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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Futebol da Band valoriza 23,5% em 2013


Emissora coloca no mercado sete cotas de patrocínio, com valor de tabela de R$ 173,3 milhões cada

Por BÁRBARA SACCHITIELLO

Parceira da Globo nas transmissões de futebol, a Band já colocou em circulação seu plano comercial da temporada 2013 – que também já incorpora a valorização do produto no mercado.

A emissora aumentou 23,5% o preço de cada uma das sete cotas de patrocínio, cujo valor de tabela é de R$ 173,3 milhões. No ano passado, esse preço chegava em R$ 140 milhões. Os atuais anunciantes – Ambev, Caixa Econômica Federal, Casas Bahia, General Motors, Oi, Nova Schin e Sky – têm preferência na renovação.

Além disso, a emissora oferece o Top de 5 segundos (cota de R$ 33,9 milhões), que atualmente pertence à Nivea; a cota Lance do Cliente (de R$ 45,3 milhões que, em 2012, foi da Lukscolor) e quatro cotas de participação (de R$ 24 milhões cada, que, atualmente, estão com Petrobras, Ipiranga, Dorflex e Sporting Bet).

Na semana passada, a Globo divulgou seu plano comercial de futebol, que alcança o valor de R$ 1,155 bilhão. O valor da cota de patrocínio da emissora cresceu por volta de 10%, passando de R$ 174 milhões (cobrados em 2012) para R$ 192,5 milhões. Os atuais cotistas da Globo (Ambev, Coca-Cola, Itaú, Johnson & Johnson, Vivo e Volkswagen) tem até o dia 1º de outubro para efetivar a renovação.

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/noticias/2012/09/24/Futebol-da-Band-valoriza-23-5-porc-em-2013

Escolhas ruins


Por Lena Castellón

Um abaixo-assinado circula na internet mostrando a rejeição do público às três sugestões dadas pela Fifa para batizar o tatu-bola que virou mascote da Copa de 2014. Amijubi, Fuleco e Zuzeco já causaram, até o fechamento desta edição, a indignação de mais de 28 mil pessoas, que pedem um “nome decente”.

O processo de escolha dessas três alternativas não ficou claro para a grande maioria das pessoas. A Fifa tem por hábito cercar-se de muito sigilo, como mostra a ótima reportagem assinada por Felipe Turlão a partir da página 24. Para selecionar as agências encarregadas de desenvolver seus projetos de comunicação, a entidade máxima do futebol adota medidas tão rigorosas que, se houver vazamento por causa da indiscrição de alguém, a empresa pode ser punida com multas pesadas e até com a perda do contrato.

Falta muita informação, portanto, a respeito dos procedimentos. Para a opinião pública, isso não cai bem. Especialmente porque se trata da Copa do Mundo, assunto que está na pauta do brasileiro — ele não teria esse tipo de preocupação com o resultado de concorrências feitas por grandes anunciantes. No abaixo-assinado em questão, o texto diz que a Fifa escolheu um júri formado por “pouquíssimas pessoas”.

O comunicado da entidade revela que as três opções foram selecionadas por um comitê composto por Bebeto (membro do Comitê Organizador Local, o COL), pela escritora Thalita Rebouças, pela cantora Fernanda Santos, pelo sambista Arlindo Cruz (que fez a canção da mascote), e pelo publicitário Roberto Duailibi. Afirma ainda que dois nomes surgiram para transmitir uma mensagem ecológica, Fuleco e Zuzeco. E tenta justificar a criação de Amijubi como sendo “uma representação de simpatia e alegria”.

O que se sabe também é que o departamento jurídico é o responsável pela seleção inglória. Advogados fizeram uma varredura em torno de marcas e patentes pelo mundo. De início, foram apresentadas 450 sugestões por uma agência publicitária. Depois, houve uma fase com 13 nomes. Difícil imaginar que, de tudo isso, as melhores opções sejam as três que restaram. Se for assim, que triste realidade. Amijubi é uma desastrosa junção de amizade e júbilo. Zuzeco soa como apelido brega-romântico, e mal lembra azul, a justificativa para essa criação. Fuleco remete a algo furreco e não a futebol com ecologia, outra combinação esdrúxula. De acordo com o dicionário Houaiss, furreca significa “de pequeno ou nenhum valor; insignificante, reles”. Péssima associação.

Com humor, Arlindo Cruz contou mais para o programa Redação, do SporTV. Ele queria se “defender” em meio à polêmica que se formou. “Recebi da Fifa 15 nomes e só ajudei a colocar em ordem”, disse. “Infelizmente, sobrou para o povo”, comentou. O samba de Arlindo refere-se à mascote apenas como o “tatu bom de bola”.

Meio & Mensagem buscou informações para esmiuçar essa história. Nem mesmo a participação da agência pode ser confirmada. Da forma como o sigilo rege as relações da Fifa com seus parceiros, os detalhes da escolha dos nomes talvez não cheguem à tona até que o batismo seja feito.

As críticas da população e da mídia, entretanto, começaram a incomodar a entidade. Na sexta-feira passada, a Fifa distribuiu mais um comunicado. “Estamos muitos satisfeitos com os 115 mil votos dados pelo público brasileiro até agora.” Pelo documento, fica claro que o COL e os dirigentes da federação estão acompanhando os comentários sobre as opções. A complexidade do registro de vários nomes e a legislação de propriedade intelectual são argumentos usados para explicar o método adotado para definição das propostas. A Fifa conta que o nome “tatu-bola” (defendido por alguns, caso dos autores do abaixo-assinado mencionado) não pode ser adotado devido a restrições jurídicas.

Muito bem. Batizar a mascote de “tatu-bola” seria simplista demais. Mas se a tarefa de selecionar alternativas estivesse mais concentrada na mão de especialistas em marketing — e não focadas no departamento jurídico — podíamos ao menos esperar que as opções tivessem criatividade, relevância e beleza. Nada muito diferente do que se pede às grandes marcas.

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/meio_e_mensagem/blog-da-redacao/2012/09/24/Escolhas-ruins.html

terça-feira, 1 de maio de 2012

Ambev vence Heineken no futebol


Brahma substitui Kaiser como patrocinadora do grupo formado pelos quatro grandes clubes de São Paulo

Por: Renato Pezzotti



A Ambev venceu o cabo de guerra com a Heineken e será a nova patrocinadora do G4, grupo formado pelos grandes clubes de São Paulo (Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo). A marca Brahma vai substituir a Kaiser, que possuía contrato com as equipes desde dezembro de 2009 e que seria válido até 2014. O distrato já foi assinado pelos clubes com a cervejaria holandesa e o novo acordo poderá ser anunciado ainda esta semana, na capital paulista. 
A Ambev, assim, consegue sua maior vitória ao entrar de vez no mercado paulista, onde já tem acordo com Guarani, Portuguesa e Ponte Preta. Nos outros estados, já alcança 25 times: ABC (Natal), América (RJ), América (Natal), América (MG), Atlético Mineiro, Avaí, Bahia, Botafogo (RJ), Botafogo (PB), Caxias (RS), Ceará, Cruzeiro, Figueirense, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Goiás, Grêmio, Ipatinga (MG), Juventude (RS), Náutico, Sport (PE), Vasco, Vitória e Internacional (RS). 
As primeiras ações, realizadas desde o ano passado, envolveram benfeitorias nas sedes dos clubes. O departamento de esportes da multinacional é comandado por Marcel Marcondes. No começo deste mês, a 9ine faturou a conta de estratégia de comunicação do futebol de Brahma, quando passou a ser a responsável por todos os contratos da cervejaria nessa seara. 


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Lucas di Grassi lança agência esportiva


One International Sport Business nasce da aquisição da Fragata Marketing Esportivo e chegada de sócios herdeiros de importantes grupos empresariais

Por: Robert Galbraith

Após lançar uma agência de marketing esportivo para cuidar de seus próprios negócios, o piloto de automobilismo Lucas di Grass fechou a compra da Fragata Marketing Esportivo para ampliar a atuação de sua empresa que passa a se chamar One International Sport Business. Entre seus sócios na empreitada estão os filhos do comandante Rolim, Marcos Amaro (ex-TAM) e do publicitário Guga Valente, João Augusto Marques Valente Jr. (ex-XYZ Live), e o neto do empresário Antônio Ermírio de Moraes, Mario Moraes (Grupo Votorantim). Os demais acionistas são Henry Guedes (ex-Fabrica, Sport Track e Informidia), que desempanhará o papel de diretor executivo, e Guilherme Nastari (da consultoria Datagro). Maurício Fragata, fundador da empresa incorporada, será diretor de operações. “Cada um desses sócios e executivos será responsável por uma área estratégica do negócio e vão compor um conselho”, explica Henry Guedes. 
Os principais clientes são Alpargatas, Star Events, Minas Tênis, Pirelli, Eurobike, Schioppa, Locaweb e Caçula Pneus; além da gestão da carreira do próprio di Grassi. A expectativa é faturar R$ 15 milhões neste primeiro ano de operação conjunta.

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/noticias/2012/01/31/Lucas-di-Grassi-lan-a-ag-ncia-esportiva.html