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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Orçamento privado do Rio-2016 aumenta 68% em três anos, e governo pagará a conta


Por Thiago Arantes

O orçamento do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos do Rio já estourou, e o governo pagará parte da conta. Quando a cidade foi escolhida para receber a Olimpíada, em 2009, a estimativa de gastos do comitê era de 5,6 bilhões. Três anos depois, o valor já aumentou para, no mínimo, R$ 9,4 bilhões, um acréscimo de 68% - a inflação acumulada no período foi de 25% segundo o IGPM. 

Neste valor entram os gastos de organização dos Jogos - como a cerimônia de abertura, custos com comunicação, tecnologia, segurança entre outros - e não a construção de arenas, que ficará a cargo do governo em parcerias com a iniciativa privada. A estimativa inicial dos gastos com arenas é de R$ 23 bilhões.

O Rio-2016 alega que o orçamento inicial, da época da candidatura, era preliminar e já seria revisto para uma primeira versão de orçamento, com a inclusão de dados e despesas de forma mais detalhada. No entanto, a assessoria da entidade disse que o orçamento ainda está em fase de confecção e só será divulgado em 2013. 

Na quinta-feira, o ESPN.com.br publicará mais detalhes do orçamento dos Jogos do Rio-2016, citando as verbas destinadas às principais áreas, como Tecnologia, Legado, Transportes, Alimentação e Cerimônias de Abertura, Encerramento e Revezamento da Tocha - NÃO PERCA.

Procurados pelo ESPN.com.br, Carlos Arthur Nuzman - presidente do COB e do Rio-2016 - e o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, não quiseram comentar sobre o orçamento, alegando que ele ainda não é oficial.

Entretanto, o ESPN.com.br já teve acesso ao primeiro orçamento oficial, que só será divulgado em julho de 2013. Os dados mostram que o órgão – que se apresenta como uma entidade privada e sem fins lucrativos – foi deficitário em 2010 e 2011 e passará a contar com subsídio do governo já no próximo ano. 

A participação governamental no pagamento das contas do comitê já estava prevista desde antes de o Rio ser cidade olímpica. Ainda na fase de candidatura, as três esferas do governo se comprometeram com o COI, disponibilizando-se para sanar um eventual déficit da organização. No dossiê, o limite para participação governamental era de R$ 1,4 bilhão. Entretanto, a entrada de dinheiro público no orçamento não era o primeiro plano do comitê; a ideia era só recorrer aos governos em caso de necessidade. 

No site do Rio-2016, a relação entre o órgão e o governo é retratada da seguinte forma: “O objetivo do Comitê Organizador é que esse orçamento seja completamente financiado por receitas privadas, mas os três níveis de governo – federal, estadual e municipal – garantiram ao COI cobrir qualquer necessidade de recursos do Comitê Organizador.”

No orçamento ao qual o ESPN.com.br teve acesso, a previsão de injeção de dinheiro governamental é de R$ 1,7 bilhão até 2016 (equivalente ao valor corrigido de 1,4 bilhão, de acordo com a inflação desde 2009). Está em fase de aprovação na Casa Civil o decreto que regulamentará a alocação destes recursos, vindo dos três governos.

Os valores que serão alocados pelo governo neste decreto são para o Comitê Organizador, e não para obras de infraestrutura. Neste ponto, o investimento governamental será ainda maior. O ministério do Esporte prevê a injeção de R$ 500 milhões apenas em infraestrutura apenas em 2013.

Em contato com o ESPN.com.br, a assessoria de imprensa do ministério disse que não haverá qualquer aporte de verba saíndo do órgão para o Comitê Organizador do Rio-2016.

O decreto deve ser assinado pela presidenta Dilma no começo do próximo ano; ele definirá em que áreas do comitê organizador o governo colocará dinheiro. Esta será a primeira injeção de dinheiro público no comitê. Durante os últimos anos, a entidade usou a prerrogativa de não contar com o auxílio do governo para contratar produtos e serviços em concorrências sem licitações. 

A partir de 2013, o dinheiro dos três governos começará a entrar de forma gradativa: no primeiro ano, serão R$ 109 milhões; no segundo, R$ 237 milhões; no terceiro, R$ 619 milhões; em 2016, o subsídio chegará a R$ 701 milhões. Até mesmo em 2017, já depois dos Jogos, os governos colocarão R$ 88 milhões no comitê. 

Os valores podem ser remodelados de acordo com as necessidades do comitê e corrigidos de acordo com a inflação. Segundo apurou o ESPN.com.br, há a possibilidade de um aumento no déficit forçar uma alocação ainda maior de recursos governamentais. 

Caso coloque apenas R$ 1,7 bilhão no Comitê Organizador, o governo será responsável por financiar 18% dos R$ 9,4 bilhões do orçamento da entidade. A participação governamental, se considerados apenas os 3,8 bilhões que já estouraram a previsão inicial, será de 44%. A União, a prefeitura e o governo do Rio pagarão quase metade do estouro orçamentário.

Mais dinheiro que o COI – De acordo com o orçamento visto pelo ESPN.com.br, o subsídio dos três governos ao comitê organizador será maior do que a contribuição do Comitê Olímpico Internacional (COI). A entidade máxima dos esportes olímpicos deve alocar R$ 1,1 bilhão em recursos. 

O faturamento com vendas de ingressos, que costuma ser um dos maiores financiadores dos Jogos, também será ligeiramente menor do que o subsídio governamental. Com as entradas, o Rio-2016 deve receber R$ 1.723.906.000,00 – cerca de R$ 34 milhões menor do que o dinheiro proveniente dos governos.

A maior fonte de receita do comitê organizador é proveniente de patrocinadores: as empresas nacionais que se associaram aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos darão, até 2016, um total de 3,2 bilhões; os parceiros internacionais serão responsáveis por R$ 679 milhões. Os valores podem sofrer correções, pendentes de novos contratos e da inflação no período. 

VEJA ABAIXO A TABELA COM O ORÇAMENTO REVISADO DO COMITÊ ORGANIZADOR


Fonte: http://espn.estadao.com.br/noticia/299720_orcamento-privado-do-rio-2016-aumenta-68-em-tres-anos-e-governo-pagara-a-conta

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Google divulga os times mais pesquisados em 2012


O Google divulgou os times de futebol do Brasil mais populares de 2012. Para isso a empresa considerou aqueles que foram mais consultados no sistema de buscas do site.

O Flamengo foi o clube mais pesquisado do site, o segundo lugar ficou com o Corinthians e, na sequência, o Palmeiras. A lista dos dez mais populares ainda conta com Grêmio, Vasco, São Paulo, Santos, Cruzeiro, Internacional e Fluminense.

Também foi realizado um estudo sobre os eventos esportivos mais destacados do ano. As Olimpíadas 2012 foram a mais procuradas, na sequência vieram o Brasileirão 2012 e o UFC 148. O ranking ainda tem outros eventos como a Libertadores 2012, a Eurocopa 2012 e o TUF Brasil.

O Google utilizou uma filtragem de spams e consultas repetidas para que a pesquisa desenvolvida ilustrasse com mais autenticidade os a popularidades dos clubes brasileiros.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/27/27909/Google-divulga-os-times-mais-pesquisados-em-2012/index.php

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

UFC e canal criam “The Ultimate Fighter” indiano


O Ultimate Fighting Championship (UFC), maior organização de artes marciais mistas do mundo, anunciou um novo acordo com a emissora esportiva indiana Sony Six. Os termos financeiros não foram divulgados.

A grande novidade da parceria, que prevê exclusividade da programação do UFC para o canal em toda a Índia, é a criação de um reality show “The Ultimate Fighter” composto apenas por lutadores do país asiático.

“Essa associação é importante não apenas para divulgar o UFC na Índia, mas para revelar talentos locais e levar eventos para o país”, disse Lorenzo Fertitta, diretor-executivo da entidade de artes marciais mistas.

“A Índia tem um grande apetite por esportes novos. Estamos confiantes de que o público mais jovem ficará atraído pela programação especial do UFC”, declarou Jit Singh, diretor-executivo da Sony Six. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/26/26797/UFC-e-canal-criam-%E2%80%9CThe-Ultimate-Fighter%E2%80%9D-indiano/index.php

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Anúncio da concessão do Galeão deve ser feito até outubro, diz Cabral


Segundo o governador do Rio de Janeiro, data foi divulgada pela presidente Dilma Rousseff

Parte da estratégia do governo federal de investir em infraestrutura, a concessão do Aeroporto Internacional do Galeão - Antonio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro, deve ser anunciada até outubro, informou hoje (16), o governador Sérgio Cabral. A presidenta Dilma Rousseff anunciou ontem (15) o Programa de Investimentos em Logística para ferrovias e rodovias e disse que, na sequência, estão previstas ações para aeroportos e portos.

"Ela [a presidenta Dilma] me disse que, em setembro ou outubro, coloca [para licitação o Galeão], até lá estará com essa definição pronta", afirmou o governador à imprensa durante o 1º Congresso Nacional de Procuradores-Gerais de Ministérios Públicos dos Estados e da União.

Segundo Cabral, a presidenta está convencida da necessidade de mudança na gestão de aeroportos como o do Galeão e o de Confins, em Minas Gerais, cuja administração também deve ser licitada.

"O Gustavo [do Vale], presidente da Infraero [Empresa Brasileira de Infraestrurtura Aeroportuária] concorda, e o ministro da Secretaria da Aviação Civil [da Presidência da República], Wagner Bittencourt, também é a favor. Portanto, não há divergência no governo", disse o governador do Rio, que desde 2008 defende a concessão do Galeão para grandes operadores.

Para Cabral, "a lógica atual da gestão" de aeroportos no Brasil, pela próprias limitações burocráticas, está ultrapassada. Por isso, ele acredita que a concessão à iniciativa privada tende a dar mais flexibilidade e agilidade às administrações. Oferecer conforto aos passageiros com a ampliação da oferta de serviços e lojas também está entre as vantagens da concessão.

No dia 14 de junho, foram assinados contratos de concessão para ampliação, manutenção e exploração dos aeroportos internacionais de Guarulhos (São Paulo), Viracopos (Campinas) e Brasília entre a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e as empresas vencedoras do leilão. Os prazos das concessões são 30 anos para Viracopos, 25 para Brasília e 20 para Guarulhos. Os contratos poderão ser prorrogados uma única vez, por cinco anos.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10551/ANUNCIO+DA+CONCESSAO+DO+GALEAO+DEVE+SER+FEITO+ATE+OUTUBRO+DIZ+CABRAL.html

Corinthians busca apoio de ingleses para Mundial


Por Lucas Turco

O Corinthians planeja se aproximar de clubes de futebol da Inglaterra. O projeto tem em vista o Mundial de Clubes da Fifa no fim do ano, quando o clube, possivelmente, enfrentará o Chelsea na decisão da competição.

A equipe do Parque São Jorge apostará na união com as torcidas rivais do clube de Londres.Com isso o Corinthians espera convencer os anti-torcedores do Chelsea a torcerem para o clube paulista.

 “Nós ainda não decidimos como divulgaremos o Corinthians na Inglaterra e nem como daremos prosseguimento ao projeto. É uma ação de marketing muito interessante, mas ela ainda está no começo”, revelou Alex Watanabe, auxiliar de marketing do Corinthians.

O clube descartou a participação de Ronaldo nas partidas.

“Queremos ter o Ronaldo ao nosso lado, sem dúvida. Ele é um fator de motivação, de exposição da marca do Corinthians e um amigão, uma figura notável, mas seria uma injustiça com os jogadores”, comentou Luis Paulo Rosenberg, vice-presidente do Corinthians

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26383/Corinthians-busca-apoio-de-ingleses-para-Mundial/index.php

domingo, 12 de agosto de 2012

LONDRES "ESQUECE" JOGOS PARALÍMPICOS


NAS RUAS DA CAPITAL BRITÂNICA HÁ POUCAS MENÇÕES À PARALIMPÍADA, QUE PARA MUITAS EMPRESAS REPRESENTA UMA OPORTUNIDADE ÚNICA DE MOSTRAR PRODUTOS E FAZER NEGÓCIO

Por Rodrigo Capelo

Durante os Jogos Olímpicos de Londres, um dos personagens que mais ganhou destaque na mídia foi Oscar Pistorius, velocista sul-africano que teve as duas pernas amputadas dos joelhos para baixo quando tinha apenas 11 meses de vida, mas que conseguiu um tempo alto suficiente para disputar a Olimpíada britânica. Mas, apesar de o caso dele ter comovido muita gente em todo o mundo, os Jogos Paralímpicos ficaram em segundo plano na cidade.

Nas ruas de Londres, infestadas com propagandas de empresas, as referências à Paralimpíada deste ano são bastante escassas. A pedido da Época NEGÓCIOS, Edwin Asberg, brasileiro que atua na agência de marketing esportivo Sport+Martk AG e está na Alemanha cursando mestrado em gestão desportiva pela Universidade Alemã do Esporte de Colônia, conta sobre o cenário que encontrou no país.

"Os Jogos Paralímpicos vão acontecer logo após os Olímpicos, porém quase nada é visto em relação ao evento, além de algumas sinalizações oficiais pela cidade. O foco, naturalmente, está na Olimpíada, evento maior e com maior retorno às empresas envolvidas", relata Asberg. É bom lembrar que um grupo de 42 companhias, interessadas nas competições "principais", despejou R$ 3,4 bilhões em patrocínios na edição de Londres.

Outro mercado
A justificativa pela menor exposição, conforme explicou Asberg, está no fato de a maioria dos patrocinadores se interessar mais pelos Jogos Olímpicos. Mas também há espaço para fazer negócio nos Paralímpicos. Novamente traçando um paralelo, enquanto fabricantes de materiais esportivos como Nike, Adidas e Puma se enfrentam para conseguir espaço para suas marcas em Londres, o mesmo desafio tem a Otto Bock, fabricante de próteses.

A lógica é simples: centenas de atletas com mobilidade reduzida estarão disputando medalhas de ouro, prata e bronze entre 29 de agosto e 9 de setembro. A maioria deles, por sua vez, usa algum equipamento durante as competições. "É como uma feira mundial de tecnologia ortopédica", definiu Rüdiger Herzog, porta-voz da Otto Bock, patrocinadora da Paralimpíada há 24 anos, à revista The Economist.

Depois de mais de duas décadas apoiando financeiramente essa versão da Olimpíada, a corporação credita a ela o crescimento que tem registrado em seu faturamento. Apenas em 2011, US$ 811 milhões foram arrecadados com produtos ligados à saúde. E a tendência é seguir em alta nos próximos anos, principalmente com a melhora econômica dos países emergentes, nos quais deficientes ainda não têm tanto dinheiro.

Outra peculiaridade desse mercado é que, nos Jogos Paralímpicos, os equipamentos tendem a ser menos sofisticados do que aqueles usados por cidadãos comuns. Um velocista como Oscar Pitorius, por exemplo, precisa de próteses que sejam mais leves e tenham melhor aderência à pista de corrida, enquanto as normais são feitas para vários pisos, como paralelepípedos, escadas e lama.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Olimpiada/noticia/2012/08/londres-esquece-jogos-paralimpicos.html

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Grupo de fãs divulgará o Grêmio em Londres-2012


Por Mauro Zafalon

O Grêmio anunciou uma parceria com o grupo de torcedores Gaúchos na Copa. Eles serão os embaixadores do clube nos Jogos Olímpicos de Londres e terão a responsabilidade de divulgar a equipe tricolor e sua nova casa, a Grêmio Arena, que ficará pronta em dezembro.

Criado em 1990 pelo empresário Clóvis Fernandes, o conjunto garante presença em importantes eventos esportivos para confraternizar, trocar experiências e apresentar a cultura do estado do Rio Grande do Sul.

Fernandes, gremista fanático, já viajou por 48 países para assistir aos jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo, Copa América, Copa das Confederações e Olimpíadas.

“Ele será nosso correspondente. Receberá produtos oficiais para poder divulgar o Grêmio a todos que estiverem em Londres”, afirmou Paulo Cesar Verardi, diretor de marketing do time gaúcho.

“Isso trará, sobretudo, visibilidade mundial ao clube e beneficiará os torcedores, que terão acesso aos boletins gerados pelo grupo por meio de nossas redes sociais”, completou.

Os Jogos Olímpicos começarão na próxima sexta-feira, dia 27, e terminarão no dia 12 de agosto. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26101/Grupo-de-fas-divulgara-o-Gremio-em-Londres-2012/index.php

sábado, 14 de julho de 2012

Ministério do Turismo vai investir R$ 110 milhões em sedes da Copa


Ideia é revitalizar obras de infraestrutura turística; Rio de Janeiro terá a maior verba

O Ministério do Turismo anunciou ontem (12) um pacote de R$ 110,6 milhões para as doze sedes da Copa. O objetivo é, segundo o órgão, reforçar a preparação das cidades e  investir em obras de infraestrutura turística. 

O Rio de Janeiro terá a maior verba, com R$ 17,92 milhões. Natal (R$ 17,58 mi) e Fortaleza (R$ 17,43 mi) vêm na sequência. Manaus (R$ 1,84 mi) e São Paulo (R$ 896 mil) terão os menores repasses.

“Estamos chegando ao final do primeiro semestre, empenhando 100% do montante previsto para este ano em obras de acessibilidade, sinalização e centros de atendimento ao turista nas cidades-sede. Até 2013, completaremos os R$ 200 milhões projetados para esta finalidade”, afirmou o ministro do Turismo, Gastão Vieira.

De uma forma geral, os investimentos deverão financiar a implantação de Centros de Atendimento ao Turista (CATs), sinalização turística e obras de acessibilidade nos principais atrativos das cidades.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10315/MINISTERIO+DO+TURISMO+VAI+INVESTIR+R+110+MILHOES+EM+SEDES+DA+COPA.html

Embratur inicia campanha de divulgação turística para a Copa


Além da capital chilena, mais 13 cidades da América e da Europa serão visitadas até maio de 2013

A campanha de divulgação turística da Copa, organizada pela Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), foi iniciada fora do Brasil. Representantes da 12 cidades-sede se reuniram em Santiago, no Chile, no último dia 5. Mais 13 cidades da América e da Europa serão visitadas até maio de 2013.

A ideia é promover as atrações de que os torcedores vão encontrar durante a visita ao país durante o Mundial. Durante o evento, um filme de divulgação foi exibido. Além disso, os 400 convidados puderam ver a maquete do estádio de Brasília.

O Brasil espera receber 600 mil visitantes estrangeiros apenas durante a Copa. O turismo regional, por sua vez, deve movimentar três milhões de brasileiro. Segundo Jean-Edouard Courcier, diretor do Programa de Hospitalidade da Fifa, 3,2 milhões de ingressos serão vendidos para os 64 jogos do torneio. Os bilhetes estarão à venda no site da Fifa. A data de início não foi divulgada.

Courcier afirmou que uma pesquisa realizada pela entidade revelou que 97% das pessoas que foram aos estádios na África do Sul, em 2010, saíram satisfeitas.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10319/EMBRATUR+INICIA+CAMPANHA+DE+DIVULGACAO+TURISTICA+PARA+A+COPA.html

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Os Jogos Olímpicos e as redes sociais: uma relação que interessa perceber


Por Marcos Castro

Os Jogos Olímpicos (JO) são o maior evento desportivo do mundo. Contudo, apesar da dimensão, isto não significa que o evento em si consiga chegar de forma personalizada e customizada ao seu público-alvo. Isto só se consegue se dermos aos nossos consumidores ferramentas que lhes permitam interagir directamente com as estrelas dos JO: os atletas. 
Ao contrário dos eventos predecessores, a organização dos JO de Londres 2012 assumiu, desde o início, que esta seria a primeira Olimpíada verdadeiramente social. Nesse sentido, a organização destes Jogos criou uma plataforma onde os fãs podem seguir o dia-a-dia, as performances e os bastidores dos seus ídolos, e ainda ganhar prémios com isso. A plataforma, denominada "The Hub", é assim um local onde atletas, fãs e espectadores se reúnem, podendo estes dois últimos acompanhar, num só canal e de forma individualizada, a prestação dos seus atletas e modalidade preferidas.
Na minha opinião, esta plataforma, relativamente simples, é fantástica. E por vários motivos:
- Em primeiro lugar porque reúne num só local grande parte dos interessados no evento, o que lhe permite, em tempo real, monitorizar o que é dito nas redes sociais e com isso poder actuar da forma mais eficiente no que refere à sua estratégia de comunicação;
- Em segundo lugar porque, tendo os utilizadores no seu "Hub", conseguem estabelecer perfis que podem ser impactados com os conteúdos que se revelem mais relevantes para esses mesmos consumidores;
- Em terceiro lugar porque conseguem medir o alcance do evento, uma vez que é possível partilhar tudo e mais alguma coisa a partir da própria plataforma;
- Em quarto lugar porque dá notoriedade aos atletas presentes no evento, potenciando as suas marcas pessoais;
- Em quinto lugar porque permite aceder a conteúdos exclusivos e de bastidores a partir de um só local, uma vez que facilita a procura da informação, pelo facto dos perfis sociais dos atletas estarem reunidos num só local;
- E em último lugar porque premeia verdadeiramente os fãs, oferecendo, entre outras coisas, viagens aos JO.
Hoje, o "The Hub" resulta de um grande esforço da organização de Londres 2012. E face aos motivos acima enunciados, não devemos descurar que este, o "social", é uma variável fundamental em qualquer estratégia de marketing e comunicação.