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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Sugestão do LANCENET! para o futebol brasileiro

Material publicado pelo Lancenet! em março de 2012.


Com a saída de Ricardo Teixeira do comando da CBF, começa uma nova era e o LANCENET! propõe uma reforma

O LANCENET! apresenta nove propostas para o futuro do futebol brasileiro! Com a saída do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que estava havia 23 anos no poder, uma nova era se inicia e a participação dos clubes será primordial para que o futebol siga o exemplo europeu. Dos estatutos da CBF à formação de uma liga nacional de clubes, conheça as sugestões do LANCE! para um debate sobre o futebol nacional:

1 - UMA NOVA GESTÃO
Mudança estatutária criando o Conselho de Administração (CA), abaixo do qual se situaria a diretoria executiva, profissional, responsável pela gestão cotidiana.
O CA, formado por brasileiros de alta reputação e compaixão pelo futebol, não tem remuneração e tem a responsabilidade de contratar e demitir a diretoria, além da condução das grandes estratégias para o crescimento do futebol do Brasil.
A eleição do próximo presidente da CBF seria a última de um só nome. Nas próximas, se candidatariam chapas, já com os nomes dos conselheiros. O número de conselheiros deve ser de 6 a 8, sendo que o presidente do CA tem o voto de desempate.
Este primeiro CA teria um mandato "Constituinte", absolutamente alinhado com necessidade de revisão dos estatutos no sentido de, democraticamente, apontar caminhos para o desenvolvimento do futebol brasileiro.
Ao contrário do sistema atual, os clubes que disputarem no ano da eleição da CBF uma das quatro séries do Campeonato Brasileiro terão direito a voto e a indicação de nomes para a composição das chapas que disputarem a eleição.

2 - O USO DE RECEITAS
Parcela importante da receita bruta da CBF (no mínimo 50%) passará a ser direcionada pelo seu estatuto, sem passar pelos cofres da entidade, para um FUNDO DE FOMENTO AO FUTEBOL que financie os clubes e as competições entre clubes promovidas pela CBF. O FFF teria uma forma de gestão compartilhada entre a confederação e os clubes, a ser definida em norma.
Seria tarefa deste FFF contribuir com a contrapartida que alguns clubes possam necessitar para viabilizar a construção de Centros de Treinamento, a estruturação das divisões de base e a construção ou reforma de seus estádios de modo a atender às novas exigencias legais e às demandas de conforto e segurança.
Parte dos recursos do fundo seria empregada, ainda, no pagamento integral de despesas de passagens, hospedagem e arbitragem das Terceira e Quarta Divisões do Campeonato Brasileiro, o que vai significar economia para os clubes e aumentar a competitividade dessas divisões de acesso.
A CBF estaria limitada em seus gastos de administração e operação a, no máximo, parcela de receitas que entrasse nos seus cofres, sendo vetado aos seus executivos a realização de deficit orçamentário. A entidade deve apresentar e fazer publicar, trimestralmente, o seu balanço econômico/financeiro, como o fazem as maiores empresas - inclusive no site da entidade.

3 - O PAPEL SOCIAL
Às atividades profissionais da CBF, prioritárias, deve ser agregada uma forte atuação social, usando o futebol como ferramenta de inclusão, especialmente voltada para crianças e adolescentes e de acordo com políticas nacionais de incentivo à prática esportiva. Deve também viabilizar a presença nos estádios, formando os torcedores do futuro. Será obrigação da entidade a publicação regular do balanço social, como é norma das empresas mais modernas do país.

4 - A MUDANÇA DO CALENDÁRIO
Mudança no calendário para adaptá-lo ao dos grandes eventos de clubes e seleções e ao modelo praticado na maior parte do mundo é tarefa urgente.
O aproveitamento ideal do calendário atual está comprometido por não termos as férias no meio do ano, pela realização das competições continentais (Libertadores e Pan-Americana), simultaneamente, no mesmo semestre e pela ausência de clubes importantes da Primeira Divisão na Copa do Brasil.
Além disso, o fato de que a Copa do Mundo, a Copa América e os Jogos Olímpicos serem disputados no meio do ano impõe que se paralise as competições mais importantes do país, perdendo os clubes importante período de atividade e compromentendo sua saúde econômica.
Esse novo calendário deve ter um período de pré-temporada, aliado com os países europeus, permitindo aos times brasileiros excursionarem e, com isso, propagarem suas marcas globalmente, valorizando-as, como fazem os maiores clubes do mundo. Medida que terá efeito imediato no aumento de patrocínios e estimulará o consumo de produtos brasileiros em todo o mundo.
Os estaduais e/ou regionais serão realizados no início de temporada e não poderão exceder a dez datas, livrando assim os clubes de Primeira e Segunda divisão de disputarem um excessivo número de jogos com prejuízos econômicos, fruto do desinteresse crescente dos torcedores.

5 - A FORMAÇÃO DE LIGAS
A CBF deve ter o compromisso de fomentar a criação e de atuar em harmonia com uma Liga Nacional de clubes, nos moldes dos países europeus. É a única maneira de termos no futuro os nossos clubes entre os maiores do mundo. Para tanto, o calendário e o sistema de disputa são peças essenciais, mas não suficientes para globalizar os times do Brasil.
Com a Liga, poderemos ampliar a nossa fatia nas fortunas do futebol mundial, fortalecendo as marcas dos clubes e arrecadando receitas de televisionamento e merchandising por todo o planeta. Os nossos campeonatos não são exibidos no exterior da forma como deveriam ser por que nunca foram pensados de fato para tal objetivo.
O futebol de clubes gera muito mais recursos que o de Seleções, que tem na Copa do Mundo sua maior atração, de quatro em quatro anos. A Champions League, só de TV, fatura quase o dobro que a Copa do Mundo, medindo-se períodos de quatro anos.
Somente teremos condições de manter aqui uma parcela significativa dos nossos craques se passarmos a rivalizar em importância com as competições mais bem-sucedidas do mundo e com os clubes mais fortes. Este talvez deva ser o maior gol que a CBF pode marcar num cenário de cinco anos.

6 - SEGURANÇAS NOS ESTÁDIOS
A falta de proteção e conforto é o maior entrave para o aumento de público nos estádios. A CBF deve ser a maior articuladora e cobradora da implementação das novas políticas de segurança para o torcedor, seja cobrando do Judiciário o bom funcionamento dos tribunais de rito sumário para os estádios, seja articulando nacionalmente, com reduções de custos, itens como seguro de acidentes, assistência médica nos eventos, entre outras medidas. O resultado disso será a maior presença de famílias e um verdadeiro espetáculo de entretenimento, como deve ser o futebol.

7 - NOVA ARBITRAGEM
A CBF deve trabalhar para criar a profissão de árbitro no país. Todos os que gravitam no futebol são profissionais, hoje em dia, menos os árbitros. Devem-se ampliar os investimentos na capacitação desses profissionais. Há de se garantir, ainda, a plena independência da comissão de arbitragem da entidade, submetendo o seu dirigente à aprovação do Conselho de Administração e criando mecanismos, que impeçam formas de pressão e garantam a lisura do processo.

8 - A JUSTIÇA DESPORTIVA
A Justiça Desportiva deve ser um braço do Judiciário Federal, remunerada em orçamento, e autonôma em relação às Federações e Confederações.

9 - COMBATE À PIRATARIA
A CBF deve ter o compromisso prioritário de combater a pirataria dos produtos oficiais dos clubes, por meio de gestão política para se estabelecer convênios com a Secretaria da Receita Federal e com o Confaz visando a um aumento da arrecadação dos Estados e da União. Poderia se estabelecer um percentual de contribuição dos clubes/fabricantes para programas sociais, assim gerando um incentivo a mais para a compra de produtos oficiais.

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/minuto/novo-futebol_0_667133532.html#ixzz20YpnaeJj 

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Rubro-negra que postou foto de cadeira quebrada pode ser acionada pelo Botafogo


Imagem foi posta na internet pela torcedora Marcelle Bonadio, que dizia ter quebrado uma cadeira do Engenhão no Fla-Flu

Uma foto postada na internet por uma torcedora do Flamengo causou grande polêmica no Botafogo. A maquiadora rubro-negra Marcelle Bonadio, de 19 anos, colocou na rede social Facebook uma imagem após o jogo, em que segurava uma cadeira quebrada, no Engenhão, após o clássico Fla-Flu deste domingo. Na legenda, também escrita por Marcelle, lia-se, em caixa alta: "Quebrei mesmo! (risos)".
Apesar do tom jocoso da imagem, o Botafogo já estuda acionar Marcelle judicialmente. A diretoria jurídica do Alvinegro, Joana Prado, deve se reunir nesta segunda-feira com agentes do Juizado Especial Criminal (Jecrim) para tomar as devidas providências. A imagem, colocada no Facebook da rubro-negra na noite de domingo, já foi excluída do perfil.
A imagem logo ganhou grande projeção na internet e Marcelle foi alvo de muitas críticas por parte de torcedores botafoguenses e até de alguns elogios de outros internautas. Em outra rede social, desta vez o Twitter, a torcedora defendeu-se, dizendo que não poderia ser capaz de arrancar uma cadeira sozinha e afirmando que tudo não passou de uma brincadeira:
- Eita, ferro! Quanta polêmica por causa de uma foto! O interessante é que as pessoas não usam a lógica, onde eu teria força necessária para quebrar uma cadeira? Alô, brincar não é errado.

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/minuto/Rubro-negra-cadeira-quebrada-acionada-Bota_0_733726693.html#ixzz20A843eMC 

terça-feira, 3 de julho de 2012

No Brasil, gastos com salários sobem menos


Além das remunerações, despesas com direitos de imagem também tiveram peso reduzido no orçamento

Por Marcelo Damato



No ano em que os gastos dos clubes mais cresceram, por conta do dinheiro novo da TV, os gastos com salários e direitos de imagem desaceleraram. Os clubes do Brasil gastaram em 2011 cerca de 55% com esses itens, abaixo do limite defendido pela Associação Europeia de Clubes, que é de 60%. Em 2010, o índice foi de 58%.
Mas, dos 14 maiores clubes do país, oito ultrapassam esse limite. Os paulistas Palmeiras, Santos e São Paulo, os cariocas Flamengo, Fluminense e Vasco, mais Atlético-MG e Internacional ultrapassam essa barreira e chegam a 68,3%, no caso do Fluminense. E não se pode esquecer que o grosso do que os principais jogadores do Tricolor, como Fred e Deco, recebem é pago pela Unimed, a patrocinadora-mecenas do clube.
O Corinthians, ao contrário, só comprometeu 37,1% dos seus gastos com essa rubrica, e até enxugou a folha em 8% em relação ao ano passado – em grande parte devido à aposentadoria de Ronaldo e à ida do lateral Roberto Carlos para a Rússia.
O São Paulo, mesmo com vários jogadores da base no elenco, foi disparado quem mais gastou com salários e direitos de imagem no ano passado. Passou de R$ 95 milhões.
Em relação a 2010, os clubes aumentaram os gastos em 19% e os gastos com pessoal em 13%.

Falta de detalhes
A pedido do LANCE!, a Mazars auditores destrinchou os gastos dos grandes clubes brasileiros em 2011. Destrinchou onde foi possível. O Coritiba, por exemplo, não publica nenhum detalhamento de seus gastos, apenas o total (veja quadro).
Só Grêmio, Corinthians e Botafogo detalharam gastos nas cinco colunas adotadas pela Mazars – que poderiam ser muitas mais, se a transparência dos balanços fosse maior. Mas essa é outra questão.
Carlos Aragaki, sócio da Mazars auditores: 'Desafio é título com gastos controlados'
Tradicionalmente as despesas com salários são as mais relevantes para os custos do futebol. Alguns clubes, todavia não destacam as despesas com imagem como, por exemplo: Corinthians, Cruzeiro e Atlético-MG. É provável que as despesas com a imagem estejam registradas como serviços de terceiros (conta usada por muitos clubes). Assim, pode-se dizer que São Paulo, Corinthians, Inter e Santos foram os que gastaram mais com salários e imagem em 2011.
Os clubes têm grande dificuldade para conciliar gestão financeira e resultado do futebol. Por um lado, o Corinthians com o maior custo dos clubes se sagrou campeão brasileiro em 2011 e o Vasco, 10 em custos totais, foi campeão da Copa do Brasil e vice Brasileiro. Por outro, o Atlético-PR, com custos baixos e finanças controladas foi rebaixado para a série B.
Um entrave para o entendimento dessa questão pelos leitores é a falta de harmonização dos registros pelos clubes.

‘Imagem’ ainda afeta balanço
Segundo o auditor Carlos Aragaki uma ação judicial em curso poderá ter impacto significativo no balanço dos clubes. O meia Ronaldinho Gaúcho pede R$ 40 milhões ao Flamengo. Na ação cita como valores de natureza salarial o seu contrato de direito de imagem, que correspondia a 62% do seu salário. Apesar de a nova versão da Lei do Esporte (Lei do Clube Formador) ter estabelecido que esse contrato não tem natureza salarial, a jurisprudência ainda é dúbia na questão.
Se prevalecer a ação movida pelo meia do Atlético-MG, os clubes, em tese poderiam ter que mudar seus balanços e colocar os pagamentos na rubrica de natureza salarial e ter que fazer provisões para os encargos trabalhistas não pagos sobre os direitos de imagem.


Fonte: http://www.lancenet.com.br/minuto/clubes-brasileiros-gastos-salarios-sobem_0_729527221.html#ixzz1zYzwcWm0

segunda-feira, 19 de março de 2012

São Paulo otimista em fechar patrocínio master com a Lenovo

Depois de estampar a marca no clássico de domingo, clube agora acredita que pode fechar acordo para exposição fixa

Por: Gabriel Saraceni

Depois de fechar com a Lenovo, empresa fabricante de computadores, para o jogo contra o Santos, a expectativa da diretoria de marketing do São Paulo é estender o vínculo. Novas tratativas vão acontecer nos próximos dias e, segundo apurou a reportagem do LANCENET!, existe otimismo entre os membros da cúpula.

Diretores da empresa estiveram no Morumbi no domingo. Assim como Roberto Justus, empresário que ajudou nas negociações. Ele foi até o vestiário e recebeu uma camisa de Luis Fabiano. Na saída, elogiou o desempenho da equipe e principalmente o jogo de Lucas.

Justus, que afirmou ao LANCENET! que domingo seria uma degustação, é visto como peça fundamental para que haja um final feliz nas conversas. Os valores são mantidos em sigilo, mas o Tricolor trabalha com a possibilidade de receber cerca de R$ 30 milhões. Detalhes internos, como exposição da marca e tempo de contrato – inicialmente até dezembro – estão sendo alinhados.

O Sampa iniciou a temporada sem patrocínio master, apenas com a Wizard, escola de idiomas, nas mangas. Nos clássicos aproveitou para engordar o caixa e fechou com parceiros pontuais. Agora a expectativa é acertar um contrato longo.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Homem mostra 'novo' patrocinador do Timão


Flagra da camisa com logo da Hyundai teria ocorrido sábado. Grupo Caoa já pediu avaliação à agência de publicidade. Fla e São Paulo juntos?

Por Rodrigo Vessoni

Circula neste momento nas redes sociais uma foto que causa alvoroço na torcida do Corinthians. Um homem, de descendência asiática, segura a camisa 2 com o logotipo da montadora Hyundai no espaço nobre, que até início de abril é de propriedade do Grupo Hypermarcas - neste momento, a marca Jontex é a escolhida pela empresa para ser divulgada.
A foto teria sido tirada supostamente durante a partida do último sábado, contra o Botafogo-SP. Pela imagem, dá para perceber que o misterioso homem está no setor VIP do Pacaembu, o mais nobre do estádio. A partir da foto, o LANCENET! buscou informações e apurou que as conversas do clube com a empresa coreana acontecem há algum tempo e que negociação, inclusive, já avançou desse estágio.
O Grupo Caoa, importador exclusivo da marca Hyundai no Brasil desde 1999, pediu recentemente que uma agência de publicidade fizesse um estudo sobre os valores que poderiam ser arrecadados com a parceria e, claro, se o valor pedido pelo Corinthians é compatível ao retorno que teria. Luis Paulo Rosenberg, ex-diretor de marketing e atual vice-presidente do clube, fala em cerca de R$ 50 milhões.
De acordo com uma pessoa da diretoria, essa última conversa entre clube e os coreanos, na verdade, não foi nem a primeira. Há cerca de seis meses, os dois lados negociaram a possibilidade de placas de publicidade no CT Joaquim Grava, com exposição durante os treinamentos da equipe.
A pesquisa de mercado solicitada pelo Grupo Caoa, aliás, foi além. Foi pedido à agência de publicidade que levantasse os números de Flamengo e São Paulo. Nesse caso, os coreanos tentariam divulgar a marca nas camisas dos três clubes mais populares do país, de uma única vez. A possibilidade da Hyundai aparecer com força no futebol acontece pouco tempo depois do acordo da Kia Motors com o Palmeiras.
Atualmente cerca de 90 das 201 concessionárias da Hyundai no país pertencem ao grupo. Em Abril de 2007 foi inaugurada a primeira montadora Hyundai do Brasil, na cidade de Anápolis (GO). Somente no último ano, a Caoa angariou 42 novas lojas e já iniciou 2012 com a tomada de mais um ponto de venda. o grupo CAOA se prepara para iniciar a produção de mais um modelo premium da marca em 2012, o recém lançado ix35.
A reportagem tentou entrar em contato com os responsáveis pelo marketing do clube, mas não obteve sucesso.
Em tempo: o homem flagrado no Pacaembu é bastante parecido com Seong-Bae Kim, presidente da Hyundai no Brasil. Não é possível, porém, confirmar se era mesmo o executivo da empresa no Pacaembu.


Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/corinthians/Corinthians-marketing-Hyundai_0_653334775.html#ixzz1nWw5Uqkx 
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