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domingo, 20 de janeiro de 2013

CBF padronizará escudos para a camisa dos campeões nacionais


Entidade cria desenho para vencedores das quatro divisões e da Copa do Brasil, mas mudança de última hora impede Flu de usá-lo neste domingo

Por Edgard Maciel de Sá

O Fluminense vai estrear na temporada 2013 neste domingo, contra o Nova Iguaçu, pela primeira rodada do Campeonato Carioca de camisa nova, com um time reserva e ainda sem o escudo de último campeão brasileiro da CBF. A entidade máxima do futebol nacional resolveu padronizar os símbolos que estampam os uniformes de seus campeões. A partir de agora, os vencedores das Séries A, B, C, D e da Copa do Brasil terão desenhos diferentes. Estava tudo certo até a última quinta-feira, quando a confederação pediu mudanças de última hora no layout das novas peças à agência que cuida da arte.
A CBF entrou em contato com o Fluminense e pediu para que o clube não usasse nem mesmo o escudo que decorou sua camisa na temporada 2011 em alusão ao título do ano anterior. A tendência é que o novo desenho fique pronto já nos próximos dias. Se o cronograma for cumprido, o time já poderá estrear a peça na segunda rodada do Carioca, na próxima quinta-feira, contra o Olaria, no Engenhão.
Em 2011, o Fluminense demorou bem mais tempo para passar a usar em sua camisa a marca de último campeão nacional. A estreia do escudo da CBF foi apenas no início de março, na primeira rodada da Taça Rio.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/fluminense/noticia/2013/01/cbf-padronizara-escudos-para-camisa-dos-campeoes-nacionais.html

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Data do leilão e custo do trem-bala são alterados


Tecnologia e operação serão definidos em julho ou agosto de 2013; investimento será de R$ 35 bilhões

O leilão que definirá a tecnologia e operação do Trem de Alta Velocidade (TAV) deverá ocorrer em julho ou agosto do ano que vem. É o que constará no edital que será publicado na próxima segunda-feira (26), segundo o diretor da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Hélio Mauro França. A previsão anterior era que o leilão fosse feito no final de maio.

Outra mudança é que o custo da obra seja ampliado em quase R$ 2 bilhões. Inicialmente, o projeto previa que a obra fosse concluída em 2014. Agora, a projeção é que o trem-bala esteja operando 100% da capacidade somente em 2020. O atraso resultou na previsão de aumento da demanda, o que fez subir também o custo, passando de R$ 33,2 bilhões para R$ 35 bilhões. “Será necessária a compra de mais veículos”, disse França.

“Consideramos conveniente manter a restrição de que a empresa não tenha registrado acidentes nos últimos dez anos, e reduzimos de dez para cinco anos o tempo de experiência com a operação do sistema”, explicou França, após participar de um seminário sobre transporte ferroviário de passageiros, na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

O processo de licitação do TAV - que ligará as cidades de São Paulo, Campinas (SP) e do Rio de Janeiro - foi dividido em duas partes: a primeira definirá os responsáveis pela fabricação dos trens e a operação do sistema (incluindo o fornecimento de tecnologia do veículo) e outra selecionará a empresa responsável pela construção do projeto.

A empresa ou consórcio vencedor será o que apresentar a melhor oferta, levando em consideração a relação entre o valor de outorga e a estimativa de custo e investimentos para construção de túneis, pontes, viadutos e do próprio trem, além da transferência de tecnologia, manutenção e operação do veículo.

A Empresa de Planejamento e Logística será sócia do projeto e terá 10% de participação no empreendimento. A estatal será responsável pela apresentação do projeto executivo do trem e pela escolha da empresa encarregada da construção, em etapa posterior, da infraestrutura necessária para a entrada em operação do trem-bala.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11061/DATA+DO+LEILAO+E+CUSTO+DO+TREMBALA+SAO+ALTERADOS.html

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Nuzman diz que os Jogos Olímpicos vão mudar o Rio


Presidente do COB prevê legado para a juventude

Por Claudio Nogueira

RIO - Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 vão transformar a cidade. A afirmação foi feita nesta segunda-feira pelo presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e do próprio Comitê Organizador Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman, durante o Seminário Rio 2016 promovido pelo GLOBO e o Extra, no Hotel Marriott, em Copacabana.
- O Rio deixará a marca da transformação como nenhuma outra. O legado será para a juventude e é o que vejo como mais importante - afirmou.
Nuzman fez questão de refutar quaisquer comparações com os Jogos de Londres, realizados em julho e agosto deste ano.
- Todos as cidades marcam os Jogos de formas diferentes. não se deve comparar cidades uma com a outra, porque são diferentes. Londres, mesmo tendo ficado preocupada com o sucesso de Pequim-2008, entregou Jogos excelentes. Foram extraordinários e marcaram uma forma diferente dos Jogos. E o Rio? O Rio vai ser diferente - ressaltou.
- Comparar Londres com o Rio será incorrer num erro enorme. o Rio será diferente. Londres fica na Europa, já sediou os Jogos três vezes, e a Europa já foi sede olímpica dezenas de vezes. O Rio quebra paradigmas, assim como Tóquio fez em 1960, ao celebrar as Olimpíadas pela primeira vez na Ásia. Depois, vieram Seul-1988, Pequim-2008. E o Rio vai transformar o continente sul-americano.
O dirigente tornou a explicar que o plano básico dos Jogos do Rio inclui quatro regiões: Maracanã, Deodoro, Copacabana e Barra da Tijuca. Ainda durante a candidatura, o COB chegou a ter duvidas quanto a apresentar um projeto com quatro regiões, porque isso daria margem a críticas das outras postulantes, que poderiam apontar como ponto fraco as distancias e a deficiência nos transportes.
- Numa reunião com os governos, optamos correr o risco e enfrentar (as adversárias), para que a cidade toda fosse beneficiada. A cidade toda terá os Jogos. Deodoro, por exemplo, é o bairro com maior concentração de jovens, que estão ávidos por um caminho. Tudo isto fará do Rio o símbolo da maior transformação de uma cidade por causa dos Jogos Olímpicos. O Rio passará a ser o grande exemplo - enfatizou.
Entre as novidades no megaevento carioca, estará o retorno do golfe ao programa olímpico, depois de 112 anos. O local escolhido para sediar o esporte é um campo novo a ser construído na Reserva de Marapendi, na Barra.
- Será um campo público, o primeiro campo público da modalidade no país - ressaltou.
Em novembro, o comitê Rio-2016 tomará parte do debriefing dos Jogos de Londres, quando o LOCOG (Comitê Organizador de Londres-2012) fará um balanço de tudo o que ocorreu de positivo ou não e passará informações para o Comitê Olímpico Internacional (COI) e para o comitê cariocas e de outras cidades candidatas a sediar eventos do gênero no futuro. O Comitê Rio 2016 já selecionou 176 instalações para treinamento de outras delegações, sendo 98 públicas e 78 privadas, num total de 74 cidades de 18 estados. O Brasil ficará concentrado no Centro de Capacitação em Educação Física do Exército, na Urca, e na Escola Naval, no Centro do Rio.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/nuzman-diz-que-os-jogos-olimpicos-vao-mudar-rio-6573564#ixzz2AixS3ZWi

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Globo pede, e CBDA terminará torneios aos sábados


Por Mauro Zafalon

Em evento denominado Conselho Técnico Nacional de Natação (CTNN), a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) anunciou que, por solicitação da Rede Globo, que detém os direitos de transmissão, as competições organizadas pela entidade se encerrarão aos sábados, e não mais aos domingos.

De acordo com a CBDA, a Globo não estava conseguindo elaborar matérias mais extensas sobre os torneios para sua atração dominical Esporte Espetacular, uma vez que as provas e o programa ocorriam na mesma data. Com a alteração, a emissora passará a ter mais tempo para preparar o material que será veiculado.

Na verdade, quem transmite os campeonatos completos é a Sportv, que pertence à Rede Globo. Esta última, todavia, pode, quando quiser, exibi-los na televisão aberta. Ela geralmente o faz quando os certames estão em suas fases decisivas.

Para testar e se adaptar ao novo dia de encerramento, a organização esportiva já vinha finalizando suas competições aos sábados. A primeira, após a oficialização da mudança, porém, será a oitava edição do Torneio Open Correios-CBDA de Natação.

O evento acontecerá de 7 a 10 de novembro, na cidade paulista de Guaratinguetá. O atual campeão é o Minas Tênis Clube. Em todas as outras edições, no entanto, o Esporte Clube Pinheiros ficou com o título. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/27/27291/Globo-pede-e-CBDA-terminara-torneios-aos-sabados/index.php

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Ministério do Esporte deve deliberar só no dia 18


A previsão é que o Ministério do Esporte analise e delibere sobre o pedido do Governo do Estado do Ceará de mudança na Matriz de Responsabilidades das obras da Copa 2014, em reunião do Grupo Executivo da Copa do Mundo (Gecopa), que acontece no próximo dia 18 de setembro.

O Governo Estadual enviou, na última quarta-feira, ofício ao Ministério solicitando que, em virtude da falta de concordância com a Prefeitura, as desapropriações na Via Expressa fiquem a cargo da gestão municipal. A Matriz de Responsabilidades aponta que é dever do Estado a realização das desocupações da área para a construção de quatro túneis do corredor Norte/Sul e do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) Parangaba/Mucuripe.

O documento do Ministério do Esporte foi assinado em 2010 por União, Estado e Município. Todo o impasse começou quando a Prefeitura de Fortaleza afirmou que as obras da Via Expressa estavam paradas (cabe ao Município a construção dos túneis e recuperação da via) em razão de o Estado não ter realizado as desapropriações.

´Equívoco´

Na última terça-feira (4), o Governo Estadual havia alegado que, como a gestão municipal iria realizar intervenções no local, deveria arcar com as desocupações também. E disse se tratar de equívoco as definições presentes na Matriz. Porém, conforme publicação no Portal da Transparência Copa 2014 da Controladoria Geral da União (CGU), as desapropriações referentes à implantação do VLT são de responsabilidade do Estado.

Enquanto isso, as obras, que têm prazo de término, continuam sem definição de início. E o impasse fica sem solução, já que o Governo Estadual aguarda a deliberação do Ministério do Esporte e o Municipal, as desocupações dos imóveis para dar o ponto de partida nas obras.

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1178709

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Sugestão do LANCENET! para o futebol brasileiro

Material publicado pelo Lancenet! em março de 2012.


Com a saída de Ricardo Teixeira do comando da CBF, começa uma nova era e o LANCENET! propõe uma reforma

O LANCENET! apresenta nove propostas para o futuro do futebol brasileiro! Com a saída do presidente da CBF, Ricardo Teixeira, que estava havia 23 anos no poder, uma nova era se inicia e a participação dos clubes será primordial para que o futebol siga o exemplo europeu. Dos estatutos da CBF à formação de uma liga nacional de clubes, conheça as sugestões do LANCE! para um debate sobre o futebol nacional:

1 - UMA NOVA GESTÃO
Mudança estatutária criando o Conselho de Administração (CA), abaixo do qual se situaria a diretoria executiva, profissional, responsável pela gestão cotidiana.
O CA, formado por brasileiros de alta reputação e compaixão pelo futebol, não tem remuneração e tem a responsabilidade de contratar e demitir a diretoria, além da condução das grandes estratégias para o crescimento do futebol do Brasil.
A eleição do próximo presidente da CBF seria a última de um só nome. Nas próximas, se candidatariam chapas, já com os nomes dos conselheiros. O número de conselheiros deve ser de 6 a 8, sendo que o presidente do CA tem o voto de desempate.
Este primeiro CA teria um mandato "Constituinte", absolutamente alinhado com necessidade de revisão dos estatutos no sentido de, democraticamente, apontar caminhos para o desenvolvimento do futebol brasileiro.
Ao contrário do sistema atual, os clubes que disputarem no ano da eleição da CBF uma das quatro séries do Campeonato Brasileiro terão direito a voto e a indicação de nomes para a composição das chapas que disputarem a eleição.

2 - O USO DE RECEITAS
Parcela importante da receita bruta da CBF (no mínimo 50%) passará a ser direcionada pelo seu estatuto, sem passar pelos cofres da entidade, para um FUNDO DE FOMENTO AO FUTEBOL que financie os clubes e as competições entre clubes promovidas pela CBF. O FFF teria uma forma de gestão compartilhada entre a confederação e os clubes, a ser definida em norma.
Seria tarefa deste FFF contribuir com a contrapartida que alguns clubes possam necessitar para viabilizar a construção de Centros de Treinamento, a estruturação das divisões de base e a construção ou reforma de seus estádios de modo a atender às novas exigencias legais e às demandas de conforto e segurança.
Parte dos recursos do fundo seria empregada, ainda, no pagamento integral de despesas de passagens, hospedagem e arbitragem das Terceira e Quarta Divisões do Campeonato Brasileiro, o que vai significar economia para os clubes e aumentar a competitividade dessas divisões de acesso.
A CBF estaria limitada em seus gastos de administração e operação a, no máximo, parcela de receitas que entrasse nos seus cofres, sendo vetado aos seus executivos a realização de deficit orçamentário. A entidade deve apresentar e fazer publicar, trimestralmente, o seu balanço econômico/financeiro, como o fazem as maiores empresas - inclusive no site da entidade.

3 - O PAPEL SOCIAL
Às atividades profissionais da CBF, prioritárias, deve ser agregada uma forte atuação social, usando o futebol como ferramenta de inclusão, especialmente voltada para crianças e adolescentes e de acordo com políticas nacionais de incentivo à prática esportiva. Deve também viabilizar a presença nos estádios, formando os torcedores do futuro. Será obrigação da entidade a publicação regular do balanço social, como é norma das empresas mais modernas do país.

4 - A MUDANÇA DO CALENDÁRIO
Mudança no calendário para adaptá-lo ao dos grandes eventos de clubes e seleções e ao modelo praticado na maior parte do mundo é tarefa urgente.
O aproveitamento ideal do calendário atual está comprometido por não termos as férias no meio do ano, pela realização das competições continentais (Libertadores e Pan-Americana), simultaneamente, no mesmo semestre e pela ausência de clubes importantes da Primeira Divisão na Copa do Brasil.
Além disso, o fato de que a Copa do Mundo, a Copa América e os Jogos Olímpicos serem disputados no meio do ano impõe que se paralise as competições mais importantes do país, perdendo os clubes importante período de atividade e compromentendo sua saúde econômica.
Esse novo calendário deve ter um período de pré-temporada, aliado com os países europeus, permitindo aos times brasileiros excursionarem e, com isso, propagarem suas marcas globalmente, valorizando-as, como fazem os maiores clubes do mundo. Medida que terá efeito imediato no aumento de patrocínios e estimulará o consumo de produtos brasileiros em todo o mundo.
Os estaduais e/ou regionais serão realizados no início de temporada e não poderão exceder a dez datas, livrando assim os clubes de Primeira e Segunda divisão de disputarem um excessivo número de jogos com prejuízos econômicos, fruto do desinteresse crescente dos torcedores.

5 - A FORMAÇÃO DE LIGAS
A CBF deve ter o compromisso de fomentar a criação e de atuar em harmonia com uma Liga Nacional de clubes, nos moldes dos países europeus. É a única maneira de termos no futuro os nossos clubes entre os maiores do mundo. Para tanto, o calendário e o sistema de disputa são peças essenciais, mas não suficientes para globalizar os times do Brasil.
Com a Liga, poderemos ampliar a nossa fatia nas fortunas do futebol mundial, fortalecendo as marcas dos clubes e arrecadando receitas de televisionamento e merchandising por todo o planeta. Os nossos campeonatos não são exibidos no exterior da forma como deveriam ser por que nunca foram pensados de fato para tal objetivo.
O futebol de clubes gera muito mais recursos que o de Seleções, que tem na Copa do Mundo sua maior atração, de quatro em quatro anos. A Champions League, só de TV, fatura quase o dobro que a Copa do Mundo, medindo-se períodos de quatro anos.
Somente teremos condições de manter aqui uma parcela significativa dos nossos craques se passarmos a rivalizar em importância com as competições mais bem-sucedidas do mundo e com os clubes mais fortes. Este talvez deva ser o maior gol que a CBF pode marcar num cenário de cinco anos.

6 - SEGURANÇAS NOS ESTÁDIOS
A falta de proteção e conforto é o maior entrave para o aumento de público nos estádios. A CBF deve ser a maior articuladora e cobradora da implementação das novas políticas de segurança para o torcedor, seja cobrando do Judiciário o bom funcionamento dos tribunais de rito sumário para os estádios, seja articulando nacionalmente, com reduções de custos, itens como seguro de acidentes, assistência médica nos eventos, entre outras medidas. O resultado disso será a maior presença de famílias e um verdadeiro espetáculo de entretenimento, como deve ser o futebol.

7 - NOVA ARBITRAGEM
A CBF deve trabalhar para criar a profissão de árbitro no país. Todos os que gravitam no futebol são profissionais, hoje em dia, menos os árbitros. Devem-se ampliar os investimentos na capacitação desses profissionais. Há de se garantir, ainda, a plena independência da comissão de arbitragem da entidade, submetendo o seu dirigente à aprovação do Conselho de Administração e criando mecanismos, que impeçam formas de pressão e garantam a lisura do processo.

8 - A JUSTIÇA DESPORTIVA
A Justiça Desportiva deve ser um braço do Judiciário Federal, remunerada em orçamento, e autonôma em relação às Federações e Confederações.

9 - COMBATE À PIRATARIA
A CBF deve ter o compromisso prioritário de combater a pirataria dos produtos oficiais dos clubes, por meio de gestão política para se estabelecer convênios com a Secretaria da Receita Federal e com o Confaz visando a um aumento da arrecadação dos Estados e da União. Poderia se estabelecer um percentual de contribuição dos clubes/fabricantes para programas sociais, assim gerando um incentivo a mais para a compra de produtos oficiais.

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/minuto/novo-futebol_0_667133532.html#ixzz20YpnaeJj