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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Liga dos Campeões é o campeonato mais valioso do planeta


Estudo aponta o Brasileiro como o 17º torneio mais valioso

RIO - Torneio entre clubes mais importantes do mundo, a Liga dos Campeões da Europa também é a competição mais valiosa do planeta. Um estudo divulgado nesta terça-feira pela Pluri Consultoria mostra que o torneio, que tem nesta terça e quarta-feira a sua última rodada da fase de grupos, tem clubes que, juntos, valem € 6,4 bilhões (R$ 17,7 bilhões).
O estudo relacionou os 60 campeonatos mais valiosos do mundo. O critério adotado foi o valor de mercado dos atletas. Ao todo, as ligas listadas tem 2627 equipes participantes, pois há clubes que jogam mais de um campeonato. No total, os elencos valem € 60,6 bilhões (R$ 166,6 bilhões).
O levantamento levou em conta apenas o valor de cada um dos elencos participantes da última edição de cada campeonato no momento do início das competições. Com isso, chegou-se a um total de 28 campeonatos nacionais, 24 copas nacionais, cinco copas continentais e três campeonatos estaduais do Brasil. São 42 torneios europeus, 14 das Américas e quatro da Ásia.
O Brasil aparece na lista com seis torneios. Principal campeonato do país, o Brasileirão da Série A é o 17º mais valioso com € 1,020 bilhão (R$ 2,905 bilhões). O torneio aparece na lista logo atrás da Copa Libertadores.
A Copa do Brasil está em 25º lugar, entre as Copas da Holanda e o Campeonato Ucraniano. O torneio vale € 674 milhões (R$ 1,854 bilhão). O Campeonato Paulista aparece em 32º, nove posições a frente do Campeonato Carioca, que aparece em 41º. O Campeonato Gaúcho é o 57º mais valioso enquanto a Série B do Brasileirão está em 59º, a frente da Copa da Suécia.
Os cinco campeonatos mais valiosos são: Liga dos Campeões da Europa, Liga Europa (€ 6,037 bilhões ou R$ 17,7 bilhões), Copa da Liga Inglesa (€ 4.118 bilhões ou R$ 11,3 bilhões), Campeonato Inglês (€ 3,295 bilhões ou R$ 9,061 bilhões) e a Copa do Rey (€ 2,911 bilhões ou R$ 8,005 bilhões).
A Inglaterra é o país que mais tem representantes na lista. Além do Campeonato Inglês e da Copa da Liga Inglesa, também aparecem entre os 60 torneios mais valiosos a Championship, a segunda divisão do país (27ª), a Copa da Inglaterra (48ª) e o Football League Trophy (56º), competição que reúne os times da terceira e da quarta divisão do país.

Veja a lista dos 60 campeonatos mais valiosos do mundo:
1- Liga dos Campeões da Europa - € 6,422 bilhões (R$ 17,661 bilhões)
2- Liga Europa - € 6,037 bilhões (R$ 16,602 bilhões)
3- Copa da Liga Inglesa - € 4,118 bilhões (R$ 11,325 bilhões)
4- Campeonato Inglês - € 3,295 bilhões (R$ 9,061 bilhões)
5- Copa do Rey - € 2,911 bilhões (R$ 8,005 bilhões)
6- Campeonato Espanhol - € 2,645 bilhões (R$ 7.274 bilhões)
7- Copa da Itália - € 2,506 bilhões (R$ 6,892 bilhões)
8- Copa da Alemanha - € 2,204 bilhões (R$ 6.061 bilhões)
9- Campeonato Italiano - € 2,118 bilhões (R$ 5,825 bilhões)
10-Campeonato Alemão - € 1,894 bilhão (R$ 5,209 bilhões)
11-Copa da Liga francesa - € 1,475 bilhão (R$ 4,056 bilhões)
12-Campeonato Francês - € 1,394 bilhão (R$ 3,834 bilhões)
13-Copa da Rússia - € 1,244 bilhão (R$ 3,421 bilhões)
14-Copa da Turquia - € 1,144 bilhão (R$ 3,146 bilhões)
15-Campeonato Russo - € 1,143 bilhão (R$ 3,143 bilhões)
16-Copa Libertadores - € 1,123 bilhão (R$ 3,088 bilhões)
17-Campeonato Brasileiro - € 1,020 bilhão (R$ 2,905 bilhões)
18-Campeonato Turco - € 908 milhões (R$ 2,497 bilhões)
19-Taça de Portugal - € 898 milhões (R$ 2,470 bilhões)
20-Taça da Liga Portuguesa - € 864 milhões (R$ 2,376 bilhões)
21-Copa Sul-Americana - € 792 milhões(R$ 2,178 bilhões)
22-Campeonato Português - € 791 milhões (R$ 2,175 bilhões)
23-Copa da Ucrânia - € 741 milhões (2,038 bilhões)
24-Copa da Holanda - € 678 milhões (R$ 1,865 bilhão)
25-Copa do Brasil - € 674 milhões (R$ 1,854 bilhão)
26-Campeonato Ucraniano - € 624 milhões (R$ 1,716 bilhão)
27-Campeonato Inglês da segunda divisão - € 621 milhões (R$ R$ 1,708 bilhão)
28-Campeonato Mexicano - € 574 milhões (R$ R$ 1,579 bilhão)
29-Campeonato Holandês - € 562 milhões (R$ 1,546 bilhão)
30-Copa da Bélgica - € 472 milhões (R$ 1,298 bilhão)
31-Campeonato Argentino - € 463 milhões (R$ 1,273 bilhão)
32-Campeonato Paulista - € 458 milhões (R$ 1,259 bilhão)
33-Copa do México - € 441 milhões (R$ 1,213 bilhão)
34-Copa da Grécia - € 434 milhões (R$ 1,194 bilhão)
35-Campeonato Belga - € 422 milhões (R$ 1,161 bilhão)
36-Copa do Imperador do Japão - € 371 milhões (R$ 1,020 bilhão)
37-Copa da Romênia - € 368 milhões (R$ 1,012 bilhão)
38-Segunda divisão da Espanha - € 344 milhões (R$ 946 milhões)
39-Liga dos Campeões da Ásia - € 341 milhões (R$ 938 milhões)
40-Campeonato Grego - € 308 milhões (R$ 847 milhões)
41-Campeonato Carioca - € 297 milhões (R$ 817 milhões)
42-Segunda divisão da Alemanha - € 282 milhões (R$ 776 milhões)
43-Copa da Polônia - € 272 milhões (R$ 748 milhões)
44-Campeonato Romeno - € 262 milhões (R$ 721 milhões)
45-Segunda divisão da Itália - € 254 milhões (R$ 699 milhões)
46-Campeonato Japonês - € 251 milhões (R$ 690 milhões)
47-Segunda divisão da França - € 249 milhões (R$ 685 milhões)
48-Copa da Inglaterra - € 243 milhões (R$ 668 milhões)
49-Campeonato Colombiano - € 241 milhões (R$ 663 milhões)
50-Copa da Escócia - € 237 milhões (R$ 652 milhões)
51-Copa da Noruega - € 232 milhões (R$ 638 milhões)
52-Copa da Liga da Escócia - € 226 milhões (R$ 622 milhões)
53-Copa da Sérvia - € 221 milhões (R$ 608 milhões)
54-Major League Soccer (EUA) - € 216 milhões (R$ 594 milhões)
55-Copa da Suíça - € 214 milhões (R$ 589 milhões)
56-Football League Trophy (ING) - € 212 milhões (R$ 583 milhões)
57-Campeonato Gaúcho - € 212 milhões (R$ 582 milhões)
58-Campeonato da Coreia do Sul - € 209 milhões (R$ 575 milhões)
59-Brasileiro Série B - € 207 milhões (R$ 569 milhões)
60-Copa da Suécia - € 203 milhões (R$ 558 milhões)


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/liga-dos-campeoes-o-campeonato-mais-valioso-do-planeta-6921288#ixzz2E7IoBzrG 

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Corinthians atinge meta e exalta valor de aporte


Por Guilherme Costa e Mauro Zafalon

Mário Gobbi estava inspirado. Em evento de apresentação da Caixa Econômica Federal como nova patrocinadora máster do Corinthians, realizado no Museu do Futebol, em São Paulo, o presidente do clube do Parque São Jorge repetiu o slogan da instituição financeira, brincou com jornalistas e até recitou trecho de música. Nada chamou mais atenção, porém, do que o tom de desabafo que ele usou para falar sobre o negócio e fazer agradecimentos. Depois de um hiato, a equipe paulista havia atingido o valor estabelecido como meta para a cota.

O Corinthians receberá R$ 31 milhões para ter a Caixa como patrocinadora máster até o fim de 2013 (R$ 1 milhão ainda neste ano e 12 parcelas mensais de R$ 2,5 milhões na próxima temporada). A empresa ocupará apenas peito e costas do uniforme alvinegro – o clube tem Fisk na barra da camisa, TIM no interior do número e Nike como fornecedora de material esportivo, e ainda tenta vender espaços nas mangas e nos ombros.

A Máquina do Esporte teve acesso a proposta que o Corinthians levou ao mercado no primeiro semestre de 2012. O clube pedia R$ 30 milhões anuais fixos pela cota máster, R$ 8 milhões pelos ombros e R$ 15 milhões pelas mangas. Todas as propriedades eram da Hypermarcas, cujo contrato com a equipe paulista acabou no fim de abril.

A Hypermarcas tomou a decisão de não seguir no Corinthians ainda em 2011. Por isso, a cúpula alvinegra já estava no mercado havia algum tempo. O vice-presidente do clube, Luis Paulo Rosenberg, chegou a dizer que o adiantamento de cotas de televisão serviria para amenizar a ausência de um patrocinador máster nesta temporada.

O Corinthians recorreu a acordos pontuais na reta final da Copa Santander Libertadores. No Brasileiro, tentou uma malfadada parceria com a empresa Apito Promocional. O fracasso nesse negócio aumentou uma pressão interna pela ausência de um patrocinador em um dos momentos mais nobres da história da equipe, que foi campeã continental e disputará em dezembro o Mundial de clubes da Fifa.

Tudo isso criou o cenário para Mário Gobbi desabafar nesta terça-feira. “Um negócio dessa proporção não é como comprar um lanche na padaria. Não se arruma do dia para a noite. Fechamos o maior patrocínio do futebol brasileiro, e isso não se compra na esquina. Tem de trabalhar”, vociferou o mandatário.

Todo o discurso de Gobbi foi permeado por declarações similares. O presidente chegou a questionar críticas ao tempo de indefinição do patrocínio máster alvinegro: “Tem algum matemático aqui? Alguém aqui consegue dizer quanto vale a camisa do Corinthians? Eu digo que é inestimável. Vejo torcedores com camisas que exibem patrocinadores de oito anos atrás, e isso não tem preço”.

O discurso foi corroborado por Rosenberg. Publicamente, o vice-presidente geral do Corinthians sempre foi um dos maiores defensores de a equipe não fechar um contrato por menos do que havia estipulado como meta.

“Se o Corinthians não defender o valor, quem vai? Não podemos deixar os valores do clube se aproximarem de outros times com menor expressão”, disse o dirigente. “Pensamos no futebol brasileiro e somos solidários, mas o Corinthians precisa estar sempre à frente do mercado”, completou.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27591/Corinthians-atinge-meta-e-exalta-valor-de-aporte/index.php

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Santos quer usar Neymar para aumentar verba arrecadada com TV


O Santos pretende utilizar a popularidade de Neymar para aumentar o valor arrecadado com o pagamento do pay-per-view do Campeonato Brasileiro. O clube santista argumenta que os jogos em que o astro atua geram muita audiência, não só de sua torcida.

A informação é da coluna Painel FC, assinada por Bernardo Itri, desta segunda-feira.

Na última reunião entre a Globo e os clubes, há menos de duas semanas, o presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro levantou essa questão e a discutiu com outros cartolas e executivos da emissora, que detém os direitos de TV do Nacional até 2018.

Luis Alvaro argumentou que muitos torcedores que não são santistas assinam o pay-per-view só para ver Neymar. Mas não geram lucro ao clube, já que a distribuição do dinheiro da modalidade de TV se baseia no clube para o qual o assinante torce.

Hoje, o pagamento às equipes é proporcional à quantidade de torcedores assinantes que cada time possui, baseado em pesquisas. Assim, Flamengo e Corinthians, clubes de maior torcida, são os que mais recebem.

Dirigentes de Corinthians e Flamengo discordam da proposta do Santos. Entendem que o modelo é inviável de ser mensurado, pois não se trata de uma resposta exata.

Corinthians e Flamengo foram beneficiados também pelo novo contrato assinado com a TV Globo pelos direitos de transmissão até 2015. Os dois clubes passaram a receber neste ano cerca de R$ 100 milhões, cada, por temporada.

Já o Santos recebe cerca de R$ 55 milhões --está atrás de São Paulo (R$ 85 milhões) e Palmeiras (R$ 82 milhões) entre os que mais arrecadam com a TV.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1161966-santos-quer-usar-neymar-para-aumentar-verba-arrecadada-com-tv.shtml

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

DIS admite ajudar São Paulo a pagar por Ganso. Grêmio na cola


Fundo acena com ajuda ao time do Morumbi para pagar os R$ 23,8 milhões para o Santos. Gaúchos se reúnem com DIS para acertar salários do meia

Por Alexandre Lozetti e Marcelo Hazan

Olímpico ou Morumbi? Ganso está sendo bastante disputado. Nesta quinta-feira, um representante do DIS viajou para Porto Alegre para acertar salários e outros detalhes do meia com o Grêmio. No entanto, isto não significa que o destino dele seja o clube de Porto Alegre, pois este acerto de valores também foi feito com o São Paulo há quase um mês. É apenas uma garantia caso a negociação entre Peixe e o clube do Sul avance. O Santos prefere vender Ganso para o Tricolor gaúcho, mas o DIS pode dar uma ajudinha para que o atleta vista a camisa do Tricolor paulista.

O DIS acena com a possibilidade de ajudar o São Paulo financeiramente no pagamento dos R$ 23,8 milhões ao Santos referentes à parte do clube da Baixada dos direitos econômicos do meia. Mas ainda não combinou com o time do Morumbi quanto poderia oferecer. Se o DIS ajudar o São Paulo a pagar os R$ 23,8 milhões, a divisão do passe do atleta sofrerá alterações, tudo de acordo com os valores combinados entre os dois. Hoje, se comprar sozinho a parte do Peixe, o São Paulo ficará com 45% dos direitos econômicos, e o DIS seguirá com 55%. Caso os dois tricolores ofereçam o valor pretendido pelo Santos, deverá pesar a vontade do jogador e de seu estafe, e o São Paulo ganha a corrida.

A ajuda financeira ao São Paulo na compra da parte do Santos seria a solução do DIS para ver Ganso no Morumbi. Agora o grupo vai se reunir com o Tricolor paulista para saber quanto o clube precisaria para fechar o negócio. Adalberto Baptista, diretor de futebol do São Paulo, é aguardado para uma reunião sobre o caso ainda nesta quinta-feira. 

O motivo de o fundo de investimentos querer que Ganso vá para o São Paulo é, principalmente, o fato de Delcir Sonda, presidente do Grupo Sonda, um dos braços do DIS, ser torcedor fanático do Internacional. Ele costuma colocar jogadores no clube até mesmo sem grandes possibilidade de retorno financeiro, caso do meia argentino D’Alessandro. Ele sempre rechaçou a possibilidade de seus atletas vestirem a camisa do Grêmio, mas já tem uma justificativa caso Ganso vá para o rival: o fato de estar chateado com as dívidas que o Internacional mantém com o fundo desde 2009.

O Santos, claro, prefere ver Ganso longe do rival da capital. E por isso está vibrando com o interesse do Grêmio. Mas outro fator que pode interferir na novela é uma pendência judicial entre Santos e DIS pelo meia Wesley, hoje no Palmeiras. Quando o Peixe negociou o atleta com o Werder Bremen, da Alemanha, em 2010, deixou de repassar dinheiro pelos 25% dos direitos que a empresa tinha. Pelos cálculos dos investidores, o montante corrigido hoje é de aproximadamente R$ 5 milhões.
Na última segunda-feira, o DIS conseguiu, na Justiça, bloquear 20% das receitas do Alvinegro, em razão da dívida, mas o clube já recorre da decisão. 
Laor confirmou que gostaria de resolver essa questão na venda de Ganso. O DIS também abriu essa possibilidade. Como o grupo prefere ver seu cliente no Morumbi, em tese, é um trunfo para o São Paulo.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/noticia/2012/09/dis-admite-chance-de-pagar-para-ver-ganso-no-sao-paulo-gremio-na-cola.html

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

QUANTO CUSTA UM MEGAEVENTO?


Se existe um produto que muito se valorizou nos últimos anos (além dos imóveis do Rio de Janeiro) ele se chama Olimpíada. Depois que a Record desbancou a supremacia da maior emissora brasileira, os profissionais da Rede Globo decidiram que não poderiam voltar a deixar que o fato se repetisse, mesmo que para isso novas estratégias fossem propostas ao Comitê Olímpico Internacional (COI).

Vale lembrar que em 2004 a Globo desembolsou aproximadamente U$ 5 milhões para ter os direitos exclusivos de transmissão no Brasil. Em 2008, quando começaram a surgir os primeiros boatos de ameaça, o valor foi aumentado para U$ 15 milhões. Pode se concluir que houve uma considerável valorização, porém nada que se compare aos U$ 60 milhões oferecidos pela Record, que lhe garantiram o direito de exclusividade nos jogos de Londres neste ano.

Para a edição brasileira a emissora da família Marinho implementou um sistema criativo que cativou os membros do COI, pois sabiam que se dependessem apenas do fator financeiro, não teriam como disputar com sua principal concorrente. Foi oferecido para a entidade internacional a flexibilização da transmissão em TV aberta, que será dividida com a própria Record e a Bandeirantes, e que juntas desembolsarão aproximadamente U$ 200 milhões. Além disso, a rede envolveu suas emissoras em TV fechada, redes de rádio e seu portal de internet para não apenas transmitir os jogos, mas também serem o principal canal de promoção do evento que acontecerá no país.

Mas engana-se quem acredita que a solução para a próxima edição dos jogos tenha trazido a paz ou aproximado as concorrentes. De acordo com informações de profissionais do ramo, mesmo antes de saber qual será a sede de 2020, as emissoras já estão negociando com o COI e especulasse que as conversas estejam girando em torno de U$ 250 milhões, com direito a exclusividade. É ou não é uma baita valorização de um produto?
* Por Rodrigo Calvoso - Diretor de Comunicação

Fonte: http://estadiosearenas.blogspot.com.br/2012/08/quanto-custa-um-megaevento.html

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Paes se recusa a 'chutar' orçamento do Rio 2016 e só terá valor em 2013


Prefeito afirma que preço definitivo deve sair no segundo semestre do ano que vem e promete que instalações estarão prontas a tempo dos Jogos

Por Adriano Albuquerque

Com a passagem da bandeira oficial das Olimpíadas para o Rio de Janeiro, aumentou a cobrança pela transparência nas contas dos Jogos cariocas. O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, pediu neste fim de semana a divulgação do orçamento do Rio 2016. Na breve coletiva de imprensa na volta à cidade, na segunda-feira, o prefeito Eduardo Paes disse que é impossível determinar neste momento o valor exato que será gasto para a preparação do evento e citou algumas obras ainda não iniciadas como empecilhos para isso. O político mantém que o preço dos Jogos só será conhecido em 2013.

Paes avisou ainda que algumas obras de infraestrutura, como os corredores do BRT (Bus Rapid Transit), não serão incluídos na conta. Ele revelou o valor do Parque Olímpico ("gira em torno de R$ 500 milhões") e da linha Transolímpica (R$ 1,6 bilhão).
- Temos um orçamento direto, olímpico, que é quando você constrói o Parque dos Atletas, ou o Parque de Deodoro, dos equipamentos para as Olimpíadas, e temos uma parte do orçamento que não é necessariamente olímpica, como o Porto Maravilha, parceria público-privado de R$ 8 bilhões, e a Transoeste. Nós não vamos ser irresponsáveis. Aquilo que está em execução e está sendo licitado, é porque já temos o valor. O que não temos o projeto definitivo, não dá para chutar o valor. Se não tenho um projeto, como vou chutar o preço? Claro que temos uma ideia e ela está no dossiê, mas é uma previsão. Depois disso, só pode vir o valor definitivo. Fica essa ânsia para que a gente chute o valor. Não vamos fazer isso. A gente só chega nessa situaçao de ter todos os preços definidos e se fazer uma soma total no segundo semestre do ano que vem - declarou o prefeito.
O dossiê da candidatura carioca à realização dos Jogos Olímpicos, feito em 2007, previa investimentos de até R$ 28,8 bilhões, incluindo R$ 23,2 bilhões por parte dos governos. As Olimpíadas de Londres 2012, comparativamente, tinham orçamento inicial de R$ 7,5 bilhões em 2005, mas o valor passou para R$ 30 bilhões neste ano, e ainda pode sofrer nova revisão.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/noticia/2012/08/paes-se-recusa-chutar-orcamento-do-rio-2016-e-so-tera-valor-em-2013.html

terça-feira, 24 de julho de 2012

A NFL poderia ser exemplo para o Brasileirão ‘Desvalorizadão’


Por Thiago Perdigão

Esta coluna abaixo foi publicada no Diário LANCE! na última quinta-feira, dia 19 de julho. Não é exatamente sobre NFL, mas passo por esse assunto. Acho que este espaço poderia levar a um debate interessante sobre o assunto.

O Brasileirão deveria ser o ‘Desvalorizadão’

Vira e mexe a discussão sobre o calendário brasileiro volta à tona. Para ser sincero, não sei se o melhor seria adequar ao europeu. Em princípio, parece ser o certo, mas ainda é preciso discutir e cortar “gorduras” como 23 datas (dadas por politicagem) para a disputa dos ultrapassados Campeonatos Estaduais.

Não dá para aceitar, por exemplo, ver a CBF “boicotar” o seu principal campeonato. Como? Convocando Neymar, sua principal estrela, para a Seleção olímpica e desfalcando o Santos por até oito rodadas. O motivo é nobre, é verdade, mas desvaloriza um produto já desvalorizado.

Afinal, a despeito das estrelas internacionais como Seedorf e Forlán estarem perto de estrearem nos gramado por aqui, o Brasileirão ainda é pouco conhecido fora do Brasil. Na chegada da Seleção em Londres ficou claro o espanto do policial no aeroporto da capital do Jogos perguntando “quem era Neymar” após ver o assédio sobre o atacante santista.

E Oscar? Talvez a grande revelação dos últimos anos, deve ficar por Londres depois da Olimpíada, no meio do Brasileirão, e sem se despedir do torcedor do Internacional.

Há dinheiro para investir. Mas haveria mais se as marcas brasileiras se divulgassem mais pelo exterior.

Olhe para a Europa: os principais times fazem cada vez mais excursões para os EUA ou Ásia, certos de que lá estão os “novos mercados”. Os brasileiros não conseguiram se firmar nem na Europa, que em crise, ainda consome futebol.

E bons exemplos existem em vários lugares. Veja a lista da revista “Forbes” dos 50 clubes mais valiosos do mundo (aqui a notícia completa e meus comentários): todas as 32 franquias da NFL estão na lista. Isso em um esporte disputado profissionalmente apenas em um país. Por que não copiar algumas estratégias?

No futebol, Londres, por exemplo, é uma das “capitais” do futebol, com muitos times, inclusive o Chelsea, o campeão europeu e possível adversário do Corinthians no Mundial de Clubes.

Mas, o policial londrino nunca tinha ouvido falar em Neymar…

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Agora meus comentários: a NFL, é claro, não é uma liga perfeita. Tem vários problemas e eu voltarei a este assunto mais tarde, ainda nesta semana. Um deles, é a quantidade de jogadores presos durante o período sem jogos, por exemplo.

Mas em relação a faturamento, não há o que criticar. São milhões e milhões de dólares de lucro para todas as franquias e outros bilhões para a Liga. Somas impensadas de dinheiro que o brasileiro parece “não querer”.

Boa parte do lucro vem dos contratos de televisão. Por aqui, os valores estão altos, mas parecem abaixo do que poderiam ser. O monopólio faz bem para a dona dos direitos, mas faz mal para os clubes. A NFL, por exemplo, é transmitida por qutro emissoras diferentes nos EUA e por valores muito altos.

A própria Liga tem os direitos internacionais e os vende por outra concorrência. E ainda disponibiliza assinatura para os não moradores dos EUA. Você, no Brasil, pode assinar a NFL Network e o Game Pass e terá o direito de assistir a todos os jogos via internet.

Isso cria divulgação, cria fidelidade a marca. E isso é mais importante do que qualquer montante de dinheiro paga em um primeiro momento.

Outra vantagem tem a ver com o calendário. É claro que não dá para pensar uma temporada de futebol com 16 jogos, como é na NFL. Mas é preciso valorizar os jogos. No Campeonato Paulista são 19 intermináveis jogos na fase de classificação. Contra times fracos, várias vezes, e com pouco apelo decisivo.

Fora as mudanças. Por aqui, as televisões mudam os horários dos jogos por conta da audiência. Sem qualquer critério técnico. No próximo domingo, por exemplo, o jogo do Palmeiras (contra o Cruzeiro, em Minas) foi trocado pelo do Corinthians (Bahia, fora), apenas porque a Globo quer competir contra as transmissões da Olimpíada de Londres, que serão exclusivas da Record. Na final da Copa do Brasil, aconteceu algo semelhante.

E o torcedor que já tinha se programado para assistir a algum desses jogos?

Alguns irão gritar “a NFL também muda seus horários”. É verdade. Mas é algo esperado e que acontece para por um jogo decisivo no horário nobre. Um jogo decisivo, depois da décima rodada do campeonato. Enfim, algo a se pensar…

Até a Liga de futebol americano sabe que precisa divulgar sua marca fora. Já tentou criar um campeonato na Europa, que naufragou depois de um tempo. Mas faz um jogo todo ano em Londres e já programa mais jogos fora dos EUA. Na Alemanha, por exemplo, o futebol americano é muito forte.

Há ainda uma “semana latina”, de olho nos fãs latinos que moram no país, que são milhões, além das transmissões nos países da América. Tem também os jogos no Canadá e assim vai…

Outra coisa que valoriza uma marca: seus produtos. Daqui do Brasil, apesar dos altos impostos, você consegue comprar uma camisa da NFL. Como consegue achar em qualquer shopping várias camisas de futebol de clubes europeus. Os times brasileiros conseguem fazer o mesmo? Claro que não… Mesmo porque quase nunca aparecem por lá.

Pouco muito pouco.

Twitter: @thiago_perdigao

Fonte: http://blogs.lancenet.com.br/madeinusa/2012/07/23/a-nfl-poderia-ser-exemplo-para-o-brasileirao-desvalorizadao/

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Modelo de gestão do Mineirão é apresentado em seminário da FIFA


Nesta terça-feira, representantes da Secopa apresentaram o projeto de modernização do novo Mineirão durante o Seminário de Operações de Estádios da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, realizado pela FIFA no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. O objetivo do encontro é debater os tópicos relevantes a todos operadores de estádios, através da apresentação de experiências em planejamento no Brasil pelas cidades-sede, além de casos bem-sucedidos no mundo, como os da Amsterdam Arena e do Reliant Stadium, em Houston, nos Estados Unidos.

Durante a abertura do seminário, o secretário executivo do Ministério dos Esportes, Luis Fernandes, destacou a urgência de esclarecer ao público a viabilidade econômica das novas arenas.

- Estamos aqui para discutir a sustentabilidade econômica dos estádios. Queremos apontar caminhos que garantam vida longa aos estádios. Talvez esse tipo de sustentabilidade seja um dos legados mais importantes em construção no país - afirmou.

Rodrigo Reis, coordenador do Núcleo de Operações Esportivas da Secopa, detalhou o modelo de gestão compartilhada do novo Mineirão. Por meio da parceria público-privada (PPP), a empresa Minas Arena, responsável pelas obras, vai operar o novo estádio durante os próximos 25 anos.

- O novo cenário das arenas do futuro se apresenta como desafio pela exigência de práticas econômicas sustentáveis, em que serão observados, pelo menos, três aspectos: segurança, conforto e tecnologia - explica Reis.

Outro ponto abordado, foi a faturação mensal dos estádio, vários participantes do evento apresentaram informações sobre o assunto. A Amsterdam Arena, um dos exemplos mostrados, fatura 5 milhões de euros por evento realizado no estádio. Juan Rodriguez, do Reliant Stadium, reforçou a necessidade do trabalho conjunto entre operador, escritório de arquitetura e autoridades públicas.

- Não se deve, simplesmente, entregar as chaves do estádio ao operador e dizer ‘adeus’. É preciso caminhar juntos porque as necessidades vão surgindo enquanto o negócio está em marcha, exigindo que todas as partes tomem decisões que beneficiem esse visitante, para que ele volte - aconselhou Rodriguez.

Rodrigo Reis disse ainda que um dos compromissos da parceria entre Estado e parceiro privado será o tratamento privilegiado ao torcedor, para estabelecer uma relação de proximidade e evitar que a média de público nos estádios diminua.

- O torcedor será um cliente dessa nova estrutura, exigindo qualidade dos serviços e estimulandoa profissionalização de todos os produtos ofertados, inclusive do futebol - concluiu Rodrigo.

Fonte: http://esportes.opovo.com.br/app/esportes/minuto/2012/07/11/noticiaminutol,2393450/modelo-de-gestao-do-mineirao-e-apresentado-em-seminario-da-fifa.shtml

sábado, 9 de junho de 2012

50 Atletas com maior potencial de marketing do mundo


Por Emerson Gonçalves

(Nesse post empregarei algumas vezes o termo marketabilidade, derivado do inglês marketability, significando a capacidade ou potencial de um produto ou personagem ser aproveitado ou gerar ações de marketing; certamente tal fato desagradará a alguns ou muitos, mas, paciência; idiomas são criações dinâmicas, em permanente mutação pela incorporação e adaptação de novas palavras e significados; por gosto pessoal e para deixar clara a adaptação, empregarei marketabilidade ao invés de marquetabilidade.)

Pelo terceiro ano a revista inglesa SportsPro preparou e divulgou estudo próprio relacionando os 50 atletas com maior potencial de marketing do mundo. Embora publicada há alguns dias, essa lista teve pouca repercussão entre nós e, de qualquer forma, vale a pena conhecê-la ou revê-la, para quem já a conhece.

São considerados fatores como valor para o mercado, carisma, idade, disposição e boa vontade e também o mercado doméstico ao qual o atleta está ligado. O estudo também considera na avaliação desse potencial de marketing o momento presente de cada atleta, logicamente, e, por visar o potencial, leva em consideração o período de três anos a contar desse verão do hemisfério norte. Isso implica, naturalmente, que alguns atletas terão sua marketabilidade influenciada por dois megaeventos: a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e os Jogos Olímpicos de Inverno, no mesmo ano, no Brasil e na Rússia, respectivamente. É importante destacar essa consideração porque ela pesou na presença de dois nomes na lista: Neymar e Lucas. E pesou, também, na aparição de atletas russos. Vamos aos nomes:



Neymar é hoje o atleta com maior potencial de marketing do mundo – the world’s most marketable athlete. Lucas aparece na listagem em 43º lugar, à frente de muita gente boa nos mundos das diferentes bolas e esportes. O terceiro brasileiro da lista é a estrela do MMA, Anderson Silva.

A presença de 3 brasileiros (embora Anderson possa ser considerado caso à parte) e de 3 russos (sendo Sharapova um caso igualmente à parte) deve-se a essa projeção de 3 anos. Neymar não é exceção, até por sua presença em 2011 ser auxiliada pelos Jogos Olimpicos de Londres, nesse ano, mas sua colocação no topo da lista é devida ao fator Copa. Outro ponto importante é o tamanho das economias de Brasil e Rússia (6ª ou 7ª a brasileira e 8ª a russa).

Tiger Woods voltou, depois de um período do que pode ser popularmente chamado de inferno astral (popular e erroneamente, pois inferno astral não é, necessariamente, uma coleção de infortúnios).

Apesar de seu peso fortíssimo em todas as competições de que participa e do tamanho de sua economia, a República Popular da China tem apenas um atleta entre os 50 nomes de maior marketabilidade. Um sinal interessante do muito que ainda há para mudar no Império do Meio.


Neymar: the perfect storm

Para fechar, aproveito uma declaração de David Cushnan, editor da SportsPro. Ele diz que Neymar é mesmo “the perfect storm”. Em meteorologia é uma combinação de fatores que leva a um evento catastrófico. Mas essa expressão passou a ser usada no sentido positivo, significando a mesma coisa: combinação de fatores que leva a um evento de magnitude fora do comum.

“Neymar é a tempestade perfeita: jovem, craque, com uma Olímpiada e uma Copa do Mundo em sua casa no horizonte. Ele já é uma super-estrela no Brasil, uma das mais robustas economias do mundo e com um vasto mercado interno para crescer. Se você tem uma marca procurando causar impacto no Brasil, ele certamente será o atleta para isso. Neymar é o personagem para isso.”

Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/olharcronicoesportivo/2012/06/08/50-atletas-com-maior-potencial-de-marketing-do-mundo/

quarta-feira, 14 de março de 2012

Quanto Valem as 32 Equipas da Copa Libertadores 2012

Por Diogo Real e Pluri Consultoria – Brasil


Há há alguns anos que os clubes brasileiros deixaram para trás a concorrência argentina no domínio pelo futebol sul-americano. À partida para mais uma edição da Copa Libertadores da América, que começou há poucas semanas, seis clubes brasileiros surgiam como os mais valiosos da maior competição de clubes na América do Sul.
O Santos merece todas as honras pois é de longe a equipa mais valiosa do continente. O valor de mercado da equipa treinada por Muricy Ramalho é de 137 milhões de euros, com os internacionais brasileiros Neymar e Ganso em grande destaque no Peixe. São, por isso, os mais fortes candidatos a levar novamente de vencida da Copa Libertadores – já venceram em 1962, 1963 e 2011.
No caminho para a renovação do título, o Santos deverá enfrentar como maiores adversários o Internacional, o Corinthians, ou até mesmo o Flamengo. São estas as equipas que surgem logo atrás no ranking dos ‘times’ mais valiosos da Copa América, estando avaliadas em 84, 72 e 68 milhões de euros. Vasco da Gama e Fluminense compõem o pódio dos seis mais.
QUANTO VALEM AS 32 EQUIPAS DA COPA LIBERTADORES 2012
#CLUBEPAÍSVALOR#CLUBEPAÍSVALOR
1SantosBrasil137.000.000 €17Atlético JuniorColômbia23.000.000 €
2InternacionalBrasil84.000.000 €18PeñarolUruguai20.000.000 €
3CorinthiansBrasil72.000.000 €19OlimpiaParaguai20.000.000 €
4FlamengoBrasil68.000.000 €20NacionalUruguai19.000.000 €
5Vasco da GamaBrasil67.000.000 €21LibertadParaguai17.000.000 €
6FluminenseBrasil66.000.000 €22Unión EspañolaChile15.000.000 €
7Boca JuniorsArgentina53.000.000 €23DefensorUruguai14.000.000 €
8Chivas GuadalajaraMéxico48.000.000 €24Alianza LimaPeru13.000.000 €
9Cruz AzulMéxico45.000.000 €25EmelecEquador13.000.000 €
10LanúsArgentina45.000.000 €26Juan AurichPeru13.000.000 €
11Velez SarsfieldArgentina42.000.000 €27Deportivo TáchiraVenezuela13.000.000 €
12ArsenalArgentina38.000.000 €28Nacional AsunciónParaguai12.000.000 €
13Universidad de ChileChile35.000.000 €29Deportivo QuitoEquador12.000.000 €
14Atlético NacionalColômbia34.000.000 €30BolívarBolívia10.000.000 €
15Godoy CruzArgentina30.000.000 €31The StrongestBolívia10.000.000 €
16Universidad CatólicaChile25.000.000 €32ZamoraVenezuela9.000.000 €
Aparentemente mais longe desta disputa continental estão as outras equipas, incluindo as argentinas, que nos últimos anos tem perdido algum fulgor. A última vez que uma equipa das Pampas conquistou a Copa Libertadores foi em 2009, por intermédio do Estudiantes.
Para esta edição tudo será mais complicado para o Boca Juniors. A equipa da capital argentina já conquistou por seis vezes este troféu (é o segundo melhor desempenho, atrás do Independiente) e surge como a mais bem cotada no mercado em termos argentinos: 53 milhões de euros. Lanús, Velez e Arsenal surgem a partir da 10ª posição.
Para o ranking também contam equipas mexicanas (Chivas e Cruz Azul), chilenas (Universidad do Chile, Universidad Católica e Unión Española), colombianas (Atlético Nacional, Atlético Junior), uruguaias (Peñarol, Nacional e Defensor), paraguaias (Libertad e Nacional Asunción), peruanas (Alianza Lima e Juan Aurich), venezuelanas (Deportivo Táchira e Zamora), equatorianas (Deportivo Quito) e bolivianas (The Strongest e Zamora).
No total, as 32 equipas que disputam a Libertadores 2012 valem 1,1 mil milhões de euros.