Páginas

Mostrando postagens com marcador Ronaldinho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ronaldinho. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

CEO da Traffic avalia parceria com Fla por Ronaldinho: 'Não faria de novo'


Stefano Hawilla afirma que política do clube atrapalhou, diz não temer ser envolvido em litígio e argumenta que o retorno para a empresa foi zero

Por Vicente Seda

Em janeiro de 2011, o Flamengo, com respaldo da Traffic, conseguiu viabilizar o retorno de Ronaldinho Gaúcho ao Brasil. Sete meses depois, a empresa que custeava três quartos do salário do jogador interrompeu os pagamentos. Foram milhões de investimento. E, segundo o CEO (diretor executivo) da Traffic, Stefano Hawilla, zero de retorno. O executivo que assumiu a empresa de marketing esportivo explica o motivo de afirmar sem hesitar que "não faria de novo" um negócio nos mesmos moldes. Nesta quarta-feira, às 22h (de Brasília), no Engenhão, o agora R49 do Atlético-MG enfrentará seu ex-clube pela primeira vez desde a sua saída, em rodada adiada do primeiro turno por causa da interdição do estádio.
Hawilla substituiu Júlio Mariz no comando da Traffic. A parceria com o Flamengo foi conduzida por seu antecessor. O executivo não falou em valores, mas a empresa bancava o contrato de imagem de Ronaldinho, com vencimentos de R$ 750 mil mensais, fora o salário pago pelo clube. O aporte, que em sete meses somou R$ 5,2 milhões, teria como contrapartida percentuais dos contratos de patrocínio do clube a partir de determinado patamar. Não houve sucesso, o Flamengo ficou sem patrocinador na camisa, e não apareciam ofertas no valor estipulado. Desta forma, o clube acabou fechando, através de outra agência, a 9ine, de Ronaldo, um curto contrato com a Procter&Gamble, que sequer foi renovado. A Traffic, assim, interrompeu os pagamentos.
Iniciou-se então uma extensa negociação sobre um novo formato da parceria para que a empresa pudesse ter retorno do que investiu. Entraram em pauta programa de sócio-torcedor, licenciamento de produtos, e a discussão terminou sem acordo em fevereiro de 2012, quando o clube anunciou definitivamente o rompimento da parceria, assumindo os pagamentos que caberiam à Traffic. Com o clube sem condições de honrar os compromissos, o atraso minou a relação entre Ronaldinho e Flamengo. O "casamento" terminou em litígio, no qual o craque cobra R$ 40 milhões por quebra de contrato, fora outra ação de R$ 15 milhões por danos morais.
Questionado sobre a parceria frustrada, Hawilla afirmou que não faria de novo um negócio nos mesmos termos.
- Eu acho que o formato não é bom nem para o clube, nem para a empresa. O acordo que a gente teria com o Flamengo seria de eles cederem algumas propriedades para a gente, em troca de ajudarmos com o Ronaldinho. Mas acabou não sendo feito. Clube grande hoje tem muitas correntes políticas. Então é sempre complicado quando você é uma empresa privada e tem uma parceria tão grande com um clube em que você é obrigado a entrar nesse meio político, acho que não funciona. A gente não faria de novo o que fez, de ajudar o clube a custear o jogador. Eram algumas propriedades que queríamos, que o Flamengo tinha contrato com outras empresas, aí dizia que estava acabando, mas não estava acabando, é complicado. É um formato que a gente não faria de novo.
O executivo foi sucinto ao comentar o prejuízo e procurou eximir a Traffic de responsabilidade no caso.
- Foram sete meses de salários. Retorno zero e, diga-se de passagem, não por nossa culpa. Fizemos tudo para a parceria dar certo.
Hawilla afirmou também não ter receio de ver a empresa envolvida na briga judicial entre jogador e clube.
- De jeito nenhum, a gente não tem nenhum vínculo trabalhista com o Ronaldinho. Eu ajudava o Flamengo a pagar, mas nunca tivemos nenhum vínculo trabalhista com o Ronaldinho. Temos uma relação muito boa com ele, com o Assis.
De R10 a R49, Ronaldinho perdeu mais de dois terços do que recebia na Gávea. Mas passou a receber em dia e reencontrou o bom futebol, sendo peça fundamental na campanha do Atlético-MG, que briga pelo título brasileiro e liderou boa parte do campeonato até agora. O Flamengo, por sua vez, amarga a luta para se afastar da zona de rebaixamento na tabela de classificação. O vencedor do duelo da noite desta quarta-feira sairá de campo mais próximo do seu objetivo, embora o revanchismo seja descartado pelas vias oficiais.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/brasileirao-serie-a/noticia/2012/09/ceo-da-traffic-sobre-parceria-com-fla-por-ronaldinho-nao-faria-de-novo.html

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Coca-Cola rompe com Ronaldinho Gaúcho


A Coca-Cola cancelou o contrato de patrocínio com Ronaldinho Gaúcho. O contrato, que rendia R$ 1,5 milhão por ano ao jogador, foi rompido após a aparição do atacante na coletiva de apresentação ao Atlético Mineiro rodeado de latas da marca Pepsi.

O jogador só deixará de ganhar com a rescisão do contrato com a fabricante de refrigerantes, já que o contrato não prevê pagamento de multa.

Em comunicado, a Coca-Cola atribuiu o cancelamento a "fatos recentes", e afirma que reconhece a trajetória e o valor do jogador. No entanto, as circustâncias tornaram impossível a continuidade da parceria, determinando o término da relação contratual que existia com o profissional.

Além do caso envolvendo as latinhas de Pepsi, acredita-se que a imagem de Ronaldinho tenha ficado pesada demais para a Coca-Cola, que em suas campanhas publicitárias sempre procura associar a marca ao conceito de felicidade. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/atletas/25/25898/Coca-Cola-rompe-com-Ronaldinho-Gaucho/index.php

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Traffic cobra R$ 6 milhões do Flamengo por salários pagos a Ronaldinho


Empresa de marketing esportivo estuda ação na Justiça para recuperar os 75% dos salários pagos ao jogador

Por Leo Pinheiro

Além dos problemas com Ronaldinho Gaúcho, o Flamengo deve enfrentar também uma ação judicial movida pela empresa de marketing esportivo Traffic. O vice-presidente da empresa, Stefano Hawilla, filho de J. Hawilla, afirmou que também pode entrar na Justiça contra o Flamengo, para cobrar do clube uma dívida que pode chegar a 6 milhões de reais. O valor é referente, segundo a empresa, ao pagamento de 75% dos salários de R10, durante seis meses. Ronaldinho cobra cerca de 40 milhões do clube.

“De boa fé, nós ajudamos a pagar os salários do Ronaldinho por seis meses, porque acreditávamos que o memorando de intenções que tínhamos com o Flamengo viraria um contrato. Mas o clube nunca assinou esse contrato e nós não tivemos nenhum benefício. Não fizemos os contratos de imagem que esperávamos com o jogador”, disse Stefano. “Por enquanto não existe litígio na Justiça entre nós e o Flamengo. Temos um bom relacionamento com o clube. Estamos cobrando, tentando entrar em entendimento. Enviamos algumas cartas ao clube para o departamento jurídico deles e estamos esperando a resposta”.

O empresário se diz tranquilo quanto a uma possível ação regressiva do Fla, para tentar responsabilizar a Traffic pela dívida que Ronaldinho cobra do clube. “Pelo que soube o jogador cobra na Justiça uma dívida de trabalho a respeito de atrasos de salário. Não sei se tem algo mais, depósito de FGTS. Mas ele nunca foi nosso empregado e não éramos responsáveis pelo pagamento de salários e FGTS dele. Estamos totalmente isentos dessa responsabilidade, que é do empregador”.

A forma de relacionamento entre Ronaldinho, o Flamengo e a Traffic é considerado um aprendizado. “Esse formato de trazer nomes famosos e colocar em clubes para explorar a imagem é muito complicado e está descartado aqui na empresa. Depois do Ronaldinho vimos que isso não é possível no Brasil. Nós fazemos um acordo com o clube, mas depois esse acordo não pode ser cumprido porque facções de diretoria questionam o negócio e o impedem de ser concretizado. Todo clube brasileiro tem facções, e eu não posso ficar a mercê delas. Não posso pagar salário de jogador na boa fé e depois ficar no prejuízo”, disse o empresário.

Procurado para responder sobre a possível cobrança dos seis primeiros meses de salário de R10 por parte da Traffic, o vice-presidente jurídico do Fla, Rafael De Piro, não foi encontrado. O clube divulgou uma nota sobre o rompimento com Ronaldinho.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/traffic-cobra-r-6-milhoes-do-flamengo-por-salarios-pagos-a-ronaldinho

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Especialista em marketing diz que clube e Ronaldinho falharam e alerta para degradação da marca Flamengo


por Lucas Borges, da redação do ESPN.com.br

Do ponto de vista do marketing, a parceria entre Flamengo e Ronaldinho Gaúcho desde o início deu indícios de fracasso. É o que afirma o especialista em marketing esportivo José Carlos Brunoro, diretor executivo do Audax e dirigente do Palmeiras na década de 1990, durante a 'Era Parmalat.'

Disposto a pagar o milionário salário da estrela do futebol mundial promovendo a imagem do jogador e do clube, o Flamengo e a Traffic, empresa parceira no pagamento de R$ 1 milhão mensais até o ano passado, não conseguiram sequer um patrocinador para a parte central da camisa durante os 17 meses em que Ronaldinho esteve na Gávea. Para Brunoro, o Flamengo nunca teve um projeto para o camisa 10.

"Valeu a pena pela divulgação do nome do clube. Mas houve um erro de planejamento em relação à contratação. A coisa foi improvisada. Não fizeram um projeto primeiro: entraram em um leilão financeiro com Grêmio e Palmeiras para contratá-lo - no início de 2011 -, e não deu tempo de pensar se havia um projeto para contratar um jogador desse", analisa. 

Segundo o especialista, a personalidade de Ronaldinho não facilitou a tarefa. Diferentemente de jogadores que se expõe mais publicamente, como Ronaldo ou Neymar, o gaúcho depende do seu desempenho dentro de campo para se promover. E o desempenho não foi o esperado. Ele disputou 70 partidas pelo time rubro-negro, fez 28 gols, deu 19 assistências e conseguiu um título, o de campeão carioca de 2011.

Ronaldinho e Flamengo encerram a relação de pouco mais de um ano desgastados. Mas quem tem mais a perder, na opinião de Brunoro, é o time carioca. O meio campista não deve sofrer com falta de propostas de emprego nos próximos dias, enquanto o Flamengo corre o risco de jogar no lixo a valiosa imagem de um clube que é o mais popular do Brasil. 

"O Brasil é muito estranho. Eu acho que muitos clubes vão querer o Ronaldinho. Se em um clube como o Flamengo não rolou nenhum projeto de marketing...Mas os clubes brasileiros pensam: 'Vamos contratar que aqui ele vai jogar'. Já o Flamengo precisa se rever. A marca Flamengo está ficando problemática. São jogadores-problema, ações-problema. O Flamengo tem que fazer um reestudo. É uma potência maravilhosa."

Fonte: http://espn.estadao.com.br/futebolnacional/noticia/260108_ESPECIALISTA+EM+MARKETING+DIZ+QUE+CLUBE+E+RONALDINHO+FALHARAM+E+ALERTA+PARA+DEGRADACAO+DA+MARCA+FLAMENGO

terça-feira, 1 de maio de 2012

Flamengo tem aumento de 13% em dívida, e clube já deve mais de R$ 434 milhões

Por Pedro Ivo Almeida

Os R$ 4,8 milhões que o Flamengo precisa pagar a Ronaldinho Gaúcho para acertar as contas com o jogador passam despercebidos nas imensas contas a pagar acumuladas pelo clube. No balanço patrimonial divulgado na última segunda-feira, o rubro-negro acumula mais de R$ 434 milhões em dívidas, o que representa um aumento de aproximadamente 13,7% em relação ao último ano.


No balanço apresentado em 2011, o clube devia pouco mais de R$ 382 milhões. Incomodado com o aumento alarmante dos números, Leonardo Ribeiro, presidente do Conselho Fiscal do clube, não tem dúvidas na hora de apontar os principais culpados pelo crescimento da dívida.
"Está cada vez mais claro que a diretoria administrativa precisa olhar com mais carinho para o marketing do clube. É mais um ano que passa, e mais um período que não conseguimos aumentar as receitas. Temos produtos excelentes dentro do Flamengo e ninguém potencializa isso. Não transformam em lucro. Tem coisa errada nesse trabalho de captação", afirmou o dirigente, aumentando a lista de culpados pelo crescente passivo rubro-negro.
"Além disso, não estamos conseguindo ter um retorno imediato com a venda de atletas formados nas categorias de base do clube. Precisamos rever muitas coisas. É claro que a dívida não some de um dia para o outro, mas temos que trabalhar para diminuí-las", analisou o presidente do Conselho Fiscal.
Entre números que parecem não ter fim, o clube também apresentou dados para comemorar. Com uma auditoria independente fiscalizando as contas do documento, o Flamengo apresentou um valor próximo a R$ 1 bilhão na reavaliação de bens patrimoniais, como a sede da Gávea, o prédio no Morro da Viúva, que será reformado em parceria com Eike Batista, e o Centro de Treinamento Ninho do Urubu. 

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Valor de mercado de Ronaldinho Gaúcho caiu 36% em 4 meses

"Aos 32 anos, o jogador não consegue mostrar no Flamengo o futebol que se esperava dele e acumula no clube carioca uma fase de pouco brilho" diz nota da Pluri
Rio de Janeiro - O valor de mercado de Ronaldinho Gaúcho caiu 36% em apenas quatro meses, de 7 milhões de euro em dezembro a 4,5 milhões este mês, segundo os cálculos divulgados nesta quinta-feira pela Pluri, empresa de consultoria especializada em informações do mercado futebolístico.
"Aos 32 anos, o jogador não consegue mostrar no Flamengo o futebol que se esperava dele e acumula no clube carioca uma fase de pouco brilho", segundo uma nota divulgada pela empresa de consultoria para justificar seus cálculos.

De acordo com a Pluri, a atual má fase de Ronaldinho Gaúcho "gera dúvidas a respeito de seu futuro devido a seu elevado custo e à eliminação do Flamengo da Taça Libertadores".

A empresa de consultoria tinha calculado o valor de mercado do atacante em dezembro do ano passado, quando fez um estudo sobre o valor de mercado dos clubes que disputaram a fase de grupos do torneio continental. O novo cálculo foi feito este mês após a eliminação do Fla.

A empresa de consultoria esclareceu que o valor do elenco não foi calculado exclusivamente a partir do valor das contratações ou das multas de rescisão dos contratos, mas por 15 critérios objetivos e subjetivos que levam em conta desde a idade do jogador até a capacidade de retorno em mercado que pode oferecer ao clube.

"Outro fator que pesa na redução de seu valor de mercado é a dificuldade para gerar receita de publicidade a partir da presença do jogador, o que reduziu sensivelmente o interesse de futuros parceiros de fechar novas operações desta natureza", explica a nota.

Segundo a Pluri, outro fator influenciou na queda foram seus "frequentes problemas fora de campo", já que Ronaldinho Gaúcho teve problemas com dirigentes e com o técnico Vanderlei Luxemburgo, que deixou o Flamengo no começo do ano, por faltar alguns treinamentos e por sua presença constante em festas e casas noturnas.

"Após valer 70 milhões de euros (calculados pelo Pluri quando estava em sua melhor fase no Barcelona) em 2007, Ronaldinho Gaúcho está sofrendo uma mudança de sua imagem, passando de astro com talento raro para um festeiro pouco comprometido com os clubes em que atua", declarou a empresa.

"Esta pode não ser a verdade absoluta, mas é a percepção que, neste caso, conta mais", acrescentou.

Segundo a empresa de consultoria, o melhor jogador do mundo em 2004 e 2005 também sofreu uma sensível redução de seu prestígio internacional, o que reduz a possibilidade de poder ser contratado por um algum clube da Europa.

A Pluri também considera pequenas as chances de Ronaldinho desperta o interesse de equipes de algum "mercado alternativo" que esteja buscando chamar a atenção no cenário internacional, como Oriente Médio, China ou Índia.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Fla notifica Traffic por salários de R10, e parceria caminha para o fim


Montante devido a Ronaldinho Gaúcho já chega a R$ 4,5 milhões

Por Janir Júnior e Richard Souza

A ruptura da parceria entre Flamengo e Traffic está cada vez mais próxima. Nesta segunda-feira, o clube notificou a empresa de marketing esportivo extrajudicialmente pelo atraso no pagamento da maior parte dos salários de Ronadinho Gaúcho. A Traffic deixou de depositar R$ 750 mil na conta do jogador há seis meses, e o débito está em R$ 4,5 milhões. A partir da data de notificação, a parceira do Rubro-Negro na contratação do jogador tem 48 horas para quitar o valor. A Traffic rebate, e o imbróglio continua.
O Flamengo já avisou que, mesmo sem a parceira, vai ficar com Ronaldinho e assumir o salário integral do atacante (R$ 1,25 milhão por mês, incluindo o pagamento de luvas). A gestão dos direitos de imagem do astro passaria da empresa para o Rubro-Negro. Uma possibilidade para o clube viabilizar esta decisão seria realocar o contrato do jogador ao contrato dos direitos de transmissão de TV dos jogos do time. Parte do dinheiro do acordo fechado com a Cosan, no valor de R$ 9 milhões, poderá ser utilizada para o pagamento de salários de R10, já que o clube deve anunciar o rompimento em breve.
O vice de finanças, Michel Levy, o vice jurídico, Rafael de Piro, não foram encontrados para falar sobre o assunto. O GLOBOESPORTE.COM não conseguiu contato com o irmão e empresário de Ronaldinho, Roberto Assis. Os advogados das três partes têm mantido contatos telefônicos.
A Traffic parou de depositar a parte que lhe cabe para forçar o Flamengo a assinar o contrato que oficializa a parceria na contratação do jogador. Desde a chegada do atacante ao clube, há um ano, um memorando sustenta o acordo.
A suspensão do pagamento também foi motivada pela parceria pontual do clube com a 9ine, que tem Ronaldo Fenômeno como sócio. A agência intermediou a negociação do acerto com a Procter & Gamble para patrocinador master. A Traffic não foi informada sobre as tratativas e não recebeu um centavo sequer pelo acerto feito para os quatro últimos meses de 2011 (R$ 5,6 milhões).
Quando sentaram para assinar o contrato, a Traffic quis renegociar questões técnicas ligadas a patrocínios, licenciamento de produtos e ao futuro programa de fidelidade para o torcedor e esbarrou em resistências do clube, principalmente do departamento de markenting. Daí a demora para chegar a um acordo.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2012/02/fla-notifica-traffic-por-salarios-de-r10-e-parceria-caminha-para-o-fim.html