Páginas

Mostrando postagens com marcador Liga dos Campeões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Liga dos Campeões. Mostrar todas as postagens

sábado, 14 de julho de 2012

Chelsea faturou quase 60 milhões de euros na Liga dos Campeões


Valor inclui participação na competição, direitos televisivos e prêmio pelo título

Vencedor da última Liga dos Campeões, o Chelsea dos brasileiros David Luiz e Ramires foi o clube que mais faturou na edição do torneio continental: pouco mais de 59 milhões de euros (mais de 147 milhões de reais). Os valores do Chelsea são divididos pela sua participação na competição (29,9 milhões de euros), pelos direitos televisivos (30 milhões de euros) e pelo título (9 milhões de euros).

Em seguida está o vice-campeão, o Bayern de Munique, com cerca de 41 milhões de euros (aproximadamente 104 milhões de reais) de receita. Logo atrás, ficaram Barcelona, com mais de 40 milhões de euros (cerca de 101 milhões de reais), e Real Madrid, com cerca de 38 milhões de euros (mais de 95 milhões de reais).

No total, 754,1 milhões de euros (mais de 1,8 bilhão de reais) foram distribuídos pela Uefa entre os 32 participantes da fase de grupos da Liga dos Campeões. Deste valor, 413 milhões euros foram repassados pelas suas atuações e outros 341,1 pela venda dos direitos de TV. 

(Com agência EFE)

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/chelsea-faturou-quase-60-milhoes-de-euros-durante-a-liga-dos-campeoes-passada

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Branding esportivo norteia entrada da Works no Brasil


Por Guilherme Costa

Criada há 23 anos, a agência Works vai operar pela primeira vez fora da Europa. A empresa montou um braço no Brasil, que será tocado em parceria com um trio de empresários. A ideia é oferecer ao mercado uma solução completa e refinada, com foco em três grandes áreas: branding, eventos e produção audiovisual.

Essas searas são os alicerces da Works no Reino Unido, principal base da companhia. A agência desenvolve média de 240 projetos anuais na região, e o faturamento se manteve na casa de R$ 21 milhões durante as últimas três temporadas.

A Works UK tem uma lista de clientes que abrange entidades esportivas e empresas. Nas últimas 14 decisões de Liga dos Campeões da Uefa, por exemplo, oito tiveram trabalho de branding da agência.

Basicamente, o que a empresa propõe é o desenvolvimento desse tipo de evento como produto. No caso da Liga dos Campeões, o trabalho abarcou comunicação visual, identidade, distribuição de espaços comerciais e suporte a patrocinadores.

O responsável pela Works UK é Roy Webber, que foi designer gráfico da BBC e também construiu carreira como músico. A operação brasileira será tocada em parceria com os empresários Adilson Afonso Tavares, Fabio Interaminense e Davis Tenório.

“Nossa ideia é trazer ao Brasil um refinamento que já existe lá fora. Temos um trabalho bastante premium. Além disso, adotamos um posicionamento de serviços completos. Fazemos um trabalho de branding esportivo e experiência de marca que ninguém por aqui desenvolve. Por isso, podemos até trabalhar em parceria com agências que fazem somente a parte de motion ou eventos, por exemplo”, explicou Interaminense.

O caso da Liga dos Campeões da Uefa é usado pelos empresários como um bom exemplo do que a Works pode fazer no mercado nacional. A agência foi contratada pela entidade que realiza a competição, criou um guia de comunicação e identidade visual para a decisão do certame e também interagiu com patrocinadores. Isso acabou gerando negócios com esses parceiros.

“Separadamente, se você olhar para o mercado, temos concorrentes bastante fortes. O que nós temos como diferencial é a possibilidade de fazer um trabalho completo”, ponderou Tavares. “As agências por aqui são mais focadas no gerenciamento de carreira de atletas, mas nós queremos desenvolver trabalhos voltados ao branding”, completou Tenório.

A meta da agência é faturar R$ 20 milhões no primeiro ano de operação no Brasil. No segundo, a ideia é ascender a R$ 35 milhões.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/25/25895/Branding-esportivo-norteia-entrada-da-Works-no-Brasil/index.php

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Marketing esportivo no Brasil vive a ditadura da visibilidade

Por Fabio Kadow

Com o sucesso do projeto desenvolvido pelo Corinthians para a contratação de Ronaldo todos os demais times brasileiros passaram a lotear seus uniformes com o intuito de arrecadar mais dinheiro. Esteticamente acredito que tantos torcedores, como jogadores e até dirigentes vão concordam que este movimento está, praticamente, assassinando as camisas dos clubes. Sendo assim, por que as marcas continuam investindo na compra destes espaços?
A palavra que bem resume este momento é uma só: visbilidade. Executivos de marketing querem ver as suas marcas expostas, o máximo possível, na mídia. Fora isso, os clubes começaram a mostrar no mercado os números de retorno de mídia que elas podem ter numa temporada ou até mesmo em apenas um jogo. Ou seja, o discurso é "se você fosse comprar por este espaço na emissora, usando como cálculo o preço de tabela do mercado de anunciantes, iria pagar X de milhões, já patrocinando meu time este valor é muito inferior a isso, olha que bom negócio". Esta é a conta fácil.
E assim criamos nos últimos anos uma falsa verdade que reina absoluta, de que só com visibilidade se faz uma ação de marketing esportivo. Uma mentira tão grande quanto o dinheiro investido. Sim, a exposição da marca é importante e deve sempre ser considerada (e mensurada). Mas trabalhar só pensando nela que está o erro. Tudo tem que estar dentro de um planejamento de comunicação feito pela empresa (ou pela agência), com diversas outras ações estratégicas de ativação desta propriedade que acaba de ser adquirida por milhões, que impactam nos negócios, nas vendas, nos serviços, enfim, no objetivo final.
E mais, qual a percepção do consumidor perante esta salada de marcas? Ele realmente reconhece? Num exercício rápido, você é capaz de dizer quem estava na barra da camisa do Santos na final da Libertadores do ano passado?
Você sabia, por exemplo, que o Manchester United tem 28 patrocinadores? E, além da AON, que aparece na camisa, estamos falando de empresas como Audi, DHL, Turkish Airlines, Hublot… todos players importantes e que, certamente, não estão fazendo um mal negócio só pelo fato de não estar na camisa. Este é só um exemplo. A Liga do Campeões e a FIFA não permitem mais do que o patrocinador master no uniforme, preocupados com a imagem e o valor da marca que o campeonato tem que ter perante a televisão e seus patrocinadores oficiais.
No Brasil, com a falta de uma entidade gerenciando profissionalmente os campeonatos, esta discussão nem entra na agenda das reuniões.
Nos Estados Unidos o assunto mais forte do momento é sobre a possível liberação de patrocínio nos uniformes de jogo da NBA e NFL, principalmente na liga de basquete, onde, como você vem acompanhando aqui no blog, o debate já dura alguns anos. Um decisão sensível, e que por isso mesmo é alvo de conversas longas entre todos os envolvidos: clubes, mídia, jogadores, empresas que já tem contratos assinados (lembram do caso da Samsung com o Palmeiras?), etc.
São cenários diferentes, tradições distintas, mas o que valorizo neste momento nos americanos é a maneira como estão tratando o tema antes de tomar qualquer decisão. Por fim, reforço a importância da questão financeira, mas o que questiono é o modelo de negócios atual do Brasil, onde tudo passa pela marca aparecer no uniforme, o que atrapalha tanto para o clube criar novas oportunidades, como para as marcas pensarem numa estratégia diferente.

segunda-feira, 26 de março de 2012

O que é ativação de patrocínio


Por Erich Beting
Mais uma vez a Heineken dá um show no conceito de ativação do patrocínio à Liga dos Campeões da Europa. Por aqui, sempre bato na tecla de que as empresas não se dão conta da importância de ativar a propriedade de patrocínio que tem.
Muitas vezes elas se dão por satisfeita em ter o patrocínio e limitam-se a isso. A Heineken serve de exemplo de como não ficar parado. A ação foi feita há cerca de um mês, na promoção do tour da taça da Liga dos Campeões, que é patrocinado pela marca de cerveja.
O maior diferencial que o patrocínio esportivo tem é exatamente permitir à marca dar uma entrega diferente para o consumidor, uma experiência que não seria possível se ela não patrocinasse aquela equipe, competição ou atleta.