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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Atlético-PR pretende valorizar marca na Europa


Por Lucas Turco

O Atlético Paranaense anunciou que fará uma parte da pré-temporada na Espanha para preparar melhor o elenco para 2013. Além da parte técnica, a viagem dará a oportunidade de o clube divulgar e valorizar sua marca diante de um público que não costuma assistir o futebol brasileiro.

Entre os dias 1 e 12 de fevereiro o Atlético Paranaense disputará a Marbella Cup, torneio amistoso disputado na Espanha. A competição contará com a participação de diversos clubes do leste Europeu (onde os campeonatos são paralisados nessa época por conta do inverno rigoroso) como Dynamo de Kiev, da Ucrânia, e Rubin Kazan, da Rússia.

“Nós estávamos negociando a participação do Atlético desde outubro ou novembro do ano passado. O primeiro benefício é técnico, são poucos clubes que tem a oportunidade de fazer uma pré-temporada assim. Estamos levando também um farto material de divulgação para promover o clube”, comentou Luiz Greco, diretor de relações internacionais do Atlético-PR.

“Vai haver uma valorização da marca muito grande lá. Nós mostraremos um pouco do que é o Atlético Paranaense para a Europa, além de fazer diversas ações de relacionamento. Será uma oportunidade também para organizarmos intercâmbios entre o Atlético e os outros clubes que participarão do torneio”, declarou Mauro Holzmann, diretor de marketing do clube paranaense.

O Atlético Paranaense negocia com organização da competição a possibilidade de transmitir os jogos da equipe ao vivo. O clube usaria o site oficial como veículo de transmissão e só os sócios teriam acesso. Se os brasileiros ainda não sabem se poderão assistir às partidas, a Marbella Cup terá transmissão garantida no leste Europeu.

Por conta da viagem à Europa, o Atlético Paranaense disputará o Campeonato Paranaense Chevrolet com a equipe sub 23. O clube estreará na competição no dia 20 de janeiro, contra o Rio Branco.

Segundo o diretor Mauro Holzmann, a pré-temporada na Europa e a disputa do Estadual com a equipe sub 23 não tem relação com o desacerto do clube com a Rede Paranaense de Comunicação, afiliada da Rede Globo. Os diretores rejeitaram a proposta da emissora por considerar os valores baixos e, dessa forma, não terá os jogos transmitidos no Campeonato Estadual.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28123/Atletico-PR-pretende-valorizar-marca-na-Europa/index.php

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Contrato com fornecedora dá ao Fla acesso a CT europeu e tecnologia


Documento prevê regalias para clubes no topo do portfólio da Adidas, mas exige que até presidente rubro-negro não use marcas concorrentes

Por Janir Júnior e Vicente Seda

Além das cláusulas milionárias, obrigações e direitos incluídos no contrato de 87 páginas entre Flamengo e Adidas, a fornecedora alemã colocou o clube da Gávea no status de "Símbolo A Mundial", o que quer dizer que o Rubro-Negro - ao lado de Chelsea, Real Madrid, Milan e Bayern de Munique - integra o portfólio mais prestigiado entre os clubes patrocinados pela empresa. Na prática, isso representa um plano estratégico de negócios, verba anual de R$ 1,5 milhão para ações de marketing e acesso prioritário aos principais produtos da marca, incluindo testes de artigos que ainda não foram lançados no mercado.

A Adidas também colocará à disposição do Flamengo o centro de treinamento em sua sede na Alemanha, denominado "World of Sports (Mundo dos Esportes)", como centro logístico para "potenciais amistosos na Europa", conforme descrito no contrato de parceria. O espaço tem aproximadamente 39 hectares (ou 390 mil m²) usados para prática de diversos esportes e conta com cerca de 2.900 funcionários de mais de 50 nações. Há no contrato a obrigação de uma partida de exibição por ano - a Adidas ficará com todas as receitas, à exceção dos direitos de transmissão, e as despesas do clube sairão da verba de marketing.

Entre os produtos disponíveis para o clube, está um sistema de monitoramento de atividade física, o "miCoach Professional Team Training System". O sistema fornece indicadores físicos e monitoramento não invasivo. Entre os valores medidos pelo equipamento, estão velocidade, frequência cardíaca, distância percorrida com grande, média e baixa intensidades, entre outros. Entre os aparatos, estão sensores que são acoplados às chuteiras dos jogadores.

Nesse caso, a nova fornecedora abre exceção para que os atletas com contrato firmado com suas concorrentes possam usar chuteiras de outra marca, mas essa permissão se limita às chuteiras. Os demais calçados fora do gramado terão de ser Adidas.

A regra também vale para dirigentes. Nem o presidente eleito do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, estará livre do compromisso de não aparecer em trajes da concorrência. O item seis da cláusula oito do contrato diz que "membros do clube, incluindo o presidente, os diretores do clube, os gerentes jurídicos, de marketing, de futebol e a comissão técnica não usarão ou vestirão quaisquer produtos de um concorrente quando estiverem no exercício das suas funções oficiais". A multa para esse tipo de infração é de R$ 25 mil, mas não leva à rescisão contratual.

A Adidas se compromete ainda a indicar um gerente global de marketing dedicado a gerenciar a comercialização, as comunicações e a ativação do clube e dos negócios da Adidas a ele relacionados. A empresa destaca no contrato que o clube "deverá ser capaz de se beneficiar da grande rede de relações que a Adidas mantém com as entidades regulatórias do futebol, ligas, clubes, agências e marcas globais no que diz respeito ao enriquecimento e desenvolvimento" da instituição como clube de futebol ou como marca.

Pelo status do patrocínio, a Adidas se obriga ainda a produzir pelo menos 50 produtos licenciados diferentes em cinco categorias: vestimenta para jogo, para treino, tradicionais e de passeio, acessórios e hardware. Os produtos serão expostos em 1.500 lojas pelo mundo, 600 delas obrigatoriamente nos maiores mercados de futebol, descritos no contrato. A empresa ainda se compromete a criar mercado eletrônico dentro do seu site em todos os mercados habilitados para transações dessa natureza, que incluem outros países como Nova Zelândia e Coreia do Sul.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2012/12/contrato-com-fornecedora-da-ao-fla-acesso-ct-europeu-e-tecnologia.html

sábado, 14 de julho de 2012

Chelsea faturou quase 60 milhões de euros na Liga dos Campeões


Valor inclui participação na competição, direitos televisivos e prêmio pelo título

Vencedor da última Liga dos Campeões, o Chelsea dos brasileiros David Luiz e Ramires foi o clube que mais faturou na edição do torneio continental: pouco mais de 59 milhões de euros (mais de 147 milhões de reais). Os valores do Chelsea são divididos pela sua participação na competição (29,9 milhões de euros), pelos direitos televisivos (30 milhões de euros) e pelo título (9 milhões de euros).

Em seguida está o vice-campeão, o Bayern de Munique, com cerca de 41 milhões de euros (aproximadamente 104 milhões de reais) de receita. Logo atrás, ficaram Barcelona, com mais de 40 milhões de euros (cerca de 101 milhões de reais), e Real Madrid, com cerca de 38 milhões de euros (mais de 95 milhões de reais).

No total, 754,1 milhões de euros (mais de 1,8 bilhão de reais) foram distribuídos pela Uefa entre os 32 participantes da fase de grupos da Liga dos Campeões. Deste valor, 413 milhões euros foram repassados pelas suas atuações e outros 341,1 pela venda dos direitos de TV. 

(Com agência EFE)

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/chelsea-faturou-quase-60-milhoes-de-euros-durante-a-liga-dos-campeoes-passada

terça-feira, 10 de julho de 2012

Masters de Madri é cancelado por falta de patrocínio


A Professional Golfers Association (PGA), organizadora do PGA Tour, o circuito mundial de golfe, anunciou por meio de seu site oficial que o Aberto de Madri, tradicional torneio da série Masters do Tour Europeu, não será realizado este ano por falta de patrocinadores.

Devido à crise econômica que afeta a Espanha, a organização do torneio não conseguiu encontrar uma empresa que bancasse os custos do evento. O banco espanhol Bankia, que patrocinaria o Aberto, entrou em processo de falência, sendo resgatado pelo governo espanhol. Desta maneira, o Masters de Madri, que seria realizado entre os dias 20 e 23 de setembro, teve de ser cancelado.

“Os organizadores esperam encontrar um novo patrocínio para trazer o Aberto de volta ano que vem. É uma pena, mas a situação econômica da Espanha fez com que isso acontecesse”, afirmou Maria Acacia Lopez-Bachiller, porta-voz do torneio.

Além do Masters de Madri, outro evento espanhol do Tour Europeu da PGA, o Masters de Castellón, já havia sido cancelado este ano. Em 2012, o país ainda sediará um evento do calendário do golfe internacional: o Masters da Andaluzia, que será realizado entre os dias 18 e 21 de outubro.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/25/25922/Masters-de-Madri-e-cancelado-por-falta-de-patrocinio/index.php

domingo, 29 de abril de 2012

Challengers no Brasil e ATPs europeus evidenciam momento alarmante do tênis nacional

A situação é alarmante para o tênis brasileiro. Já estamos praticamente em maio, no meio da temporada de saibro da Europa, já tivemos alguns Challengers no Brasil, um ATP e o único tenista que continua nos top 100, entre os top 50 é Thomaz Bellucci. Não vejo os outros jogadores arriscando, jogando os qualifyings dos ATPs europeus ou Challengers maiores mundo afora. E para piorar, poucos são os brasileiros se dando bem nos Challengers em casa e eles não são novatos.   

Estive durante a semana no IS Open, no Clube Paineiras do Morumby, quando comecei a fazer esta análise e pensar nos resultados dos últimos torneios Challengers no Brasil.
Os poucos brasileiros que estão conseguindo avançar nas chaves são os mais experientes, com mais de 25 anos e em sua maioria beirando os 30 anos ou até com mais do que as três décadas de existência.
Thiago Alves, com 29 anos, foi o único brasileiro a ganhar um torneio Challenger neste ano e ganhou dois: São Paulo e Guadalajara.
Ricardo Hocevar, aos 26 anos, jogou bem na semana passada em Santos, passando o qualifying e chegando à final.
Júlio Silva, aos 32, joga neste fim-de-semana a final do IS Open, em São Paulo.
Rogério Dutra Silva, 28 anos, fez algumas quartas-de-final de Challenger e foi às oitavas no ATP de Viña del Mar.
O único novato entre os top 10 é Guilherme Clezar, com 19 anos de idade.
João Souza, o nosso número dois, com 23 anos, até que está tentando, jogando os qualifyings dos Masters 1000 e ATPs, mesclando com alguns Challengers, mas não está avançando. O melhor resultado por enquanto foi as quartas-de-final no ATP chileno.
O mais alarmante, no entanto, é o fato de ver neste fim-de-semana de três ATPs 250 na Europa, teoricamente os mais fracos, não encontrar nenhum brasileiro jogando os qualifyings e somente João Souza na chave do ATP de Belgrado (Bellucci está lesionado).
Muitos dos tenistas que jogaram os Challengers do Brasil e da América do Sul nas últimas semanas, especialmente os argentinos, já foram para a Europa. E a julgar pela quantidade de portugueses e sérvios nas chaves dos qualifyings em Estoril e Belgrado, entrar ou não na chave não seria um problema.
Além disso, e os mais novos? Ainda não conseguiram dar o salto e continuam jogando torneios Futures?

Fico tentando encontrar uma explicação. Será comodismo de ficar no Brasil e jogar mais um Challenger na outra semana e chegar na Europa para jogar o qualifying de Roland Garros sem ter enfrentado os tenistas mais bem ranqueados e que estão jogando no velho continente? Será falta de ambição, de coragem de arriscar?
Imagino que questões financeiras não sejam mais os maiores problemas, pelo menos para bancar as viagens já que a CBT arca com este custo.

Os colombianos a quem derrotamos na Copa Davis há poucas semanas estão todos na Europa.
Apenas os duplistas – André Sá, Marcelo Melo, Bruno Soares (e Feijão), estão por lá.
É triste, mas são fatos e é a nossa realidade não muito empolgante, principalmente se estivermos pensando no futuro. Parabéns aos mais experientes Alves e Silva e ao Hocevar que conseguiram bons resultados, mas precisamos de mais.
Fonte: http://gabanyis.com/?p=3067

Opinião: Essa é a realidade do esporte brasileiro. Passamos pelo momento Guga e não conseguimos desenvolver sustentavelmente esporte. Precisamos de uma política em todos os setores do esporte visando a coibição do uso político por parte dos pseudos gestores.