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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Guga lamenta fim do Projeto Olímpico Rio Tênis 2016: 'Extrema desilusão'


Ídolo lamenta fim de iniciativa que impulsionava formação de tenistas para as Olimpíadas: 'Decepcionante que acabe em menos de um ano'

Ídolo brasileiro, Gustavo Kuerten revelou estar bastante desiludido com uma iniciativa fracassada no tênis nacional. Criado em agosto de 2011, sob sua idealização e supervisão do seu ex-técnico, Larri Passos, o Projeto Olímpico Rio Tênis 2016, que estabelecia a academia de Larri como centro de treinamento para tenistas, bancava passagens de atletas e seria renovado anualmente, foi descontinuado um ano após sua implementação, em 2012. Se recuperando de uma cirurgia no quadril, o ex-tenista decidiu se manifestar sobre o caso, e lamentou o fim do projeto.
- O término do Projeto Olímpico Rio Tênis 2016 causou-me uma extrema desilusão. Foi a primeira vez na história do tênis brasileiro que se formou uma equipe nacional de treinadores e jogadores, juvenis e profissionais, com uma safra excelente de tenistas, num momento oportuno, obtendo resultados imediatos e relevantes. Além disso, a oportunidade de envolver o Larri nesse processo era uma chance de futuramente transformar a realidade do tênis brasileiro num novo patamar de conquistas. É decepcionante que um projeto desse porte, elaborado para um período de 5 a 10 anos, acabe em menos de um ano. Essa iniciativa representava um momento único, uma oportunidade incrível para o nosso tênis, uma ideia que parecia até um sonho, e que na realidade não passou muito disso. O fim do projeto é um verdadeiro banho de água fria e uma frustração enorme para mim e para quem torce pelo tênis e esporte brasileiro - lamentou o ex-tenista, em comunicado à imprensa.
O Projeto Olímpico Rio Tênis 2016 foi posto em prática a partir de um convênio entre o Ministério do Esporte e a Confederação Brasileira de Tênis (CBT). A CBT receberia um valor de R$ 2 milhões, e o projeto seria renovado anualmente visando os Jogos Olímpicos do Rio 2016, mas foi cancelado diante de irregularidades observadas pelo Ministério.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/tenis/noticia/2013/04/guga-lamenta-fim-do-projeto-olimpico-rio-tenis-2016-extrema-desilusao.html

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

MP quer que Emop cumpra legislação para deficientes no Maracanã


Órgão alega que o projeto executivo prevê apenas 285 lugares às pessoas com deficiência física

O pequeno número de assentos destinados a pessoas com deficiência física no Estádio Jornalista Mario Filho, o Maracanã, na zona norte da capital fluminense, motivou os ministérios Público Federal (MPF) e Estadual (MPE-RJ) a moverem uma ação civil pública contra a Empresa de Obras Pública do Estado do Rio de Janeiro (Emop), responsável pela execução das obras de reforma do estádio.

A procuradora da República Márcia Morgado e a promotora Eliane Patrícia Albuquerque alegam que no projeto executivo das obras, apresentado pela Emop aos membros do MPF e do MPE-RJ, ficou constatado que dos 79.313 lugares previstos para o novo Maracanã, apenas 285 estão destinados a pessoas com deficiência física, ou seja, 0,35% dos lugares, quando pela lei deveriam ser 4%. Na ação, tanto o MPF como o MPE-RJ pedem o cumprimento da legislação federal e reservem 3.174 assentos.

Segundo Márcia Morgado, o Brasil tem uma das mais avançadas legislações sobre a acessibilidade. Ela destacou, no entanto, que a concretização desses direitos é cada vez mais violada, por causa das dificuldades de implementação pelo Poder Público. “Realmente o Poder Público deveria incentivar e cumprir toda essa legislação, que prevê todos esses direitos e garantia das pessoas com deficiência, que são cidadãos que pagam impostos, uma parcela importante na sociedade que não podem ter os seus direitos violados”, disse a procuradora.

Ela disse ainda que o objetivo central da ação é fazer com que o projeto de reforma do estádio seja adequado para receber pessoas com deficiência física e que elas tenham lugares adequados de acordo com a sua necessidade. A procuradora fez questão de ressaltar que ambos os órgãos não querem o embargo das obras. “O Ministério Público quer a adequação desse projeto, para que realmente se cumpra a legislação e se atenda aquilo que está em vigor e que está sendo violado. Então, realmente o que se pretende é a adequação desse projeto, assim que os direitos sejam efetivamente respeitados”, destacou.

O MPF e o MPE-RJ pedem ainda que o Poder Judiciário determine uma multa de R$ 100 mil, caso os réus não acatem eventual decisão liminar, e o pagamento de R$ 197 milhões, a títulos de danos morais causados à coletividade, se até o início da Copa do Mundo de 2014 não houver a adequação do projeto.

As magistradas também citam na ação o governo do estado, o Consórcio Maracanã Rio 2014, encarregado da execução das obras, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a União. A ação foi protocolada na Justiça no dia 8 de agosto.

Procurada pela reportagem da Agência Brasil, a assessoria de imprensa da Emop não se pronunciou até o fechamento da matéria, na última sexta-feira (17).

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10559/MP+QUER+QUE+EMOP+CUMPRA+LEGISLACAO+PARA+DEFICIENTES+NO+MARACANA.html

sábado, 7 de julho de 2012

Aeroportos não estarão prontos até a Copa, diz coordenador do Ipea


Para Carlos Campos, processo de transferência dos aeroportos para a iniciativa privada é demorado

A possibilidade de as obras dos aeroportos do país não ficarem prontas para a Copa do Mundo de 2014 foi discutida na última quarta-feira (4) pela Subcomissão Temporária Sobre a Aviação Civil, no Senado Federal, em Brasília.

A preocupação foi levada ao Senado pelo coordenador de Infraestrutura Econômica da Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Carlos Campos, um dos convidados da audiência pública realizada ontem. "No atual estágio dos terminais de passageiros e considerando os prazos médios de obras no Brasil, existe uma reduzida possibilidade de no início do Copa tudo estar pronto", alertou Campos.

Ele sugeriu que se pense em um plano B, como a construção de terminais temporários. Segundo o técnico do Ipea, dos 20 maiores aeroportos do Brasil, 14 operam acima da capacidade. Entre eles, cinco —Galeão (Rio), Confins (Belo Horizonte) e os de Recife, Curitiba e Fortaleza— atuam no limite da eficiência operacional.

Dados do Ipea apontam que nos últimos anos a Infraero investiu em infraestrutura aeroportuária menos de 50% dos recursos orçamentários disponíveis. Campos alertou para a demora nos processos de transferência dos aeroportos para a iniciativa privada.

Dos 13 aeroportos das 12 cidades-sedes dos jogos da Copa do Mundo, só dois têm situação confortável —o de Recife, onde será apenas construída uma torre de controle, e o de Natal, que já foi privatizado.

Dos 11 restantes, apenas três tiveram o processo de concessão concluído (Brasília, Garulhos e Viracopos) e quatro ainda estão com concessão em fase de projeto.

Legislação
Outro ponto levantado na audiência pública foi a necessidade de atualização do Código Brasileiro de Aeronáutica. Desde que o código foi editado, em 1986, várias outras leis importantes foram criadas, com influência direta no setor aeroportuário, deixando-o em desconformidade com a legislação atual brasileira.

O problema foi levantado pelo assessor executivo do Ministério da Fazenda, Fernando Antônio Soares. Ele citou como exemplos a Lei de Licitações, de 1993, e o Código de Defesa do Consumidor, de 1990.

A atualização do marco ­legal precisa tratar também do aumento da participação do capital estrangeiro no setor aéreo. No entendimento de Soares, investimentos ­internacionais ajudariam a aumentar a concorrência do mercado de aviação civil e a desenvolver a aviação regional, um dos pontos cruciais para melhorar a qualidade do serviço de aviação no país e contribuir com o desenvolvimento regional.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10275/AEROPORTOS+NAO+ESTARAO+PRONTOS+ATE+A+COPA+DIZ+COORDENADOR+DO+IPEA.html

domingo, 1 de julho de 2012

Palmeiras tenta liberação para hotel de R$ 300 mi


Por Guilherme Costa

O Palmeiras já escolheu o que vai ser “a cereja do bolo” no projeto de construção da nova arena do clube. É assim que vem sendo tratada a possibilidade de um hotel de R$ 300 milhões em um terreno da equipe alviverde. O empreendimento seria erguido pela WTorre, responsável pela reforma do estádio, em parceria com uma bandeira de hotelaria.

O empreendimento seria erguido em terreno que atualmente é ocupado pela administração do Palmeiras. Esses departamentos serão transferidos para a nova arena, que terá um prédio específico para a gestão do clube.

O problema é que há dois prédios no terreno, e o Palmeiras precisa de liberação total de ambos para viabilizar a construção do hotel. O projeto ainda está em fase embrionária.

Caso vá adiante, a ideia é que o hotel funcione independentemente do clube. A construção será feita pela WTorre, e a operação terá parceria de uma bandeira internacional.

No entanto, o hotel deve ter quartos reservados para atletas, diretoria e estafe técnico do Palmeiras. O custo usado atualmente para o empreendimento é uma estimativa, mas pode sofrer variações drásticas – o valor depende, por exemplo, da bandeira de hotelaria escolhida.

A construção do hotel é parte de um novo projeto da WTorre. A construtora trabalha desde o início do ano com um plano de crescimento interno voltado ao segmento hoteleiro, e um profissional da rede Hyatt foi contratado para liderar essa iniciativa.

A WTorre já teve reuniões com pelo menos cinco empresas interessadas em assumir a bandeira do hotel. A iniciativa deve ser feita em joint venture, e o desenvolvimento do segmento na empresa independe de o Palmeiras viabilizar o negócio complementar ao projeto da arena.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/25/25791/Palmeiras-tenta-liberacao-para-hotel-de-R-300-mi/index.php

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Placas de sinalização da Copa recebem autorização de instalação


Objetos serão instalados nas cidades-sede durante um período próximo à competição

O Diário Oficial da União (DOU) publicou nesta sexta-feira (15) a autorização para o uso temporário de placas de sinalização durante a Copa do Mundo e a Copa das Condeferações. A solicitação partiu do COL, que levou em conta a expectativa de que os eventos vão atrair um grande número de turistas estrangeiros. Estima-se que o número chegue a 600 mil no período do Mundial.

As placas serão colocadas em pontos estratégicos das cidades-sede. Na Copa, serão instaladas um mês antes da bola rola, em 12 de maio de 2014. Elas farão parte do cenário urbano até o 31 de julho, 18 dias depois da final. Já na Copa das Confederações, elas estarão fixadas durante dois meses -- entre 15 de maio de 2013 e 15 de julho de 2013.

Como o uso é temporário, as peças terão cores diferentes das habituais. O objetivo é não conflitar com o restante da sinalização viária implantada no mesmo local ou trecho de via. As placas terão legendas, setas, pictogramas, orlas e tarjas inscritos na cor preta sobre fundo branco.

Elas ainda terão legendas escritas em português, seguindo os padrões de tipos, dimensões e espaçamentos de letras e algarismos estabelecidos pelo Contran para a sinalização de orientação de destino.



Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10137/PLACAS+DE+SINALIZACAO+DA+COPA+RECEBEM+AUTORIZACAO+DE+INSTALACAO.html

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Eventos esportivos no país deverão impulsionar crescimento dos seguros para atletas


Por Márcia Alves

om a aproximação dos dois eventos esportivos mais importantes do mundo – Copa do Mundo e Olimpíadas – uma modalidade de seguro pode experimentar grande crescimento no país. Trata-se do seguro de vida para atletas, que oferece, entre outras coberturas, as básicas para morte e invalidez, além de serviços personalizados.

Para os jogadores de futebol a contratação de seguro de vida pelos clubes é obrigatória desde 1998, quando entrou em vigor a Lei Pelé (Lei 9.515/98). Conforme a lei, os jogadores que não possuírem seguro de vida não podem participar de competições oficiais. Embora estejam previstas punições aos clubes que infringirem a regra, nem sempre são aplicadas, segundo o senador Zezé Perrella (PDT-MG).

Por isso, depois do acidente vascular encefálico sofrido pelo técnico do Vasco, Ricardo Gomes, o senador apresentou em Brasília (DF) um projeto de lei que obriga clubes a contratarem seguro de vida e contra acidentes pessoais em prol de treinadores e jogadores de futebol. “Esse aperfeiçoamento à Lei Pelé multiplicará o número de agentes fiscalizadores com evidentes benefícios aos atletas, familiares e agremiação, que poderão contar com profissionais mais seguros psicologicamente”, disse o senador.

Ocorre que alguns jogadores de futebol, representados por seus sindicatos, e alguns clubes estão pleiteando do setor de seguros um produto específico para atletas, que cubra outros riscos além de morte e invalidez. Eles reivindicam um seguro com cobertura para invalidez laborativa, para os casos em que o atleta não poderá mais exercer sua atividade em virtude de alguma lesão ou acidente, e também com capital segurado estipulado de acordo com o valor do passe do jogador ou da imagem.

De acordo com fontes do setor de seguros, a Susep vem estudando a possibilidade de desenhar um seguro exclusivo para atletas, mas tem esbarrado na dificuldade de definir a precificação. Técnicos de seguro consultados pela reportagem do CVG-SP questionam a viabilidade de se estabelecer a importância segurada de acordo a imagem do atleta, devido à subjetividade do critério. Segundo eles, a imagem de um jogador de futebol pode estar em alta no momento da contratação do seguro, mas também pode sofrer abalos durante a vigência do contrato e perder o valor.

Dificuldade semelhante se aplica à inclusão da cobertura de invalidez laborativa. “Os atletas estão mais propensos a acidentes em campo, mas que não podem ser cobertos pelo seguro de vida tradicional porque são considerados acidentes de trabalho, modalidade em que as seguradoras não atuam”, explicou o diretor da Bradesco Seguros, Eugênio Velasques. Segundo ele, a Bradesco é responsável pelos seguros de vida dos atletas de alguns clubes de futebol, como o São Paulo e o Osasco, mas por meio de apólices tradicionais de vida em grupo.

Para Velasques, o mercado de seguros dispõe de soluções para atender a legislação. “Os seguros de vida em grupo possibilitam as coberturas para morte e invalidez, que podem ser oferecidas de forma personalizada, de acordo com o porte e tamanho de cada clube”, disse. Para os casos de atletas de ponta e bem cotados no mercado internacional, ele disse que o seguro de vida individual é uma opção viável, porém requer a construção de programas de resseguro. “Um desafio”, a seu ver. Por isso, sua avaliação é que os produtos de seguros oferecidos atualmente pelo setor atendem as necessidades de proteção dos atletas.

Mas ainda que a discussão sobre a melhoria das coberturas de seguros para atletas não chegue a um consenso em breve, Velasques é um dos que acreditam no crescimento dessa modalidade. “Todos os negócios relacionados ao esporte, da venda de bicicletas às academias, estão conquistando espaço cada vez maior, seja pela busca da qualidade de vida ou pelo momento em que o país vive. Certamente, isso contribuirá também para o desenvolvimento dos seguros para atletas”, disse.

Outro que aposta na expansão deste seguro é o diretor adjunto da diretoria de Seguros do CVG-SP, Marcelo de Figueiredo. “Acredito que haverá um aumento expressivo na contratação de seguro por causa da Copa e Olimpíadas. Inclusive, os órgãos reguladores deverão intensificar a fiscalização do cumprimento da Lei Pelé”, disse. “A demanda deverá aumentar bastante para atender a necessidade de proteção dos atletas”, reforçou o diretor de Seguros do CVG-SP, Valmir Mongiat.

Seguro para torcedores

Até mesmo os torcedores de futebol poderão contar com o amparo do seguro. A Seguros Unimed lançou o Torcedor Premiável, seguro para aqueles que gostam de assistir aos jogos do time de coração nos estádios de futebol, que em 2011 somaram mais de 5 milhões de pessoas, apenas nos jogos da série A do Campeonato Brasileiro. Além de várias coberturas, o seguro prevê serviço de táxi, dados sobre locais e preços de ingressos, calendário de jogos, resultados da loteria esportiva, entre outras informações.

Outra novidade da empresa é o Corredor Premiável, seguro específico para quem curte participar de provas de corrida de rua, composto por mais 4 milhões de praticantes. O produto prevê acesso ilimitado a um programa personalizado de orientações nutricionais, a um atendimento personal fitness por telefone – capacitado para dar dicas sobre atividades físicas, qualidade de vida entre outros – e a diversas outras conveniências para o dia da prova, como informações sobre trânsito, meteorologia, calendário de corridas, telefones úteis, farmácias de plantão etc. “Somos o primeiro a lançar um seguro neste mercado. Acho que vencemos esta corrida”, disse Mauri Aparecido Raphaelli, diretor de Negócios da Seguros Unimed.

Fonte: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=64746:-eventos-esportivos-no-pais-deverao-impulsionar-crescimento-dos-seguros-para-atletas-&catid=45:cat-seguros&Itemid=324