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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Sky vende pacote especial de transmissão da NBA


Os fãs da liga profissional de basquete dos Estados Unidos (NBA) que quiserem ver mais jogos no Brasil têm uma nova opção. A operadora de TV por assinatura por satélite Sky lançou no país um pacote especial sobre a competição.

O pacote NBA Pass oferece até três jogos ao vivo por dia de transmissão da temporada 2012∕2013 da liga. As partidas são exibidas em formato standard, com narração original em inglês.

A Sky vende o conteúdo por R$ 120 (ou cinco parcelas de R$ 24). O pacote é válido apenas para assinantes da empresa.

No Brasil, os jogos da NBA também são exibidos em rede fechada pelos canais Space e ESPN.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/27/27559/Sky-vende-pacote-especial-de-transmissao-da-NBA/index.php

sábado, 15 de setembro de 2012

TXB vai gerenciar carreira de brasileiro na NBA


O armador brasileiro Scott Machado, que assinou nesta semana um contrato com o Houston Rockets, fechou também uma parceria para gerenciamento de carreira. Ele terá suporte da TXB, empresa formada a partir de um trabalho conjunto entre XYZ Live e Traffic.

Machado, 22, assinou contrato parcialmente garantido com os Rockets. Isso quer dizer que o contrato tem três anos de duração, mas a equipe pode rompê-lo sem custos no fim da segunda temporada.

O brasileiro receberá US$ 400 mil no primeiro ano e US$ 600 mil no segundo. Se ele for aprovado, a última temporada do atual contrato renderá US$ 1 milhão a Machado.

O contrato parcialmente garantido é fruto do bom desempenho de Machado na liga de verão dos Rockets. O brasileiro não foi escolhido no draft deste ano, mas convenceu a franquia depois da seleção.

Com ele, a TXB, que tem base nos Estados Unidos, já soma 12 jogadores de basquete no portfólio de jogadores cujas carreiras ela gerencia. “Eu me sinto rodeado por grandes profissionais. Acredito que eles estão aqui para me ajudar a atingir meus objetivos”, comentou o armador.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/atletas/26/26798/TXB-vai-gerenciar-carreira-de-brasileiro-na-NBA/index.php

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Netshoes e NBA vão anunciar evento no Brasil


A Netshoes e a liga de basquetebol dos Estados Unidos (NBA, sigla em inglês) realizarão, na próxima sexta-feira, no Parque Villa-Lobos, em São Paulo, uma entrevista coletiva para anunciar o NBA3X, evento que terá como atração principal torneios disputados por times de trios.

Na coletiva, estarão presentes Phillipe Moggio, vice-presidente da NBA na América Latina, Walter Andrade, diretor comercial da Netshoes, e Tiago Splitter, pivô do San Antonio Spurs e da seleção brasileira.

“O NBA3X é uma grande vitrine para o basquete e parte fundamental no esforço da liga de se conectar com os nossos fãs no Brasil. Graças ao apoio de nossos parceiros, os fãs de todas as idades vão poder experimentar a NBA de um modo diferente”, disse Moggio.

A iniciativa terá início na sexta-feira e prosseguirá no sábado e no domingo. O local será o próprio Parque Villa-Lobos.

Além da Netshoes e da NBA, o NBA3X possui aporte de Gatorade, Adidas, HP, CBB, ESPN e Governo do Estado de São Paulo.  

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26774/Netshoes-e-NBA-fazem-coletiva-para-anunciar-NBA3X/index.php

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Com NBA, Ticketmaster cria revenda de ingressos


A Ticketmaster, em parceria com a NBA, lançou um site para a comercialização de ingressos para a liga de basquete norte-americana. O acordo, válido por cinco anos, visa facilitar a compra e venda de bilhetes pelos torcedores, que fariam toda a negociação em um único portal.

O site tem previsão lançamento para outubro deste ano. Os torcedores poderão comparar os ingressos vendidos pelos clubes com os tickets revendidos pelos torcedores e escolherem a melhor oferta.

A NBA estudava viabilidade deste projeto há dois anos. A Ticketmaster foi escolhida como parceira, pois a empresa fornecerá serviços de ajuste de preços em tempo real, além de análises sobre preferências nas compras.

“Nós vamos ter muito mais informações sobre quem são os fãs e o que eles querem”, revelou Chris Granger, vice-presidente executivo de operações de marketing e negócios da NBA.

A Ticketmaster possui um acordo semelhante com a NFL, liga de futebol americano dos Estados Unidos. A empresa também explora a venda de ingressos, em um contrato de cinco anos que terá início em 2013.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26462/Com-NBA-Ticketmaster-cria-revenda-de-ingressos/index.php

sexta-feira, 20 de julho de 2012

NBA abre negociação para patrocínios de camisa


A liga americana de basquete (NBA) deseja abrir um novo fluxo de receitas para suas equipes e, com isso, propôs a venda de patrocínios para as camisa pela primeira vez.

O anúncio foi feito na reunião do conselho da NBA, na última quinta, 19, e a informação é de que o campeonato poderia levantar mais US$ 100 milhões em receita, com base nas projeções do mercado futebolístico europeu. 

A NBA informou que a decisão final, provavelmente, será tomada em setembro após votação, e se implementada, já será válida para a temporada 2013/2014.

"A princípio, as equipes teriam bastante tempo para se organizar. Primeiro na venda do espaço e depois na fabricação das camisas, já que além dos uniformes dos jogadores, as roupas também terão de ir para o varejo", disse o diretor de operações da NBA, Adam Silver.  

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26058/NBA-abre-negociacao-para-patrocinios-de-camisa/index.php

terça-feira, 3 de julho de 2012

NBA lança loja virtual oficial no Brasil


Site já está em funcionamento e conta com cerca de 250 artigos das 30 franquias da liga

Por Fabio Aleixo

De olho na expansão de sua marca no mercado brasileiro, a NBA lançou ontem sua loja virtual no Brasil, em parceria com a Netshoes.
O país é o segundo fora dos Estados Unidos no qual a liga passa a comercializar oficialmente seus produtos. O outro é a China.
A iniciativa marca a entrada oficial da NBA no Brasil. O próximo passo é a abertura de um escritório, o que acontecerá até o fim deste ano, faltando definir apenas a localização. São Paulo e Rio de Janeiro estão na disputa.
- A relevância da NBA no Brasil está maior do que nunca, com a presença de cinco jogadores (Anderson Varejão, Leandrinho, Nenê, Tiago Splitter e Fab Melo). Além disso, o basquete vem crescendo no país. Com a Olimpíada de 2016, torna-se um mercado muito importante - disse o colombiano Philippe Moggio, vice-presidente da NBA para a América Latina.
Na loja oficial, estarão disponíveis inicialmente cerca de 250 artigos das 30 franquias que disputam a NBA. A ideia, no futuro, é chegar a mais de mil itens.
- Queremos democratizar o acesso aos produtos da NBA. Era muito complicado conseguir um produto da liga se voce não fosse aos Estados Unidos - disse Roni Cunha Bueno, diretor de marketing da Netshoes.
Os preços seguirão o padrão americano, cotado em dólar. A diferença em relação à loja virtual americana é que é possivel parcelar a compra, e a entrega demora entre dois e três dias úteis.
- Os preços são sugeridos pela Adidas (fornecedora oficial da NBA). Mas a diferença que oferecemos é a facilidade ao cliente - completa Bueno.
Nas camisas oficiais de jogo, será possivel personalizar o número e o nome do jogador favorito.

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/minuto/NBA-lanca-virtual-oficial-Brasil_0_729527133.html#ixzz1zZ1EDQe5 

terça-feira, 26 de junho de 2012

VICE-CAMPEÃO DA NBA, OKLAHOMA TEM MELHOR CUSTO-BENEFÍCIO NOS EUA


EMBORA TENHA PERDIDO NA DECISÃO PARA O MIAMI HEAT, EQUIPE CONSEGUIU MELHOR EFICIÊNCIA QUANDO COMPARADOS SALÁRIOS E VITÓRIAS

Por Rodrigo capelo

A NBA, principal liga de basquete dos Estados Unidos e do mundo, terminou na última semana com vitória do Miami Heats (time de Miami) sobre o Oklahoma City Thunder (de Oklahoma) e título para o trio LeBron James, Dwyane Wade e Chris Bosh. Mas, derrota na decisão à parte, foram os vice-campeões que tiveram o melhor desempenho na comparação entre quantia gasta com folha salarial e vitórias dentro de quadra.

Uma pesquisa realizada pela agência Jambo Sport Business, obtida com exclusividade por Época NEGÓCIOS, organizou as cifras pagas pelas equipes da NBA a seus atletas.

A que mais gasta, por exemplo, é o Boston Celtics: US$ 88 milhões por temporada. A menos custosa, no outro extremo, é o Toronto Raptors: "apenas" US$ 47 milhões destinados a salários de jogadores anualmente.

O passo seguinte foi cruzar essas informações com o número de vitórias na fase classificatória e nos playoffs, quando são feitos confrontos diretos entre dois times. Essa é uma forma de tentar mensurar qual o custo-benefício de cada uma das franquias da NBA.

Como resultado, a equipe que tem o pior índice nesse sentido é o Charlotte Bobcats, com US$ 8,2 milhões gastos por vitória. O Oklahoma, vice-campeão, foi quem ficou melhor colocado nesse ranking, com US$ 1 milhão por triunfo, e o Miami Heat, campeão da temporada, ficou próximo disso: US$ 1,2 milhão por vitória.

 "Isso não quer dizer que eles têm uma gestão melhor, mas com certeza indica que eles conseguiram, pagando salários menores, resultados melhores. Uma das conclusões é que quem paga muito menos dificilmente chegará à frente, então é importante ter um elenco equilibrado para ter chance de título. Mas não adianta ter os maiores salários, porque isso não garante troféu. Com uma série histórica, ficarei mais à vontade para ter certezas, mas a temporada 2011/2012 aponta que é importante ter equilíbrio", avalia Idel Halfen, responsável pelo estudo na agência.






Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Resultados/noticia/2012/06/vice-campeao-da-nba-oklahoma-tem-melhor-custo-beneficio-nos-eua.html

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Marketing esportivo no Brasil vive a ditadura da visibilidade

Por Fabio Kadow

Com o sucesso do projeto desenvolvido pelo Corinthians para a contratação de Ronaldo todos os demais times brasileiros passaram a lotear seus uniformes com o intuito de arrecadar mais dinheiro. Esteticamente acredito que tantos torcedores, como jogadores e até dirigentes vão concordam que este movimento está, praticamente, assassinando as camisas dos clubes. Sendo assim, por que as marcas continuam investindo na compra destes espaços?
A palavra que bem resume este momento é uma só: visbilidade. Executivos de marketing querem ver as suas marcas expostas, o máximo possível, na mídia. Fora isso, os clubes começaram a mostrar no mercado os números de retorno de mídia que elas podem ter numa temporada ou até mesmo em apenas um jogo. Ou seja, o discurso é "se você fosse comprar por este espaço na emissora, usando como cálculo o preço de tabela do mercado de anunciantes, iria pagar X de milhões, já patrocinando meu time este valor é muito inferior a isso, olha que bom negócio". Esta é a conta fácil.
E assim criamos nos últimos anos uma falsa verdade que reina absoluta, de que só com visibilidade se faz uma ação de marketing esportivo. Uma mentira tão grande quanto o dinheiro investido. Sim, a exposição da marca é importante e deve sempre ser considerada (e mensurada). Mas trabalhar só pensando nela que está o erro. Tudo tem que estar dentro de um planejamento de comunicação feito pela empresa (ou pela agência), com diversas outras ações estratégicas de ativação desta propriedade que acaba de ser adquirida por milhões, que impactam nos negócios, nas vendas, nos serviços, enfim, no objetivo final.
E mais, qual a percepção do consumidor perante esta salada de marcas? Ele realmente reconhece? Num exercício rápido, você é capaz de dizer quem estava na barra da camisa do Santos na final da Libertadores do ano passado?
Você sabia, por exemplo, que o Manchester United tem 28 patrocinadores? E, além da AON, que aparece na camisa, estamos falando de empresas como Audi, DHL, Turkish Airlines, Hublot… todos players importantes e que, certamente, não estão fazendo um mal negócio só pelo fato de não estar na camisa. Este é só um exemplo. A Liga do Campeões e a FIFA não permitem mais do que o patrocinador master no uniforme, preocupados com a imagem e o valor da marca que o campeonato tem que ter perante a televisão e seus patrocinadores oficiais.
No Brasil, com a falta de uma entidade gerenciando profissionalmente os campeonatos, esta discussão nem entra na agenda das reuniões.
Nos Estados Unidos o assunto mais forte do momento é sobre a possível liberação de patrocínio nos uniformes de jogo da NBA e NFL, principalmente na liga de basquete, onde, como você vem acompanhando aqui no blog, o debate já dura alguns anos. Um decisão sensível, e que por isso mesmo é alvo de conversas longas entre todos os envolvidos: clubes, mídia, jogadores, empresas que já tem contratos assinados (lembram do caso da Samsung com o Palmeiras?), etc.
São cenários diferentes, tradições distintas, mas o que valorizo neste momento nos americanos é a maneira como estão tratando o tema antes de tomar qualquer decisão. Por fim, reforço a importância da questão financeira, mas o que questiono é o modelo de negócios atual do Brasil, onde tudo passa pela marca aparecer no uniforme, o que atrapalha tanto para o clube criar novas oportunidades, como para as marcas pensarem numa estratégia diferente.