini - Diretor de Novos Negócios)

Fonte: http://estadiosearenas.blogspot.com.br/2012/08/marketing-de-emboscada.html

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Caloi mostra a falta de conhecimento das empresas com as Olimpíadas


Por Eric Beting

Como já temos discutido há alguns meses aqui no blog, a realização de Copa do Mundo e Jogos Olímpicos no Brasil nos próximos anos vai obrigar que o esporte no país se profissionalize como um todo. E tivemos exatamente esse exemplo vindo de um vídeo que a Caloi fez para marcar a parceria com o projeto LiveWright e a pretensão de montar um forte time de ciclismo para 2016.

A empresa criou o conceito “A medalha sua”, dizendo que para conquistar uma medalha é preciso suar a camisa. Até aí, nada de errado. O problema é o primário erro de dizer que a Caloi patrocina um projeto para buscar a “primeira medalha do ciclismo brasileiro nos Jogos Olímpicos Rio 2016″.

Como não é patrocinadora da competição, a empresa não pode se apropriar do nome do evento. É básico. E assusta ver que uma empresa que trabalha com o esporte não está preparada ao menos para saber o básico quando o assunto é tão importante quanto esse. 

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/08/09/caloi-mostra-a-falta-de-conhecimento-das-empresas-com-as-olimpiadas/

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

REGRA 40: POLÊMICA À VISTA


Você já ouviu falar da regra 40 do COI? Preste bem atenção nela, a mesma deverá ser um item que muitos brasileiros terão que se atentar durante a olimpíada de 2016.

Esta regra do COI foi criada para proteger os 11 patrocinadores oficiais dos Jogos Olímpicos de verão e inverno que pagam cerca de US$ 100 milhões a cada 4 anos para ter sua imagem associada ao evento. Segundo esta regra nenhum atleta participante pode fazer campanha publicitária para seus patrocinadores pessoais durante os jogos olímpicos, justamente o momento em que teriam maior exposição, se eles não forem um dos 11 oficiais.

Entendemos e até concordamos com a preocupação do COI em proteger seus patrocinadores que pagam caro, porém não concordamos que façam isto em detrimento aos atletas que são os principais agentes dos jogos. Sem eles não há competição em alto nível, interesse da população e consequentemente não há o interesse comercial.

Esta regra prejudica e muito os atletas brasileiros, pois é de conhecimento público que o esporte de alto rendimento no país depende de patrocínio da iniciativa privada, para que os atletas tenham condições de treinar e participar de competições, aumentando assim a possibilidade de formação de novos ídolos e campeões. Porém, se os atletas não poderão oferecer uma contrapartida com campanhas publicitárias durante o seu maior momento de exposição na mídia, com certeza esse interesse irá diminuir, contratos vigentes serão renegociados, novos contratos serão fechados em condições inferiores, os investimentos se tornarão cada vez mais escassos e neste momento o atleta precisa estar muito bem assessorado para não assinar um contrato que seja extremamente prejudicial a sua carreira.

Alguns atletas já começaram manifestações via redes sociais contra esta medida e acredito que uma manifestação bem organizada por parte destes poderá surtir efeito. Entretanto, neste momento também é fundamental que o atleta esteja amparado por profissionais, para que, a manifestação não tenha um resultado negativo para a sua própria imagem como já vimos nestes jogos olímpicos, tornando-se cada vez mais necessário um suporte especializado aos atletas para gerir suas carreiras com criatividade e eficiência evitando assim declarações desastrosas, contratos prejudiciais, aparições em campanhas publicitárias equivocadas e tantas outras ações que venham a encurtar sua carreira. Situações como esta serão cada vez mais frequentes no mundo esportivo e quem não estiver preparado para enfrenta-las estará corre sérios riscos de afundar por mais talento que tenha.

Para finalizar, entendemos que este posicionamento do COI é um pouco exacerbado. Concordamos com a proteção das marcas patrocinadoras, mas restringir o patrocínio pessoal dos atletas durante as olimpíadas é uma medida muito extravagante que afetará inúmeros atletas olímpicos. Caso este cenário não se altere, os gestores de carreiras dos atletas profissionais terão que ter ainda mais criatividade para evitar o conflito entre as partes. Neste caso a figura dos agentes especializados ganham ainda mais peso na carreira dos participantes dos Jogos.

* por Mario Bini - Diretor de Novos Negócios

Fonte: http://www.estadiosearenas.com/2012/08/regra-40-polemica-vista_6.html?

LOCOG impõe bloqueio a alerta de ingressos no Twitter


Outra polêmica foi criada na semana passada em torno dos Jogos Olímpicos de Londres-2012, após o Comitê Olímpico Internacional (COI) e o Comitê Organizador dos Jogos de Londres (LOCOG) alterarem a configuração de suas páginas na internet, fazendo com que elas pudessem ser acessadas exclusivamente por meio de um único navegador web.

Desta maneira, o bloqueio impossibilita o funcionamento de um aplicativo que vinha se tornando muito popular no Reino Unido, o Ticket Alert. O programa funcionava por uma conta no Twitter, que alertava aos seus seguidores quando eram disponibilizados novos ingressos para as diferentes competições dos Jogos Olímpicos de Londres-2012.

 A conta @2012ticketalert foi criada pelo jovem Adam Naisbitt depois de seguidas frustrações com o sistema de vendas de ingressos online dos Jogos. Entre pequenos intervalos, o programa acessava automaticamente a página da organização para verificar se novas entradas haviam sido postas à venda.

Mas na noite da última quinta-feira, o site dos Jogos passou a bloquear todos os acessos ao site que não fossem feitos por um navegador web padrão, impossibilitando o funcionamento do programa de Naisbitt. A partir desse momento, a conta, que havia chegado a cerca de 250 mil seguidores, deixou de atualizar as informações. 

“Eu não consigo acreditar que algo feito tão genuinamente para ajudar as pessoas está sendo caçado. Não estamos ganhando nada, somente queremos ajudar aqueles que querem ver os Jogos.”, disse Naisbitt, em entrevista à BBC.

O jovem disse ainda que teria condições de reverter o bloqueio, mas que não quer ter problemas legais com a organização das Olimpíadas.vPor meio de sua porta-voz, o Locog afirmou que o bloqueio não é específico para o Ticket Alert, e sim, que foi imposto pela agência distribuidora de ingressos dos Jogos, a Ticket Master, em uma manobra feita para inibir a ação de cambistas e aqueles que desejem ganhar dinheiro com a revenda de ingressos.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/olimpiadas/26/26253/LOCOG-impoe-bloqueio-a-alerta-de-ingressos-no-Twitter/index.php

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Mídias sociais e fones de ouvido são os vilões do COI


Por Fabio Kadow

O COI nunca chegou tão armado para a guerra que há anos trava contra o chamado marketing de emboscada que sempre aparece durantes grandes eventos como as Olimpíadas. Entre tantas restrições, a maior preocupação este ano estava nas mídias sociais, para isso a entidade resolveu criar um código de conduta para os atletas com regras absurdas. 

A repercussão tem sido péssima, com atletas do mundo, principalmente dos EUA, realizando protestos em suas páginas pelo direito de citarem seus patrocinadores em canais que, em tese, são seus, ou nem mesmo respeitando algumas da imposições. A atleta Dawn Harper, por exemplo, chegou a postar uma foto com uma fita "calando" a sua boca e a palavra "Rule 40", que é justamente a regra que trata desta proibição.
A maioria dos atletas da equipe norte-americana que aderiu ao protesto são do atletismo e não tem contratos de patrocínio milionários, ao contrário, dependem destes pequenos acordos e apoios que receberam durante quatro anos.

O COI respondeu a todos dizendo que, se não fossem estes patrocinadores oficiais não seria possível a realização dos Jogos nos formatos atuais, já que 40% (cerca de 700 milhões de euros) da receita deles vem das marcas, por isso preza por esta exclusividade – vale lembrar que os atletas não vêm a cor deste dinheiro na mesma proporção.

Mas enquanto o COI se preocupa com as mídias sociais, parece que esqueceram um ítem importante que vem sendo ganhando visbilidade em todos os lugares sem pagar um centavo para a entidade: os fones de ouvido. 

Presentes em nove de cada dez cabeças de atletas na Vila Olímpica ou mesmo em competições como a natação (o recordista Michael Phelps entrou com o seu em todas as aparições), o aparelho passou desapercebido na blitz. Destaque para o Beats assinado pelo rapper Dr. Dre, que, além dos desejados modelos tradicionais, também desenvolveu um desenho específico para o time do Reino Unido, distribuiu entre alguns atletas e virou objeto de desejo – inclusive no próprio Twitter.

Fonte: http://terramagazine.terra.com.br/jogodenegocios/blog/2012/08/01/midias-sociais-e-fones-de-ouvido-sao-os-viloes-do-coi/

segunda-feira, 30 de julho de 2012

COI responde aos atletas que reclamam da proibição contra publicidade


O COI (Comitê Olímpico Internacional) respondeu nesta segunda a uma campanha organizada por diversos atletas que estão incomodados com as regras sobre patrocínio pessoal durante os Jogos Olímpicos de Londres.

Os atletas postaram comentários quase simultâneos no Twitter nesse domingo exigindo mudanças na regra 40 do COI. A norma impede que os atletas olímpicos usem seus nomes e imagens para fins publicitários durante a Olimpíada. A corredora americana Sanya Richars-Ross afirmou que a restrição é injusta.

Outro corredor americano, Leo Manzano, escreveu em sua página do Facebook: "estou muito desapontado com a regra 40 do COI porque tive que tirar minha foto e meus comentários da minha marca de sapatos. A regra só faz a gente se distrair e se afastar do nosso treino e da nossa experiência olímpica".

Mark Adams, porta-voz do COI, disse que a organização do comitê está tentando "proteger o dinheiro que entra nas Olímpiadas". Segundo ele, os atletas que estão reclamando são "sortudos" por terem grandes patrocinadores. "A restrição dura um mês. Temos um número enorme, cerca de 10.500 atletas, que entendem porque fazemos isso", disse.

O presidente do COI, Jacques Rogge, afirmou que a posição do comitê é clara: "temos que proteger os patrocinadores porque sem patrocínio os jogos não acontecem".

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1128366-coi-responde-aos-atletas-que-reclamam-da-proibicao-contra-publicidade.shtml

Comitê Olímpico pede moderação aos fãs no uso de Twitter e celular


Excesso de mensagens afeta cobertura televisiva das competições

LONDRES - Os espectadores dos Jogos Olímpicos em Londres foram orientados pelos organizadores do evento a evitarem o envio de mensagens de texto e publicações no Twitter que não fossem urgentes durante as competições, alegando que a rede sobrecarregada estava afetando a cobertura televisiva.
A cobertura de uma corrida de ciclismo masculino no sábado deixou muitos espectadores no escuro algumas vezes. Comentaristas ficaram impedidos de obter dados quanto ao tempo da corrida por interferências na rede de comunicação do sistema de navegação do satélite GPS.
A situação foi incômoda particularmente para os telespectadores, que sintonizaram para assistir a uma das maiores chances da Grã-Bretanha levar uma medalha de ouro. Muitos demonstraram revolta pela falta de informações no Twitter.
Um porta-voz do Comitê Olímpico afirmou ter ocorrido um problema de rede, causado por milhares de fãs, que ocuparam as ruas de Londres para torcer pelo time britânico, enviando mensagens.
“É claro que se você quiser enviar algo, não vamos dizer ‘não, você não pode’, e nunca proibiríamos o público”, disse o porta-voz. “É apenas que, se não for urgente, vá com calma”.
“Não queremos que as pessoas parem de interagir nas redes sociais, mas estamos pedindo que enviem mensagens por outros meios”, acrescentou.
O uso de celulares para acessar a internet e tirar e enviar fotos e vídeos disparou nos últimos anos, fazendo dos Jogos em Londres a primeira competição das redes sociais, mas também resultando em maior pressão sobre as redes de comunicação.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/tecnologia/comite-olimpico-pede-moderacao-aos-fas-no-uso-de-twitter-celular-5626333#ixzz226mJBwFO 

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Site de apostas promove nova ação de emboscada


O site de apostas Paddy Power novamente chamou a atenção com uma ação de marketing de emboscada. 

Depois de aparecer na cueca do jogador dinamarquês Nicklas Bendtner durante a Eurocopa, agora foi a vez do site provocar o Comitê Olímpico Internacional (COI). Em alguns outdoors na capital britânica, ele afirma ser o “patrocinador oficial do maior evento de atletismo deste ano em Londres”.

Na verdade, é uma referência a uma corrida de ovo na colher, que tem a Paddy Power como patrocinadora e que será realizada em uma cidade francesa homônima da sede dos Jogos Olímpicos de 2012. 

O COI já solicitou a remoção das peças da mídia exterior londrina, apesar de que, na teoria, ele não infringe as regras olímpicas, já que não contém as palavras "verão", “2012” e “ouro”, por exemplo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26105/Site-de-apostas-promove-nova-acao-de-emboscada/index.php

sexta-feira, 20 de julho de 2012

O COI e seu problema com as mídias sociais


Por Erich Beting

A uma semana da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres, o Comitê Olímpico Internacional continua com sua cruzada para tentar minimizar ao máximo o uso das redes sociais por parte dos atletas que estarão nas Olimpíadas. A declaração da vez foi a de Sebastian Coe, presidente do comitê organizador e bicampeão olímpico em 1980 e 1984. Para ele, o uso excessivo do Twitter pode atrapalhar o desempenho esportivo do atleta.

O problema maior do COI, porém, diz respeito à amedrontadora tese de proteção dos direitos daqueles que pagam, e muito, para ser os patrocinadores oficiais dos Jogos. O terrorismo que é feito para proteger quem paga a conta, porém, acaba prejudicando a difusão dos Jogos Olímpicos em maior nível.

Sim, ainda é pequeno o impacto das mídias sociais no fluxo de informações em todo o mundo. Perto da TV, o alcance mundial de  Twitter ou de um Facebook é bem menor. Só que o maior problema para o COI é que, nesse caso, com as mídias sociais o atleta passa a ter um canal próprio de comunicação, longe dos rigores dos microfones vigiados das zonas mistas de imprensa.

E isso potencializa a falta de controle do comitê sobre a divulgação dos Jogos. Desde meados dos anos 80, quando criou o programa para resgatar a imagem das Olimpíadas e faturar ainda mais com o evento, o COI controla simplesmente tudo o que está ligado aos Jogos. E, com as mídias sociais e milhares de atletas, isso fica impossível.

Mas o que foi o ocaso do comitê no passado pode vir a ser, no futuro, o problema da entidade para um maior fortalecimento dos Jogos. Hoje, a mídia social ainda não é a forma de comunicação mais propagada do mundo. Mas, em breve, será o meio de entrada das pessoas para o consumo da informação. E, aí, ignorar a força desse meio pode ser um tiro no pé.

Uma mostra disso veio dos atletas dos Estados Unidos. O comitê olímpico americano tem exigido que os atletas vistam os tênis da Nike, patrocinadora da entidade, na roupa de passeio. Os não-patrocinados pela fabricante têm contra-atacado e postado fotos nas redes sociais com os pés descalços, num gesto que lembra, e muito, o protesto de Jesse Owens lá em 1936, ou  os de Tommie Smith e John Carlos nos Jogos de 1968, quando imitaram as saudações dos Panteras Negras.

O grande segredo de marketing das Olimpíadas é o alcance mundial que qualquer acontecimento que há numa edição dos Jogos ganha. E, ao querer banir as mídias sociais, o COI dá um passo atrás, perdendo aquela que hoje é uma eficiente ferramenta de comunicação com o público, especialmente o jovem, grande objeto de desejo da entidade.

O COI segue com problemas com as mídias sociais. O primeiro passo para resolvê-lo seria entender que, assim como a entidade ganha dinheiro a partir da venda dos direitos de TV, poderá ter os veículos mais populares da internet como um importante parceiro comercial. Mas, vindo da entidade que demorou uma década para entender a força da internet, não fica difícil imaginar que, em 2020, talvez, os atletas não tenham sua liberdade de expressão tolhidas e possam se comunicar “pelo bem dos Jogos”.

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/07/20/o-coi-e-seu-problema-com-as-midias-sociais/

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Famoso por campanhas, grafiteiro é banido de Olimpíada


Famoso por participar de ações publicitárias de grandes empresas esportivas, o grafiteiro inglês Darren Cullen não poderá realizar nenhuma atividade nas imediações dos Jogos Olímpicos de Londres, que começam no próximo dia 27. A proibição faz parte de uma medida da polícia britânica contra diversos grafiteiros antes do início dos Jogos.

O artista foi preso junto com outros três grafiteiros sob a alegação de conspiração para atos de vandalismo. Todos foram liberados sob fiança, mas proibidos de se aproximarem de qualquer estabelecimento olímpico, utilizarem sistemas de transporte público sem autorização prévia, e portarem qualquer tipo de tinta em spray até novembro.

Cullen, que no ano passado trabalhou em uma campanha da Adidas, patrocinadora oficial da competição em Londres, afirma que nunca pintou qualquer coisa de forma ilegal, e que a polícia de Londres não o questionou sobre qualquer atividade criminosa, apenas sobre um site relacionado a sua empresa sobre a história do grafite.

O britânico ainda disse que estava em negociação para trabalhar com outro grande patrocinador olímpico, além de ter sido pago para pintar um táxi londrino que seria utilizado por uma grande emissora durante os Jogos.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/outrascategorias/26/26045/Famoso-por-campanhas-grafiteiro-e-banido-de-Olimpiada/index.php

quinta-feira, 12 de julho de 2012

McDonalds exige e Comitê proíbe batata nos Jogos


O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de Londres-2012 (LOCOG) determinou nesta semana que os restaurantes e lanchonetes presentes nos Jogos não poderão servir batatas fritas. A proibição se deve a uma exigência da rede McDonalds, patrocinadora oficial dos Jogos.

A rede americana será a única que poderá vender o produto durante as competições. Já os outros cerca de 800 revendedores de alimentos distribuídos nas 40 sedes dos Jogos só poderão servir batatas fritas se estas forem acompanhadas de peixe. Ou seja: fora do McDonalds, batatas só no “Fish and Chips”, prato clássico da culinária inglesa mantido no cardápio pela organização. 

“Devido a obrigações contratuais com McDonalds, o Locog instruiu à equipe que atenderá ao público que eles não tem mais permissão para servir batatas fritas por conta própria dentro do Parque Olímpico. A única saída é servi-las acompanhadas de peixe”, afirma um comunicado divulgado pelo comitê.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/olimpiadas/25/25964/McDonalds-exige-e-Comite-proibe-batata-nos-Jogos/index.php