Páginas

Mostrando postagens com marcador Demanda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Demanda. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Governo do Amazonas discute demanda do setor de energia


Encontro desta segunda-feira aborda o andamento das obras de transmissão e distribuição

O governo do Amazonas discute na tarde desta segunda-feira (8) o atendimento das demandas do setor de energia durante a Copa do Mundo. O encontro terá a participação do secretário de Energia Elétrica do Ministério das Minas e Energia (MME), Ildo Wilson Grüdtner, e de representantes das Transmissoras de Energia Elétrica da Região Norte.

De acordo com o coordenador da Unidade Gestora do Projeto Copa (UGP-Copa), Miguel Capobiango Neto, a reunião tem o objetivo de avaliar o andamento das obras de transmissão e distribuição para garantir o suprimento durante a Copa em Manaus. 

Um dos temas é a chegada do Linhão de Tucuruí, prevista para o ano que vem. Nesta mesa, ocorrerá um debate entre representantes das Linhas de Macapá Transmissora de Energia S.A, Linhas de Xingú Transmissora de Energia S.A., Manaus Transmissora de Energia S.A. e Eletrobrás Eletronorte.

Manaus será palco de quatro jogos da Copa do Mundo. A Arena da Amazônia segue com 45% de obras executadas. O término da obra está previsto para dezembro de 2013.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10852/GOVERNO+DO+AMAZONAS+DISCUTE+DEMANDA+DO+SETOR+DE+ENERGIA.html

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Abundante para ingleses, ingressos viram raridade para brasileiros


Por Erich Beting

“Você tem algum ingresso sobrando”? A pergunta é recorrente entre os turistas brasileiros que estão em Londres para tentar acompanhar os Jogos Olímpicos dentro das arenas. A realidade dos torcedores do país que abrigará a próxima edição das Olimpíadas é totalmente diferente daquela vivida pelos torcedores do atual país-sede dos Jogos.

Enquanto os ingleses fazem campanha de mídia para incentivar a população a comprar os ingressos sobrando e ainda precisam responder às perguntas dos jornalistas para explicar por que muitas arenas estão com lugares vagos, a Tamoyo y Turismo, empresa responsável pela venda de ingressos para eventos com atletas brasileiros em Londres, montou uma força-tarefa para atender os turistas sem entradas.

A empresa de turismo, que é a única responsável pela comercialização de entradas para brasileiros, teve de contratar dez funcionários em Londres para atender à demanda extra pela procura de bilhetes. Além disso, deverá conseguir atingir a venda recorde de 50 mil entradas para torcedores do país.

O primeiro andar do hotel Kingsway Hall, em que estão os principais executivos da Tamoyo, foi transformado numa espécie de bilheteria para brasileiros. Na última segunda-feira, cada pessoa levava cerca de duas horas para conseguir ser atendida para a compra de entradas para eventos com a participação do país em Londres.

Esse seria o cenário dos sonhos para qualquer empresa, mas para a Tamoyo, a operação extra que foi preciso montar para atender aos brasileiros tem dois lados diferentes da moeda.

“Eu estou tendo de deslocar gente para cuidar disso quando poderia estar apenas cuidando dos meus clientes que compraram o pacote de viagem. Inicialmente era para termos três pessoas para cuidar da venda extra, atualmente são pelo menos dez funcionários deslocados para isso”, afirmou Antonio Carlos Valente, sócio da Tamoyo, que vendeu pacotes individuais para Londres, além de serviços de hospitalidade corporativa.

Para o executivo, a conjunção de alguns fatores causou essa procura desenfreada de ingressos pelos brasileiros apenas em Londres.

“Tem a ver com o interesse crescente por conta de Rio-2016, mas também o brasileiro gosta de deixar tudo para a última hora. Até mesmo aqui ele não compra os bilhetes até o fim dos Jogos, apenas para os próximos dois ou três dias”, disse Valente em entrevista exclusiva à Máquina do Esporte.

Os Jogos de Londres marcam um recorde na história da Tamoyo, que desde 2000 é a agência credenciada para fazer a comercialização de pacotes de viagem e também de ingressos para os Jogos Olímpicos. Pela primeira vez a empresa comercializou cerca de 40 mil bilhetes.

“A maior diferença, agora, é que não estamos tendo prejuízo com esses ingressos. Nas outras Olimpíadas, a procura pelos bilhetes que sobravam era muito menor”, afirmou Valente.

Em 2016, a venda de ingressos para os torcedores será feita diretamente pelo Comitê Organizador dos Jogos. Isso não significa, porém, que a Tamoyo não fará parte do evento. A empresa venceu a concorrência para ser uma das operadoras dos serviços de hospitalidade do Rio-2016.

* O repórter viaja a convite da Adidas

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/olimpiadas/26/26197/Abundante-para-ingleses-ingressos-viram-raridade-para-brasileiros/index.php

Imagina no Rio: Infraestrutura de hotéis em 2016 deve atender demanda; desafio é capacitar mão de obra

Durante cinco meses, técnicos do IBGE fizeram levantamentos sobre as condições de hospedagem do Brasil. O Rio de Janeiro - palco da Olimpíada em 2016 - tem a segunda maior rede hoteleira do país: são pouco mais de 45 mil leitos ? o COI (Comitê Olímpico Internacional) exige no mínimo 48 mil. O governo municipal garante que tudo dará certo e que não faltará hospedagem: de albergues a hotéis de alto luxo, passando por motéis. A preocupação maior, então, é capacitar a mão de obra que atenderá o público durante os Jogos e depois deles.




Fonte: ESPN

terça-feira, 31 de julho de 2012

Bota conta com máquinas para melhorar Engenhão


Aparelhos de iluminação artificial já estão no estádio e devem começar a ser usados no gramado a partir da próxima semana

Por Eduardo Mendes, Guilherme Abrahão e Vinícius Perazzini

Polêmicas sobre as condições do gramado do Engenhão - como o pedido de interdição junto à CBF, feito nesta segunda-feira - não são recentes e o Botafogo espera dar fim a isso com máquinas de iluminação artificial para ajudar no tratamento. A aparelhagem, que está no Engenhão desde 28 de junho, será toda montada até sábado e entrará em atividade na próxima semana.
Este equipamento vai emitir luzes semelhantes à energia solar. Ele é usado em alguns dos principais estádios da Europa e custou cerca de 1 milhão de euros, R$ 2,2 milhões, quando comprado na Holanda durante fevereiro deste ano.
Este ano, há uma previsão de 102 jogos no Engenhão. Até aqui, nesta temporada, já foram realizados 57 jogos oficiais no estádio. No dia 17 de julho, o Botafogo enviou um ofício para a CBF solicitando a diminuição de partidas na arena.
– Quando um atleta se machucar, ainda vão colocar a culpa no Botafogo – desabafou Artur Melo, responsável por cuidar do gramado do estádio

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/minuto/Bota-conta-maquinas-melhorar-Engenhao_0_746325586.html#ixzz22D3XFHoj 

Número de turistas decepciona nos Jogos de Londres


Cidade esperava receber mais 300 mil pessoas

Por Cláudio Nogueira

LONDRES — Comerciantes, gerentes de hotel e produtores teatrais de Londres estão surpresos. O centro da capital britânica não está lotado de turistas, como todos esperavam que fosse acontecer com a chegada dos Jogos Olímpicos. A constatação é do jornal inglês Financial Times, que chega a chamar a região de “cidade fantasma”. O megaevento teria atraído a Londres cem mil turistas, e não os 300 mil que se esperava inicialmente.

— Estamos sofrendo uma sangria — lamenta Nica Burns, diretora-executiva da rede de teatros Nimax Theatres — Para meus seis teatros, a última semana foi a pior do ano. Acho que as Olimpíadas são ótimas, mas eu me sinto como se fosse o alvo numa prova de tiro com arco.

Burns disse ao jornal londrino que a venda de ingressos para os teatros do grupo, localizados em West End, devem sofrer uma queda de 30% nesse verão europeu. As ruas estão mais vazias do que costumam estar neste período. Assim sendo, a visitação a museus também está reduzida, segundo a ALVA, associação que reúne as atrações mais visitadas da cidade.

A entidade calcula que nas duas últimas semanas tenha havido uma queda da ordem de 30% a 35%. Bernard Donoghue informou que os membros da ALVA, que inclui os importantes British Museum e Torres de Londres, vem tentando seduzir frequentadores e alerta para o fato de que as filas estão menores e oferecendo períodos mais longos de visitação.

Apesar da presença de tantos visitantes, os hotéis também vêm se queixando de que não há tantas reservas quanto se esperava. A solução adotada tem sido baixar os preços em cerca de 25% para as reservas feitas em junho. Os serviços de city tour (passeios pela cidade em ônibus de turismo) também sofrem com os Jogos, segundo Nick Palan, que acusa os hotéis de terem subido demais os preços no começo do ano.
— O mercado neste verão está totalmente destruído para nós. Os hotéis elevaram fortemente os preços no começo do ano, e estamos com uma redução de público de mais de 20%.

No que diz respeito ao transporte, antes dos Jogos o próprio prefeito londrino, Boris Johnson, havia tomado parte numa campanha de alerta sobre a possibilidade de lotação dos transportes durante o período, com mensagens gravadas veiculadas em estações do Metrô e de trens urbanos.

De acordo com a Transporte para Londres (TfL, na sigla em inglês), na última segunda-feira, o movimento nos transportes esteve 4% acima do normal. Donoghue, dirigente da ALVA, informou que a associação pediu à TfL para alterar esse tipo de pedido.
— Se alguém evitar as horas e as estações de pico, Londres é surpreendemtne acessível e aberta a negócios — assegurou Donoghue.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/olimpiadas2012/numero-de-turistas-decepciona-nos-jogos-de-londres-5640099#ixzz22D0Bje00 

Hotéis de Londres não ficam cheios apesar dos Jogos Olímpicos


Estabelecimentos agora oferecem quartos pela metade do preço

Os hotéis de Londres não conseguiram preencher totalmente suas reservas por ocasião dos Jogos Olímpicos, que estão sendo realizados agora na capital, mas continuam tendo quartos disponíveis, segundo disseram nesta terça-feira (31) fontes do setor.

Contra as previsões realizadas antes do começo dos Jogos, no dia 27 de julho, os hotéis da capital não conseguiram completar seus quartos e oferecem agora alguns deles pela metade do preço para atrair a clientela.

A agência hoteleira Jac Travel e o portal britânico de internet especializado em viagens Travelzoo reconheceram, em entrevista a uma agência de notícias britânica, que os hoteleiros "superestimaram" a demanda por ocasião dos Jogos

Segundo a diretora da Jac Travel, Angela Skelly, "comparado com o mesmo período do ano passado, as reservas de Londres são substancialmente menores, enquanto as reservas para todas as outras cidades europeias aumentaram significativamente, como no caso de Londres para o mês de setembro".

Esta agência assinalou que na semana passada as tarifas por quarto caíram para níveis considerados normais após ter inflado seus preços até 300% há dois meses.

Alguns hotéis de Londres de quatro estrelas que tinham oferecido quartos com tarifas entre 300 e 400 libras tinham baixado os preços para entre 109 e 150 libras. Outros alojamentos de duas estrelas reduziram seus preços de 200 para 50 libras.

O diretor-gerente da Travelzoo UK, Joel Brandon-Bravo, admitiu que, como já aconteceu durante o casamento entre o príncipe William e Kate Middleton em 29 de abril de 2011, "muitos hoteleiros superestimaram a demanda e agora têm quartos vazios".

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10437/HOTEIS+DE+LONDRES+NAO+FICAM+CHEIOS+APESAR+DOS+JOGOS+OLIMPICOS.html

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Cinco sedes da Copa podem ter superoferta na rede hoteleira em 2015


Cinco sedes da Copa podem ter superoferta na rede hoteleira em 2015

Ao menos cinco cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 estão construindo tantos empreendimentos no setor de hotelaria que a projeção de ocupação dos leitos em 2015, um ano após o megaevento, indica superoferta, isto é, muito hotel para pouca demanda.

A conclusão é do estudo Placar da Hotelaria 2015, elaborado pelo FOHB (Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil) e pela consultoria Hotel Invest, e divulgado nesta segunda-feira (18).

O estudo, que tem como objetivo monitorar a evolução dos mercados hoteleiros e evitar o crescimento excessivo de oferta nestes polos, constatou que Belo Horizonte e Cuiabá têm as piores situações. Nestas duas cidades, os hotéis podem apresentar taxa de ocupação inferiores a 50% em 2015.

Em outras sedes do Mundial, como Manaus, Salvador e a capital Brasília, esta marca não deverá chegar a 60%, o que ainda assim indica risco alto de superoferta.

Por outro lado, as duas maiores cidades do país, São Paulo e Rio de Janeiro, não têm com o que se preocupar: a taxa de ocupação dos leitos será superior à 70%, segundo o estudo. Em Curitiba, Fortaleza, Recife e Porto Alegre os "hotéis elefantes brancos" também não serão temores. 

Ao "Valor Econômico", a diretora-executiva do FOHB, Ana Maria Biselli Aidar, viu o levantamento com bons olhos. "O cenário, de uma forma geral, é mais positivo do que negativo. Os mercados estão com boa recuperação de demanda, mas eles estão atrelados à atividade econômica. Se o crescimento econômico se alterar nos próximos anos, vamos ter uma alteração desse cenário", diz.

A estimativa confirma projeção divulgada no Portal 2014 em agosto de 2011, quando em evento realizado com participação da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) e do Secovi-SP, já se alertava para o risco de superoferta em Belo Horizonte, Salvador e Cuiabá.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10144/CINCO+SEDES+DA+COPA+PODEM+TER+SUPEROFERTA+NA+REDE+HOTELEIRA+EM+2015.html