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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Deputado será aliado dos clubes brasileiros


Por Bruno Braga

O deputado federal Otávio Leite (RJ), iniciará em fevereiro uma mobilização de deputados de diversos partidos e estados para conseguir que o Governo Federal adote um plano de recuperação financeira para os clubes. Otávio Leite, que esteve na posse do presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira, espera que o governo aproveite a oportunidade da Copa do Mundo para levar à frente o projeto, com a condição de os clubes adotarem um modelo com transparência.

Esportes olímpicos
O deputado federal Otávio Leite planeja organizar uma discussão na câmara, também em fevereiro, para que seja definida a regulamentação da divisão dos R$ 60 milhões do Governo Federal, destinados aos clubes formadores de atletas olímpicos. O valor até o momento está parado na poupança da CBC.

Fonte: http://blogs.lancenet.com.br/deprima/2013/01/02/deputado-sera-aliado-dos-clubes-brasileiros/

Executivo troca Minas Tênis Clube pelo Flamengo


Em fase de reestruturação, a diretoria do Flamengo contratou o executivo Marcelo Vido, que estava no Minas Tênis Clube. Ex-jogador de basquete, ele trabalhava com negócios e marketing na equipe mineira. No time carioca, o gestor trabalhará com esportes olímpicos.

A contratação de Vido é parte da reformulação iniciada com a troca de comando do Flamengo. Eduardo Bandeira de Mello, novo presidente rubro-negro, foi empossado oficialmente no dia 2 de janeiro.

Bandeira de Mello, 59, venceu pleito em que uma das candidatas era Patrícia Amorim, presidente do Flamengo até o fim do ano passado. O novo mandatário, membro do conselho de administração do clube entre 2007 e 2009, tem 25 anos de experiência no Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A chapa do novo presidente tem como vice-presidente de marketing Luiz Eduardo Baptista, conhecido como Bap, presidente da Sky. No entanto, a área que contratou Vido é a de esportes olímpicos, cujo vice-presidente será Alexandre Póvoa.

Formado em engenharia mecânica e pós-graduado em gestão de negócios, Vido foi atleta com passagens pela seleção brasileira. Ele trabalhou no Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e no Atlético-MG antes de ser contratado para gerir o marketing do Minas Tênis Clube.

Em nota oficial sobre a contratação, o Flamengo diz que Vido implantará no clube um modelo baseado nos trabalhos do próprio Minas e do Pinheiros. Ele será diretor da pasta na equipe rubro-negra.

O Minas Tênis Clube ainda não anunciou oficialmente o que será feito do departamento de negócios e marketing após a saída de Vido. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/28/28023/Executivo-troca-Minas-Tenis-Clube-pelo-Flamengo/index.php

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Os tortuosos e injustos critérios do COB


Por Marcelo Laguna

Complicado, para dizer o mínimo, entender os critérios adotados pelo COB (Comitê Olímpico Brasileiro) para a distribuição das verbas da Lei Agnelo/Piva para 2013, ano que marcará a abertura do novo ciclo olímpico, visando os Jogos Olímpicos do Rio 2016. E antes que meus amigos da assessoria de imprensa do COB (sim, acreditem, tenho amigos por lá) mandem e-mail cornetando o post, quero avisar que entendi perfeitamente quais os tais critérios adotados pela entidade no repasse dos quase R$ 68 milhões, fora o valor pertinente ao Fundo Olímpico. Tudo somado, serão quase R$ 90 milhões para serem utilizados pelo esporte olímpico nacional. Uma beleza.

Só que entender os critérios não significa necessariamente aceitá-los e considerá-los justos. Muito pelo contrário.

É incrível que a cada ano, quando chega o momento do COB divulgar a fatia que  cada uma das 29 confederações olímpicas do Brasil (o futebol, comandado pela CBF, não entra na divisão), o sentimento que me vem à mente é que tudo poderia ser feito de uma forma diferente. E que alguém está saindo perdendo dinheiro, injustamente.

Para 2013, a boa notícia é que o repasse de verbas para as entidades esportivas brasileiras irá aumentar. Contra os R$ 60,9 milhões que foram repassados este ano, serão R$ 67,4 milhões em 2013. O bicho começa a pegar quando você observa detalhadamente a lista, com os respectivos valores com o qual cada confederação foi agraciada. Aí que as distorções ficam mais evidentes.

Não consigo aceitar, por exemplo, que a ginástica artística, que obteve um feito histórico nos Jogos de Londres 2012, com a inédita medalha de ouro de Arthur Zanetti nas argolas, não tenha entrado na faixa máxima dos repasses, que é de R$ 3, 5 milhões. Em 2013, serão R$ 3,3 milhões. É pouco? Claro que não! Mas que raios a ginástica brasileira precisa fazer para alcançar o teto dos repasses e igualar-se aos primos mais ricos do esporte brasileiro, como vôlei e desportos aquáticos?

Igualmente inacreditável é ver que o boxe brasileiro, depois de acabar com um jejum de 44 anos sem medalhas sair de Londres com três (uma de prata e duas de bronze) terá um repasse de R$ 2,6 milhões, menos do que o hipismo, que passou sem brilho algum nos Jogos Olímpicos, mas que foi agraciado com R$ 3,3 milhões, a segunda faixa na lista do COB. Estranho, né?

E como esquecer a incrível medalha de bronze obtida por Yane Marques no pentatlo moderno, esporte sem qualquer tradição no Brasil? Só que o feito de Yane ajudou a dar para seu esporte R$ 1,7 milhão, muito menos do que os R$ 2,6 milhões do ciclismo para o próximo ano. E que ninguém me venha com os estúpidos argumentos que são várias as modalidades envolvidas (estrada, pista, mountain bike). Se a tal meritocracia, que os cartolas do COB tanto gostam de apregoar, existisse de fato, quem deveria ser premiado: o aluno que faz a lição de casa certinha e passa de ano com louvor, ou aquele que fica de recuperação?

Como recordar é viver, escrevi há quase um ano sobre o mesmo tema, também estranhando os critérios de distribuição de verbas feita pelo COB. Como se vê, nada mudou.

Fonte: http://colunistas.ig.com.br/esportesolimpicos/2012/12/20/os-tortuosos-e-injustos-criterios-do-cob/

Verba para formar atletas olímpicos está parada na poupança


Por Eduardo Ohata

A pouco menos de quatro anos dos Jogos Olímpicos do Rio-16, R$ 60 milhões, oriundos do governo e carimbados com o objetivo de formar atletas olímpicos, estão parados em uma conta de poupança.

Uma quantia mensal, referente a 0,5% da porcentagem da verba arrecadada pelas loterias a que o Ministério do Esporte tem direito, tem sido depositada em conta da CBC (Confederação Brasileira de Clubes) desde março.

O depósito inicial foi retroativo a 16 de março do ano passado, quando a presidente Dilma Rousseff sancionou as alterações na Lei Pelé. A mudança no texto deu à CBC o direito de receber essa verba governamental, que deveria ser repassada ao Confao (Conselho dos Clubes Formadores de Atletas Olímpicos).

A busca do conselho por um auxílio financeiro do governo federal incluiu até uma queda de braço com o COB (Comitê Olímpico Brasileiro).

Os clubes alegaram que eles produzem a matéria-prima --atletas das categorias de base-- que se transforma em competidores do esporte de alto rendimento.

No início de sua campanha pelo auxílio do governo, os clubes pleitearam receber 30% da verba da Lei Piva, dinheiro das loterias direcionado ao COB --a entidade, por sua vez, repassa uma porcentagem para as confederações esportivas nacionais.

Não conseguiram, mas ficaram com parte do dinheiro que vai para o ministério.

A verba parada na conta da CBC, por exemplo, seria suficiente para bancar todos os projetos do Clube Pinheiros para formação de atletas nos últimos quatro anos --a instituição, via lei de incentivo fiscal ao esporte, captou R$ 38 milhões para atender 600 jovens entre 14 e 19 anos.

Os valores empregados na formação de atletas olímpicos varia de acordo com histórico e contexto de cada um.

Apoio de pais, confederações, dinheiro de clubes, das diferentes esferas de governo --por meio de programas como o Bolsa Atleta ou leis de incentivos fiscais-- e eventualmente até o dinheiro do COI (Comitê Olímpico Internacional) entram nessa conta.

O presidente da CBC, Arialdo Boscolo, justifica que é a cautela que o impede de distribuir o dinheiro recebido.

"A alteração na Lei Pelé foi sancionada, só que falta ser aprovada a regulamentação [texto que explica, em detalhes, como funcionam as ações que no texto da lei dão margem a interpretações diferentes]", afirma Boscolo.

"Você me perguntou por que não uso [o dinheiro]? Então me diga como. A decisão de não distribuir foi aprovada pelo próprio segmento na Assembleia Geral dos clubes. Minha decisão está calçada na lei e até em meus pares."

Porém, o próprio governo federal apresenta uma perspectiva diferente da questão.

Segundo a assessoria de imprensa do Ministério do Esporte, legalmente, não existem empecilhos para a CBC utilizar esses recursos já.

Representantes de clubes dizem que não há problema para o uso imediato da verba. Lembram que COB e CPB (Comitê Paraolímpico Brasileiro) desenharam as suas próprias metodologias para distribuição do dinheiro e, posteriormente, submeteram a documentação ao TCU (Tribunal de Contas da União).

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1203427-verba-para-formar-atletas-olimpicos-esta-parada-na-poupanca.shtml

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

COB elogia plano do Ministério do Esporte para 2016


Plano Brasil Medalhas 2016 foi anunciado nesta quinta-feira, dia 13, pelo Ministro Aldo Rebelo

Um grande passo para o desenvolvimento do esporte olímpico brasileiro, tendo como objetivo a participação do Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Foi assim que o Comitê Olímpico Brasileiro definiu o Plano Brasil Medalhas 2016, anunciado nesta quinta-feira, dia 13, pelo Ministro do Esporte Aldo Rebelo. O anúncio aconteceu durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília, na qual a presidente Dilma Rousseff recebeu atletas olímpicos e paralímpicos que disputaram os Jogos Londres 2012. O COB esteve representado pelo presidente Carlos Arthur Nuzman, pelo superintendente executivo de esportes Marcus Vinícius Freire e pelo Chefe da Missão Brasileira em Londres 2012, Bernard Rajzman, e cerca de 31 atletas, além de treinadores, que disputaram os Jogos Olímpicos.

O presidente do COB ressaltou o compromisso do Governo com os atletas e o desenvolvimento do esporte brasileiro. “O Ministro Aldo Rebelo tem sido fantástico na condução da política esportiva do país. Presidente Dilma, o nosso agradecimento profundo a tudo que a senhora tem feito para o esporte brasileiro”, disse Nuzman, no início de seu discurso. “A razão deste plano são os atletas. Estamos construindo um novo país esportivo para os atletas. Este projeto é brilhante, sensacional. É um exemplo para o mundo do compromisso do Governo brasileiro com os atletas e com o esporte. Este é um dia histórico para o país”, completou Nuzman, agradecendo o esforço dos atletas olímpicos e paralímpicos do Brasil nos Jogos de Londres 2012. “Vocês são a razão de ser do esporte. É inspirado em vocês que estamos construindo um novo país esportivo”.

De acordo com o Ministério do Esporte, serão investidos R$ 2,5 bilhões nos esportes olímpicos e paralímpicos até 2016. Desse total, R$ 1,5 bilhão irá para o esporte de alto rendimento e R$ 1 bilhão para o Projeto Brasil Medalhas 2016, que será dividido entre o apoio ao atleta (R$ 690 milhões) e para a construção, reforma e operação de 22 Centros de Treinamento (R$ 310 milhões), sendo 21 CTs olímpicos e um paralímpico. Dois terços da verba necessária para este investimento virão do orçamento do Governo. A outra parte virá de patrocínio de empresas estatais. 

O Ministro Aldo Rebelo afirmou que, como país anfitrião dos próximos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, quer o Brasil bem colocado no quadro de medlahas. “Temos a consciência que em Londres estávamos representados pelo que o Brasil tinha de melhor em disciplina, dedicação e espírito esportivo. Em reconhecimento a esse extraordinário esforço de vocês, o Ministério do Esporte preparou o plano Brasil Medalhas 2016. Em conjunto com o COB, CPB e as Confederações, vamos apoiar ainda mais a preparação dos nossos atletas para 2016”, disse Aldo, elogiando mais uma vez os atletas brasileiros. “O espírito patriótico com que vocês representaram o país nos encheu de orgulho”, afirmou.

Na mensagem dirigida aos atletas olímpicos e paralímpicos, a presidente Dilma Rousseff destacou as conquistas olímpicas e paralímpicas em 2012. “As conquistas nos impulsionam para ir além. Neste novo ciclo olímpico é importante apoiar ainda mais a preparação de vocês. Estamos conscientes que para dar esse salto precisamos de uma ação sistemática e objetiva do Governo. O plano Brasil Medalhas vai aprimorar o apoio direto aos atletas. Também é fundamental termos centros de treinamento de qualidade, a fim de que os atletas levem à frente a ambição de 194 milhões de brasileiros”, disse Dilma, que também prestou uma homenagem aos treinadores brasileiros, representados na cerimônia por Zé Roberto Guimarães (vôlei feminino), Letícia Pessoa (vôlei de praia) e Ramon Pereira (futebol de 5).

O nadador Daniel Dias, maior medalhista paralímpico do país, e a bicampeã olímpica de vôlei Fabi falaram em nome dos atletas brasileiros. A líbero Fabi pediu para o Governo estudar uma aposentadoria por mérito aos atletas brasileiros.
O plano apresentado pelo Ministério está alinhado ao Planejamento Estratégico do Comitê Olímpico Brasileiro, onde está definida a necessidade de aumentar o número de medalhas conquistadas pelas modalidades em que o Brasil tem tradição em Jogos Olímpicos. Da mesma forma, o Planejamento Estratégico do COB determina a necessidade de aumento no leque de modalidades medalhistas. O Planejamento Estratégico do COB atua como fonte de orientação, documentação, métrica e estratégia, organizando a adoção de boas práticas que repercutam diretamente na gestão e na execução de projetos e ações do COB. Garantindo, assim, que os resultados alcançados sejam mantidos no futuro.

Nos Jogos Olímpicos Londres 2012, encerrados em agosto, o Brasil conquistou 17 medalhas, maior número de pódios em uma mesma edição dos Jogos, sendo três de ouro, cinco de prata e nove de bronze, e terminou na 14ª colocação, considerando o número total de medalhas. A marca anterior, com 15 medalhas, havia sido obtida em Atlanta 96 e em Pequim 2008. A meta para o Rio 2016 é colocar o Brasil entre os dez primeiros países pelo número total de medalhas.

Fonte: http://www.cob.org.br/noticias-cob/cob-elogia-plano-do-ministrio-do-esporte-para-2016-034020

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Botafogo investe no remo e contrata argentina


O Botafogo incrementou seu plantel de atletas olímpicos. O clube do Rio de Janeiro contratou Milka Kraljev, remadora argentina que já participou de dois Jogos Olímpicos.

Segundo o site oficial do Botafogo, foi a atleta quem entrou em contato com o clube carioca para viabilizar o acordo.

"Pessoas que a gente queria ter aqui estão querendo vir pra cá. É uma combinação perfeita. Estamos muito felizes com a chegada da Milka, uma atleta de altíssimo nível", revelou Alexandre Xoxô, coordenador técnico do remo.

"Me receberam com muito carinho aqui no Botafogo. Estou muito feliz. O Rio de Janeiro é maravilhoso. É a minha primeira vez aqui, estou amando”, comentou Milka.

A atleta treinará na sede do Sacopã, junto com o restante dos atletas de remo do Botafogo. Milka, que participou dos Jogos Olímpicos de Atenas-2004 e Londres-2012, tem 30 anos, pesa 57kg e mede 1,66m.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/atletas/26/26529/Botafogo-investe-no-remo-e-contrata-argentina/index.php

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Botafogo-SP mira vôlei, ciclismo e futebol feminino


Por LUCAS TURCO

O Botafogo de Ribeirão Preto continua diversificando os esportes do clube. Depois de parceria com time de futebol americano e patrocínio a lutador de MMA, o clube mira outras três modalidades.

“Nós estamos querendo investir em uma equipe de voleibol feminino, uma de ciclismo e uma de futebol feminino. Mas esses são apenas projetos não temos nada assinado ainda”, revelou Ivan Nogueira, gerente de marketing do Botafogo-SP.

Segundo o gerente, o envolvimento do clube com diversas modalidades é uma ação de marketing que tem como objetivo atrair os torcedores para perto do clube.

“Com mais esportes nós conseguimos agradar cada vez mais torcedores e criar uma aliança com eles”, disse Ivan Nogueira.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26209/Botafogo-SP-mira-volei-ciclismo-e-futebol-feminino/index.php

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Vasco abre dia 18, no Calabouço, núcleo de esportes de praia


Objetivo é a iniciação de crianças carentes em até cinco modalidades

O Vasco vai inaugurar, no próximo dia 18 de julho, ao meio-dia, na sede do Calabouço, vizinha ao Museu de Arte Moderna (MAM), seu núcleo de esportes de praia. Para a construção de uma quadra no local, o clube adquiriu em Saquarema oito caminhões de areia. No Calabouço, haverá atividades de iniciação para cem crianças.
— Teremos escolinhas de futebol de areia, futebol americano de praia, rúgbi de areia, futevôlei e vôlei de praia — disse José Pinto Monteiro, vice de Esportes Olímpicos do clube. — Lá no Calabouço, ficará a central dos núcleos que teremos no Leme, para 180 crianças, e em fente ao Copacabana Palace, para 320, tudo gratuito.
A meta do clube é a de formar novos atletas, em especial motivando crianças carentes para a prática de esportes. Júnior Negão, que foi várias vezes campeão mundial de futebol de areia, é uma das pessoas integradas ao projeto.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/vasco-abre-dia-18-no-calabouco-nucleo-de-esportes-de-praia-5393727#ixzz1zhpEpjaQ