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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

MP proíbe Gaviões da Fiel e Mancha Alviverde de ver partidas no Rio


Promotoria instaurou inquérito depois da prisão em flagrante de 45 torcedores da Gaviões no domingo

Por Matheus Carrera

RIO - O Ministério Público do estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) baniu as torcidas Gaviões da Fiel, do Corinthians, e Mancha Alviverde, do Palmeiras, dos estádios do Rio. A decisão foi publicada na terça-feira pela 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Consumidor e do Contribuinte da Capital. Com isso, os torcedores estão proibidos de se manifestar com instrumentos musicais, bandeiras, faixas, camisas e quaisquer símbolos das agremiações durante os jogos de futebol. A medida vale por tempo indeterminado.
Segundo o MP, a prisão em flagrante de 45 torcedores da Gaviões da Fiel, no último domingo, em Piraí, no Sul Fluminense, levou à suspensão. Com o grupo, que estava em um ônibus, foram encontrados pedaços de madeira, barras de ferro, pedras e pedaços de pau, objetos que, segundo a promotoria, confirmam a intenção de confronto com torcidas rivais. O veículo vinha de São Paulo e seguia para o jogo entre o time paulista e o Botafogo, no Estádio do Engenhão, na Zona Norte do Rio. Policiais abordaram o coletivo na Rodovia Presidente Dutra. Um inquérito para investigar o caso foi instaurado.
De acordo com o promotor Pedro Rubim, o incidente revela que a Gaviões da Fiel "permanece com ânimo de praticar transgressões coletivas e de partir para o confronto com torcedores rivais fora do estado de São Paulo". O MP já notificou o Grupamento Especial em Policiamento em Estádios (Gepe), a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FFRJ) e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) da determinação.
Em relação à torcida do Palmeiras, o MP explicou que, por não haver um episódio de violência recente envolvendo a Mancha Alviverde, a medida tem caráter preventivo, já que a torcida tem histórico de rivalidade com as do Rio.

Torcidas do Vasco e do Flamengo também estão banidas
A Justiça do Rio já havia banido dos estádios, no mês passado, as torcidas Força Jovem do Vasco e Torcida Jovem Fla, atendendo a uma representação da chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha. A suspensão vale para os jogos do returno do Campeonato Brasileiro e do início da Taça Guanabara, em 2013. Os vascaínos foram punidos pelo assassinato do flamenguista Bruno de Santa Ana Saturnino, em maio. Já os rubro-negros cumprem a suspensão devido à morte do torcedor do Vasco Diego Martins Leal, no mês passado. Diego morreu em uma briga generalizada entre torcedores de Flamengo e Vasco em Tomás Coelho, na Zona Norte.
Já a torcida Young Flu cumpre cinco jogos de suspensão porque desrepeitou o termo de ajustamento de conduta assinado com o MP. No fim de agosto, 23 torcedores do Fluminense, incluindo dois menores, foram flagrados espancando e assaltando dois torcedores do Vasco na estação de trem do Engenho de Dentro. Desde então, uma força-tarefa envolvendo oito delegacias especializadas da Polícia Civil passou a atuar no combate aos crimes praticados por torcidas organizadas.
No início deste mês, um torcedor do Flamengo foi condenado pelo Tribunal do Júri de Niterói à pena de 18 anos de prisão, em regime fechado, por seis tentativas de homicídio qualificado e por formação de quadrilha armada.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/mp-proibe-gavioes-da-fiel-mancha-alviverde-de-ver-partidas-no-rio-6228080#ixzz27odaO3yq 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

TJ adota medidas para conter torcidas violentas


Estádios terão juizados com mais poder de ação, e brigões serão monitorados pela polícia nas redes sociais

Por Antôno Werneck

RIO - A partir desta quinta-feira, duas medidas passam a valer para conter a violência das torcidas organizadas no estado: o Juizado Especial Criminal (Jecrim) terá ampliada sua competência nos estádios de futebol, atuando também em crimes cujas penas ultrapassem os dois anos de prisão; além disso, torcedores com histórico de violência serão monitorados pela polícia nas redes sociais, podendo a qualquer momento ter decretada a quebra dos sigilos telefônico e eletrônico na internet. O anúncio foi feito na quarta-feira pelo desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, presidente do Tribunal de Justiça do Rio.

Clubes têm outras propostas
Durante três horas, numa reunião com dirigentes de clubes e representantes da Federação de Futebol do Rio, o presidente do TJ discutiu ações para conter a onda de violência envolvendo torcedores. As duas medidas tiveram aprovação imediata, enquanto outras oito propostas serão avaliadas por uma comissão coordenada pela federação.
— Os clubes e a federação entenderam que precisamos agir com rapidez. Caso contrário, seremos tragados por bandidos que matam e agridem sem motivação alguma, praticando violência dentro e fora dos estádios. Não podemos dar trégua a bandidos travestidos de torcedores. A sociedade merece uma resposta — afirmou o presidente do TJ.
O desembargador garantiu que as medidas passam a valer a partir de hoje, e que elas serão aplicadas todas as vezes que a autoridade policial julgar necessário.
— Vamos seguir o trâmite normal: a autoridade policial solicita, nós analisamos e, julgando necessário, decretamos a quebra dos sigilos — garantiu o desembargador.
O primeiro encontro entre o desembargador e representantes de clubes aconteceu no dia 4 de setembro, quando foram discutidas e apresentadas medidas para conter a violência das torcidas organizadas.
— Ou nós agimos ou seremos cobrados pelo que virá — disse o presidente do TJ.

Torcedores na mira
Entre as outras medidas apresentadas pelos representantes de clubes e da Federação está o cadastramento das torcidas organizadas e a responsabilização dos seus dirigentes em caso de confusão antes ou depois dos jogos de futebol. Os clubes também propuseram medidas como a presença de um juiz do Jecrim por um período de três horas antes e depois dos jogos; a criação de uma unidade centralizadora dos flagrantes da Polícia Civil para atuar em eventos especiais; e a instalação de sistema de segurança capaz de monitorar todos os torcedores nas estações de trem e metrô. Todas as propostas serão estudadas pela comissão.
Policiais são investigados por venda de ingressos
Dois policiais militares estão sendo investigados por agentes do recém-criado núcleo de combate aos crimes praticados durante grandes eventos. Os PMs teriam sido acusados de agirem como intermediários entre a diretoria do Fluminense e quatro cambistas presos em agosto nos arredores do Estádio Olímpico João Havelange, no momento em que tentavam vender 26 ingressos de cortesia.
As entradas, que não poderiam ser comercializadas, estavam sendo oferecidas por valores entre R$ 30 e R$ 40. Elas eram destinadas exclusivamente à Polícia Militar do Rio, à diretoria e ao departamento de futebol do Fluminense, e à torcida organizada Força Flu.
As prisões ocorreram pouco antes do início da partida entre o Fluminense e o Corinthians, pelo Campeonato Brasileiro. Pelo borderô do jogo (boletim financeiro com o número de pagantes e a renda arrecadada) preenchido no dia 28 do mês passado, 14.430 ingressos foram postos à venda. Porém, apenas nove mil pessoas entraram no estádio, sendo 1.700 beneficiadas com a cortesia.
Os cambistas Luiz Cláudio da Silva, Valmir dos Santos, Cosme Alves e Fábio Nanci foram encaminhados ao Juizado Especial Criminal e acabaram autuados com base no artigo 41-F do Estatuto do Torcedor, que trata da venda de ingressos de evento esportivo por preço superior ao estampado no bilhete.

Torcidas banidas dos estádios
Uma força-tarefa envolvendo oito delegacias especializadas da Polícia Civil passou a atuar no Rio em agosto no combate aos crimes praticados por torcidas organizadas. A medida foi anunciada depois de 23 torcedores do Fluminense terem sido flagrados espancando e assaltando dois torcedores do Vasco, no Engenho de Dentro.
Atendendo a uma representação da chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha, a Justiça do Rio baniu dos estádios este ano as torcidas organizadas Young Flu e Torcida Jovem Fla. Em agosto também, uma briga generalizada entre torcedores de Flamengo e Vasco deixou um homem morto em Tomás Coelho.
No início deste mês, um torcedor do Flamengo foi condenado pelo Tribunal do Júri de Niterói à pena de 18 anos de prisão, em regime fechado, por seis tentativas de homicídio qualificado e por formação de quadrilha armada.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/tj-adota-medidas-para-conter-torcidas-violentas-6207045#ixzz27epzDAl5 

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Presidente do TJ se reunirá com dirigentes de clubes de futebol na quarta-feira


O encontro busca discutir propostas de controle da violência nos estádios

RIO - Está marcada para as 16h30m de quarta-feira a reunião entre o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, e os dirigentes de clubes de futebol e representantes. O encontro busca discutir propostas de controle da violência nos estádios.
Um primeiro encontro aconteceu no dia 4 de setembro, quando foram discutidas medidas como cadastramento das torcidas organizadas, identificação dos torcedores, interceptação telefônica e na internet, suspensão, responsabilização dos clubes de futebol e dos seus dirigentes, além da ampliação da competência dos Juizados Especiais Criminais nos estádios, que passariam a atuar nos demais crimes e não só naqueles de menor potencial ofensivo.
“Nós temos que dar uma resposta digna à sociedade. Esses bandidos travestidos de torcedores têm que ser eliminados dos estádios. Ou nós agimos ou seremos cobrados pelo que virá. Seremos tragados pela violência de meia dúzia de bandidos que matam e agridem sem motivação alguma, apenas porque torcedores estão vestidos com a camisa de um time de que não gostam”, afirmou, em nota, o presidente do TJ.
Há um mês, o comandante do Grupamento Especial de Atendimento em Estádios (Gepe), tenente-coronel João Fiorentini, afirmou que muitos líderes de torcidas organizadas rivais remarcam, por telefone, os embates agendados pelas redes sociais ao serem descobertos pela polícia. O tenente-coronel disse na época que iria sugerir aos clubes de futebol o corte de ingresssos e benefícios de torcidas organizadas que se envolverem em brigas e agressões aos grupos rivais.
Após uma confusão envolvendo a torcida organizada Young Flu, quando 21 integrantes foram presos em flagrante por espancar e assaltar dois torcedores do Vasco da Gama na estação ferroviária do Engenho de Dentro, a chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha, entrou com uma representação no Ministério Público pedindo a proibição da torcida nos estádios, a exemplo do que já havia acontecido com a Torcida Jovem Fla. A delegada anunciou na ocasião que todos os casos envolvendo briga de torcidas e crimes praticados por torcedores de futebol seriam tratados por um núcleo formado por sete delegacias da Polícia Civil.
A Divisão de Homicídios — que até então tinha a atribuição de investigar assassinatos apenas na capital — passa a trabalhar em todo o estado sempre que houver assassinato atribuído a torcedores, segundo a chefe de Polícia Civil.
— Não somos contra o direito do torcedor ir ao estádio assistir as partidas do seu clube, mas não podemos tolerar a prática de ações criminosas — disse.
Marta Rocha garantiu ainda que o núcleo vai ter ampla atuação, cuidando não só de torcedores, mas atuando também em grandes eventos. Marta anunciou ainda que a partir de agora qualquer homicídio que ocorrer dentro de estádios, com suspeita de envolvimento de torcidas organizadas, será investigado também pela Divisão de Homicídios.
Em agosto, uma briga generalizada entre torcedores de Flamengo e Vasco deixou um homem morto em Tomás Coelho, na Zona Norte. Durante a confusão, o vascaíno Diego Martins Leal foi baleado e não resistiu ao ferimento. Um rubro-negro se feriu, mas sem gravidade. Cerca de 50 torcedores que se envolveram no tumulto foram detidos e levados para a 44ª DP (Inhaúma), onde o caso foi registrado. A confusão no dia de clássico não ficou limitada à Zona Norte. Houve outro confronto na Taquara, próximo ao largo do Tanque, na Estrada do Cafundá. Nesse caso, policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) foram ao local e prenderam sete torcedores, sendo três rubro-negros e quatro vascaínos. De acordo com a Polícia Militar, na confusão, seis pessoas ficaram feridas, sendo duas a tiros. Os disparos atingiram o abdômen de uma das vítimas e a coxa da outra.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/presidente-do-tj-se-reunira-com-dirigentes-de-clubes-de-futebol-na-quarta-feira-6194554#ixzz27XLHjG6P 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Martha Rocha afirma que prisão de torcedores após briga foi marco na história da segurança em estádios


Chefe da Polícia Civil se reuniu nesta quarta-feira com líderes das organizadas e anunciou seminário para explicar limites de tolerância em casos de violência

Por Gustavo Goulart

RIO - A chefe da Polícia Civil, delegada Martha Rocha, se reuniu na manhã desta quarta-feira com representantes das torcidas organizadas do Rio. Ela afirmou que a prisão em flagrante dos 21 torcedores do Fluminense acusados de envolvimento na agressão e roubo de dois vascaínos no último sábado foi um marco na história da segurança nos estádios de futebol, e ainda chamou os envolvidos de "baderneiros".
A delegada anunciou ainda que foi marcado para 11 de setembro um seminário com integrantes das torcidas, no qual a polícia vai explicar o que não será tolerado em casos de violência - nos estádios e fora deles - e que vai aplicar a lei com rigor.
- Chega de impunidade! O que a delegada da 24ª DP (Piedade), Cristiane Carvalho, fez ao prender esses torcedores foi uma virada de página. Um marco que vai nortear a partir de agora o trabalho da polícia - disse Martha Rocha.

Na terça-feira, diante da frequência e da gravidade de crimes praticados por torcidas organizadas, a Justiça decidiu também agir para fechar o cerco aos “bandidos travestidos de torcedores”, nas palavras do presidente do Tribunal de Justiça, Manoel Alberto Rebêlo dos Santos. Ele se reunirá com os presidentes dos maiores clubes cariocas (Flamengo, Vasco, Botafogo e Fluminense) e da Federação de Futebol do Estado do Rio para discutir formas de reduzir a violência nos estádios.

Jovem do Flamengo e Força Jovem do Vasco estão banidas por seis meses
A bola da vez do Ministério Público estadual é a Young Flu. Após a Torcida Jovem do Flamengo e a Força Jovem do Vasco serem banidas dos estádios por seis meses, o MP aguarda apenas receber a representação do Grupamento Especial de Policiamento dos Estádios (Gepe) para instaurar um inquérito sobre as agressões cometidas por membros da organizada. Na terça-feira, a Young Flu anunciou que expulsou os cinco membros da organizada que estão entre os detidos, e divulgou sua página da rede social Facebook um comunicado informando que repassou ao Gepe a relação dos representantes de sub-sedes da torcida, conforme solicitação do MP. Além disso, a nota afirma que a diretoria pretende apurar o caso junto às autoridades para tomar as medidas cabíveis.

Na terça-feira o Ministério Público estadual anunciou que a Torcida Jovem do Flamengo está banida dos estádios brasileiros por seis meses, por causa da morte do vascaíno Diego Martins Leal, no domingo retrasado. A 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva e Defesa do Consumidor e do Contribuinte assinou um compromisso de ajustamento de conduta com a Torcida Jovem do Flamengo, semelhante ao que foi firmado, na semana passada, com a Força Jovem do Vasco, em decorrência do assassinato do flamenguista Bruno de Santa Ana Saturnino, em maio. A punição será válida durante os jogos do returno do Campeonato Brasileiro e do início da Taça Guanabara, em 2013.

A decisão proíbe o uso de faixas, bandeiras, instrumentos musicais e camisas da agremiação durante as partidas. O descumprimento do acordo implicará multa de R$ 5 mil, além de novas suspensões. A medida, no entanto, não impede a entrada de integrantes das torcidas nos estádios. Para isso, explica o promotor Pedro Rubim Borges Fortes, seria necessário que o Ministério do Esporte levasse adiante o compromisso de cadastrar os integrantes de torcidas, investir na identificação biométrica dos frequentadores e instalar roletas eletrônicas nos principais estádios, dentro do programa Torcida Legal, que ainda não chegou ao Rio.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/martha-rocha-afirma-que-prisao-de-torcedores-apos-briga-foi-marco-na-historia-da-seguranca-em-estadios-5931831#ixzz24y0CBFAL 

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Polícia Civil do Rio cria núcleo para combate a crimes em estádios


Por Lucas Vetorazzo

A Polícia Civil do Rio de Janeiro criou o Núcleo de Apoio a Grandes Eventos, que irá coordenar o trabalho de sete delegacias no combate, por exemplo, à violência nos estádios de futebol.

A decisão foi motivada após duas semanas de episódios violentos entre torcidas organizadas no Rio. No domingo retrasado, torcedores de uma organizada do Flamengo mataram um torcedor do Vasco. No sábado (25), 23 torcedores do Fluminense foram presos em flagrante agredindo e roubando outros dois torcedores do Vasco.

O grupo vai combater, por exemplo, a venda de ingresso ilegal e também de roupas e artigos pirateados nos entornos de estádios e de locais de grandes eventos.

A recomendação da chefe de Polícia Civil do Rio, Martha Rocha, é que os crimes ligados a torcidas organizados sejam apurados e punidos com o maior rigor possível. A delegada elogiou o trabalho de uma outra delegada do Rio, que indiciou os 23 envolvidos, entre outros crimes, por formação de quadrilha. Vinte um já estão no presídio aguardando julgamento.

"A delegada do caso dos torcedores do Fluminense atuou com o rigor necessário. Nós criamos esse núcleo olhando para o futuro. Vamos coordenação de várias delegacias para que crimes relcionados a eventos sejam previnidos e reprimidos. A atuação, no entanto, vai além das torcidas organizadas", afirmou Rocha, em coletiva de imprensa, no Rio.

O núcleo não será uma delegacia específica. Ele coordenará apenas as atividades relacionadas ao combate aos crimes em grandes eventos. Entre as delegacias envolvidas, estão a Delegacia de Homicídios, a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente e a Delegacia Especial de Apoio ao Turista, que irá coordenar as atividades.

A Delegacia Contra Crimes na Internet monitorará as redes sociais das organizadas, onde as brigas são armadas.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1144088-policia-civil-do-rio-cria-nucleo-para-combate-a-crimes-em-estadios.shtml

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Cerveja e futebol


Por Ana Cláudia Guimarães

A FGV está apoiando a AmBev a definir suas estratégias de ação no futebol brasileiro e na Copa do Mundo. 
Com base nos estudos da FGV, a cada R$ 100 milhões investidos pela AmBev no futebol brasileiro são gerados 14 mil novos empregos e R$ 336 milhões na economia do país.

Segundo estudo da FGV, não há nenhuma relação comprovada entre cerveja e violência e apenas 5% das pessoas que frequentam estádios no Brasil são favoráveis á restrição ao consumo nos jogos de futebol.

Aliás...

Já em 2012, além dos patrocínios regulares, a AmBev vai destinar pelo menos R$ 30 milhões à construção de CTs para Fla, Flu, Vasco e Botafogo.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/posts/2012/07/16/cerveja-futebol-455564.asp

sábado, 30 de junho de 2012

Presidente da Assembleia Geral da ONU faz apelo por trégua olímpica


Abdulaziz Nasser disse que os Jogos de Londres reunirão desportistas como forma de promover a paz

O presidente da Assembleia Geral da ONU, o catariano Abdulaziz al Nasser, fez hoje um apelo a todos os países para que se observe a tradicional trégua durante os Jogos Olímpicos de 2012 em Londres.

"Faço um solene apelo a todos os Estados-membros para que demonstrem seu compromisso com a trégua olímpica durante os Jogos Olímpicos e paralímpicos de Londres 2012", disse o presidente desse órgão da ONU.

Nasser também pediu aos países que "adotem medidas concretas nos planos local, nacional, regional e mundial para promover e fortalecer uma cultura de paz e harmonia baseada no espírito da trégua olímpica".

A declaração de trégua olímpica é uma tradição que remonta à Grécia antiga, quando se pedia a deposição de armas enquanto as chamas da tocha olímpica estivessem brilhando.

A Assembleia Geral da ONU aprovou pela primeira vez em outubro de 1993 uma resolução nesse sentido a pedido do Egito e da União Africana (UA) e desde 1994 sempre foi solicitada pelo país que organiza os Jogos Olímpicos.

Sua duração é de dois anos e afeta tanto os Jogos Olímpicos de verão como os de inverno.

Nessa resolução se pediu aos Estados-membros para que observassem a trégua olímpica desde o sétimo dia antes da inauguração de cada Olimpíada até o sétimo dia após seu encerramento.

O presidente da Assembleia Geral exortou também a que "todas as partes beligerantes nos conflitos armados que existem atualmente no mundo tenham a audácia de acertar autênticos cessar-fogo mútuos enquanto durar a trégua olímpica e se crie assim a oportunidade de resolver as controvérsias pacificamente".

Esse apelo foi reiterado na Declaração do Milênio e se incorporou ao documento final da Cúpula Mundial de setembro de 2005, na qual nossos líderes os Chefes de Estado e de governo destacaram que o esporte podia promover a paz e o desenvolvimento.

Nasser reiterou que os Jogos de Londres reunirão desportistas de todo o mundo no maior acontecimento esportivo internacional como forma de promover a paz, a compreensão mútua e a boa vontade entre as nações e os povos.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10232/PRESIDENTE+DA+ASSEMBLEIA+GERAL+DA+ONU+FAZ+APELO+POR+TREGUA+OLIMPICA.html