Páginas

Mostrando postagens com marcador Construção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Construção. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Câmara vota projeto que exclui área do Parque de Marapendi


Mudança permitirá construção de campo de golfe para os Jogos de 2016 na Barra

Por Luiz Ernesto Magalhães

RIO - A Câmara dos Vereadores vota nesta quinta-feira, em última discussão, mensagem do prefeito Eduardo Paes que exclui do Parque de Marapendi uma área de 58 mil metros quadrados. A mudança permitirá a construção do campo de golfe para os Jogos de 2016 às margens da Avenida das Américas, na Barra. Mas a contrapartida ambiental prometida pela prefeitura, que seria transformar em parque quase um milhão de metros quadrados da APA de Marapendi, no trecho da Praia da Reserva, de modo a garantir a preservação da área, não tem data para se concretizar. Diferentemente do que ocorreu com a proposta sobre o campo de golfe, Paes não pediu à Casa para analisar o projeto em regime de urgência. O prefeito justificou a diferença de tratamento:
— Um projeto não tem relação com o outro. A discussão sobre a ampliação da APA de Marapendi precisa ser amadurecida, enquanto o projeto do campo de golfe tem que atender aos prazos das Olimpíadas. O que posso garantir é que, enquanto eu for prefeito, nada será construído no trecho da Reserva, independentemente do prazo da Câmara para votar o projeto.
Paes, no entanto, mudou de tom. Ao explicar as iniciativas para a área, numa entrevista ao GLOBO, no fim de outubro, ele deixou claro que tudo fazia parte de uma mesma proposta:
— O parque perderá uma pequena parte de sua área. Mas, em compensação, o projeto de lei vai garantir a preservação de um espaço bem maior. Haverá a proteção permanente do trecho da Praia da Reserva que será incorporado ao Parque de Marapendi. E o potencial construtivo dos terrenos será transferido para outras áreas da Barra e do Recreio — disse na época.
O desfecho do caso virou motivo de polêmica. Na Câmara, a oposição alega que, dessa forma, apenas o Grupo Rio Mar, do empresário Pasquale Mauro, tirará proveito das mudanças. Isso porque, pela proposta da prefeitura, Pasquale Mauro cede lotes para a construção do campo de golfe; e, em troca, o município autoriza parâmetros urbanísticos mais liberais para outros terrenos do empresário vizinhos ao campo de golfe, que vão se tornar mais valorizados.
As vereadoras Teresa Bergher (PSDB) e Andrea Gouvea Vieira (PSDB) lembram que alterações na legislação urbanística também exigem audiências públicas prévias para que a população possa opinar sobre as mudanças. O que não aconteceu. Andrea explicou que o tema só foi apresentado por técnicos da prefeitura em reuniões internas, sem a presença da população.
— Ao que tudo indica, o projeto será aprovado mesmo sem discussão. Dessa forma, ele é inconstitucional — criticou Teresa Bergher.
O vereador Carlo Caiado (DEM) acrescentou:
— Em todos os momentos de negociação, a prefeitura deixou claro que a prioridade era aprovar o campo de golfe. O prefeito tem maioria e poderia aprovar o outro projeto facilmente.
Advogado especializado em direto ambiental, o presidente do Grupo Ação Ecológica (GAE), Gustavo de Paula, também entende que o projeto teria que ter sido discutido em audiências públicas. Ele prevê dificuldades para a prefeitura viabilizar a transformação do trecho da APA de Marapendi na Reserva em parque.
— Em lugar de indenizar os proprietários, a prefeitura se propõe a transferir o potencial construtivo dos terrenos para outras áreas da Barra. E se o proprietário não for dono de outra área no bairro, o que vai fazer? Vender esse potencial construtivo como se fossem comodities? Isso não é possível — disse Gustavo.
O projeto do campo de golfe foi aprovado em primeira discussão na terça-feira, sem emendas. Já o que amplia a APA de Marapendi sequer constou da pauta naquele dia. O projeto precisou ser republicado dias depois de enviado ao legislativo, depois de O GLOBO identificar o que a prefeitura considerou como equívocos na redação do texto. Pela proposta original — que foi refeita —, o potencial construtivo da APA de Marapendi poderia até mesmo ser transferido para áreas que hoje estão preservadas, como o Bosque da Barra e as ilhas da região.
O biólogo Mário Moscatelli ressaltou que mesmo a ampliação do Parque de Marapendi não é garantia de que a Reserva será de fato preservada. Ele observa, por exemplo, que a área a ser excluída do Parque de Marapendi exibe sinais de degradação.
Caso o projeto seja realmente aprovado, essa será a segunda mudança na APA de Marapendi nos últimos sete anos. Em 2005, os vereadores aprovaram em tempo recorde um projeto que retirava dos limites da APA um terreno nas imediações do condomínio Alfabarra. O município tentou declarar a lei inconstitucional, mas perdeu a briga judicial. A área é a mesma da Avenida Sernambetiba onde a rede Hyatt constrói um resort de luxo e um condomínio residencial que vêm sendo alvo de protestos de ambientalistas e moradores da região.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/camara-vota-projeto-que-exclui-area-do-parque-de-marapendi-7107158#ixzz2FaReYAr2 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Projeto de Niemeyer concorreu à construção do Maracanã


Trabalho do arquiteto foi preterido em 1942 e 1947; estádio teria traços revolucionários

Por Diego Salgado

Morto na última quarta-feira (5) aos 104 anos, o maior arquiteto brasileiro quase assinou o projeto do Maracanã, o mais importante estádio do país.

Oscar Niemeyer ainda dava os primeiros passos na carreira quando projetou o Estádio Municipal, que seria erguido no começo da década de 1940, no terreno do Derby Club, às margens do Rio Maracanã, na Tijuca, no Rio de Janeiro. 

A relação do arquiteto com o estádio começou anos antes, apenas como coadjuvante. Niemeyer formou-se em 1934, na Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, aos 27 anos. Em 1936, quando cogitou-se pela primeira vez a construção de um grande estádio na capital do país em função da possível candidatura à Copa de 1942, o arquiteto carioca colaborou com os trabalhos do francês Le Corbusier e do futuro parceiro Lúcio Costa. 

O complexo esportivo seria erguido no mesmo local do atual Maracanã e faria parte do campus da Universidade do Brasil. Os dois projetos, porém, foram rejeitados pela Comissão do Plano da Universidade. 

Um terceiro trabalho, de 1938, assinado pelo italiano Marcello Piacentini, não virou realidade por conta da oposição ao lugar escolhido. Além disso, o apoio brasileiro ao países aliados na Segunda Guerra inviabilizou a escolha do projeto italiano.

Em 1941, o Estado Novo criou o CND (Conselho Nacional de Desportos), subordinado ao Ministério da Educação, que lançara um concurso de projetos para o Estádio Municipal.

Niemeyer, então, assinou um projeto, com a consulta do engenheiro Emílio Baumgart. Os concorrentes eram a dupla Pedro Paulo Bernardes Bastos/Antônio Augusto Dias Carneiro e o grupo formado por Renato Mesquita dos Santos, Thomaz Estrella, Jorge Ferreira e Renato Soeiro. 

O projeto de Niemeyer possuía traços revolucionários: um arco monumental seria responsável pela sustentação da marquise --a  estrutura, imponente, teria 300 metros de comprimento e 100 metros de altura. Além disso, haveria arquibancadas em apenas um dos lados do campo (o outro será destinado às tribunas) e atrás dos gols. O projeto contemplava um anfiteatro em concha, com altura máxima no centro a oeste, além de três anéis e duas galerias de acesso.

Niemeyer também projetou o rebaixamento de 13 metros do solo. A ideia era reduzir o comprimento das rampas de acesso, que seria feito em uma faixa intermediária, no nível do solo.

Assim, a visibilidade melhoraria e, segundo o próprio arquiteto, o custo diminuiria, pois a estrutura do estádio seria menor. O fato, contudo, foi decisivo para a desclassificação: o terreno alagadiço e o solo argiloso do Maracanã inviabilizaram o projeto de Niemeyer.

A decisão deu-se em novembro de 1942. Os dois outros trabalhos também apresentaram objeções: um pela arquibancada com 40 metros, o outro pela baixa visibilidade. O projeto de Niemeyer recebou dois votos contra três de Bastos/Carneiro.

O resultado, no entanto, não era definitivo. Gustavo Capanema, ministro da Educação e da Saúde e responsável pelo concurso, entendia que era preciso um estudo prévio de fatores, como a condição do solo.

Em maio de 1943, o presidente Getúlio Vargas concordou com uma nova decisão. Em outubro do mesmo ano, uma nova comissão foi formada para o veredito final, mas o trabalho foi postergado, voltando à tona apenas em julho de 1946, após o término do Estado Novo e da confirmação do Brasil como país-sede da Copa do Mundo de 1950. 

Além dos projetos de Niemeyer e da dupla Bastos/Carneiro, Raphael Galvão e Orlando Azevedo também entraram na disputa. Niemeyer, à época, já em 1947, trabalhava em Nova York, no projeto da sede da ONU. 

A comissão, que optara por um estádio fechado e em forma de falsa elipse, além de uma arquibancada em forma de parábola, decidiu por um projeto feito em equipe. O projeto definitivo foi, então, assinado por Pedro Paulo Bernardes Bastos, Antônio Augusto Dias Carneiro, Raphael Galvão e Orlando Azevedo, com a colaboração de Waldir Ramos, Miguel Feldman e Oscar Valdetaro de Torres e Melo. 

Após divergência entre o prefeito Mendes de Moraes e a UDN do opositor Carlos Lacerda (que fazia lobby por um estádio em Jacarepaguá), deu-se início à obra do Maracanã. A pedra fundamental foi lançada em 20 de janeiro de 1948. A construção, por sua vez, começou em 2 de agosto do mesmo ano e durou 22 meses, até 16 de junho de 1950.

Na época, Niemeyer assinou trabalhos em São Paulo e Minas Gerais. Na capital paulista, projetou o Conjunto Ibirapuera e o Conjunto Copan.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11144/PROJETO+DE+NIEMEYER+CONCORREU+A+CONSTRUCAO+DO+MARACANA.html

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Alstom anuncia construção de fábrica de trens no Brasil


Instalação ocorrerá no Rio de Janeiro; 20 composições serão construídas na cidade

A empresa francesa Alstom anunciou nesta segunda-feira (3) que instalará uma fábrica no Rio de Janeiro a fim de atender, inicialmente, a encomenda da operadora de trens urbanos da cidade para a construção de 20 composições.

O anúncio foi realizado nesta segunda-feira em cerimônia que contou com a presença do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral; o presidente de Alstom no Brasil, Marcos Costa e o presidente da operadora de trens SuperVia, Carlos José Cunha.

Segundo o acordo assinado na cerimônia, a SuperVia, uma empresa controlada pelo conglomerado Odebrecht e que opera os trens urbanos na cidade do Rio de Janeiro, investirá R$ 300 milhões na compra de 20 novas composições, com um total de 80 vagões.

Os trens já tinham sido encomendados à companhia, mas o contrato inicial previa sua construção na França e a entrega entre 2016 e 2020.

O novo contrato antecipa a entrega das composições, que terão que começar a operar em sua totalidade antes de setembro de 2014, e prevê que seja montada em uma fábrica em Deodoro, um bairro na zona norte do Rio de Janeiro.

Dos R$ 300 milhões investidos pela SuperVia, R$ 20 milhões serão destinados à construção da fábrica de trens em um terreno de 32 mil metros quadrados que a operadora ferroviária tem em Deodoro.

A Alstom, que será responsável pelo local, começará a construir a fábrica em janeiro e prevê terminá-la em sete meses.

A instalação da fábrica no Rio de Janeiro permitirá que os trens contem com, pelo menos, 70% de seus componentes de procedência nacional e a obtenção de créditos oficiais no Brasil.

O acordo também prevê a contratação e a formação de mão de obra local. Na fábrica, trabalharão cerca de 50 pessoas e o início da produção está previsto para meados do próximo ano.

"Confiamos em contar, já em 2014, com novos trens em circulação produzidos no Brasil e que ajudarão a renovar a frota da SuperVia, que atualmente conta com 29 novos trens", afirmou o presidente da operadora ferroviária.

"A instalação da fábrica em Deodoro gerará benefícios tanto para a indústria ferroviária brasileira, já que favorecerá o crescimento do setor e gerará novos empregos, como para nossos passageiros", acrescentou Cunha.

Os trens que a Alstom irá construir no Rio de Janeiro contarão com desenho inovador, ar condicionado, passadiços entre os vagões, telas de televisão e capacidade para 250 passageiros em cada composição, segundo um comunicado do governo do Rio de Janeiro.

Os vagões serão integrados em comboios de entre quatro e oito carros, que serão dotados de piloto automático que permite controlar a aceleração, assim como manter uma velocidade regular e frear com suavidade.

"A Alstom está comprometida com o desenvolvimento do transporte público brasileiro há décadas. Agora, temos a oportunidade de reforçar nossa presença com um importante projeto e uma nova unidade fabril", afirmou o presidente no Brasil da multinacional francesa.

O investimento na fábrica e os 20 novos trens fazem parte de um acordo entre a SuperVia e o governo do Rio de Janeiro para investir R$ 2,4 bilhões na modernização do sistema ferroviário de passageiros. 

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11129/ALSTOM+ANUNCIA+CONSTRUCAO+DE+FABRICA+DE+TRENS+NO+BRASIL.html

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Com aporte e doações, América-RN fará arquibancadas


O América-RN conseguiu resolver a equação financeira que o clube havia montado para custear a aplicação de arquibancadas metálicas no estádio Nazarenão, em Goianinha. A equipe alvirrubra bancará a estrutura com doações e um novo patrocínio.

Os torcedores do time potiguar contribuíram com R$ 20 mil para o projeto. O restante do dinheiro sairá de um patrocínio da Dois A Engenharia, empresa que vai estampar o uniforme do América-RN até o fim da atual temporada.

“Foi muito bom ver que posso contar com o apoio de todos. A torcida se mobilizou e quis ajudar de toda forma, e isso me deixou satisfeito. Terminar o processo com o apoio de uma empresa do tamanho da Dois A só aumenta minha responsabilidade no comando do América-RN”, disse Alex Padang, presidente da equipe, ao site oficial alvirrubro.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26536/Com-aporte-e-doacoes-America-RN-fara-arquibancadas/index.php

terça-feira, 17 de julho de 2012

Polêmica para construir um novo velódromo


Empresa Olímpica ainda não decidiu se vai adaptar unidade feita para o Pan ou fazer outra instalação para 2016

Por Luiz Ernesto Magalhães

RIO - O prefeito Eduardo Paes anunciou domingo que pretende manter o velódromo construído para os Jogos Pan-Americanos e adaptá-lo para as Olimpíadas. Faltou, no entanto, combinar com o restante da prefeitura. Na última sexta-feira, a Rio Urbe, incumbida das obras, publicou no Diário Oficial do Município três editais de licitação, um deles prevendo gastos de R$ 5,2 milhões com a contratação de empresa para desenvolver projetos de arquitetura e engenharia para a construção de velódromo destinado às Olimpíadas. Depois das declarações do prefeito, a Empresa Olímpica Municipal (EOM) informou na segunda-feira que a decisão final do que fazer — se realizar a reforma ou construir um novo velódromo — será tomada até o início de setembro, antes da licitação”. O prefeito foi procurado na segunda-feira pelo GLOBO, mas não comentou o assunto.

A licitação do velódromo está marcada para as 11h30m do dia 5 de setembro. Os editais foram desenvolvidos sob consultoria da empresa Aecom, escolhida em concurso de projetos organizado pela prefeitura e pelo Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB). A empresa é a mesma responsável por projetar o Parque Olímpico de Londres.

Também no início de setembro serão licitados a contratação dos projetos do Centro de Tênis (R$ 10,2 milhões) e do Centro de Esportes Aquáticos (R$ 8,4 milhões), que serão provisórios. Os projetos foram homologados pelo Comitê Olímpico Internacional (COI). O reaproveitamento do velódromo do Pan, como previsto inicialmente no projeto de candidatura e abandonado posteriormente, dependeria ainda do aval do COI. Na época, o custo estimado para fazer as adaptações chegava a cerca de R$ 70 milhões.

Presidente de federação defende uma nova estrutura
Há duas semanas, a Empresa Olímpica Municipal e o Ministério do Esporte anunciaram a intenção de desmontar o velódromo do Pan. Os equipamentos seriam doados pela prefeitura à União, que cederia a estrutura para outro estado.

O presidente da Federação de Ciclismo do Rio, Cláudio Santos, defendeu a manutenção do velódromo do Pan. Mas acrescentou que, para não prejudicar a preparação dos atletas brasileiros para os Jogos Olímpicos de 2016, haverá necessidade de erguer uma segunda estrutura no futuro Parque Olímpico. Segundo o dirigente, as falhas estruturais e de execução do projeto foram tantas que ele teria que ser reconstruído, para ser aproveitado nas Olimpíadas do Rio.

— As provas de ciclismo podem render até 30 medalhas nas Olimpíadas. Para usar o velódromo do Pan será necessário interromper o treinamento. Para as competições olímpicas, vamos precisar de um novo velódromo, seja ele definitivo ou provisório. Eu defendo que seja definitivo para incentivar a prática do esporte. Alguém por acaso acha que a cidade tem muitos campos de futebol? — disse o presidente da federação.

O dirigente enumera as falhas identificadas pela federação, detectadas pelo uso nos últimos quatro anos. Segundo Cláudio Santos, o piso em pinho siberiano não foi assentado corretamente devido à correria para concluir as obras a tempo para os Jogos Pan-Americanos de 2007. Com o uso nos treinos e as competições, a pista sofre afundamentos e tem que ser constantemente reparada. O sistema de climatização do ginásio também não atende aos padrões olímpicos e terá que ser refeito. Em 2007, logo após o Pan, a União Ciclística Internacional (UCI) esteve no Rio e não homologou a pista. Motivo: os pilares de sustentação da cobertura obstruem a visão completa da pistas.
— Além disso, o velódromo tem capacidade para 1.500 espectadores, quando o COI exige cinco mil — disse Cláudio.

Unidade tem problema estrutural
A Empresa Olímpica Municipal confirmou que o velódromo do Pan do jeito que está não poderá ser usado nas Olimpíadas. “Para se ajustar aos requerimentos técnicos da Federação Internacional de Ciclismo, o velódromo atual precisa passar por, no mínimo, profundas reformas estruturais. A federação internacional já afirmou que o velódromo construído para o Pan não atende aos requisitos técnicos para receber competições olímpicas”, informou em nota .

A EOM informou ainda que, caso o velódromo do Pan seja reformado, ele permanecerá no mesmo local. Mas, caso a opção seja construir um novo velódromo, é possível optar pelo mesmo lugar do atual ou em outra área do Parque Olímpico.

O diretor-geral do Comitê Organizador da Rio2016, Leonardo Gryner, disse ontem que não vê problemas em reaproveitar o velódromo dos Jogos Pan-Americanos nas Olimpíadas de 2016. E que a questão será discutida com a prefeitura. Em relação a custos, ele admitiu que ainda não dá para saber o que seria mais barato: se construir uma nova unidade ou reformar a existente.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/polemica-para-construir-um-novo-velodromo-5494395#ixzz20t451w30