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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Simpósio Rio-Londres: Cidades Olímpicas & Painel Interuniversidades e Cidades Base dos Megaeventos Esportivos 2013, 2014 e 2016

Local: Universidade Gama Filho
Avenida das Américas, 500 - Barra da Tijuca 
CEP: 22640-100 - Rio de Janeiro -RJ 

Programa

Dia 29/03 – Quinta feira, 2012 / Auditório

09h às 09h30 - Cerimônia abertura – Autoridades governo e dirigentes das organizações parceiras e de chancela; Mesa: Reitor Márcio André Mendes Costa /UGF; Pro Reitor Gilberto Chaves / UGF: Prof Dr. Leandro Nogueira / UFRJ (representa universidades presentes) e demais autoridades com composição a definir até 20/03/2012 – previsão: mesa com dez lugares; saudações prefeitos Londres e Rio de Janeiro (três minutos cada).

09h30 – 10h -  Conferência de abertura (Video e Internet): Gavin Poyter / UEL - “What can Olympic Cities learn from each other?” (20 minutos) / Coordenador apresentação e debate com participantes (10 minutos): Bruno Padovano / NUTAU-USP (tradução simultânea sobre o vídeo e em seguida sobre transmissão Internet).

10h às 12h30 -  Sessão temática: Legados; Coordenador-moderador: Álvaro De Miranda/UEL; Palestras  (30 minutos) seguidas de perguntas debatedores e participantes (7 minutos). Conferencistas:
Iain MacRury / UEL – “After London: New approaches to legacy” – Debatedores iniciais: Fernando Telles / NUTAU-USP; Lamartine DaCosta / UGF; Bernardo Villano / COB; Leonardo Mataruna / UGF

Fernando Telles / USP-NUTAU – “Evolução conceitos de legado e legados reversos” – Debatedores iniciais: Iain MacRury / UEL e Lamartine DaCosta /UGF

Allan Brimicombe / UEL – “Impacts of London 2012 Olympic Games”- Debatedores iniciais: Carla Rocha / FADEUP / UGF; Marcela Lobo / UGF / UERJ; Cristiano Belém/UGF

Keith Gilbert / UEL – “What are the  legacies of  the Paralympic Games?” – Debatedores iniciais: Marcelo Moreira Antunes/  UniverCidade; Marcia Campeão / UFRRJ e Marcelo Haiachi /UFSe
12h30 às 13h30 - Intervalo livre para almoço – Downtown Shopping / Networking participantes.

13h30 às 18h - Painel Interuniversitário: pesquisa, inovação, formação e aperfeiçoamento de recursos humanos para suporte aos megaeventos de 2013, 2014 e 2016

13h30 às 15h30 - Auditório sem tradução simultânea
Palestras de introdução aos temas do Painel (20 minutos seguidos de 4 minutos debates). Coordenador - debatedor (comentários síntese): Leandro Nogueira/ UFRJ; Palestrantes:
Pedro Sarmento / FADEUP, Universidade do Porto (Portugal) – “Promovendo a Gestão do Esporte em universidades”

Branca Terra e Luiz Alberto Batista / UERJ – “Promovendo inovação no esporte em universidades brasileiras”

Celi Taffarel / UFBa e Ailton de Oliveira / UFSe – “Promovendo diagnósticos e levantamentos estatísticos do Esporte brasileiro – Papel da universidades”

Heglison Toledo / UNIPAC – “Promovendo a parceria de Cidades Base de 2014 e de 2016 com universidades locais”

Luiz Carlos Marcolino e Antônio Bramante / SESI DN – “Promovendo a Gestão e Otimização de instalações esportivas em perspectivas locais”


15h30 às 16h - Coffee break / Networking – Downtown Shopping.


16h às 18h - Auditório (sem tradução simultânea) 


Painel de Projetos e Propostas sobre inserção das universidades brasileiras em inovações e desenvolvimento de megaeventos esportivos; Coordenador  Carlos Henrique Ribeiro / UGF; Relatos síntese (12 minutos) seguidos de perguntas curtas de esclarecimentos (3 minutos):
Heloisa Nogueira / UFRRJ – Formação de gestores públicos nas universidades em face aos legados 2014 e 2016: o caso da UFRRJ

Guilherme Pacheco/ UGF – Legado Reverso do Estádio João Havelange (Engenhão) implantado pela UGF: cursos, laboratórios e projetos de desenvolvimento sócio-esportivos e de Alto Rendimento

Tufic Derzi / Candido Mendes – Aperfeiçoamento de gestores para megaeventos esportivos 2014 e 2016 em nível universitário

Luiz Alberto Batista/ UERJ – Pesquisa tecnológica no desenvolvimento do esporte de alta competição – Experiências e novas propostas da UERJ

Cap. Rafael Leite Varela / Escola de Ed. Física do Exército – Gestão de atletas de alto nível em instalações esportivas de ensino superior: o caso da EsEFEx como receptora da representação do Brasil nos Jogos de 2016

Ana Miragaya / Estácio – Disciplinas de Estudos Olímpicos e Educação Olímpica na universidade: o caso da Universidade Estácio de Sá

Francisco Paulo de Melo Neto/UFRJ -  Alternativas de implantação de MBA em marketing e gestão do esporte como resposta aos desafios de 2014 e 2016: o caso da UFRJ

Valeria Bitencourt / UGF – Implementação do curso de graduação profissional em gestão do esporte na UGF em 2012

16h às 18h - Sala S1 (sem tradução simultânea) – Painel Cidades Base 2014 e 2016: cases, requisitos FIFA e COI, projetos e propostas. Coordenador  Georgios Hatzidakis / UniFMU / CONFEF; Relatos (25 minutos) seguidos de perguntas de esclarecimentos (5 minutos) – Extensão até 19,00h por demanda dos presentes e ajustes da coordenação.
Vitor Lippi / Prefeito de Sorocaba-SP – O caso de Sorocaba como candidata a Cidade Base 2014 com foco na promoção de saúde, exercício físico, lazer e educação, e como referência aos base camps da região da Catalunha – Espanha na Olimpíada de Barcelona 1992

Heglison Toledo / Prefeitura de Juiz de Fora / UGF – Juiz de Fora como modelo de base camp 2014 para as condições brasileiras: planejamento e experiências práticas

Andrea D’Aiuto / CEO.UGF,  Edgar Oliveira / CEO.UGF e Jorge Luis da Silva / CEO.UGF – Elaboração projetos incentivos fiscais ao esporte e produção de eventos na base municipal

Paulo Lobato / UFV – Levantamentos municipal de esporte e educação física para inserção de profissionais de educação física nos projetos de Cidades Base 2014: experiência da pesquisa ICSSPE de 2011 no Brasil.

18h às 19h - Salas S2, S3 e extras: Reuniões a programar de acordo com propostas dos participantes como continuidade de apresentações do Simpósio & Painel.
Propósito: aprofundamento, esclarecimentos e projetos futuros; Alternativas: salas no primeiro andar acima do Auditório a definir segundo demanda; contato para marcação encontros: Valeria Bitencourt / UGF; Silvestre Cirilo / UFRRJ / UGF; contato para marcação encontros palestrantes UEL: Alvaro De Miranda que fará tradução e interpretações inglês – português de acordo com disponibilidades. Anúncios sobre eventos extra programa serão feitos nos intervalos ao longo da tarde no Auditório (link: Valéria Bitencourt - Luiz Carlos Nery)


Dia 30/03 – Sexta feira, 2012 / Auditório; Tradução simultânea 09,00-12,30h

09h às 10h40 - Sessão temática: ‘Intervenções de regeneração e desenvolvimento urbano no Rio de Janeiro’; Coordenador: Bruno Roberto Padovano /NUTAU - USP; intervenções de 40 minutos seguidas de debates (10 minutos). Conferencistas:
Bill Hanway / AECOM-UK – “Parques Olímpicos Londres e Rio: semelhanças e diferenças” (a confirmar). [Alternativa: Daniel Gusmão, arquiteto brasileiro associado à AECOM no projeto vencedor Concurso Parque Olímpico 2016]

Sergio Magalhães / Presidente do Concurso Internacional do Parque Olímpico 2016 – “Parque Olímpico, Porto Olímpico e perspectivas urbanas da Cidade do Rio de Janeiro para 2016” (a confirmar). [Alternativa: Mauro Nogueira, arquiteto da UFRJ e participante do Concurso do Porto Olímpico]

10h40 às 12h30 - Sessão temática: ‘Impactos dos Jogos Olímpico 2016  no Rio de Janeiro’; Coordenador: Bruno Roberto Padovano /NUTAU - USP; intervenções de 30 minutos seguidas de debates (5 minutos). Conferencistas:
Lamartine DaCosta / UGF / UEL – “A megalópole São Paulo – Rio como base de sustentabilidade dos legados urbanos dos Jogos Olímpicos 2016”; Debatedores iniciais: Allan Brimicombe / UEL e Bruno Roberto Padovano / NUTAU-USP

Carla Rocha / FADEUP / UGF – “Pesquisa de impactos e sustentabilidade nos Jogos Olímpicos de 2016 – Abordagens conceituais”; Debatedores iniciais: Allan Brimicombe / UEL e Marcela Lobo / UGF / UERJ

Cristiano Belém / UGF – “Impactos do Parque Olímpico 2016 na área da Barra da Tijuca – Rio de Janeiro”; Debatedores iniciais: Allan Brimicombe / UEL e Marcela Lobo / UGF / UERJ

12h30 às 14h - Intervalo livre para almoço – Downtown Shopping/ Networking

14h às 16h - Auditório (sem tradução simultânea)
Painel de temas para inserção nas universidades brasileiras como inovação e desenvolvimento de megaeventos esportivos; Coordenador  Carlos Henrique Ribeiro / UGF; Relatos síntese (12 minutos) seguidos de perguntas curtas de esclarecimentos (3 minutos):
Rodrigo Tadini / UFF – Turismo na pesquisa de megaeventos

Paulo Rodrigo da Silva / FioCruz e Fátima Cecchetto / FIOCRUZ – Pesquisa de inovação epistemológica e conceitual do doping em face aos Jogos de 2016

José Maurício Capinussú / UNIVERSO e Maurício Murad / UNIVERSO – Pesquisa sociocultural dos estádios do Rio de Janeiro

Carlos Alberto Figueiredo da Silva / UNISUAM – Publicação de estudos e pesquisas relacionadas aos megaeventos 2014 e 2016

Marcela Lobo / UERJ – Economia dos megaeventos esportivos: pesquisa de base

Tony Meireles / UGF – Diretrizes para o desenvolvimento de pesquisas aplicadas aos megaeventos do período 2013-2016 em universidades do Estado do RJ: o caso da UGF

Branca Pena / FIRJAN / UGF, Andrea D’Aiuto / CEO.UGF e Neise Abreu / EARJ / CEO.UGF – Mobilização e treinamento de voluntarios  para os Jogos Mundiais do Trabalhador

Valeria Bitencourt / UGF; Talita Müller / FIRJAN / UGF e Luisa Parente / FIRJAN / UGF – Redes sociais na organização dos Jogos Mundiais do Trabalhador
  
16h às 16h30 - Coffee break / Networking – Downtown Shopping.

16h30 às 18h40 - Auditório e Sala S1 (sem tradução simultânea e com transmissão Internet ligando os dois espaços) – Painel Cidades Base 2014 e 2016: cases, requisitos FIFA e COI, projetos e propostas. Coordenador  Georgios Hatzidakis / UniFMU / Confef
16h30 às 17h - Palestra introdutória ao tema: City branding: legado síntese de cidades base 2014 e 2016 – Vicente Ambrósio / CEO.UGF (cinco minutos finais para debate)

17h às 17h20 - Carlos Alberto Lancetta/Secretário Esporte Petropolis-RJ e Luiz Miguelotti / Secretaria Educação Petrópolis-RJ: Metodologia da elaboração de projeto para Cidades Base da Copa 2014 – o caso de Petropolis (três minutos finais para debate)

17h20 às 17h40 - Geraldo Campestrini / UGF – Produção de projetos de Cidades Base 2014 no Estado de Santa Catarina: diagnósticos locais e desenvolvimento (três minutos finais para debate); debatedor inicial: Rômulo Reis / CBF / UGF

17h40 às 18h40 - Mesa Redonda Confederação Brasileira de Futebol - CBF
Ricardo Trade - Diretor de Operações LOC/COL
João Gomide - Escola Brasileira de Futebol
Manoel Flores - Gerente de Operações da Diretoria de Competições.
Temas: Funcionamento LOC/COL  2014; formação e desenvolvimento profissional no futebol; e organização de competições
Intervenções: 10 minutos para cada palestrante (introdução ao debate)
Debate com participantes (extensão até 19,00 a critério coordenador e palestrantes)

18h40 às 19h - Encerramento: Desenvolvimentos futuros – Lamartine DaCosta/UGF, Geiza Rocha / Fórum Permanente de Desenvolvimento Estratégico RJ e Talita Müller / FIRJAN / UGF

19h – Confraternização ad libitum de palestrantes e participantes no Shopping Downtown.

Agenda pós-evento de ofertas às universidades e Cidades Base (1º semestre 2012):
·  Entrega do Repositório de Conhecimentos Simpósio & Painel aos participantes, universidades, Cidades Base e patrocinadores, seguida de disponibilidade pública – Centro de Estudos Olímpicos, CEO.UGF / abril – maio de 2012 

·    Funcionamento pleno do Centro de Estudos Olímpicos da UGF como plataforma de colaboração interuniversitária no Brasil e no exterior por associação com Universidade East London (Reino Unido), Universidade Autònoma de Barcelona – CEO

Santa Cruz aguarda Hypermarcas para definir camisa


Por Rodrigo Capelo

Em meio à entressafra que atinge os patrocínios de longo prazo no futebol brasileiro, o Santa Cruz é mais um clube ainda não definiu quais serão os parceiros com exposição na camisa tricolor nesta temporada, mas diz ter duas ofertas de novas empresas sob análise. Ainda ocorrem, paralelamente, negociações com a Hypermarcas para que o aporte feito desde o ano passado seja repetido em 2012.

"Estamos tentando nos reorganizar, porque tudo só funciona depois do carnaval. Nesta semana já devemos conseguir apertar o cerco em torno de duas novas empresas, com as quais temos conversas ainda em fase primária", afirma Luiz Henrique Vieira, diretor de marketing do time pernambucano. Os nomes dessas empresas, no entanto, para evitar que rivais as procurem, serão preservados por enquanto.

Atualmente a cota máster é ocupada pela Cimentos Poty, da Votorantim, enquanto mangas e ombros recebem marcas da Hypermarcas - NeoQuímica e Avanço, respectivamente. Como o primeiro já tem contrato válido até o fim deste ano, o intuito é que o segundo, próximo de expirar, seja estendido até dezembro. A missão, entretanto, pode ser dificultada devido a mudanças internas no grupo.

Desde fevereiro deste ano, por exemplo, a divisão de consumo da Hypermarcas passou a ser comandada por Nicolas Fischer, ex-presidente da Nivea Brasil. A área de alimentos, por outro lado, foi totalmente vendida. Marcas como Etti, Salsaretti e Puropore, que a integravam, foram repassadas à Bunge por R$ 180 milhões. Outras, como Assolan, também foram negociadas. E todas essas mudanças podem culminar em reposicionamento do grupo em investimentos no futebol.

"Eles ficaram só com cosméticos e farmacêuticos, ainda estão definindo muita coisa, então não há nada acertado ainda", conta o dirigente pernambucano. "Eles estão dispostos a continuar, mas vai depender muito da organização que a empresa adotar". O Corinthians é outro que depende das decisões da Hypermarcas para vender a cota máster, cujo contrato termina em abril deste ano. O Santa Cruz pretende seguir os passos dos paulistas.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/24/24092/Santa-Cruz-aguarda-Hypermarcas-para-definir-camisa/index.php

Reunião Virtual da AIGD


Reunião da AIGD via Skype. Participe!
Dia 1° de março de 2012 – 5a feira – 15:00 GMT (Lisboa) – 12 horas Brasília
Tema: GESTIÓN MUNICIPAL DE LA ACTIVIDAD FÍSICA Y EL DEPORTE
Lic. Oscar Daniel González Madera - Jefe del departamento de deportes del Consejo Municipal del Deporte de Guadalajara – México

Inscreva-se para participar do I Simposio Virtual de Gestão Desportiva AIGD.

Livro sobre Gestão do Esporte



Elaborado por diferentes autores, a obra reúne capítulos que integram os conhecimentos teóricos da gestão do esporte a sua aplicação em importantes segmentos e organizações responsáveis pelo desenvolvimento do esporte no País. Clique aqui para mais informações sobre o livro. 


Eventos esportivos no país deverão impulsionar crescimento dos seguros para atletas


Por Márcia Alves

om a aproximação dos dois eventos esportivos mais importantes do mundo – Copa do Mundo e Olimpíadas – uma modalidade de seguro pode experimentar grande crescimento no país. Trata-se do seguro de vida para atletas, que oferece, entre outras coberturas, as básicas para morte e invalidez, além de serviços personalizados.

Para os jogadores de futebol a contratação de seguro de vida pelos clubes é obrigatória desde 1998, quando entrou em vigor a Lei Pelé (Lei 9.515/98). Conforme a lei, os jogadores que não possuírem seguro de vida não podem participar de competições oficiais. Embora estejam previstas punições aos clubes que infringirem a regra, nem sempre são aplicadas, segundo o senador Zezé Perrella (PDT-MG).

Por isso, depois do acidente vascular encefálico sofrido pelo técnico do Vasco, Ricardo Gomes, o senador apresentou em Brasília (DF) um projeto de lei que obriga clubes a contratarem seguro de vida e contra acidentes pessoais em prol de treinadores e jogadores de futebol. “Esse aperfeiçoamento à Lei Pelé multiplicará o número de agentes fiscalizadores com evidentes benefícios aos atletas, familiares e agremiação, que poderão contar com profissionais mais seguros psicologicamente”, disse o senador.

Ocorre que alguns jogadores de futebol, representados por seus sindicatos, e alguns clubes estão pleiteando do setor de seguros um produto específico para atletas, que cubra outros riscos além de morte e invalidez. Eles reivindicam um seguro com cobertura para invalidez laborativa, para os casos em que o atleta não poderá mais exercer sua atividade em virtude de alguma lesão ou acidente, e também com capital segurado estipulado de acordo com o valor do passe do jogador ou da imagem.

De acordo com fontes do setor de seguros, a Susep vem estudando a possibilidade de desenhar um seguro exclusivo para atletas, mas tem esbarrado na dificuldade de definir a precificação. Técnicos de seguro consultados pela reportagem do CVG-SP questionam a viabilidade de se estabelecer a importância segurada de acordo a imagem do atleta, devido à subjetividade do critério. Segundo eles, a imagem de um jogador de futebol pode estar em alta no momento da contratação do seguro, mas também pode sofrer abalos durante a vigência do contrato e perder o valor.

Dificuldade semelhante se aplica à inclusão da cobertura de invalidez laborativa. “Os atletas estão mais propensos a acidentes em campo, mas que não podem ser cobertos pelo seguro de vida tradicional porque são considerados acidentes de trabalho, modalidade em que as seguradoras não atuam”, explicou o diretor da Bradesco Seguros, Eugênio Velasques. Segundo ele, a Bradesco é responsável pelos seguros de vida dos atletas de alguns clubes de futebol, como o São Paulo e o Osasco, mas por meio de apólices tradicionais de vida em grupo.

Para Velasques, o mercado de seguros dispõe de soluções para atender a legislação. “Os seguros de vida em grupo possibilitam as coberturas para morte e invalidez, que podem ser oferecidas de forma personalizada, de acordo com o porte e tamanho de cada clube”, disse. Para os casos de atletas de ponta e bem cotados no mercado internacional, ele disse que o seguro de vida individual é uma opção viável, porém requer a construção de programas de resseguro. “Um desafio”, a seu ver. Por isso, sua avaliação é que os produtos de seguros oferecidos atualmente pelo setor atendem as necessidades de proteção dos atletas.

Mas ainda que a discussão sobre a melhoria das coberturas de seguros para atletas não chegue a um consenso em breve, Velasques é um dos que acreditam no crescimento dessa modalidade. “Todos os negócios relacionados ao esporte, da venda de bicicletas às academias, estão conquistando espaço cada vez maior, seja pela busca da qualidade de vida ou pelo momento em que o país vive. Certamente, isso contribuirá também para o desenvolvimento dos seguros para atletas”, disse.

Outro que aposta na expansão deste seguro é o diretor adjunto da diretoria de Seguros do CVG-SP, Marcelo de Figueiredo. “Acredito que haverá um aumento expressivo na contratação de seguro por causa da Copa e Olimpíadas. Inclusive, os órgãos reguladores deverão intensificar a fiscalização do cumprimento da Lei Pelé”, disse. “A demanda deverá aumentar bastante para atender a necessidade de proteção dos atletas”, reforçou o diretor de Seguros do CVG-SP, Valmir Mongiat.

Seguro para torcedores

Até mesmo os torcedores de futebol poderão contar com o amparo do seguro. A Seguros Unimed lançou o Torcedor Premiável, seguro para aqueles que gostam de assistir aos jogos do time de coração nos estádios de futebol, que em 2011 somaram mais de 5 milhões de pessoas, apenas nos jogos da série A do Campeonato Brasileiro. Além de várias coberturas, o seguro prevê serviço de táxi, dados sobre locais e preços de ingressos, calendário de jogos, resultados da loteria esportiva, entre outras informações.

Outra novidade da empresa é o Corredor Premiável, seguro específico para quem curte participar de provas de corrida de rua, composto por mais 4 milhões de praticantes. O produto prevê acesso ilimitado a um programa personalizado de orientações nutricionais, a um atendimento personal fitness por telefone – capacitado para dar dicas sobre atividades físicas, qualidade de vida entre outros – e a diversas outras conveniências para o dia da prova, como informações sobre trânsito, meteorologia, calendário de corridas, telefones úteis, farmácias de plantão etc. “Somos o primeiro a lançar um seguro neste mercado. Acho que vencemos esta corrida”, disse Mauri Aparecido Raphaelli, diretor de Negócios da Seguros Unimed.

Fonte: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=64746:-eventos-esportivos-no-pais-deverao-impulsionar-crescimento-dos-seguros-para-atletas-&catid=45:cat-seguros&Itemid=324

Executivos mudam de área para aproveitar a bola da vez do Brasil


Por Letícia Arcvoverde

Com a realização de eventos como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada em 2016 no Brasil, a profissionalização do setor esportivo deixou de ser uma tendência para se transformar em um movimento acelerado.

O aquecimento da área está criando oportunidades em clubes, confederações e empresas patrocinadoras. Consequentemente, atrai profissionais com carreiras que até então passavam longe dos estádios, dispostos a entrar em um mercado novo e que, muitas vezes, representa uma grande paixão.

Sérgio Friedheim já havia sido diretor de cinco diferentes áreas na Motorola quando recebeu a oferta para assumir a gerência de marketing de artigos esportivos da Alpargatas. A decisão não foi fácil, mas o executivo viu na proposta uma oportunidade única. "Saí da minha zona de conforto e achei o desafio muito estimulante", diz. Em setembro do ano passado, deixou a diretoria de 'retail e trade marketing' para a América Latina e uma carreira de 14 anos na área de telecomunicações para cuidar das marcas Topper, Rainha e Mizuno na nova empresa.

A equipe de Friedheim, que dobrou de tamanho para 13 pessoas desde que ele entrou, tem a missão de aumentar o espaço das três marcas, já tradicionais no esporte brasileiro. "Queremos fortalecer a Topper no futebol, relançar a Rainha e entrar com a Mizuno em outros esportes", explica. Atualmente, a Topper patrocina os times do Grêmio, do Atlético Mineiro, a Federação Paulista de Futebol e a Confederação Brasileira de Rugby, além de ter fechado recentemente com a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro.

Ainda que os fundamentos do marketing sejam os mesmos, Friedheim diz que cada área tem suas particularidades e que atuar em um segmento novo faz com que ele aprenda mais a cada dia.

A principal diferença, de acordo com o gerente, é lidar com a paixão do consumidor. "A relação com o cliente é muito mais emocional do que no caso de outros produtos". Esse fator também contribuiu para sua decisão de apostar na nova área. Friedheim, que é corredor e nadador, conta que recebe críticas amigáveis dos colegas por ser o único corintiano da equipe, mas que está satisfeito por lidar com um assunto que desperta reações calorosas dos consumidores. "É muito gratificante trabalhar com marcas que trazem alegria para as pessoas, que criam momentos positivos", ressalta.

O carioca Vinicius Costa também deixou uma carreira de mais de uma década em uma multinacional para apostar no setor esportivo. "Vi a posição de gestor de esporte como carreira do futuro e resolvi investir", explica. De formação técnica, ele entrou na Siemens como estagiário. Em onze anos, formou-se engenheiro de telecomunicações e passou a ser o responsável pela área de assistência técnica de equipamentos hospitalares para a América Latina.

A carreira em Y, no entanto, o fez perceber que suas oportunidades na empresa haviam se tornado restritas e, em 2009, tomou a decisão de mudar de área. O esporte foi a resposta mais fácil, por ser uma paixão cultivada desde cedo.

Costa passou os últimos dois anos em um período de transição, durante o qual fez pós-graduação em marketing no Ibmec e MBA em gestão e marketing esportivo na Trevisan Escola de Negócios, além de ter participado de diversos eventos sobre o assunto, onde conheceu outros profissionais da área. Em julho do ano passado, deixou a Siemens para ser supervisor administrativo do futebol de base do Flamengo, o time do coração.

"Foi uma decisão arriscada", admite. Ele deixou uma carreira estável - além de um salário maior e mais benefícios - para apostar em um futuro incerto, já que o trabalho em clubes de futebol também costuma envolver questões políticas. "Estou confiante no mercado e sei que a experiência em um time como o Flamengo contará muito no futuro", explica.

Na opinião de Costa, o mercado de trabalho vai ter cada vez mais espaço para profissionais com formação na área. "A maioria das pessoas que atua nos clubes trabalha lá há 30 anos. É preciso se adaptar à nova realidade", afirma. Até ferramentas triviais em ambientes corporativos como o e-mail ainda não eram tão difundidas no clube. Embora torça para o time onde trabalha, Costa acha que esse tipo de exigência está acabando. "Assim como qualquer outro setor, eles querem os melhores profissionais", diz.

Além da Copa e da Olimpíada, especialistas destacam eventos como a Copa das Confederações e torneios de federações como responsáveis por abrir espaço para a profissionalização do segmento. "Antes, o esporte no Brasil não buscava uma gestão profissional. Hoje isso existe, mas ainda é incipiente", explica John Alton, sócio da Deloitte. Responsável por projetos relacionados a grandes eventos esportivos, ele diz ter percebido um movimento grande das federações em busca de trabalhos de consultoria.

"O esporte é um produto que o Brasil precisa exportar para o mundo", diz Rodrigo Vianna, diretor da Hays. O consultor diz perceber uma busca ainda mais forte na área de marketing esportivo, com novas empresas surgindo para atender a demanda e grandes companhias recrutando profissionais com experiência. "É um caminho sem volta. Já existe muito espaço e a tendência é que o mercado continue aquecido por bastante tempo", diz.

Formado em ciência da computação, Marcelo Claro sempre procurou aliar tecnologia e marketing na vida profissional. Há três anos, encerrou um trabalho como gerente administrativo e financeiro em uma empresa de biotecnologia e considerou uma mudança de carreira. Conversando com amigos do segmento esportivo, viu a oportunidade de investir na área que sempre gostou. "Adoro esporte desde criança, dos mais tradicionais até os pouco conhecidos no Brasil", revela.

Entre 2009 e 2010, cursou o MBA em gestão e marketing de entidades esportivas da Anhembi Morumbi, em São Paulo. Ao mesmo tempo, lançou a própria empresa de marketing e consultoria voltada para o setor. Atualmente, é diretor executivo no G4 Aliança Paulista, uma associação que reúne os quatro principais times da capital paulista - Palmeiras, Santos, São Paulo e Corinthians, para o qual torce.

A escolha por uma especialização na área é um caminho comum para quem quer apostar no mercado. Nos últimos anos, além de terem ganhado espaço como opção de pós-graduação e educação executiva, os cursos de gestão esportiva receberam pessoas interessadas com formação em áreas não relacionadas ao esporte.

Libia Lender Macedo, coordenadora do MBA cursado por Claro na Anhembi Morumbi, diz que houve mudanças no perfil do aluno que busca o curso, criado em 2008, e que possui parceria com o time espanhol Real Madrid. "Antes eram apenas profissionais de educação física, administração ou turismo. Hoje, recebemos gente de áreas diversas como publicidade, jornalismo e até engenharia", diz.

Além do aquecimento do mercado brasileiro atualmente, Libia acredita que após os eventos de 2014 e 2016 os profissionais com experiência terão ainda mais oportunidades no exterior, com a realização de grandes eventos em países com pouca tradição esportiva como o Qatar.

O gestor da Trevisan no Rio de Janeiro, cidade que oferece o MBA em gestão e marketing esportivo desde 2009, Ricardo Mathias, diz que a profissionalização do setor sempre foi um processo necessário. "Nossas primeiras turmas eram formadas por pessoas que já trabalhavam com o esporte, mas hoje os alunos têm formações diversas", diz.

Em São Paulo, onde a Trevisan oferece o curso desde 2000, o coordenador Antonio Paulo Terassovich diz que nos últimos três semestres as turmas aumentaram de 25 para 40 alunos. A escola tem planos de oferecer duas turmas a partir da segunda metade de 2012.

Segundo o vice-presidente da Associação Brasileira de Gestão do Esporte, Geraldo Campestrini, já existe um movimento para a criação do curso de graduação na área. Embora o Brasil possua 800 cursos de educação física, não há registro de nenhum voltado para a gestão esportiva. Na China, por exemplo, há um programa do tipo para cada curso de educação física. "A única forma de a gestão esportiva se solidificar é trabalhar esse tema desde a graduação", explica.

O aquecimento do mercado atraiu até instituições estrangeiras como a Australian College of Physical Education (ACPE), que existe há mais de cem anos no país que sediou a Olimpíada de 2000 e possui campus dentro da vila olímpica de Sydney. Integrante do grupo de ensino superior Study Group, presente no Brasil desde 2006, a universidade decidiu investir no país no ano passado, com a oferta de cursos de graduação e pós-graduação em assuntos como 'sports business' e performance de atletas.

Além disso, recebe estudantes brasileiros em programas de intercâmbio de um ou dois semestres. O gerente regional de recrutamento no Brasil, John O'Connor, diz que está apostando na profissionalização da área no país. "Já vimos esse movimento acontecer na Austrália e estamos esperando que ocorra o mesmo no Brasil nos próximos anos", afirma.

Fonte: http://www.valor.com.br/carreira/2528864/executivos-mudam-de-area-para-aproveitar-bola-da-vez-do-brasil

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Homem mostra 'novo' patrocinador do Timão


Flagra da camisa com logo da Hyundai teria ocorrido sábado. Grupo Caoa já pediu avaliação à agência de publicidade. Fla e São Paulo juntos?

Por Rodrigo Vessoni

Circula neste momento nas redes sociais uma foto que causa alvoroço na torcida do Corinthians. Um homem, de descendência asiática, segura a camisa 2 com o logotipo da montadora Hyundai no espaço nobre, que até início de abril é de propriedade do Grupo Hypermarcas - neste momento, a marca Jontex é a escolhida pela empresa para ser divulgada.
A foto teria sido tirada supostamente durante a partida do último sábado, contra o Botafogo-SP. Pela imagem, dá para perceber que o misterioso homem está no setor VIP do Pacaembu, o mais nobre do estádio. A partir da foto, o LANCENET! buscou informações e apurou que as conversas do clube com a empresa coreana acontecem há algum tempo e que negociação, inclusive, já avançou desse estágio.
O Grupo Caoa, importador exclusivo da marca Hyundai no Brasil desde 1999, pediu recentemente que uma agência de publicidade fizesse um estudo sobre os valores que poderiam ser arrecadados com a parceria e, claro, se o valor pedido pelo Corinthians é compatível ao retorno que teria. Luis Paulo Rosenberg, ex-diretor de marketing e atual vice-presidente do clube, fala em cerca de R$ 50 milhões.
De acordo com uma pessoa da diretoria, essa última conversa entre clube e os coreanos, na verdade, não foi nem a primeira. Há cerca de seis meses, os dois lados negociaram a possibilidade de placas de publicidade no CT Joaquim Grava, com exposição durante os treinamentos da equipe.
A pesquisa de mercado solicitada pelo Grupo Caoa, aliás, foi além. Foi pedido à agência de publicidade que levantasse os números de Flamengo e São Paulo. Nesse caso, os coreanos tentariam divulgar a marca nas camisas dos três clubes mais populares do país, de uma única vez. A possibilidade da Hyundai aparecer com força no futebol acontece pouco tempo depois do acordo da Kia Motors com o Palmeiras.
Atualmente cerca de 90 das 201 concessionárias da Hyundai no país pertencem ao grupo. Em Abril de 2007 foi inaugurada a primeira montadora Hyundai do Brasil, na cidade de Anápolis (GO). Somente no último ano, a Caoa angariou 42 novas lojas e já iniciou 2012 com a tomada de mais um ponto de venda. o grupo CAOA se prepara para iniciar a produção de mais um modelo premium da marca em 2012, o recém lançado ix35.
A reportagem tentou entrar em contato com os responsáveis pelo marketing do clube, mas não obteve sucesso.
Em tempo: o homem flagrado no Pacaembu é bastante parecido com Seong-Bae Kim, presidente da Hyundai no Brasil. Não é possível, porém, confirmar se era mesmo o executivo da empresa no Pacaembu.


Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/corinthians/Corinthians-marketing-Hyundai_0_653334775.html#ixzz1nWw5Uqkx 
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Obras dos Jogos vão seguir modelo do PAC



Presidente da APO, Marcio Fortes, diz que gestão vai melhorar

A decisão da presidente Dilma Rousseff de transferir o comando das obras das Olimpíadas de 2016, antes de responsabilidade do governo federal, para o estado e para a prefeitura, anunciada domingo pelo vice-governador, Luiz Fernando Pezão — e noticiada ontem pelo O GLOBO — foi motivada com o intuito de implementar o mesmo modelo adotado no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Quem afirma é o ex-ministro Marcio Fortes, presidente da Autoridade Pública Olímpica (AOP):

— É um modelo que dá certo. Isso vai melhorar a gestão das obras dos Jogos por conta da proximidade do estado e da prefeitura, que vão poder ver de perto e controlar com mais eficiência o que está sendo feito.

Funcionalidade com gasto mínimo de recursos
Com a decisão, as obras do Parque de Deodoro passarão para o estado e do Parque Olímpico, em Jacarepaguá, para a prefeitura.

— No Parque Olímpico, tínhamos três órgãos responsáveis, uma PPP (Parceria Público privada), a prefeitura e o governo federal, e cada um era responsável pela construção de determinadas instalações — diz Fortes. — Agora, o repasse da verba toda vai ser feito para a prefeitura e o objetivo é termos funcionalidade com o gasto mínimo de recursos. A mesma coisa vai acontecer com Deodoro.

Catharina Wrede - Globo

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Fla notifica Traffic por salários de R10, e parceria caminha para o fim


Montante devido a Ronaldinho Gaúcho já chega a R$ 4,5 milhões

Por Janir Júnior e Richard Souza

A ruptura da parceria entre Flamengo e Traffic está cada vez mais próxima. Nesta segunda-feira, o clube notificou a empresa de marketing esportivo extrajudicialmente pelo atraso no pagamento da maior parte dos salários de Ronadinho Gaúcho. A Traffic deixou de depositar R$ 750 mil na conta do jogador há seis meses, e o débito está em R$ 4,5 milhões. A partir da data de notificação, a parceira do Rubro-Negro na contratação do jogador tem 48 horas para quitar o valor. A Traffic rebate, e o imbróglio continua.
O Flamengo já avisou que, mesmo sem a parceira, vai ficar com Ronaldinho e assumir o salário integral do atacante (R$ 1,25 milhão por mês, incluindo o pagamento de luvas). A gestão dos direitos de imagem do astro passaria da empresa para o Rubro-Negro. Uma possibilidade para o clube viabilizar esta decisão seria realocar o contrato do jogador ao contrato dos direitos de transmissão de TV dos jogos do time. Parte do dinheiro do acordo fechado com a Cosan, no valor de R$ 9 milhões, poderá ser utilizada para o pagamento de salários de R10, já que o clube deve anunciar o rompimento em breve.
O vice de finanças, Michel Levy, o vice jurídico, Rafael de Piro, não foram encontrados para falar sobre o assunto. O GLOBOESPORTE.COM não conseguiu contato com o irmão e empresário de Ronaldinho, Roberto Assis. Os advogados das três partes têm mantido contatos telefônicos.
A Traffic parou de depositar a parte que lhe cabe para forçar o Flamengo a assinar o contrato que oficializa a parceria na contratação do jogador. Desde a chegada do atacante ao clube, há um ano, um memorando sustenta o acordo.
A suspensão do pagamento também foi motivada pela parceria pontual do clube com a 9ine, que tem Ronaldo Fenômeno como sócio. A agência intermediou a negociação do acerto com a Procter & Gamble para patrocinador master. A Traffic não foi informada sobre as tratativas e não recebeu um centavo sequer pelo acerto feito para os quatro últimos meses de 2011 (R$ 5,6 milhões).
Quando sentaram para assinar o contrato, a Traffic quis renegociar questões técnicas ligadas a patrocínios, licenciamento de produtos e ao futuro programa de fidelidade para o torcedor e esbarrou em resistências do clube, principalmente do departamento de markenting. Daí a demora para chegar a um acordo.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2012/02/fla-notifica-traffic-por-salarios-de-r10-e-parceria-caminha-para-o-fim.html

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Flu consegue 1,9 mil sócios em primeira semana de venda


Por:Rodrigo Capelo

Após lançar oficialmente o início das vendas dos planos de sócio no início da última semana, o Fluminense terminou a primeira semana de atividade com 1,9 mil filiados a mais. O número está acima das expectativas dos dirigentes tricolores, que acreditam que poderia ser ainda maior caso o time tivesse vencido confrontos do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro no período.

"O lançamento dá uma alavancada, depois cai naturalmente, por isso precisamos de impulsos de tempos em tempos para que o programa vá bem", analisa Idel Halfen, vice-presidente de marketing do clube carioca. O desempenho do futebol, segundo ele, é um dos fatores que precisa se manter em alta neste início de temporada para que as associações sigam em ritmo ascendente.

Essa modalidade de adesão, cujos privilégios são direito a voto, ingressos para jogos na condição de mandante e uso da sede do clube no Rio de Janeiro, irá preceder um programa de sócios-torcedores com foco na torcida em massa. Como um projeto nessas proporções demanda alterações no estatuto, em um primeiro passo, o foco estará nessa associação de cunho "interno".

Oficialmente, não há um número exato de quantos associados o Fluminense tem atualmente. O cadastro está defasado, em processo de atualização, e portanto não há como dirigentes precisarem quais as dimensões do quadro social. Estima-se, entretanto, que existiam cerca de seis mil filiados antes da modernização dos planos. Agora, então, haveria quase oito mil.

De olho! Timão contrata empresa para monitoramento de redes sociais


Agência Social Figures será responsável pelo controle dos assuntos referentes ao clube e seus atletas na internet

Por: Esther Morel

O Corinthians fechou contrato com a Agência Social Figures para fazer o monitoramento de assuntos relacionados ao clube nas mídias sociais - Facebook, Twitter, blogs e canais de notícia.
- Serão quatro estudos por mês, um por semana, que englobarão tudo sobre o Corinthians na internet. Esses estudos são para eles, então é decisão deles publicar ou não - explicou Thiago Contri, responsável pelo desenvolvimento de negócios da empresa, ao LANCENET!.
Adriano foi o assunto escolhido para o primeiro estudo, cujo infográfico já foi divulgado. Nele, pode-se notar que 35,17% dos internautas que falaram sobre o Imperador na primeira semana de janeiro têm opinião negativa e apenas 12,71% apresentaram opinião positiva.

O site oficial do Timão divulgou nota, na manhã desta segunda-feira, falando sobre o contrato. Ao longo da semana poderá ocorrer uma coletiva de imprensa.

Fonte: http://www.lancenet.com.br/corinthians/Corinthians-contrato-monitoramento-redes-sociais_0_641335886.html#ixzz1lcP4RX2S 
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Gestão olímpica: a escola do fracasso


Por José Cruz
Há 21 anos, o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro tinha apoio unânime dos presidentes das confederações. Prestigiado por gestão de sucesso – também longuíssima, outros 21 anos – na Confederação de Vôlei, não havia opositores.
Agora, cinco ciclos olímpicos depois de ter chegado ao COB, seis cartolas não apóiam Carlos Nuzman. Registra-se o impressionante surgimento de um opositor a cada três anos e meio. E por que essa idolatria de longo prazo?
“Porque há carência de pessoas”, respondeu Carlos Nuzman aos repórteres Eduardo Tironi e Michel Castellar, do diário Lance, deste domingo.
Por etapas:
Até 2001 havia queixas, choros, lamúrias de que faltava “apoio”. Dinheiro, em outras palavras.
Veio a Lei Agnelo Piva que seria “a redenção do esporte olímpico”. Veio a Bolsa Atleta
Foi editada a Lei de Incentivo ao Esporte. De três estatais, hoje são oito financiando o esporte olímpico e paraolímpico. Em 2003 criaram um ministério específico, do Esporte, que despeja dinheiro do orçamento nas confederações.
Revelação
Mas, mesmo diante dessa fartura de fontes de recursos, Nuzman nos revela que não temos “pessoas qualificadas” – para gestores … Por isso, os mesmos continuam nos cargos.
Indiretamente, Nuzman passa o atestado da incompetência da cartolagem – que o apóia. Foram incapazes, mesmo com muito dinheiro, de formar novos quadros. E explica, por extensão, o motivo de o COB não projetar medalhas em novas modalidades nos Jogos de Londres: nossos dirigentes são inexperientes, despreparados, amadores.
E os poucos que conseguem se salvar dessa catástrofe olímpica  ganha o alvará de continuísmo — segundo Nuzman. Assim, pela carência de competentes atropela-se a democracia, a renovação, como ocorreu com Jorge Lacerda, o mais recente golpista na gestão do esporte, ao rasgar a lei para se manter no poder.
Isolamento
Os argumentos de Carlos Nuzman reforçam a tese do isolamento do COB e das confederações da sociedade esportiva em geral. Governam independentes, sem diálogo, ignoram a universidade, sede do saber, da pesquisa e da formação de gestores, sim senhores. Mas quem orienta quem neste baile de cada um por si? Somos um país olímpico com carência de especialistas no assunto. Haja importações milionárias… pois há dinheiro público para tanto. E quem se beneficia desse saber importado?
“Eu trabalho com uma equipe que facilita muito”, disse Nuzman aos repórteres. É a “Escola do COB” e o resto que se lixe – e pela entrevista não há outra expressão, é resto mesmo!
Enfim, é mais uma entrevista triste essa de Carlos Nuzman, pois revela o que tenho escrito, sobre o desmando generalizado do nosso esporte de rendimento. Temos instituições, leis, fartíssimos recursos financeiros. Mas não temos um plano integrado de todos os segmentos, metas, prioridades, planejamento. Como o dinheiro do contribuinte  entra fácil é cada um por si, e isso sugere estarmos num processo de desperdício constante. E desperdício contínuo de talentos.
Insisto: quem forma atleta olímpico? O COB? A Confederação? O clube? Pois todos esses recebem muito – e muito é muito mesmo! – dinheiro público para o mesmo fim : “formação da delegação olímpica”.
E, agora, também a Confederação Brasileira de Clubes vai receber dinheiro — está na Lei Pelé. Sabem pra quê? “formação da equipe olímpica”… Serão R$ 40 milhões este ano.
Gostaria muito de ver o plano dessas instituições e confrontá-las para saber quem está gastando o quê. Com quem? Quanto?
Estão aí as mazelas deixadas pelo Pan 2007. O que fizeram os governos do Estado do Rio de Janeiro e do Município para aproveitarem o evento como impulsionador de um projeto integrado de identificação e formação de talentos?
Que grandes eventos as áreas esportivas receberam nos últimos quatro anos? Que público ocupou aquelas praças?
Mas o desejo da maioria é pela continuidade de Nuzman. Faz sentido. Porque, como já escrevi, se mudar para tentar melhorar, o sistema estraga, desmorona. E isso não interessa aos que dominam o campo de jogo.

Titanic Operacional – Profissionalismo não se compra no mercado


No ultimo mês fomos bombardeados com noticias sobre o naufrágio do cruzeiro Costa Concordia no dia 13 de janeiro de 2012, que após colidir em uma rocha nas proximidades da ilha de Giglio, na costa italiana da Toscana. Mais de 4,2 mil pessoas estavam a bordo. Até a manhã de segunda-feira, dia 16, seis mortes haviam sido confirmadas. Outras 16 pessoas seguiam desaparecidas: dez turistas e seis tripulantes.
Segundo as primeiras informações sobre as causas do acidente, o navio, que tem 290 metros de comprimento e 114,5 mil toneladas, margeava a ilha de Giglio quando bateu em uma rocha e começou a adernar. Houve pânico entre os passageiros, que reclamaram de despreparo da tripulação e luta por coletes salva-vidas. O comandante do Costa Concordia, Francesco Schettino, foi acusado de ter abandonado o navio. Ele nega, mas a empresa responsável pela embarcação se posicionou confirmando a negligência do capitão.
Ao rever alguns pontos deste fato, farei menção ao mundo corporativo, afinal algumas falhas estão, pelo menos neste momento, evidentes tais como: negligência operacional pelo comandante, pois havia manual interno de navegação, mapa náutico com a rota a ser seguida, equipe treinada para evacuação do navio, anos de experiência, risco de imagem e reputação, entre outros.
Quantas vezes não vimos no mundo corporativo os mesmos problemas, como desrespeito às normas, negligencia as regras internas e externas, capacitação da equipe no gerenciamento de crises, quando as pessoas não dão a devida atenção aos treinamentos, as falhas acontecem, pois não sabem o que fazer, soberba, por achar que sabe mais do que as normas e os procedimentos direcionam ou orientam, falta de preparo em não avaliar os riscos inerentes a atividade, e no caso do comandante que deveria orientar a evacuação e gerenciar a crise, vale a pena salientar causada por ele mesmo, foi um dos primeiros a abandonar o navio.
Portanto devemos avaliar melhor os nossos processos de gestão de riscos e controles internos, avaliar se os profissionais indicados estão devidamente preparados para o gerenciamento de crises, avaliar se existem desvios aos normativos, que neste caso é mais fácil identificar, as crises acontecem, pois as pessoas sempre cometem desvio de conduta e dos procedimentos, por achar que estão acima das regras de compliance, e a imagem e reputação fica totalmente exposta.
Pergunta: Você esta com um pacote de cruzeiro comprado, o que você esta pensando neste momento? Será que acontecerá a mesma coisa comigo? Qual a probabilidade de acontecer de novo?
Profissionalismo não se compra no mercado, pelo contrario, se conquista e podemos moldar o perfil de nosso profissional, na busca pela excelência, pelo respeito às regras e normas, comprometimento com a empresa, afinal risco de imagem e reputação aparece, quando alguém não faz a sua parte, e não sabemos qual o impacto financeiro causado pela falha operacional e será que a sua empresa será um Titanic Operacional? Pense nisso.
* Marcos Assi é professor e coordenador do MBA Gestão de Riscos e Compliance da Trevisan Escola de Negócios, e autor do livro “Controles Internos e Cultura Organizacional – como consolidar a confiança na gestão dos negócios” (Saint Paul Editora). Consultor de Governança, Riscos Financeiros e Compliance da Daryus Consultoria.
Opinião: Muito interessante esse texto. Mesmo não sendo específico à gestão do esporte, fica a lição sobre o profissionalismo, o qual muitos "gestores" acham que pode se comprar na esquina e, não, uma situação que se conquiste com um trabalho sério e planejado.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

A concorrência com conglomerados internacionais

Por Valério Cruz Brittos e Anderson David Gomes dos Santos em 31/01/2012 na edição 679


Os canais pagos dedicados aos esportes ganharão um concorrente de peso a partir de 5 de fevereiro de 2012. A Fox Sports, do conglomerado News Corporation, de Rupert Murdoch, monta base no Rio de Janeiro e imediatamente passa a transmitir com exclusividade na TV por assinatura brasileira o principal torneio de futebol do continente: a Copa Santander Libertadores.
Com promessa de cinco narradores e mais de 70 profissionais em sua estrutura, a Fox Sports ocupará oficialmente o espaço do Speed, que não está no pacote básico da TV por assinatura, começando com um público estimado de 3,5 milhões de espectadores. Já que a pretensão é exibir todos os jogos do torneio, o canal FX, também pertencente ao grupo, será utilizado para transmissões todas as vezes que no mesmo horário ocorrerem duas partidas.
A Fox Sports também obteve o direito de transmitir com exclusividade a Copa Bridgestone Sul-Americana no segundo semestre, retirando os dois campeonatos da SporTV, empresa ligada às Organizações Globo. Como os torneios europeus, com destaque para a Liga dos Campeões da Europa, estão há anos com os canais ESPN (Disney) – que terá que dividir a transmissão da Premier League (Campeonato inglês) na temporada 2012-1013 com o novo concorrente no Brasil –, a SporTV só poderá transmitir jogos de futebol organizados no país, aproveitando-se dos privilégios político-institucionais da Rede Globo de Televisão.
Exclusividade do Canal Combate
Além disso, apesar de apresentar dificuldades em tirar profissionais de outras emissoras, inclusive de TV aberta, a maioria dos contratados anunciados pela Fox Sports é ex-funcionária das Organizações Globo, casos do comentarista José Ilan (Globoesporte.com e ex-repórter da Rede Globo), do repórter Victorino Chermont (SporTV) e dos narradores João Guilherme e Marco de Vargas (SporTV). Já o vice-presidente do novo canal é Eduardo Zebini, que trabalhou por mais de uma década como diretor de esportes da Rede Record e participou das primeiras disputas travadas por direitos de transmissão esportiva, na segunda metade da década passada.
Cogitou-se até que a transmissão da Libertadores em TV aberta pela Rede Globo ficaria restrita a um jogo por semana para toda a rede, ao contrário do que tem acontecido, quando a emissora coloca uma partida diferente para cada núcleo (São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Nordeste). Em nota oficial, nos últimos dias de 2011, a Globo afirmou que transmitirá os dois jogos com brasileiros na Pré-Libertadores (Flamengo e Internacional) e, a partir da fase de grupos, duas partidas por rodada, reafirmando a posse exclusiva dos direitos de transmissão do torneio em TV aberta até 2018.
A SporTV ganha mais uma concorrente de peso. Além dos torneios sul-americanos de clubes de futebol, a Fox Sports já começa com 11 campeonatos de tênis, cerca de oito competições de automobilismo – dentre elas a Nascar, principal categoria estadunidense – e um pacote de lutas. Mesmo com a parceria com o UltimateFightingChampionship (UFC) nos Estados Unidos, onde transmitiu o evento pela primeira vez em TV aberta para todo o território, em novembro de 2011, o canal ainda não se posicionou se tirará a exclusividade do Canal Combate (pay-per-view do SporTV) sobre a atração esportiva que mais cresce no Brasil nos últimos anos.
Transmissão esportiva
A curiosidade sobre esta disputa é que se presumia que existisse um acordo tácito das Organizações Globo com a News Corp. em que não haveria concorrência por pacotes de conteúdos até então pertencentes à empresa brasileira. Afinal, os dois conglomerados comunicacionais foram parceiros por muito tempo na posse da Sky (hoje Sky/Directv), na segunda onda globalizante do audiovisual brasileiro, que tem como marcas a privatização do setor de telecomunicações e sua aproximação com empresas tradicionais que operavam na televisão paga, numa associação entre oligarcas regionais e grandes empresas globais.
Além disso, os canais Globosat e a Fox são sócios nos canais Telecine que, dentre outros produtos e serviços, coproduz filmes com a Globo Filmes e demais produtoras do país, como são os casos de Assalto ao Banco Central (Marcos Paulo, 2011) e O Palhaço (Selton Mello, 2011).
Essa mudança de paradigma já é um reflexo das alterações oriundas da Lei do Audiovisual (12.485/2010), que exige 30% de produção nacional nos canais de TV por assinatura e permite maior participação das grandes empresas mundiais no setor, especialmente no que concerne à posse de operadoras, agora sem limite para o capital estrangeiro. Lembra-se que os grandes conglomerados empresariais atuam tanto nas telecomunicações quanto na produção e distribuição do conteúdo. Este caso reflete também a importância da transmissão esportiva enquanto mercadoria, a ponto de superar antigas alianças.
Filão da TV aberta
A concorrência direta de dois grandes conglomerados, no que tange aos esportes na TV por assinatura – representados pelos canais Fox Sports e ESPN –, pode representar um risco ainda maior para as Organizações Globo nas próximas negociações dos direitos de transmissão de campeonatos nacionais de futebol. Isto pode mudar o estágio atual, de monopólio do direito de transmitir na maioria das mídias, confirmado, por exemplo, no último contrato assinado com os clubes para o Campeonato Brasileiro de Futebol, válido até 2015.
Se as barreiras impostas pela Globo na televisão aberta, por conta de seu padrão tecno-estético e de suas relações político-institucionais, foram, e ainda são, difíceis de serem rompidas, elas são bem mais frágeis na TV paga, onde o confronto envolve organizações com larga experiência internacional, em termos de produção e distribuição de audiovisual, com capitais muito superiores aos dos radiodifusores nacionais.
As novas barreiras que passam a ser construídas pelos conglomerados globais podem ser intransponíveis para os tradicionais oligarcas do mercado audiovisual brasileiro. Por isso a aversão – apresentada já em 2002, quando da necessidade de se fixar em 30% a quantidade de capital estrangeiro nas empresas de comunicação mais tradicionais (TV, rádio e jornal) – em permitir a entrada desses grupos num filão como o é a televisão aberta, já que 63% dos recursos publicitários do mercado nacional vão para este meio de comunicação.
***
[Valério Cruz Brittos e Anderson David Gomes dos Santos são, respectivamente, professor titular no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Unisinos e mestrando no mesmo programa]

Por R$ 5 milhões, Flamengo aprova patrocínio na barra da camisa

Por Lancepress


O Conselho Fiscal do Flamengo aprovou na noite de desta quita-feira a proposta da Cosan Combustíveis e Lubrificantes S.A. para estampar o patrocínio da Mobil na barra da camisa rubro-negra. Desta forma, o clube receberá o valor de R$ 5 milhões pelo acordo de um ano.

Já a reunião que estava prevista com a Traffic não aconteceu e poderá ser remarcada para esta sexta. O encontro servirá para discutir o futuro da parceria, que pode não ser renovada. O clube, então, bancaria Ronaldinho.
O encontro foi cancelado em função das decisões tomadas pelo clube em relação ao futebol - nesta quinta foi oficializada a demissão do técnico Vanderlei Luxemburgo e o desmembramento do departamento de futebol.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Com novo parceiro, Goiás atinge R$ 2 mi em permutas

Por Rodrigo Capelo


O Goiás possui novo parceiro comercial. A Mednutrition fechou acordo de dois anos e irá fornecer produtos farmacêuticos e suplementos alimentares. Em contrapartida, terá a marca em uniformes de treino, backdrops e centro médico. Com negócios similares, o clube diz economizar quase R$ 2 milhões anuais.

Dentre os cerca de 20 patrocinadores da equipe goiana, apenas o Hosital do Coração Anis Rassi, dono da cota máster desde o fim da última semana, repassa alguma verba aos cofres do clube. Mas isso não significa que os outros parceiros não levam vantagens financeiras.

Ao firmar parcerias específicas, como no caso da Mednutrition, o Goiás economiza com despesas que teria de qualquer modo. Nas contas de Marco Goulart, gerente de marketing, o valor poupado todos os anos está muito próximo de R$ 2 milhões.

“Nós ainda temos várias propriedades disponíveis, e mesmo assim temos vários parceiros que nos ajudam a economizar uma quantia relevante”, comemora o dirigente. As camisas titular e reserva, usadas em partidas oficiais, seguem apenas com a marca do Hospital do Coração, a ser deslocada para as mangas caso surja uma oferta mais rentável pela cota máster.

Nova camisa do Palmeiras

Coletiva de apresentação da KIA Motors como patrocinadira master do Palmeiras...




Lucas di Grassi lança agência esportiva


One International Sport Business nasce da aquisição da Fragata Marketing Esportivo e chegada de sócios herdeiros de importantes grupos empresariais

Por: Robert Galbraith

Após lançar uma agência de marketing esportivo para cuidar de seus próprios negócios, o piloto de automobilismo Lucas di Grass fechou a compra da Fragata Marketing Esportivo para ampliar a atuação de sua empresa que passa a se chamar One International Sport Business. Entre seus sócios na empreitada estão os filhos do comandante Rolim, Marcos Amaro (ex-TAM) e do publicitário Guga Valente, João Augusto Marques Valente Jr. (ex-XYZ Live), e o neto do empresário Antônio Ermírio de Moraes, Mario Moraes (Grupo Votorantim). Os demais acionistas são Henry Guedes (ex-Fabrica, Sport Track e Informidia), que desempanhará o papel de diretor executivo, e Guilherme Nastari (da consultoria Datagro). Maurício Fragata, fundador da empresa incorporada, será diretor de operações. “Cada um desses sócios e executivos será responsável por uma área estratégica do negócio e vão compor um conselho”, explica Henry Guedes. 
Os principais clientes são Alpargatas, Star Events, Minas Tênis, Pirelli, Eurobike, Schioppa, Locaweb e Caçula Pneus; além da gestão da carreira do próprio di Grassi. A expectativa é faturar R$ 15 milhões neste primeiro ano de operação conjunta.

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/noticias/2012/01/31/Lucas-di-Grassi-lan-a-ag-ncia-esportiva.html

Logomarca da Copa das Confederações


A caça ao patrocínio no futebol


Os times de futebol atraíram o interesse de anunciantes e dobraram suas receitas em cinco anos. Agora enfrentam problemas para renovar contratos.

Por: Marcelo Onaga

Nos últimos anos, os times brasileiros de futebol viveram um clima de euforia. Grandes estrelas foram contratadas e repatriadas, os valores pagos pelos direitos de transmissão dos jogos atingiram patamares inéditos e os acordos de patrocínio bateram recordes.
Em 2010, a receita de patrocínio dos clubes brasileiros foi de 370 milhões de reais, o dobro do que foi arrecadado cinco anos antes, segundo a consultoria BDO RCS. O resultado colocou o campeonato brasileiro como o terceiro mais rentável do mundo em patrocínio de camisas, atrás apenas do inglês e do alemão.
No ano passado, estima-se que os valores tenham chegado a 420 milhões de ­reais. Para frustração dos times, essa fartura não deverá se repetir na atual temporada.
Especialistas em marketing falam em queda de até 20% nos valores de alguns contratos. Alguns dos maiores patrocinadores do país devem reduzir significativamente seus investimentos nesta temporada.
O BMG, que estampou sua marca em 39 equipes em 2011, deve ficar em cinco. A Hypermarcas, que investiu 80 milhões de reais no Corinthians em dois anos, não deve renovar o contrato.
O temor quanto aos efeitos da crise europeia no Brasil e a decepção de alguns patrocinadores com os resultados dos investimentos já fizeram com que algumas das principais equipes do país iniciassem o ano com suas camisas “limpas”.
Clubes como Flamengo, dono da maior torcida do país, São Paulo e Palmeiras não conseguiram renovar seus principais contratos, e a busca por novos patrocinadores se mostra difícil.
“Se conseguirmos os mesmos valores de 2011 já será um bom resultado”, diz Júlio Casares, vice-presidente de mar­keting do São Paulo. “Depois de dois anos de euforia, os patrocinadores estão fazendo ajustes”, diz  Eduardo Muniz, professor de branding da ESPM.
A falta de planejamento por parte de times e de patrocinadores é apontada como o principal motivo para retornos abaixo dos esperados. “Os clubes só oferecem a visibilidade que as transmissões dos jogos proporcionam, e as empresas também não fazem nada para ampliar o resultado do patrocínio”, diz César Gualdani, sócio da empresa de consultoria em marketing esportivo Sport+Markt.
Na Espanha, a Telefônica investe cerca de 20 milhões de euros por ano só para explorar ações que envolvam internet e telefonia do Real Madrid, valor similar ao que a empresa de loterias Bwin paga para estampar sua marca na camisa do time.
O Barcelona, que leva na camisa a marca da Qatar Foundation,  também tem uma parceria extracampo com a montadora alemã Audi que rende mais de 10 milhões de euros por ano.
E o inglês Manchester United, que estampa no uniforme apenas a marca da seguradora Aon, tem contratos também com a Turkish Airlines e com a DHL. “Os clubes brasileiros estão na idade da pedra do marketing esportivo”, diz Amir Somoggi, diretor da BDO RCS.
Para aproveitar ao máximo a visibilidade das transmissões, os times fatiam seus uniformes e transformam suas camisas em uma espécie de abadá, com até seis marcas estampadas nas mais diversas cores. “Isso é um erro. Uma pesquisa que fizemos mostra que o torcedor reconhece apenas duas marcas por time”, diz Gualdani.
Na Europa, todos os grandes times exibem apenas uma marca em sua camisa. A evolução do marketing esportivo brasileiro depende de uma mudança cultural tanto de clubes quanto de empresas patrocinadoras.
“Desenvolvemos ações para nossos patrocinadores que incluem a presença de jogadores em eventos, uso de nosso estádio para ações de relacionamento e exposição de produtos para a torcida”, afirma Armenio Neto, gerente de marketing do Santos, clube que vem tentando adotar uma gestão mais profissional de seus negócios. “Mas o próprio patrocinador ainda valoriza muito mais o modelo tradicional.”

Palmeiras fecha patrocínio com a Kia Motors


Marca coreana venceu disputa com a montadora chinesa JAC Motors

Por: Marcio Ishikawa

São Paulo - A Kia Motors vai oficializar nesta quarta-feira, dia 1º de fevereiro, o contrato de patrocínio com o Palmeiras. O anúncio será feito em uma concessionária da marca em São Paulo, capital, e contará com a presença do presidente da Kia Motors do Brasil, José Luiz Gandini, e o presidente do clube, Arnaldo Tirone.
Desde o final do contrato com a Fiat, no final do ano passado, o Palmeiras estava sem patrocinador na camisa. Especulações chegaram a dar como certo um acordo com a JAC Motors, mas a Kia teria entrado na disputa posteriormente e levado a melhor.
Nenhum valor oficial foi revelado, mas reportagens da imprensa esportiva afirmam que o contrato é de três anos e totaliza R$ 74 milhões.