Mostrando postagens com marcador Voleibol. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Voleibol. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Final entre Osasco e Rio terá 'olhos eletrônicos' para evitar polêmicas
Equipes vão ter direito a dois desafios por set. Árbitro da decisão aprova sistema eletrônico importado da Polônia pela CBV
Por Marcos Guerra
Marcações duvidosas da arbitragem não vão ter vez na final da Superliga feminina de Vôlei entre Osasco e Rio de Janeiro, neste domingo, às 10h, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Um recurso eletrônico importado da Polônia vai ser usado na decisão para auxiliar os árbitros nos lances polêmicos. A tecnologia também deve ser usada na final da Superliga masculina, no dia 14.
A tecnologia criada por uma empresa polonesa, que conta com o aval da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), funciona como “olhos eletrônicos” dos árbitros. Sistemas parecidos para tornar o esporte mais justo e evitar que erros humanos de arbitragem prejudiquem uma equipe ou atleta já são usados em outros esportes como tênis, futebol americano e na NBA. Uma estação de vídeo será montada no domingo próxima à mesa de controle da arbitragem e vai receber imagens de 16 câmeras especiais, posicionadas estrategicamente para capturar lances dúbios em todas as linhas da quadra e também possíveis invasões por cima e por baixo da rede.
No domingo, Osasco e Rio de Janeiro vão ter direito a dois desafios por set. O pedido deve ser feito pelas capitãs do time - Jaqueline e Fofão - imediatamente após o lance considerado polêmico. O 2º árbitro irá analisar o replay da jogada. Nenhum representante de ambos os times poderá interromper ou afetar o trabalho do árbitro.
Além disso, o primeiro árbitro tem o direito de pedir pela verificação de vídeo em caso de dúvida, desde que seja um ponto decisivo do set / jogo. O controlador da estação de vídeo pode reprisar o lance em “super slow” apenas dez segundos depois do desafio.
- As câmeras conseguem captar 110 frames por segundo. Isso é cinco vezes mais do que um olho humano é capaz de enxergar. Ainda estamos em fase de desenvolvimento e acreditamos que possamos registrar 200 frames na próxima temporada - afirmou o polonês Grzegorz Najder, que trouxe a nova tecnologia ao Brasil e a comandará na final da Superliga.
Além de já estarem em utilização há dois anos na Liga Polonesa, esses recursos eletrônicos foram utilizados também no Mundial de Clubes do ano passado, no Catar, e na última Liga dos Campeões da Europa. Diferentemente do sistema utilizado no tênis, a tecnologia polonesa ainda tem “pontos cegos”, que ocorrem apenas em caso de uma atleta se posicionar em frente à câmera selecionada justamente no momento em que a bola toca o piso da quadra - os árbitros de linha foram instruídos para se posicionarem sem atrapalhar as câmeras.
- É um sistema totalmente diferente do usado no tênis (baseado em sensores). São soluções diferentes para chegar à decisão precisa. Conseguimos esclarecer 90% dos casos. Se não for possível, a palavra final é a do árbitro - explica Grzegorz.
Este ponto é que gera um pouco de preocupação. No evento-teste realizado pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), na noite desta quarta-feira, os recursos eletrônicos geraram algumas dúvidas na arbitragem. Foi a primeira vez que os árbitros Anderson Luiz Caçador e Sílvio Cardozo da Silveira, que vão apitar a final da Superliga Feminina, tiveram contato com o equipamento. Se o árbitro não sentir 100% de confiança na imagem disponível, ele pode decidir voltar o ponto. Como cada set pode acontecer quatro desafios - dois de cada equipe - a partida pode acabar ficando mais longa. Em média, no evento-teste, cada desafio paralisou a partida por um minuto.
Na final da Superliga, cada equipe terá direito a dois desafios por set, e um erro do desafiante não elimina a segunda contestação, como ocorreu no Mundial. Os times poderão pedir o desafio para verificar se a bola caiu dentro ou fora, se houve invasão na quadra adversária ou de ataque, se houve toque do bloqueio na rede ou se ocorreu toque da bola ou do atleta na antena.
Para o superintendente técnico da CBV, Renato D´Ávila, o sistema tem como principal vantagem proporcionar um jogo mais justo.
- Certos ataques no voleibol são muito rápidos. É praticamente impossível para o árbitro ter uma posição com 100% de certeza. Com essa tecnologia, o resultado final da partida é mais justo - disse Renato.
No evento-teste organizado pela CBV, houve uma dificuldade de comunicação entre atletas, juízes e os técnicos poloneses, que falam inglês.
- Sendo bem usada, essa tecnologia vai nos ajudar muito. Os jogadores estão muito fortes e, por isso, a bola está mais rápida agora. Então, essa novidade vai jogar junto com os árbitros. Espero que os atletas compreendem que, assim como eles, nós também erramos. A aceitação foi muito boa no Mundial, porque sempre é melhor corrigir uma falha - disse o primeiro árbitro da final, Anderson Caçador.
Com 22 anos de experiência, o árbitro internacional espera ter a tecnologia como aliada daqui para frente no seu trabalho.
- Somos humanos e podemos errar, mas estamos preparados para fazer o nosso papel, que é falhar o menos possível. E esse novo sistema faz com que o erro seja cada vez mais evitado - completou.
Fonte: http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2013/04/final-da-superliga-feminina-tera-olhos-eletronicos-para-evitar-polemicas.html
quarta-feira, 27 de março de 2013
Liderados por Murilo e Gustavo, 280 jogadores se unem para levar proposta de 'Superliga ideal' à CBV
Por Renata Mendonça
Uma indignação coletiva e a vontade de mudar: esses são os sentimentos que moveram quase 300 jogadores de vôlei a se unirem na tentativa de melhorar o esporte nacional. O que eles querem? O fim da ‘instabilidade’ dos clubes, a realização do Jogo das Estrelas, uma Copa do Brasil e a proposta de um torneio mais longo e atrativo para os patrocinadores... essas são as reivindicações ‘básicas’ desses atletas, que estão mobilizando as redes sociais e os próprios clubes por “uma Superliga melhor” e já fizeram até mesmo o mundo ‘ouvir’ suas causas.
Foi por volta das 21h da última terça-feira que a hashtag #UnidosPorUmaSuperligaMelhor chegou aos trending topics mundiais do Twitter, mostrando a força de uma campanha que começou na segunda-feira e se espalhou de forma muito rápida entre atletas, técnicos, clubes e amantes do vôlei. Uma tarja preta com os dizeres “Unidos pelo Voleibol. Por uma Superliga melhor” foi compartilhada por centenas e até milhares de pessoas, provando que o sentimento que os atletas têm ao verem times acabando por causa da falta de patrocínio é compartilhado por muitos.
Mas a campanha iniciada nas redes sociais é apenas um detalhe perto da mobilização dos atletas que estão dispostos a mudar de vez o cenário instável do vôlei brasileiro. E muito se engana quem pensa que ela foi algo que surgiu momentaneamente por causa de mais um clube ameaçado de fechar as portas após perder seu principal patrocinador – a Medley anunciou na última segunda-feira que estava deixando o Campinas e não continuaria na próxima temporada. Ela começou há cerca de oito meses, ainda antes do início desta Superliga pela iniciativa de dois irmãos líderes do vôlei nacional que estavam dispostos a ver as coisas mudarem no futuro.
Gustavo e Murilo compartilhavam um sentimento de indignação quando viram o calendário tão curto da Superliga 2012/2013 – que duraria apenas quatro meses – e decidiram conversar com outros atletas para tentar levar algumas reivindicações sobre o principal torneio do vôlei no Brasil à CBV (Confederação Brasileira de Vôlei). Assim, os dois começaram a coletar os e-mails dos capitães de todos os times que participavam da competição nacional e criaram um grupo para discutir as questões que incomodavam os jogadores na Superliga.
Dos capitães, o grupo se estendeu também para todos os atletas dos 12 clubes que fazem parte da Superliga masculina e chegou até a jogadores que, no momento, atuam fora do Brasil, mas também têm interesse em opinar sobre a situação da modalidade no país. E foi através de discussões por e-mail, que hoje, 280 atletas conseguiram chegar quase que a um modelo de ‘Superliga ideal’ para apresentar à Confederação. Mais do que isso, os jogadores sugerem outras competições para preencher o calendário e mais alternativas para atrair patrocinadores – tudo inspirado em experiências que alguns deles já tiveram em campeonatos estrangeiros.
“Isso começou há uns oito meses. Resolvemos fazer esse grupo pegando e-mail de cada um porque aí ficava todo mundo sabendo do que estava acontecendo e poderia opinar o que seria bom”, explicou o central do Canoas, Gustavo, em entrevista ao ESPN.com.br.
Campeão olímpico com a seleção brasileira em 2004, Gustavo é um dos grandes incentivadores do grupo, mas garante que a intenção dos jogadores não é ir contra a Confederação, e sim apresentar uma nova proposta de campeonato que seja mais interessante para todas as partes envolvidas: clubes, atletas e CBV.
“É consenso entre nós que a gente não quer bater de frente, criticar a CBV. A ideia é ter uma união cada vez maior de atletas junto com clubes e CBV para fazer um campeonato cada vez melhor. Senão, desse jeito, com mais patrocinadores saindo a cada ano, a Superliga pode ficar muito ruim”, prosseguiu.
E a iniciativa dos atletas, inclusive, já chegou à Confederação. Ao tomar conhecimento sobre o grupo, o presidente da entidade, Ary Graça, aceitou marcar uma reunião com os líderes dele para ouvir o que os jogadores tinham para propor e acabou fazendo o mesmo também com representantes do feminino e do vôlei de praia.
“O lançamento da Superliga – evento que aconteceu em São Paulo em novembro passado – foi o primeiro contato. Falamos com o Ary [Graça] dessa possibilidade de poder discutir com ele alguns assuntos, passar a visão de nós atletas, que estamos ali dentro de quadra, jogamos duas vezes por semana, viajamos, etc”, contou Murilo, também em contato por telefone com o ESPN.com.br.
E a conversa com o presidente da CBV, que aconteceu em fevereiro deste ano, até animou os jogadores. Nela, estiveram Gustavo (Canoas), Murilo e Serginho (Sesi), Bruninho (RJX) e William (Sada Cruzeiro) como representantes de todo o grupo de atletas da Superliga masculina, além do próprio Ary Graça e de Fábio Azevedo, superintendente da confederação.
“Lógico que a decisão é sempre deles, mas conseguimos expor nosso ponto de vista, a preocupação com a saída de patrocinadores, porque assim a gente não tem garantia de trabalho. Falamos sobre uma solução para essa insegurança, fidelizando o patrocinador, tentando ter uma garantida dele por 2 ou 3 anos no clube...”, relatou o ponteiro do Sesi.
Entre as propostas discutidas pelos 280 jogadores que estão no grupo de e-mails e repassadas na reunião com Ary Graça estão uma Superliga com duração de pelo menos seis meses, a criação de uma Copa do Brasil entre 1º e 2º turnos da competição e a realização de um final de semana com o “Jogo das Estrelas”, nos moldes do que faz a NBB ou a própria NBA.
“Sete meses seria o ideal [para a Superliga] com 12 ou 14 equipes e as quartas sendo disputadas em séries de cinco jogos, com semifinais e finais melhor de três. Além disso, no meio da temporada, entre dezembro e janeiro, podia fazer uma Copa do Brasil, com os oito primeiros do 1º turno da Superliga fazendo um playoff em jogo único, depois semifinal e a final sendo realizada fora do eixo sul-sudeste, para divulgar o vôlei lá também”, sugeriu Gustavo.
“O jogo das estrelas também é muito atrativo. Fazer uma brincadeira no dia antes, competição de quem ataca a bola que sobe mais alto, um jogo de manchetão. Isso é uma maneira forte de divulgar”, completou.
Tudo para atrair os patrocinadores a investirem no vôlei. Na opinião dos atletas, é difícil uma competição que dura apenas quatro meses ser interessante para os investidores, que precisam bancar um time profissional inteiro por 12 meses, sendo que os jogadores só estão em competição em um terço desse período.
E a situação para a Superliga 2013/2014 nesse quesito realmente não é muito animadora. Além do Campinas, o São Bernardo também perdeu o patrocinador, assim como o Vôlei Futuro e o Florianópolis, e todos eles correm riscos de fecharem as portas antes da próxima temporada. Foi por isso que os 280 jogadores unidos resolveram agir, lançando a campanha “Unidos pelo Voleibol” para chamar a atenção dos clubes, da CBV e da mídia para a questão. E esse, de acordo com o Murilo, foi apenas o primeiro passo.
“Agora estamos vendo qual vai ser o próximo passo. O primeiro foi esse, de criar uma revolta, chamar a atenção para que saibam que a gente está preocupado. Ainda não recebemos nenhum contato da CBV pra marcar uma próxima reunião, espero que aconteça antes ou depois da final da Superliga que a gente possa dar prosseguimento a isso”, encerrou o ponteiro.
Fonte: http://espn.estadao.com.br/noticia/319169_liderados-por-murilo-e-gustavo-280-jogadores-se-unem-para-levar-proposta-de-superliga-ideal-a-cbv?timestamp=1364413111412
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Polônia testa jogo com placar até 15 pontos
A Polônia pretende testar uma novidade no próximo dia 16, data do amistoso entre o Skra Belchatow e a seleção de Andrea Anastasi. O confronto vai ser disputado em melhor de nove sets, com pontuação máxima de 15, como se fosse um tie-break. Em caso de empate, a parcial termina assim que uma das equipes fizer o 16º tento, sem a necessidade de abrir dois pontos de diferença.
Para o presidente da Federação Polaca de Voleibol, Miroslaw Przedpelski, o novo sistema deve deixar o jogo mais interessante, melhor para o público e mais atrativo para a mídia. “A proposta é interessante e revolucionária. Pode mudar drasticamente o nosso esporte”, defendeu o dirigente. As informações são do portal Volleyball.it.
Fonte: http://www.saqueviagem.com.br/noticias_detalhe.php?idPost=8230434
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Bernardinho: Sucesso é alguma coisa entre talento e determinação
Técnico campeão olímpico em Atenas-2004 deu palestra no seminário ‘2016 e o salto do esporte brasileiro’
Por MARCELO ALVES
RIO - Técnico campeão em Atenas-2004 e duas vezes vice-campeão olímpico em Pequim-2008 e Londres-2012, Bernardinho tentou explicar nesta segunda-feira um pouco do segredo do sucesso do vôlei brasileiro nos Jogos Olímpicos. Numa palestra cheia de frases de efeito que divertiu o público durante o seminário “2016 e o salto do esporte brasileiro”, o treinador da seleção masculina de vôlei disse que para obter sucesso no esporte é preciso ter não apenas talento, mas também determinação.
Formar um time e evitar a vaidade dos atletas são outros pontos listados pelo técnico para que o Brasil se mantenha no topo.
- Não sei o segredo do sucesso, mas ele está em alguma coisa entre uma dose de talento e determinação. O que motiva é a necessidade e a paixão. O segredo do sucesso de qualquer instituição depende antes de tudo do questionamento – afirmou o técnico no painel “O exemplo do vôlei. Presença constante nos pódios olímpicos e mundiais”.
Repetindo constantemente na necessidade de buscar o por quê de tudo para se atingir o objetivo, Bernardinho disse ser um eterno inconformado e cobrou investimentos na base para que o Brasil possa formar talentos. E disse como o vôlei chegou ao topo a partir dos anos 80 com a geração de prata.
- Conseguimos profissionalizar o sistema, houve investimento na base e intercâmbio com grandes forças. Nos anos 70, os japoneses nos ajudavam, depois fomos até a cortina de ferro para sorver (conhecimento). Esses pontos foram divisores de água naquele momento para que pudéssemos chegar em finais de mundial e olímpicas. E isso gerou a formação de ídolos, que gera interesse de jovens e a ampliação do número de praticantes. Desde 84, com exceção de 88, o Brasil tem marcado presença nos pódios olímpicos. Muitas vezes em ambos os naipes (masculino e feminino).
Ao se definir não como um treinador, mas como um “provedor de zonas de desconforto”, Bernardinho definiu o seu método para se manter no topo.
- Conversei com o Arthur Zanetti (campeão olímpico nas argolas), mandei uma carta para ele dizendo que agora eu iria começar a monitorá-lo para ver se ele vai manter o foco. Será que ele estará disposto a continuar a pagar o preço necessário para chegar lá. Não sou mais um treinador, mas um provedor de zonas de desconforto. Para que eles (os confortáveis) possam se sentir confortáveis na hora da pressão.
E alertou que a pressão no Rio será ainda maior:
- Teremos o apoio, mas também a pressão. É grande a possibilidade de dispersão do foco. Será uma mídia numerosíssima e a possibilidade de dispersão é enorme.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/bernardinho-sucesso-alguma-coisa-entre-talento-determinacao-6908284#ixzz2E0zuCBEX
Marcadores:
2016 e o salto do esporte brasileiro,
Bernardinho,
Dedicação,
Intercâmbio,
Sucesso,
Talento,
Troca de Experiência,
Voleibol,
Zona de Conforto
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Hino da Unilever será tocado pela primeira vez
Por Mauro Zafalon
Nesta sexta-feira, será dada a largada da temporada 2012/2013 da Superliga Feminina de Vôlei. Aproveitando sua estreia na competição, diante do São Cristóvão Saúde/São Caetano, no Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro, a Unilever fará uma série de ações de marketing para seus torcedores. Uma delas será a apresentação de seu hino.
O clube tocará pela primeira vez seu canto oficial em uma partida. Para criá-lo, a equipe lançou inicialmente em sua página no Facebook uma ação na qual os fãs deveriam registrar um depoimento sobre o orgulho de torcer pelo time.
Posteriormente, foram selecionadas as palavras mais lembradas nas mensagens. E, a partir delas, os administradores da fanpage compuseram a canção, já disponível na própria página da rede social. A música recebeu o nome de “Nosso Hino”.
A agremiação carioca, do técnico Bernardinho, ainda estreará seu novo uniforme. O diferencial da roupa é que a peça trará uma estampa de um importante ponto turístico do Rio de Janeiro, não divulgado, escolhido pelos torcedores por votação. As opções eram Pão-de-Açúcar, Arcos da Lapa e Sambódromo.
A Unilever é a maior vencedora da Superliga Feminina, com sete títulos. A última vez em que se sagrou campeã da competição foi em 2010/2011. Na última temporada, ficou com o vice-campeonato.
Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27643/Hino-da-Unilever-sera-tocado-pela-primeira-vez/index.php
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Praia Clube utiliza alta tecnologia para analisar partidas em tempo real
Software faz avaliação técnica e tática dos jogos de vôlei. Operadora do sistema informa Spencer Lee, durante os jogos, o que deve ser melhorado
Por Caroline Aleixo
Número de erros de saques, falhas no levantamento, acertos, direção de ataque e tantos outros dados precisos já podem ser medidos durante os jogos do Praia Clube. Além de investir em contratações de atletas, a diretoria do clube apostou também em infraestrutura tecnológica e, para isso, contratou a técnica Cláudia Satomi para fazer a análise estatística do time por meio de um software europeu específico para partidas de vôlei. O intuito é garantir melhor desempenho da equipe na Superliga 2012/2013.
- Fui contratada para acompanhar os amistosos do Praia e também da Superliga. Com esse programa utilizado, é possível fazer uma avaliação tática e técnica tanto do Praia quanto do oponente. Saber onde errou, onde acertou, verificar um lance duvidoso, entre outros. Tudo isso ajudando na preparação em treinos e no posicionamento das meninas em quadra – explicou Cláudia Satomi.
O aparato utiliza apenas um notebook e uma câmera instalada ao fundo da quadra. Na máquina são instalados os programas Data Vôlei e Data Vídeo, responsáveis por fazer o diagnóstico do jogo. Vindo diretamente da Itália, o programa indica em tempo real todas as informações do jogo e o vídeo grava com um delay de oito segundos. Assim, tornou-se possível acompanhar cada detalhe das partidas para melhor orientação da comissão técnica.
O investimento custa caro e por isso geralmente é feito por grandes equipes de voleibol. De acordo com a profissional, a média de preço é de € 4,5 mil e é preciso fazer um treinamento na Europa para utilizá-lo.
- Assim que formei fui estudar e trabalhar nos EUA. Lá conheci o programa e tive a curiosidade de explorá-lo. Acho a utilização dele muito importante, até para as próprias atletas. Eu instalo nos computadores delas para que possam analisar melhor em casa, acompanhando o próprio desempenho. Temos o costume de colocar o vídeo na reunião técnica também, antes de uma partida, assim é possível saber o que ocorreu, com riqueza de detalhes – comentou Satomi.
Investimento que, segundo o supervisor da equipe, Bruno César Vilela, vale a pena e os resultados com o novo recurso podem ser percebidos de imediato.
- Foi muito importante para nossa equipe. A Cláudia transmite a informação diretamente para o Spencer por meio de um fone de ouvido e microfone. Então durante o jogo a gente pode saber como está os times em quadra e armar um bloqueio ou ataque, evitando as falhas e surpreendendo o time adversário - afirmou Bruno.
Perfil
Cláudia Satomi é formada em Educação Física e complementou os estudos na Louisiana Tech University, nos Estados Unidos, onde também foi auxiliar técnica. A profissional é técnica Nível III da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e está habilitada a comandar equipes em qualquer categoria, em âmbito regional e nacional, estando apta a trabalhar na Superliga.
Antes de ser contratada pelo Praia Clube, Satomi trabalhou na equipe masculina de vôlei do Palmeiras e integrou a comissão técnica do Minas Tênis, onde atuou por oito anos.
Os trabalhos de estatísticas foram iniciados da equipe praiana em julho deste ano durante alguns treinos e agora com os amistosos que antecederam a Superliga Nacional. Morando em São Paulo, Cláudia acompanha a equipe em todos os jogos.
Fonte: http://globoesporte.globo.com/mg/triangulo-mineiro/noticia/2012/11/praia-clube-utiliza-alta-tecnologia-para-analisar-partidas-em-tempo-real.html
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Ary Graça: ‘Mudar para quê? Se é bom, fica. Se não é, sai’
Novo presidente da FIVb está licenciado da CBV, mas mantém o poder por perto
Por Ary Cunha
RIO - A galeria de troféus da CBV, na Barra da Tijuca, virou sala de espera do novo escritório da FIVb. Quando não está na Suíça, é de lá que Ary Graça Filho comanda os rumos do vôlei mundial desde que assumiu a entidade, em setembro. Defensor das reeleições ilimitadas, ele está licenciado na CBV e na Sul-Americana, mas mantém o poder por perto.
O escritório da FIVb vai ficar mesmo junto com a sede da CBV?
Separei essa parte aqui e passou a ser FIVb, com porta fechada, tudo direitinho. Contato com a CBV até tem, é só descer e entrar lá. E a Sul-Americana de Vôlei é no prédio aqui em frente.
Cercou tudo, hein, presidente...
Você que está falando. Não bota isso na minha boca (risos). E ainda tem o COB do outro lado da rua (na Avenida das Américas). Cerquei mais ainda.
O que vai mudar no vôlei com sua chegada à presidência da FIVb?
A estrutura vai mudar. Vamos implantar o modelo de gestão que tenho no Brasil, de unidades de negócios. Lá, o setor de desenvolvimento, encarregado de expandir o esporte, é o mesmo que cuida da área técnica, para aprovar bolas, equipamentos, redes... Não tem nada a ver uma coisa com a outra. Então, vamos implantar uma administração moderna. Mandei instalar equipamentos de vídeo conferência aqui, nas federações e lá em Lausanne. Isso evita que tenha de estar presente em todos os lugares. Mas, nesse início, terei de ficar mais lá do que aqui, para implementar isso tudo.
Qual é o maior desafio do vôlei, em termos globais?
O desafio é vender. Hoje, o voleibol mundial está restrito. Somos fortes apenas em 20, 25 países. No resto, ficamos em níveis inferiores. Estamos em 220 países, mas como esporte dos principais são apenas 25, porque temos muitos na Europa. Se reparar nos últimos 60 anos, só seis países foram campeões mundiais. Desses seis, Rússia e Brasil tiveram praticamente 50% dos títulos. Então, a coisa está muito concentrada. E a ascensão do Brasil é recente. Campeões olímpicos, são apenas sete. Do ponto de vista de marketing, não temos um mercado. A finalidade imediata é fazer com o vôlei de quadra o que fiz na praia, com a Continental Cup, que trouxe 143 países para disputar vaga nas Olimpíadas. Levou dois anos e meio, mas pôs na parada Vanuatu, Ilhas Cook, Barbados, Cayman e outros países esquecidos. A palavra é oportunidade. E para todo mundo.
Mas expandir o vôlei de quadra não é mais complicado?
O vôlei de quadra é mais caro, não são só duas duplas. Tenho que ampliar mercado, mudando as fórmulas de competição, para serem mais comerciais. A Liga Mundial hoje reúne 16 times. Fiz uma proposta de competição apenas com os oito melhores times do mundo. E aí, teria uma Segunda Divisão com outros oito e a Terceira, dando oportunidade para o mundo inteiro entrar, por continente, num modelo mais barato. Em todas elas, um sobe e outro cai. Isso nunca houve na Liga Mundial. É uma sugestão que acho que vai ser aprovada, mês que vem.
Como no futebol, vai cair gente boa.
Aí está a emoção do negócio. Não pode perder. Um bom vai cair. Na prática, o que vai acontecer? Ninguém mais vai mandar segundo time para jogar a primeira fase. A maioria hoje aproveita para fazer experiência. Até o Brasil sempre fez isso. Ano passado, só fomos nos classificar no último jogo. Todos os times mandam jogadores novos. A Liga é competição séria, não é lugar para treinamento. É para pôr em quadra os melhores. E o mesmo vai valer também para o Grand Prix feminino.
Se essa proposta passar, o senhor vai comprar uma briga com o Bernardinho e o Zé Roberto.
Vou ser obrigado a dar uma resposta diplomática. Competição comercial, para desenvolver mercado e não ser deficitária, tem que ser com os melhores jogadores. Se quiser levar a sério o esporte, tem de botar para jogar os melhores artistas. Agora, para cuidar da parte técnica, testar jogador, há outras competições, continentais, sul-americanas, europeus. Aí, bota quem eles quiserem. É preciso ter visão empresarial. Não se pode brincar com o desenvolvimento do marketing do esporte.
Falando em marketing do esporte, muita gente já aponta o MMA como segundo esporte preferido dos brasileiros. O que o senhor acha disso?
É uma propaganda muito bem feita, mas uma mentira absurda. Me lembro, quando era pequeno, que apareceu por aqui luta do Kimura contra o Hélio Gracie, tinha também o Waldemar Santana... Levou uns três, quatro anos, mas depois nunca mais ninguém ouviu falar nisso. Não estou dizendo que o MMA não vá adiante. Estou dizendo que há uma limitação de público, dada a brutalidade que é. Certamente esse público não passa daquilo. Só tivemos três ou quatro torneios no Brasil de Ultimate Fighting... É um modismo, como foram tantos outros. Quero ver consolidar. Não se pode falar em consolidação antes de dez anos. Essas coisas surgem e vão embora, são os cometas. Já um esporte que pouco tempo eu acho que vai arrebentar no Brasil é o rúgbi. Era confinado a Austrália, Nova Zelândia, e agora está arrebentando no mundo todo e tem tudo para se manter. O UFC, enquanto tiver brasileiro ganhando, tudo bem. Quando não tiver, acabou.
Mas, em se tratando de Brasil, essa tese se aplica para qualquer esporte.
Só que o UFC só tem americano e brasileiro. O japonês tentou entrar e não conseguiu. Na Europa, não tem. Não perturbam. Tenho estatísticas de tudo. Eles não incomodam ainda.
Em termos de regras, quais são as novidades a caminho?
Vamos harmonizar o máximo possível as regras da praia e da quadra. Em 90% dos casos é viável e serão regras iguais. Por exemplo: na praia, se você bloqueia, vale um toque. No indoor, não vale. Por quê? Não tem sentido. Na praia, o jogador diz que está machucado, ganha tempo técnico de cinco minutos. E quem vai provar que não está? É uma indisciplina absurda. O Usain Bolt, se der um tiro e sentir uma fisgada, não fica para trás? Então, se machucou, acabou o jogo. Além disso, por que uma quadra tem nove metros no indoor e oito na praia? As duas têm de ser de nove. Pode não ser bom para os brasileiros, que não são tão altos. Então, vamos arrumar jogadores mais altos.
O senhor já está licenciado formalmente da CBV e da Sul-Americana ou vai acumular cargos?
Meu mandato na CBV vai até 2016, depois das Olimpíadas, mas já me licenciei. Na Sul-Americana, da mesma forma. E assumiram estatutariamente os dois vice-presidentes.
E eles vão mandar, com o senhor tão perto?
Aí é problema deles. São os presidentes, vão tomar as atitudes necessárias. O que posso dizer é que tenho uma gestão empresarial, em que a figura do presidente é filosófica e representativa. Está tudo planejado até 2016. Eles têm de implementar o que está combinado. Não vou interferir, mas não posso deixar de ser um aconselhador. Estarei sempre presente. Agora, é bom que se diga que legalmente nada me impede de ficar na presidência das três entidades. Só me licenciei para poder implementar projetos na Federação Internacional.
O senhor também pretende ter mandatos sucessivos na FIVb (ele é presidente da CBV há 15 anos)?
Tenho 69 anos. E na FIVb, com 72 você não pode mais se candidatar. Pelos estatutos atuais, não posso ser reeleito.
Pensa em mudar o estatuto?
É como aquela música: “Deixa a vida me levar”... (risos) Nesse momento, não penso nisso.
Mas o senhor defende as reeleições ilimitadas de dirigentes...
Os clubes de futebol quase todos têm essa obrigação de os presidentes saírem. Aí, eu pergunto: deu solução? O Flamengo, a cada quatro ou seis anos, muda de presidente. E ai, deu solução? É preciso condicionar a permanência no cargo a resultados.
O que o senhor acha, então, de o Ministério do Esporte promete condicionar a liberação de recursos a essa democratização no poder?
O dinheiro público tem de estar condicionado a resultados. É preciso que as metas estejam fixadas de forma bem clara. Dessa forma, você pode cobrar. É como numa empresa. Você tem de responder pelos resultados, não pelo tempo em que está no cargo.
Bernardinho e Zé Roberto ficam? O senhor chegou a dizer que exigiria dedicação exclusiva à seleção.
Com o Bernardinho já está tudo bem adiantado. Tivemos uma conversa em Londres, após as Olimpíadas. Com o Zé Roberto, ainda falta uma conversa com o diretor-técnico, Paulo Márcio, para acertarmos tudo. Realmente, a exclusividade é um desejo meu, mas não significa que seja uma obrigação. É aquilo: vou tirar por que? Só porque acham que é preciso mudar a toda hora? Mudar para quê? Se é bom, fica. Se não é bom, sai.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/ary-graca-mudar-para-que-se-bom-fica-se-nao-sai-6629805#ixzz2BMAxBD8Z
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
XYZ vai gerenciar imagem de Sheilla Castro
A jogadora de vôlei Sheilla Castro, contratada neste ano para defender o Sollys∕Osasco, vai incrementar o grupo de atletas cujas imagens são gerenciadas pela XYZ Live. A agência será responsável por promoção, construção de imagem e captação de patrocínios para a bicampeã olímpica.
A XYZ Live faz trabalhos similares com o skatista Sandro Dias, o lutador Vitor Belfort, o jogador de basquete Scott Machado (Houston Rockets) e os jogadores de futebol Luisão (Benfica), Alex (Paris Saint-Germain), Elano (Grêmio) e Henrique (Sport).
“Fiquei feliz com esse acordo porque o esporte como um todo – e o olímpico em particular – se aproxima de um grande momento, que são os Jogos de 2016. Então, ter a imagem vinculada a uma empresa que conhece bem o mercado é algo estratégico para a carreira de um esportista”, declarou Sheilla.
A oposta de 29 anos esteve nas campanhas vitoriosas do Brasil nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008 e Londres-2012. Neste mês, ela é protagonista do ensaio de capa da revista masculina “VIP”.
“A Sheilla é uma atleta admirável, com uma história vencedora, e por isso estamos honrados com a possibilidade de contribuir com a carreira dela”, disse Fernando von Oertzen, vice-presidente de esportes da XYZ Live.
Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/atletas/27/27033/XYZ-vai-gerenciar-imagem-de-Sheilla-Castro/index.php
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Aposta da Unilever fortalece status do vôlei
Por Guilherme Costa
A Unilever anunciou em junho de 2009 uma mudança estratégica fundamental para a marca no Brasil. O time de vôlei que a companhia mantém no país, que já havia conquistado seis títulos da Superliga feminina, deixou de se chamar Rexona∕Ades e assumiu o nome da empresa. Essa alteração nunca teve tanta importância quanto agora.
O time de vôlei feminino, que desde 2004 está sediado no Rio de Janeiro, é a principal plataforma de comunicação institucional da Unilever para o mercado brasileiro. Esse é o caminho que a empresa escolheu para falar da operação de uma forma ampla, sem se limitar a nenhuma marca.
E por que o status do time mudou nos últimos meses? Porque o Brasil, economia aquecida, assumiu um papel muito importante no plano estratégico da Unilever mundial. A companhia global tem meta de dobrar de tamanho até 2020.
Esse objetivo só será palpável se o mercado brasileiro colaborar. A operação é atualmente a segunda maior da Unilever no planeta – com faturamento de R$ 12 bilhões no ano passado, perde apenas para os Estados Unidos. Contudo, os dois últimos balanços da empresa no país registraram índice irrelevante de crescimento.
Os desafios da Unilever para o Brasil são aprimorar a eficácia da operação e tornar a marca mais conhecida. A segunda meta depende intrinsecamente das ações voltadas ao time de vôlei.
“A ideia é dar mais reconhecimento à marca Unilever, que tem como missão dar bem estar às pessoas, melhorar a higiene e a beleza das pessoas. O esporte é uma plataforma muito interessante para comunicar esses valores positivos, e por isso a gente associou a marca Unilever ao esporte, particularmente a um time de vôlei. O vôlei teve muito sucesso, é um esporte que trouxe muito para o Brasil e que vai seguir trazendo sucesso para o Brasil”, opinou Fernando Fernandez, argentino que preside a Unilever no país desde setembro de 2011.
Fernandez tem 24 anos de experiência na Unilever. Ele já comandou a divisão global de cabelos da companhia, e era presidente da operação nas Filipinas antes de assumir a empresa no Brasil.
A missão de aprimorar a eficácia da operação passa diretamente pela gestão de Fernandez. O argentino já promoveu uma série de cortes de custos, tem como bandeira a manutenção de preços e pretende renovar até 70% do portfólio da companhia em até um ano.
Além de ser a grande plataforma de comunicação institucional da Unilever, o esporte entra nesse processo como uma forma de humanizar a companhia. Não por acaso, Fernandez não desgrudou da bola de vôlei em todo o evento de apresentação do elenco que o time da companhia terá na temporada 2012∕2013.
“Gosto de todos os esportes: gosto de futebol, gosto de vôlei, gosto de basquetebol... Joguei muito futebol quando jovem, mas agora sou um torcedor. Jogo tênis e futebol, mas pessoalmente adoro o esporte. É uma das melhores coisas que qualquer pessoa pode fazer. Sempre falo para as minhas filhas fazerem esporte”, explicou Fernandez. Pai de uma menina de 13 anos e outra de dez, o argentino mora atualmente em São Paulo.
“Esporte representa parte menor na verba de marketing. Temos muitas marcas, mais de 25, e nem todas têm boa relação com esporte, mas em algumas marcas o esporte é uma parte muito representativa. Se você pegar marcas como Rexona, Ades e Unilever, o esporte é uma parte significativa da verba. Essa parte significativa vem crescendo muito nos últimos anos e vai seguir crescendo. A gente acredita que o esporte é uma atividade muito importante no Brasil”, completou o executivo.
O último contrato fechado pela Unilever no esporte foi um patrocínio pessoal ao atacante Neymar, do Santos e da seleção brasileira. Ele será usado na comunicação de cinco marcas da companhia.
Patrocinar Neymar também é uma forma de a Unilever se posicionar no futebol, segmento explorado por rivais diretas da empresa em algumas categorias. A Nestlé, por exemplo, patrocina a seleção brasileira e a Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil.
“A gente está no esporte há 15 anos. A gente foi atrás do vôlei porque além do esporte existe um componente social importante, e mas também há um investimento em atletas. O último foi o Neymar, e a gente vai seguir com outros atletas nos próximos anos, mas o que faz a concorrência é o que faz a concorrência”, minimizou o novo presidente da Unilever.
* O repórter viajou para o Rio de Janeiro a convite da Unilever.
Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27025/Aposta-da-Unilever-fortalece-status-do-volei/index.php
Por modelo, Unilever ratifica foco em Bernardinho
Por Guilherme Costa
A lista de contratações do Unilever para a temporada 2012∕2013 do vôlei feminino no Brasil inclui nomes como a levantadora Fofão, a ponteira norte-americana Logan Tom e a oposta canadense Sarah Pavan. Entretanto, o assédio no dia da apresentação do elenco não deixa dúvidas: a grande estrela da equipe ainda é o técnico Bernardo Rezende, conhecido como Bernardinho, que também comanda a seleção brasileira masculina.
Bernardinho, aliás, é um dos grandes motivos de a Unilever patrocinar o time. O técnico é tratado como imprescindível pela empresa, que vê nele um personagem para ações com diferentes focos.
“O Bernardo é um exemplo de liderança, e isso serve para os nossos gerentes e funcionários. Ele personifica muitas das coisas que nós queremos que a nossa gente seja. É um líder com caráter, com determinação, que desenvolve pessoas. A relação que temos com ele é longa e vai seguir por muito tempo, seguramente”, disse Fernando Fernandez, presidente da Unilever no Brasil.
Em temporadas anteriores, Bernardinho já foi protagonista de campanhas publicitárias institucionais da Unilever. A companhia deu destaque para a relação do treinador com a família.
“Quando você pega os valores que ele tem como pessoa e como líder, os atributos conversam muito com valores da Unilever. Por isso que esse projeto deu tão certo. Esse projeto tem 15 anos e fala sobre valores. As preocupações que a gente tem em formação e desenvolvimento do ser humano são as mesmas do Bernardo”, comentou Julio Campos, vice-presidente de vendas da companhia.
A campanha “Se você tem orgulho do Rio, vai sentir o mesmo desse time”, primeiro projeto de comunicação especificamente focado no time de vôlei, terá participação incisiva de Bernardinho. Contudo, a Unilever ainda não tem outros planos concretos para o técnico. Uma das ideias é usá-lo para motivar equipes, conversar com funcionários e conhecer o cotidiano da empresa.
“Talvez o público só veja o Bernardo na quadra, mas 90% é o fora da quadra. Ele é um cara que holisticamente é completo, principalmente no desenvolvimento humano. Isso é algo que a gente põe muito na estratégia”, completou Campos.
* O repórter viajou para o Rio de Janeiro a convite da Unilever.
Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27024/Por-modelo-Unilever-ratifica-foco-em-Bernardinho/index.php
Cenoura & Bronze mantém aporte a projeto de Virna
Por Mauro Zafalon
A empresa Cenoura & Bronze, pertencente à gigante Hypermarcas, permanecerá apoiando o projeto Virna Vôlei, iniciativa de caráter social da ex-jogadora de voleibol Virna. O aporte, contudo, é realizado sobretudo de maneira estrutural, mas a companhia também faz ações em que o público pode brincar com a ex-atleta e ganhar prêmios, entre outras atrações.
“A marca Cenoura & Bronze fornece toda a infraestrutura necessária para o treinamento de crianças carentes, desde a equipe técnica até a infraestrutura de um ponto específico na praia, com rede, bolas, marcação de quadra, professores especializados e protetor solar adequado”, afirmou Bernard Paiva, diretor comercial da ESM, agência de marketing esportivo responsável pela execução do projeto.
“A Virna, com o apoio da Cenoura & Bronze, realizou seu grande sonho: uma escolinha de vôlei de praia para crianças carentes no Rio de Janeiro. Contando com a colaboração de profissionais capacitados, ela usa a experiência adquirida nas quadras e nas areias para ensiná-las”, acrescentou Paiva.
Com a renovação do patrocínio da empresa, a iniciativa, que atendia 35 jovens, passará a atender 50. Todos são moradores das comunidades de Pavão e Pavãozinho e têm de sete a 12 anos.
A seleção dos pequenos é realizada através do rendimento escolar e com proveniência obrigatória de escolas municipais. O acompanhamento do desempenho também é feito pela coordenação do projeto, como forma de incentivar a evolução disciplinar. As aulas do Virna Volei acontecem na praia de Copacabana.
Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27017/Cenoura---Bronze-mantem-aporte-a-projeto-de-Virna/index.php
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Ary Graça vai se basear no Brasil para gestão da FIVB
O dirigente vai se licenciar da CBV e da CSV e está confiante na renovação com José Roberto Guimarães e Bernardinho
Eleito na semana passada como novo presidente da Federação Internacional de Vôlei (FIVB), o brasileiro Ary Graça garante que há muito a ser feito para melhorar o vôlei em plano mundial. Segundo ele, que pedirá licença do cargo de presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e da Confederação Sul-Americana de Voleibol (CSV), a entidade que comanda o esporte mundialmente precisa modernizar sua gestão.
“É preciso modernizar a gestão da FIVB. Eles usam estrutura de 60 anos atrás. E temos que mudar para aproveitar o fato de sermos o segundo esporte em popularidade no mundo, atrás do futebol. Na Olimpíada de Londres, fomos o esporte mais visto na televisão e também aquele que tinha mais procura no ‘black market’ (mercado paralelo de ingressos)”, afirmou o novo mandatário, eleito para comandar a entidade pelos próximos quatro anos, em entrevista ao Sportv.
E para alcançar sucesso em sua empreitada, Graça aponta o modelo de administração a ser seguido: o brasileiro. De acordo com o dirigente, que comandou a CBV nos últimos 15 anos, o Brasil é visto como modelo de gestão no esporte, com centros de treinamento de alta tecnologia e boa infraestrutura.
“Vamos profissionalizar a gestão, como fizemos no Brasil. Colocar gente que entende em cada um dos departamentos, como já estou fazendo, por exemplo, com o polonês, que chefiará o marketing. De colocar tecnologia. As pessoas reconhecem que o nosso país é o centro do voleibol do mundo e visualizaram que precisavam do brasileiro para mudar”, analisou o dirigente.
Graça ainda garantiu que nunca foi um sonho seu assumir a presidência da entidade. Segundo ele, foi a necessidade de compartilhar conhecimento tecnológico e de gestão que o fez se candidatar ao posto de maior dirigente do vôlei.
“Senti que era uma obrigação minha estar lá para existir um progresso, levar a tecnologia. Temos que descentralizar o vôlei pelo mundo. Do ponto de vista comercial, precisamos abrir mercado. Para o esporte. Nos últimos 60 anos, apenas seis equipes diferentes foram campeãs mundiais e outras sete campeãs olímpicas. É necessário, portanto, eu transferir o nosso conhecimento para vender melhor o vôlei para os patrocinadores”, concluiu o presidente.
O distanciamento da CBV, contudo, não impede o dirigente de costurar as renovações de Bernardinho e José Roberto Guimarães, técnicos da seleção brasileira masculina e feminina, respectivamente.
"A (renovação) do Bernardinho está bem encaminhada. Já o Zé é mais difícil, ele não gosta de mim porque nunca me venceu enquanto fomos jogadores. Brincadeira, ele acabou de me ligar. Seria maluco se dispensasse um tricampeão olímpico. Ele está mantido e já está convidado para renovar, mas ainda precisamos conversar com calma", afirmou o dirigente.
O dirigente ainda aceitou comentar as rusgas existentes entre os treinadores. "São dois técnicos extraordinários e não quero me envolver no relacionamento deles. Não posso obrigar um a gostar do outro, mas posso assegurar que o relacionamento deles em Saquarema (CT da seleção brasileira) é absolutamente profissional, com um clima ameno e de bem-estar".
Fonte: http://www.gaz.com.br/noticia/370401-ary_graca_vai_se_basear_no_brasil_para_gestao_da_fivb.html
sábado, 29 de setembro de 2012
Unilever levará time de vôlei para “conhecer” RJ
Por Guilherme Costa
A Unilever mantém um time de vôlei feminino no Rio de Janeiro desde 2004. E apenas agora, na temporada 2012∕2013, vai realmente conhecer a cidade. Pela primeira vez desde a criação, a equipe terá uma campanha de marketing voltada a aumentar o vínculo com a população local.
A campanha será baseada no slogan “Se você tem orgulho do Rio, vai sentir o mesmo desse time”. Haverá inserções em rádio, TV, jornal, outdoors e pontos de ônibus pela capital fluminense. Em novembro, a empresa pretende levar a comunicação também aos pontos de venda.
“A ideia é aproximar torcedor e time”, resumiu Julio Campos, vice-presidente de vendas da Unilever no Brasil. “A gente vai vestir o Rio de Janeiro com outdoor, bussdoor e o material promocional para celebrar e convidar a torcida para estar junto do time”, completou o executivo.
A campanha de comunicação será complementada por ações voltadas a aumentar a interação entre atletas e a população local. Uma das propostas é levar o elenco da Unilever para fazer treinos físicos e sessões de autógrafos em pontos turísticos do Rio de Janeiro.
“A gente vai definir pontos importantes, que sejam ícones do Rio de Janeiro, e com isso organizar sessões de treinamento físico nesses lugares em que público possa ter acesso e ver as jogadoras de perto”, explicou Campos.
A campanha integra o plano de comemoração de 15 anos do projeto esportivo da Unilever no Brasil. A empresa não divulga o montante gasto na iniciativa.
As ações de mídia e os treinos abertos fazem parte de um primeiro estágio da campanha, que vai se estender até dezembro. O projeto de aproximação seguirá em 2013, mas o mote ainda não está definido.
* O repórter viajou ao Rio de Janeiro a convite da Unilever.
Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26984/Unilever-levara-time-de-volei-para-%E2%80%9Cconhecer%E2%80%9D-RJ/index.php
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Após eleição, Ary Graça exalta vôlei brasileiro: "exemplo a ser seguido"
Eleito presidente da Federação Internacional de Vôlei (FIVB) na última sexta-feira em cerimônia realizada no Congresso Mundial da entidade, em Anaheim, nos Estados Unidos, o brasileiro Ary Graça, que também comanda a Confederação Brasileira e Sul-Americana de Vôlei, já preparara sua gestão para os próximos quatro anos.
Entre as principais medidas que fazem parte da plataforma de campanha estão o desenvolvimento de estratégias de acordo com as necessidades das federações nacionais, a disseminação do vôlei de praia que, de acordo com ele, sempre está em evolução, além de uma maior integração entre as entidades da comunidade do vôlei mundial.
Segundo brasileiro a dirigir uma federação esportiva internacional - o outro foi João Havelange, na Federação Internacional de Futebol (Fifa) -, Ary Graça, em entrevista exclusiva ao Terra, afirmou que o sucesso do vôlei do Brasil deve ser um reflexo para as demais federações. Os EUA, por exemplo, são uma potência na modalidade, mas não têm um campeonato profissional.
O brasileiro, que se tornou o quarto presidente da história da FIVB - antecederam a gestão dele o francês Paul Libaud (1947 a 1984), o mexicano Rubén Acosta (1984 a 2008) e o chinês Jizhong Wei (2008 a 2012)-, acredita que o vôlei já é um esporte mundialmente conhecido e respeitado, mas garantiu que é necessário capacitar profissionais para que a modalidade se desenvolva "em todos os sentidos".
Confira a entrevista exclusiva de Ary Graça ao Terra:
Terra - O que os resultados do vôlei brasileiro contribuíram para que você concorresse à presidência da FIVB?
Ary Graça - O sucesso do voleibol brasileiro em quadra reflete a organização que temos fora dela. E é justamente essa organização que queremos levar para todo o mundo: nosso modelo de gestão, baseado em unidades de negócios - foi reconhecido em 2002 pela própria FIVB como um exemplo a ser seguido pelo mundo. De lá para cá, desenvolvemos ainda mais esse modelo e queremos mostrar que é possível adaptá-lo para diferentes realidades.
Terra - Você tem planos para tornar o vôlei um esporte mais respeitado mundialmente?
Ary Graça - O vôlei já é um esporte respeitado, mas tem um enorme campo para crescer. Precisamos capacitar profissionais em nível mundial. Esse é um passo fundamental para levarmos a gestão ao maior número possível de federações. Quando elevarmos o nível da gestão do voleibol mundial, a modalidade se tornará um negócio mais atrativo e rentável. Com mais recursos, o vôlei poderá se desenvolver em todos os sentidos.
Terra - Como você pretende ajudar os EUA (maior economia do mundo) a ter um campeonato profissional de vôlei de quadra?
Ary Graça - Os Estados Unidos possuem grandes seleções, mas ainda não conseguiram se organizar da melhor forma como um "negócio". O potencial que existe lá é muito grande, mas há muito trabalho pela frente. O voleibol está distante dos esportes mais populares dos Estados Unidos, mas a consolidação do mercado americano pode ajudar muito a modalidade de uma forma geral.
Terra - Você sente saudade da vantagem? Pretende mudar a regra do saque?
Ary Graça - Não, de forma alguma. Essa mudança tornou o jogo mais dinâmico, foi fundamental para que o voleibol se tornasse um produto ainda mais atrativo para a televisão. Essas decisões transformam a modalidade cada vez mais em um espetáculo. Sobre as mudanças, serão decididas posteriormente.
Terra - Além da quadra, você estuda fazer mudanças nas regras do vôlei de praia?
Ary Graça - Sim, o esporte está sempre em evolução. O tempo todo pensamos em aspectos que possam tornar o vôlei de praia mais atraente para todos os envolvidos, desde os atletas até a TV. Mas tudo deve ser amplamente discutido, especialmente com os jogadores.
Terra - Sobre os Jogos Olímpicos de Londres, a derrota da Seleção masculina para a Rússia, de virada, na final, é motivo para você ter pesadelos?
Ary Graça - Não existe isso. A seleção russa tinha um grande time, assim como o nosso. Era um duelo de altíssimo nível, sem favoritos. Trazer uma medalha olímpica de prata é um grande feito, não uma derrota.
Fonte: http://esportes.terra.com.br/volei/noticias/0,,OI6173635-EI1891,00-Apos+eleicao+Ary+Graca+exalta+volei+brasileiro+exemplo+a+ser+seguido.html
sábado, 22 de setembro de 2012
Ary Graça é novo presidente da FIVB
Brasileiro vence eleição e é o segundo dirigente do país a assumir uma Federação Internacional. Comandante da CBV poderá acumular funções
Por Breno Dines
Ary Graça é o novo presidente da Federação Internacional de Vôlei (FIVB). No comando da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) desde 1997, o dirigente foi eleito para a entidade máxima da modalidade nesta sexta-feira, em congresso realizado em Anaheim, nos Estados Unidos. Na disputa, Ary deixou para trás o americano Doug Beal e o australiano Chris Schacht, presidentes das federações de seus países, com 103 dos 206 votos. O mandato tem duração de quatro anos e não há limite para reeleição, apenas para idade, de 75 anos.
- Sintam-se orgulhosos como brasileiros. Ficou provado que nós podemos chegar nos mais altos postos do mundo. Nós estamos desenvolvendo tecnologia. Temos um centro de pesquisa em Saquarema que ninguém tem no mundo. O Brasil é uma potência dentro e fora das quadras. O nosso lema é a transparência nas nossas contas. Há quinze anos fazemos uma sucessão de investimentos e nunca tivemos superavit. Porque todo o dinheiro que vem do esporte, volta pra ele - destacou Ary.
O dirigente brasileiro, de 69 anos, assume imediatamente o cargo, antes ocupado pelo chinês Jizhong Wei. São 220 federações ligadas à entidade, mas apenas 206 votaram nesta sexta. Neste sábado, comandará a primeira reunião à frente do Conselho de Administração da FIVB.
Ary, que assumiu a CBV em 1997, após a saída de Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, é o segundo dirigente do país a assumir uma federação internacional. O primeiro foi João Havelange, que comandou a Fifa entre 1974 e 1998.
A eleição foi um pouco mais apertada do que Ary esperava. Com 103 votos, o dirigente brasileiro conseguiu uma folga na contagem apenas no fim. Doug Beal, técnico da seleção americana masculina na campanha do ouro olímpico nos Jogos de 1984, fechou com 86 votos. Schacht foi o menos votado, com 15. Dois foram invalidados por irregularidades.
Pelas normas da CBV, não há nada que impeça que Ary Graça acumule cargos e continue no comando da entidade ao mesmo tempo que exerça a presidência da FIVB. Caso desista da função à frente da confederação brasileira, poderá ser substituído por Walter Pitombo Laranjeiras, o Toroca, vice-presidente da CBV e presidente da Federação Alagoana de Vôlei.
Esta é considerada a primeira eleição democrática da história da FIVB. Nos pleitos anteriores, sempre houve apenas um candidato. Até hoje, a entidade teve apenas três presidentes: o francês Paul Libaud (1947 a 1984), o mexicano Rubén Acosta (1984 a 2008) e o chinês Jizhong Wei (desde 2008).
Logo após o anúncio, Nuzman parabenizou a vitória de Ary Graça. O presidente do COB enviou uma carta ao amigo, com trechos divulgados através de um comunicado à imprensa.
- Essa vitória é mais um importante reconhecimento à posição de destaque do Brasil no cenário esportivo internacional. É também, acima de tudo, a comprovação do excelente trabalho que você realizou a frente da Confederação Brasileira de Voleibol. Particularmente, sinto-me extremamente orgulhoso de ver que seu trabalho representa a continuidade de uma filosofia vitoriosa, que colocou o nosso esporte em patamares nunca antes alcançados. A presidência da FIVB é um cargo que exige imensa responsabilidade, mas, tendo em conta sua experiência ao longo destes anos, estou totalmente seguro de sua capacidade em realizar um magnífico trabalho visando o desenvolvimento do voleibol mundial. Esta é mais uma importante vitória do esporte brasileiro nos últimos anos. O Movimento Olímpico Brasileiro sai ainda mais fortalecido com esta conquista – afirmou Nuzman.
Fonte: http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2012/09/ary-graca-e-o-novo-presidente-da-fivb.html
sábado, 15 de setembro de 2012
Cenoura & Bronze renova com dupla e projeto no vôlei
A linha Cenoura & Bronze ratificou nesta semana o compromisso com o vôlei de praia. A marca renovou contratos com a dupla Taiana e Vivian e com o projeto social Virna Vôlei, que funciona na areia de Copacabana (RJ).
A iniciativa social idealizada por Virna abarca crianças com faixa etária entre sete e 11 anos. A proposta é estimular a prática do esporte, ajudar na formação social e prospectar talentos.
O projeto atendeu 35 crianças no primeiro ano de existência, e 76% do grupo teve evolução no desempenho escolar. Em 2012, a meta é chegar a 50 garotos atrelados à atividade.
No alto rendimento, a Cenoura & Bronze apostou mais uma vez em Taiana e Vivian. As duas formaram no ano passado a terceira melhor dupla de vôlei de praia do país.
“Taiana e Vivian tiveram um excelente desempenho nos torneios que disputaram, e a nossa parceria está cada vez mais consolidada”, disse Gabriela Garcia, diretora-executiva de planejamento da Hypermarcas, dona da linha Cenoura & Bronze.
A empresa não divulga o valor investido em cada uma das iniciativas no esporte.
Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26784/Cenoura---Bronze-renova-com-dupla-e-projeto-no-volei/index.php
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Petroleira do Qatar apoia mundial de clubes de vôlei
A edição 2012 do Mundial de vôlei de clubes, que será realizada no Qatar, tem um novo patrocinador. A competição será apoiada financeiramente pela Qatar Petroleum (QP), que não divulgou o valor investido na iniciativa.
A QP assinou contrato nesta semana com a associação de vôlei do Qatar, que organiza o torneio internacional pelo quarto ano consecutivo. Inicialmente, a parceria abarca apenas a edição 2012 do evento.
“Essa não é a primeira vez em que a QP investe no esporte. Temos uma enorme responsabilidade de ajudar a comunidade, e por isso sempre investimos em áreas como social, cultura e esporte”, relatou Ali Nasser Telfat, gerente de comunicação da petroleira.
A edição deste ano, agendada para acontecer em Doha, será a última de um ciclo do Mundial no Qatar. O Brasil será representado por Sollys∕Nestlé no feminino e pelo Sada∕Cruzeiro no masculino.
Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26747/Petroleira-do-Qatar-apoia-mundial-de-clubes-de-volei/index.php
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Nestlé muda peças, mas mantém padrão no vôlei
Por Guilherme Costa
As novidades eram duas jogadoras que foram titulares na seleção brasileira campeã olímpica em Londres-2012, e nem assim a Nestlé fez um evento diferente de anos anteriores. De certa forma, a apresentação da ponteira Fernanda Garay e da oposta Sheilla mimetiza o que a companhia pensa para o projeto do voleibol feminino. Mais do que criar ações diferentes ou causar impacto, o foco da empresa é manter o que vem sendo feito desde a criação da equipe.
O Sollys∕Nestlé surgiu na temporada 2009∕2010, depois de o Finasa ter findado associação à equipe baseada em Osasco. Desde então foram dois títulos da Superliga (um logo na estreia e outro na edição passada).
O time campeão da temporada 2011∕2012 perdeu a norte-americana Hooker, mas contratou Fernanda Garay e Sheilla. Elas se juntam a Adenizia, Jaqueline e Thaisa, jogadoras que também foram campeãs olímpicas em Londres-2012, além da levantadora Fabíola e da líbero Camila Brait, cortadas da equipe nacional na última fase de treinos.
O currículo das jogadoras, portanto, mantém o padrão de anos anteriores. O evento de apresentação também seguiu um cerimonial parecido. A ideia é que a comunicação tenha esse mesmo equilíbrio.
“Nós criamos essa plataforma há bastante tempo, e a marca Sollys tem se desenvolvido com o time. Conseguimos reforços e estamos trabalhando sempre para melhorar, mas o projeto que nós criamos aqui é algo de longo prazo. Não temos necessidade de mudanças radicais”, disse Izael Sinem Júnior, diretor da Nestlé para comunicação ao consumidor.
Ainda que o time atual tenha peças diferentes e duas novatas que são titulares de seleção brasileira, a comunicação não deve sofrer alterações. A ideia é seguir, nos jogos e na mídia, um padrão semelhante ao de temporadas anteriores.
A Nestlé não fala em valores investidos no projeto voleibol. No entanto, a Máquina do Esporte apurou que o time atual exigiu um incremento de investimento em relação ao da temporada passada.
No fim, porém, essa conta pode ser equilibrada se a Nestlé fizer menos ações de mídia com o time de vôlei. Em temporadas anteriores, por exemplo, a empresa concentrou esforços em comerciais com a ponteira Natália.
Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26591/Nestle-muda-pecas-mas-mantem-padrao-no-volei/index.php
Período eleitoral transforma lançamento da Amil em palanque
Por Guilherme Costa
O evento era um lançamento de um time de vôlei feminino. Contudo, o período eleitoral transformou a festa da equipe bancada pela Amil em um enorme palanque em Campinas, no interior de São Paulo.
A festa foi realizada no novo ginásio da equipe, que fica a seis quilômetros de Campinas. A arena é inteiramente bancada pela empresa de saúde, mas o perfil privado não impediu a aparição de uma série de candidatos a cargos públicos.
Já nas imediações do ginásio era possível notar placas e faixas com nomes dos candidatos. Havia inscrições de Pedro Serafim (PDT) e de Jonas Donizette (PSB), mas o mais incisivo na campanha foi Arnaldo Salvetti (PMDB), que tenta ser vereador. Ele colocou ao menos sete pessoas carregando bandeiras em volta da arena.
No interior do ginásio, Serafim, candidato a reeleição na prefeitura, apareceu depois de uma entrevista coletiva com elenco e comissão técnica da nova equipe. Ele aproveitou para tirar fotos com o técnico José Roberto Guimarães e com as atletas.
José Roberto Guimarães, tricampeão olímpico de vôlei como treinador, foi o mais assediado por políticos. Durante o show e a festa de lançamento da equipe, ele foi interpelado novamente por um candidato que buscava uma imagem ao lado do comandante.
O projeto da Amil em Campinas tem validade de quatro anos. A empresa de saúde, que já opera um teatro na cidade, será inteiramente responsável pela equipe de vôlei e pelo ginásio em que o time mandará suas partidas.
* O repórter viajou para Campinas a convite da Amil.
Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26586/Periodo-eleitoral-transforma-lancamento-da-Amil-em-palanque/index.php
Assinar:
Postagens (Atom)



