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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

COI inocenta Phelps em polêmica sobre publicidade


O nadador norte-americano Michael Phelps não vai perder as seis medalhas (quatro ouros e duas pratas) que conquistou nos Jogos Olímpicos de Londres-2012. As láureas estiveram ameaçadas por causa de uma campanha publicitária, mas o atleta foi inocentado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).

Phelps fez uma campanha publicitária para a marca Louiss Vuitton. Duas fotos desse ensaio vazaram na internet no dia 13 de agosto, três dias antes do lançamento oficial.

O problema é que o COI impõe um embargo para ações publicitárias de atletas que disputam os Jogos Olímpicos. Eles não podem participar de campanhas de empresas que não patrocinem o evento, e neste ano a restrição durou de 18 de julho a 15 de agosto.

Por causa disso, o COI abriu investigação sobre o caso Phelps. No entanto, a entidade não identificou dolo no vazamento das imagens e entendeu que o nadador não poderia ser responsabilizado por um vazamento que não teve relação com ele.

Com as seis medalhas obtidas em Londres-2012, Phelps chegou a 22 nos Jogos Olímpicos. O nadador é o atleta que mais subiu ao pódio na história do evento esportivo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/atletas/26/26455/COI-inocenta-Phelps-em-polemica-sobre-publicidade/index.php

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Fotos vazam, e Phelps pode ter medalhas cassadas


Maior medalhista da história dos Jogos Olímpicos, o nadador norte-americano Michael Phelps pode ser punido e perder as láureas conquistadas em Londres-2012. Tudo por causa de uma campanha publicitária que ele fez para a Louis Vuitton, cujas fotos vazaram antes do tempo.

Duas imagens da campanha começaram a circular na internet no dia 13 de agosto, três dias antes do lançamento oficial do projeto de comunicação. Com isso, romperam um embargo imposto pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).

A entidade impõe uma restrição a ações publicitárias de marcas que não são patrocinadoras dos Jogos Olímpicos. Atletas que participam da competição não podem participar de nenhuma campanha durante esse período. Em 2012, o veto durou de 18 de julho a 15 de agosto.

A lista de punições para atletas que ignoram esse embargo é severa. No caso de Phelps, se o COI identificar dolo no vazamento das imagens, o norte-americano pode ter cassadas as medalhas que conquistou nos Jogos de Londres.

Phelps tornou-se em Londres o recordista de medalhas na história dos Jogos Olímpicos. Ele ultrapassou a ex-ginasta Larissa Latynia, que aparece com o nadador em uma das fotos da campanha da Louis Vuitton.

Na outra imagem, Phelps está em uma banheira, de sunga e óculos de natação. Uma mala da Louis Vuitton aparece do lado dele, e a assinatura é “Duas carreiras extraordinárias, um mesmo destino”.

A campanha foi lançada oficialmente no dia 16, um dia depois do fim do embargo. Outras empresas fizeram planejamentos semelhantes, e isso criou uma onda de publicidade esportiva na mídia britânica durante o último fim de semana.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/atletas/26/26426/Fotos-vazam-e-Phelps-pode-ter-medalhas-cassadas/index.php

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

O COI, as mídias sociais e o marketing de emboscada


Por Rodrigo Ribeiro

Os Jogos Olímpicos começaram a todo vapor e na mesma proporção que suas notícias tomaram conta dos noticiários esportivos mundo afora, a questão do COI e o temido marketing de emboscada se fez presente e trouxe à tona uma grande questão. Afinal, o que é mais relevante: associar-se ao COI e então aproveitar um leque de opções de exploração de marca ou encarnar o “espírito olímpico” com ações de emboscada abusando de criatividade?

Bem, entendemos: marketing de emboscada nada mais é do que uma marca se  aproveitar de um evento ou acontecimento e desenvolver ações/ ativações relevantes, tendo como mote principal o evento em si. Sendo um patrocinador oficial, tal marca respeita todas as regras de publicidade impostas pelo COI. E para Londres 2012, a entidade máxima olímpica nunca esteve tão bem preparada para travar uma verdadeira batalha contra o marketing de emboscada.

Entremos de cabeça no mundo das mídias sociais, alvo da maioria de restrições impostas pelo COI. Para esta ferramenta, foi criado um código de conduta para os atletas com regras absurdas, tais quais “não tirar fotos ou fazer vídeos, a não ser que os mesmo sejam usados apenas para fins pessoais – ou seja, não compartilhar na web – . Ora, um dos grandes objetivos do Twitter ou Facebook não é gerar conteúdo instantâneo e interações com o público, agregando valor?

O COI se porta como “incentivador” do uso das mídias sociais, diz ter criado esse código a fim de garantir os direitos dos patrocinadores oficiais do evento. Apenas por curiosidade, busquei nos perfis de Twitter ou Facebook de alguns dos patrocinadores oficiais ações ou interações com os fãs. Posso dizer que não encontrei “um ponto fora da curva”, algo que realmente me fizesse associar e naturalmente incorporar que tal marca é patrocinador oficial dos Jogos Olímpicos e assim, gerar relevância.

Diante desta imposição, os atletas resolveram protestar. A atleta Dawn Harper postou uma foto em que tinha sua boca “calada” por uma fita com a escrita “Rule 40” , mais uma regra de imposição do COI. O movimento no Twitter, que expressou o descontentamento dos atletas por meio da hashtag #WeDemandChance2012 (queremos mudança), teve grande repercussão, com os tweets de Sanya Richards – Ross ( ouro no revezamento 4 x 400 em Atenas e Pequim) e Doc Patton ( prata no 4 x 100 em Pequim), citando alguns exemplos.

Particularmente, creio que deve haver bom senso, já que muitos atletas dependem do investimento de seus patrocinadores, muitas das vezes, somente de quatro em quatro anos, para que assim possam ter alto nível de competição e, naturalmente, possam gerar o retorno esperado. Pensando como empresa, creio que muitos executivos preferem ver suas marcas serem associadas à “criatividade e interações relevantes junto aos fãs” a “temos os diretos oficiais” e “produziremos conteúdo um dia”. O timing pode passar.

Fonte: http://negocioesporte.wordpress.com/2012/08/04/o-coi-as-midias-sociais-e-o-marketing-de-emboscada/

MARKETING DE EMBOSCADA


Hoje vou falar de um tema bastante delicado, marketing de emboscada. O nome é relativamente novo mas a prática é bem antiga. O Marketing de Emboscada consiste em estratégias de tirar proveitos publicitários de um evento sem o amparo contratual de detenção dos direitos do mesmo.

Atualmente o cerco a essa prática está muito mais fechado, onde podemos destacar a criação da Regra 40 (confira o post anterior: REGRA 40: POLÊMICA À VISTA), do Comitê Olímpico Internacional, que restringe e muito o patrocínio pessoal dos atletas durante a realização do Jogos Olímpicos.

Mega-eventos como Copa e Olímpiadas chegam a possuir legislações próprias de proteção a marcas, produtos e/ou serviços do patrocinadores oficias dos eventos. São criadas zonas específicas, perto de aeroportos e locais de competição onde ficam excluídas as publicidades de marcas que não sejam patrocinadoras oficias dos eventos.

Ao longo dos anos, o Marketing de Emboscada já foi utilizado com sucesso por algumas empresas, claro sempre de baixo de muita reclamação dos patrocinadores oficiais. Um caso não tão recente mas de excelente resultado, foi a ação da Brahma na Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos, na qual a patrocinadora oficial da seleção brasileira era a Coca-Cola, mas graças a uma estratégia muito bem aplicada a marca da cervejaria ficou muito mais associada lembrança do grande público na conquista do Tetra. Com um investimento de US$ 25 milhões a Brahama criou a campanha da torcida Número Um (a cervejaria tinha o Slogan: Brahama a cerveja Número Um). Espalhou milhares de camisas e flyers e uma bandinha que não parava de tocar o jingle da campanha nos jogos amistosos do Brasil antes da Copa. A chamada torcida Número Um com sua bandinha que ficava localizada estrategicamente próximo as cabines de imprensa, para propositalmente o som vazar nas transmissões de rádio e TV.

Com garotos propaganda como Romário e Bebeto as estratégias da cervejaria também continuaram em solo americano. Foi criada a Casa Brasil para onde eram levados os jogadores nos momentos de folga para visitar os parentes e fazerem diversas entrevistas. Os gols brasileiros na campanha do Tetra eram propositalmente comemorados pelos jogadores com o dedo indicador levantado fazendo o número um, marca registrada da campanha. No final o Brasil foi campeão se tornando o número um assim como a cervejaria. É importante ressaltar que 1994 não haviam as mesmas preocupações contra o marketing de emboscada que existem hoje.

Claro que existem outras maneiras de associar a marca de uma empresa sem burlar nenhuma regra e/ou legislação, mas com com uma grande proteção aos patrocinadores oficiais, faz se necessário a assessoria de profissionais para que a estratégia de marketing não vire uma grande dor de cabeça na justiça.

No próximo post vou falar sobre cases criativos de empresas que conseguiram utilizar nos Jogos Olímpicos de Londres para ativarem as suas marcas.
* Por Romulo Macedo - Diretor Executivo
(colaboração Mario Bini - Diretor de Novos Negócios)

Fonte: http://estadiosearenas.blogspot.com.br/2012/08/marketing-de-emboscada.html

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

REGRA 40: POLÊMICA À VISTA


Você já ouviu falar da regra 40 do COI? Preste bem atenção nela, a mesma deverá ser um item que muitos brasileiros terão que se atentar durante a olimpíada de 2016.

Esta regra do COI foi criada para proteger os 11 patrocinadores oficiais dos Jogos Olímpicos de verão e inverno que pagam cerca de US$ 100 milhões a cada 4 anos para ter sua imagem associada ao evento. Segundo esta regra nenhum atleta participante pode fazer campanha publicitária para seus patrocinadores pessoais durante os jogos olímpicos, justamente o momento em que teriam maior exposição, se eles não forem um dos 11 oficiais.

Entendemos e até concordamos com a preocupação do COI em proteger seus patrocinadores que pagam caro, porém não concordamos que façam isto em detrimento aos atletas que são os principais agentes dos jogos. Sem eles não há competição em alto nível, interesse da população e consequentemente não há o interesse comercial.

Esta regra prejudica e muito os atletas brasileiros, pois é de conhecimento público que o esporte de alto rendimento no país depende de patrocínio da iniciativa privada, para que os atletas tenham condições de treinar e participar de competições, aumentando assim a possibilidade de formação de novos ídolos e campeões. Porém, se os atletas não poderão oferecer uma contrapartida com campanhas publicitárias durante o seu maior momento de exposição na mídia, com certeza esse interesse irá diminuir, contratos vigentes serão renegociados, novos contratos serão fechados em condições inferiores, os investimentos se tornarão cada vez mais escassos e neste momento o atleta precisa estar muito bem assessorado para não assinar um contrato que seja extremamente prejudicial a sua carreira.

Alguns atletas já começaram manifestações via redes sociais contra esta medida e acredito que uma manifestação bem organizada por parte destes poderá surtir efeito. Entretanto, neste momento também é fundamental que o atleta esteja amparado por profissionais, para que, a manifestação não tenha um resultado negativo para a sua própria imagem como já vimos nestes jogos olímpicos, tornando-se cada vez mais necessário um suporte especializado aos atletas para gerir suas carreiras com criatividade e eficiência evitando assim declarações desastrosas, contratos prejudiciais, aparições em campanhas publicitárias equivocadas e tantas outras ações que venham a encurtar sua carreira. Situações como esta serão cada vez mais frequentes no mundo esportivo e quem não estiver preparado para enfrenta-las estará corre sérios riscos de afundar por mais talento que tenha.

Para finalizar, entendemos que este posicionamento do COI é um pouco exacerbado. Concordamos com a proteção das marcas patrocinadoras, mas restringir o patrocínio pessoal dos atletas durante as olimpíadas é uma medida muito extravagante que afetará inúmeros atletas olímpicos. Caso este cenário não se altere, os gestores de carreiras dos atletas profissionais terão que ter ainda mais criatividade para evitar o conflito entre as partes. Neste caso a figura dos agentes especializados ganham ainda mais peso na carreira dos participantes dos Jogos.

* por Mario Bini - Diretor de Novos Negócios

Fonte: http://www.estadiosearenas.com/2012/08/regra-40-polemica-vista_6.html?

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Dr. Dre subverte marketing olímpico com fones de ouvido da moda


Rapper distribuiu versões personalizadas de seu fone para alguns dos principais atletas dos Jogos de Londres

LONDRES — O rapper americano Dr Dre deu a volta nas rígidas regras de marketing do Comitê Olímpico Internacional dando seus poderosos fones de ouvido para atletas de várias delegações. Nessa sexta-feira, autoridades dos Jogos de Londres decidiram que a iniciativa não infringiu as diretrizes. O COI proíbe atletas de tomar parte em qualquer tipo de publicidade que não seja ligada aos 11 patrocinadores oficiais durante os Jogos Olímpicos.

As regras foram criadas para evitar o chamado "marketing de emboscada", quando empresas que não patrocinam o evento encontram formas de expor suas marcas ou ligá-las de alguma forma aos Jogos Olímpicos. Os organizadores começaram a suspeitar quando um número cada vez maior de atletas da Grã-Bretanha, China e outros países começou a aparecer com os fones "Beats by Dr. Dre" nas cores de seus países.

Um porta-voz do clube privado Shoreditch House, próximo ao Parque Olímpico em Londres, confirmou que a marca criou no local uma loja para atletas convidados. O porta-voz do COI, Mark Adams, afirma que os organizadores estão cientes da iniciativa de Dr. Dre de oferecer o produto a atletas de cerca de 20 país, mas lembrou que a responsabilidade de proteger os patrocinadores é de cada equipe nacional.
"Precisamos ter bom senso", disse Adams, "Há uma diferença entre alguém usando um equipamento com um logotipo e alguém promovendo uma marca."

Especialistas em marketing avaliam que a tática de Dr Dre deixa em dúvida a rigidez das regras do COI, que vem sendo criticadas por atletas proibidos de exibir seus patrocinadores durante os Jogos.
"O COI não pode controlar tudo", disse Rupert Pratt, diretor da agência Generate, "Você tem atletas usando marcas de empresas que os patrocinam ou patrocinam suas equipes nacionais por 3,5 anos foram das Olímpicadas. O COI precisa relaxar."

Alcançar atletas olímpicos sempre esteve no centro da estratégia de Dr Dre, desde que ele lançou os fones em 2006, em parceria com o empresário Jimmy Iovine, da Interscope/Geffen/A&M Records. A empresa, Beats Electronics, se dedicou para que celebridades como Lady Gaga e Justin Bieber e nomes do esporte como LeBron James fossem vistos usando o aparelho com marca "b".

Dr. Dre, nascido Andre Young, conhece o jogo muito bem. Ele começou a carreira no grupo de rap N.W.A. nos anos 1980 e se tornou produtor e administrador da carreira de muitos rappers, entre eles Snoop Dogg, Eminem e 50 Cent.

O apoio dessas celebridades ajudou a tranformar os fones caros e de alta qualidade em produtos da moda. O Beats ficou com 54% do mercado de fones em 2011, de acordo com o NPD Group, ao custo de cerca de US$ 150 cada.

Atletas usam fones de ouvido desde a invenção do walkman nos anos 1970. Psicólogos afirmam que bloquear distrações pode mantê-los focados nas provas. Além disso, entrar na zona de competição ouvindo a música "certa" também ajuda a criar o clima para o ouro.

Entr eos atletas que apareceram em Londres com o Beats estão o britânico Tom Daley e o chinês Sun Yang, ambos medalhistas de ouro, no salto ornamental e na natação, respectivamente. O jogador de futebol Jack Butland twitou: "Adorei meu novo Beats da GB, by Dre #TeamGB #Beats", gerando um alerta aos atletas britânicos.
"Lemrabdo a todos da importância de proteger nossos patrocinadores", disse o porta-voz do Comitê Olímpico Britânico.

O único patrocinador que fabrica fones de ouvido, a Panasonic, não comentou o caso.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/olimpiadas2012/dr-dre-subverte-marketing-olimpico-com-fones-de-ouvido-da-moda-5679760#ixzz22XCzTzRw 

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Mídias sociais e fones de ouvido são os vilões do COI


Por Fabio Kadow

O COI nunca chegou tão armado para a guerra que há anos trava contra o chamado marketing de emboscada que sempre aparece durantes grandes eventos como as Olimpíadas. Entre tantas restrições, a maior preocupação este ano estava nas mídias sociais, para isso a entidade resolveu criar um código de conduta para os atletas com regras absurdas. 

A repercussão tem sido péssima, com atletas do mundo, principalmente dos EUA, realizando protestos em suas páginas pelo direito de citarem seus patrocinadores em canais que, em tese, são seus, ou nem mesmo respeitando algumas da imposições. A atleta Dawn Harper, por exemplo, chegou a postar uma foto com uma fita "calando" a sua boca e a palavra "Rule 40", que é justamente a regra que trata desta proibição.
A maioria dos atletas da equipe norte-americana que aderiu ao protesto são do atletismo e não tem contratos de patrocínio milionários, ao contrário, dependem destes pequenos acordos e apoios que receberam durante quatro anos.

O COI respondeu a todos dizendo que, se não fossem estes patrocinadores oficiais não seria possível a realização dos Jogos nos formatos atuais, já que 40% (cerca de 700 milhões de euros) da receita deles vem das marcas, por isso preza por esta exclusividade – vale lembrar que os atletas não vêm a cor deste dinheiro na mesma proporção.

Mas enquanto o COI se preocupa com as mídias sociais, parece que esqueceram um ítem importante que vem sendo ganhando visbilidade em todos os lugares sem pagar um centavo para a entidade: os fones de ouvido. 

Presentes em nove de cada dez cabeças de atletas na Vila Olímpica ou mesmo em competições como a natação (o recordista Michael Phelps entrou com o seu em todas as aparições), o aparelho passou desapercebido na blitz. Destaque para o Beats assinado pelo rapper Dr. Dre, que, além dos desejados modelos tradicionais, também desenvolveu um desenho específico para o time do Reino Unido, distribuiu entre alguns atletas e virou objeto de desejo – inclusive no próprio Twitter.

Fonte: http://terramagazine.terra.com.br/jogodenegocios/blog/2012/08/01/midias-sociais-e-fones-de-ouvido-sao-os-viloes-do-coi/