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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Com fábrica e Jogos no Rio, Nissan vai a Londres aprender


Por Erich Beting

A vida dos executivos da montadora japonesa Nissan no Brasil promete mudar bastante a partir do ano que vem. Janeiro de 2013 marca a instalação da fábrica da empresa automobilística na cidade de Rezende, no Rio de Janeiro, e também o primeiro ano de preparação da marca para ser patrocinadora dos Jogos Olímpicos. A empresa é uma das cotistas locais das Olimpíadas brasileiras.

Por conta disso, uma comitiva de executivos da Nissan está em Londres para, segundo a empresa, "aprender" com o evento. Patrocinadora da Casa Brasil, centro de relacionamento criado pelo COB para receber mídia, convidados e turistas, a fabricante japonesa tem feito algumas ações de ativação de marca por Londres.

No Crystal Palace, lugar onde funciona a concentração da delegação brasileira, a fabricante tem deixado um carro elétrico para ser testado por jornalistas. Na Casa Brasil, um jantar para convidados foi oferecido na última segunda-feira. O evento, que teve a presença da reportagem da Máquina do Esporte, serviu para que os executivos da marca conhecessem jornalistas do país e, também, membros do comitê organizador dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

"Estamos aqui para conhecer e aprender. Temos olhado como funcionam os Jogos e, também, de que forma podemos nos relacionar com o evento", afirmou François Alain Dossa, diretor geral da Nissan no Brasil.

O primeiro passo dado pela marca após a assinatura do contrato do Rio-2016 foi anunciar a criação de um time de 30 atletas para serem patrocinados até os Jogos. Encabeçados por Hortência Marcari, do basquete, e Clodoaldo Silva, da natação paralímpica, o Time Nissan foi anunciado pouco antes das Olimpíadas de Londres e tem como objetivo revelar atletas para 2016, dando melhores condições de treinamento para que os jovens desenvolvam suas habilidades.

Agora, a empresa procura observar como as marcas patrocinadoras de Londres têm feito para se relacionar com os clientes e, assim, aumentar sua presença na sede dos Jogos em 2016. 

O patrocínio às Olimpíadas consegui manter a Nissan em evidência no mercado de patrocínio esportivo brasileiro, que recentemente assistiu a um importante movimento do setor automobilístico. Em 2011, a empresa não renovou a cota de patrocínio de title sponsor da Copa Sul-Americana de futebol, após um contrato de oito anos de duração.

Paralelamente, seus grandes concorrentes no mercado brasileiro ampliaram o investimento em esporte. A Kia patrocina a Copa do Brasil (title sponsor) e o Palmeiras; a Volkswagen patrocina a seleção brasileira de futebol e o atacante Neymar; a Hyundai-Kia apoia a Copa do Mundo; a Chevrolet, alguns campeonatos estaduais; e a JAC Motors, a Confederação Brasileira de Rugby (CBRu).

Em 2012, a Nissan tem aumentado sua participação no mercado automobilístico brasileiro. A marca ocupa atualmente a sexta posição em vendas no país.

* O repórter viaja a convite da Adidas

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/olimpiadas/26/26198/Com-fabrica-e-Jogos-no-Rio-Nissan-vai-a-Londres-aprender/index.php

Primeira lista de centros de treinos tem 54 locais em 14 estados do país


Fifa indica campos, mas seleções da Copa poderão escolher outros lugares se quiserem. Segunda relação será divulgada no primeiro semestre de 2013

Por Leandro Canônico

A Fifa e o Comitê Organizador Local (COL) anunciaram nesta quarta-feira, no Museu do Futebol em São Paulo, a primeira versão da lista de centros de treinamentos de seleções (CTS) selecionados para a Copa do Mundo de 2014: são 54 locais (quatro na região Norte, três no Nordeste, três no Centro-Oeste, 30 no Sudeste e 14 no Sul), em 14 estados diferentes, mas os 32 países que se classificarem para o torneio não são obrigados a escolher somente os campos desta relação para a preparação no Brasil (veja a lista completa abaixo).
De acordo com a Fifa, a lista é uma recomendação da entidade para as seleções e será enviada para todas as federações que estão disputando as eliminatórias. Caso um CT fora do catálogo seja escolhido, a federação terá que conversar com a Fifa para a inclusão do local na lista de credenciados. Uma segunda versão será divulgada no segundo semestre de 2013 e novos centros de treinamentos poderão se inscrever para serem vistoriados pelo COL. O caderno completo, no segundo semestre de 2014, deverá ter entre 80 e 90 centros (o mínimo é 64).
Cada seleção da Copa escolherá oficialmente seu CTS depois do sorteio dos grupos do Mundial, marcado para dezembro de 2013, na Costa do Sauípe, na Bahia. O prazo limite para a definição é janeiro de 2014. País-sede, só a Seleção de Mano Menezes já está classificada. Mas algumas federações já enviaram representantes ao Brasil para visitar alguns clubes e campos, como Inglaterra, Austrália, Bélgica, Alemanha e Japão.
Estado mais rico do Brasil, São Paulo tem 20 campos na lista apresentada nesta quarta. O CT do São Paulo, em Cotia, ficou fora desta primeira versão, mas deve entrar na segunda relação, ano que vem. Vale lembrar que local será usado pela Seleção em setembro antes do amistoso com a África do Sul, no Morumbi. O CT do Corinthians vive situação parecida e não entrou na primeira lista. Mas Santos e Palmeiras já estão concorrendo.
De acordo com a Fifa, o CTS serve como base de uma seleção durante a Copa e é gerenciado pela própria seleção, sem interferência da entidade ou do COL. Cada centro tem um campo de treinamento e um hotel oficial. Não há limite de CTS por cidades ou estados. Se o hotel não for dentro do CT, ele deve estar no máximo a 20 minutos do campo e a uma hora do aeroporto local.
Para fazer a primeira lista, 27 pessoas de equipes do COL, da Fifa e de uma empresa contratada pela entidade para serviços técnicos que rodaram o país durante 23 meses para vistoriar boa parte dos 279 centros de 181 cidades que se inscreveram (alguns tiveram análise por projetos).

Veja a lista completa de CTS divulgados pela Fifa nesta quarta:
REGIÃOESTADOCIDADECENTRO DE TREINAMENTOS DE SELEÇÕES
Centro-OesteGoiásGoiâniaBlue Tree Towers Goiânia / CT Urias Magalhães
Centro-OesteGoiásGoiâniaCastro’s Park Hotel / Estádio Serra Dourada
Centro-OesteGoiásGoiâniaMercure Goiânia / Estádio Hailé Pinheiro
NorteAmapáMacapáCETA Ecotel / Estádio Milton Corrêa
NorteParáBelémHilton Belém / Estádio Mangueirão
NorteRoraimaBoa VistaBoa Vista Eco Hotel / Estádio Flamarion Vasconcelos
NorteTocantinsPalmasHotel Girassol Plaza / Estádio Nilton Santos
NordesteAlagoasMaceióRadisson Hotel Maceió / Estádio Rei Pelé
NordesteBahiaPorto SeguroResort La Torre / Estádio Municipal Antônio Carlos Magalhães
NordesteBahiaPraia do ForteTivoli Ecoresort / CT Praia do Forte - Mata de São João
SulParanáCuritibaClube Atlético Paranaense / CT do Caju
SulParanáCascavelDeville Express Cascavel / Estádio Arnaldo Busato
SulParanáMaringáHotel Deville Maringá / Estádio Regional Willie Davids
SulParanáCuritibaSlaviero Rockefeller Conceptual / Estádio Durival de Brito e Silva
SulRio Grande do SulBento GongalvesDall´onder Grande Hotel / Estádio das Castanheiras
SulRio Grande do SulBento GonçalvesHotel & SPA do Vinho / Parque Esportivo Montanha dos Vinhedos
SulRio Grande do SulLajeadoInn Italy Hotel / Centro Esportivo Lajeadense
SulRio Grande do SulCaixas do SulIntercity Premium / Estádio Francisco Stédile
SulRio Grande do SulPorto AlegrePlaza São Rafael Hotel e Centro de Eventos / Complexo Esportivo da ULBRA
SulRio Grande do SulCaxias do SulSamuara Hotel / Estádio Alfredo Jaconi
SulRio Grande do SulViamãoVila Ventura Hotéis / Centro de Treinamento Vila Ventura
SulSanta CatarinaJoinvilleBourbon Joinville Business / Estádio Municipal Arena Joinville
SulSanta CatarinaFlorianópolisCostão do Santinho Resort Golf & SPA / Costão do Santinho Resort Golf & SPA
SulSanta CatarinaFlorianópolisMajestic Palace / Estádio Orlando Scarpelli
SudesteEspírito SantoVitóriaHotel Escola Senac Ilha do Boi / Associação Esportiva Siderúrgica de Tubarão
SudesteEspírito SantoDomingos MartinsHotel Fazenda Parque do China / CT Parque do China
SudesteEspírito SantoVitóriaSheraton Vitória / Estádio Estadual Kleber Andrade
SudesteMinas GeraisBelo HorizonteSan Diego Suites / Toca da Raposa I
SudesteMinas GeraisIpatingaSan Diego Hotel Ipatinga / Estádio João Lamego Neto
SudesteMinas GeraisUberlândiaSan Diego Suites Uberlândia / Complexo Municipal Virgílio Galassi
SudesteMinas GeraisJuiz de ForaVillage Haras Morena / Estádio Municipal Radialista Mário Helênio
SudesteRio de JaneiroBarra do PiraíAldeia das Águas Resort / Estádio Raulino de Oliveira (Volta Redonda)
SudesteRio de JaneiroPinheiralCentro de Treinamento Dr. João Havelange
SudesteRio de JaneiroMangaratibaPortobello Resort & Safari
SudesteSão PauloBarueriBourbon Alphaville Business Hotel / Centro de Treinamento Vila Porto
SudesteSão PauloGuarujáCasa Grande Hotel Resort & Spa / Estádio Municipal Antônio Fernandes
SudesteSão PauloAraraquaraComfort Inn / Estádio Dr. Adhemar Pereira de Barros
SudesteSão PauloPresidente PrudenteGralha Azul Park Hotel / Estádio Eduardo José Farah
SudesteSão PauloJaguariúnaHotel Duas Marias / Estádio Alfredo Chiavegato
SudesteSão PauloÁlvares MachadoHotel Fazenda Campo Belo / Centro de Formação de Atletas Flávio Araújo
SudesteSão PauloRibeirão PretoHotel JP / Estádio Santa Cruz
SudesteSão PauloSantosHotel Parque Balneário / Vila Belmiro
SudesteSão PauloSorocabaHotel Pitangueiras / Clube Atlético Sorocaba
SudesteSão PauloSão Bernardo do CampoLiau Hotel Parque Plaza / Estádio Primeiro de Maio
SudesteSão PauloSantosMercure Santos / CT Rei Pelé
SudesteSão PauloSão Caetano do SulMercure São Caetano do Sul / Estádio Municipal Anacleto Campanella
SudesteSão PauloSão PauloNovotel São Paulo Center Norte / CT Palmeiras - Academia 1
SudesteSão PauloRibeirão PretoOlé Brasil Futebol Clube SA
SudesteSão PauloÁguas de LindóiaOscar Inn Eco Resort
SudesteSão PauloMogi das CruzesParadise Golf & Lake Resort
SudesteSão PauloSão José dos CamposPromenade Enterprise / Estádio Martins Pereira
SudesteSão PauloBarueriRadisson Alphaville / Arena Barueri
SudesteSão PauloItuSan Raphael Country Hotel / Estádio Dr. Novelli Junior
SudesteSão PauloItuSPA Sport Resort


Fonte:http://globoesporte.globo.com/futebol/copa-do-mundo/noticia/2012/08/primeira-lista-de-centros-de-treinos-tem-54-locais-em-23-cidades-do-pais.html

Imagina no Rio: Infraestrutura de hotéis em 2016 deve atender demanda; desafio é capacitar mão de obra

Durante cinco meses, técnicos do IBGE fizeram levantamentos sobre as condições de hospedagem do Brasil. O Rio de Janeiro - palco da Olimpíada em 2016 - tem a segunda maior rede hoteleira do país: são pouco mais de 45 mil leitos ? o COI (Comitê Olímpico Internacional) exige no mínimo 48 mil. O governo municipal garante que tudo dará certo e que não faltará hospedagem: de albergues a hotéis de alto luxo, passando por motéis. A preocupação maior, então, é capacitar a mão de obra que atenderá o público durante os Jogos e depois deles.




Fonte: ESPN

Cobertura maior em busca do recorde de público


Em artigo no site da BBC News [27/7] no dia da abertura oficial dos Jogos Olímpicos de 2012, o correspondente de mídia Torin Douglas questionou: seria o evento esportivo em Londres o “maior evento midiático da história”, como tem sido dito? Ele mesmo responde: “É perfeitamente possível, dependendo de como se mede”.

De início, Londres 2012 já tem o maior número de jornalistas, cinegrafistas e profissionais de mídia em geral, além do maior número de horas de programação e o maior uso da tecnologia digital do que qualquer evento internacional anterior.

Daí a saber se será o evento com o maior número de espectadores, é outra história – e uma história que só sera contada no fim dos Jogos, no meio de agosto. Segundo dados da Nielsen, dois terços da população mundial assistiram aos Jogos de Pequim, em 2008. Na ocasião, a empresa anunciou: “É oficial: os Jogos Olímpicos de Pequim atraíram a maior audiência de TV da história”. Foram contabilizados 4,7 bilhões (ou 70% da população mundial) de telespectadores. Em Atenas 2004, este número chegou a 3,9 bilhões; e a 3,6 bilhões em Sydney 2000.

NBC investe pesado

Nos EUA, a NBC – que transmitiu quase todos os Jogos desde 1964 – investiu pesado na cobertura deste ano. Foram enviados para Londres 2.800 funcionários. Para se ter uma ideia, a equipe da rede britânica BBC tem 765 pessoas.

De acordo com os organizadores do evento, no total são cerca de 21 mil jornalistas credenciados, na “maior operação de mídia já vista nos Jogos”, ressalta Douglas. O Ofcom, órgão que regula as telecomunicações no Reino Unido, já chamou as Olimpíadas de “o maior evento de mídia na história”, e calcula uma audiência global de mais de 4 bilhões de telespectadores.

Este ano, no entanto, nem todo mundo pretende assistir às competições na TV. Muitas pessoas acompanharão os Jogos no computador ou por aparelhos móveis. “Nós vimos que cerca de um quinto dos adultos (no Reino Unido) diz que irá acompanhar a cobertura em diferentes aparelhos online, como tablet e telefone celular – e entre os grupos mais jovens, este número sobe para um terço”, declarou a chefe de pesquisa de mídia do Ofcom, Jane Rumble.

Horário nobre o dia inteiro

Esta também será a primeira vez em que espectadores no Reino Unido e nos EUA poderão assistir a todos os eventos olímpicos ao vivo, seja por canais extras de TV ou por transmissão online. Segundo o Wall Street Journal [14/7], de olho na mudança de comportamento dos telespectadores, os executivos da NBC abandonaram a “velha fórmula” de guardar os grandes eventos para o horário nobre. “Em vez disso, todos os eventos olímpicos estarão disponíveis online para assinantes de cabo e satélite, que poderão selecioná-los em um menu no site NBC Olympics”.

A rede americana pagou pelos direitos de transmissão dos Jogos de Londres e dos Jogos de Inverno de 2010 cerca de 2 bilhões de dólares. Agora, espera que as Olimpíadas de 2012 se tornem “o maior evento midiático da história” não apenas no tamanho da cobertura, mas, principalmente, no tamanho do público.

Fonte: http://observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed705_cobertura_maior_em_busca_do_recorde_de_publico

Londres afirma que benefícios da Olimpíada são de longo prazo


Comitê tranquilizou os comerciantes e donos de hotéis, que haviam se queixado da falta de pessoas

"Por enquanto tudo está funcionando", afirmaram nesta quarta-feira os responsáveis do Comitê Organizador Local (Locog) ao fazer o balanço dos cinco primeiros dias dos Jogos Olímpicos de Londres.

A fuga dos próprios londrinos do centro da cidade, como consequência de um "exagero" de medidas para evitar a paralisação do trânsito e do transporte público, é um dos aspectos corrigíveis, disseram.

Além disso, tranquilizaram os comerciantes e donos de hotéis queixosos pela falta de pessoas, alegando que os benefícios dos Jogos são "de longo prazo".

"As atividades da cidade mudam com os Jogos Olímpicos, mas em longo prazo serão notadas as oportunidades, o rendimento econômico. Haverá mudanças. A imagem que se transmitirá de Londres será muito, muito positiva", afirmou o presidente do Locog, Sebastian Coe, em entrevista coletiva.

"Às vezes somos vítimas de nosso próprio sucesso", acrescentou Paul Deighton, diretor-executivo dos Jogos, que revelou que o Locog manteve até agora duas reuniões com o Comitê Olímpico Internacional (COI) para revisar as incidências da organização.

"O presidente (Jacques Rogge) disse ontem que não precisaríamos de outra reunião até sábado. Isso dá uma ideia de como as coisas estão", completou.

Os organizadores resumiram o êxito das Olimpíadas em números como três milhões de espectadores, 90% de satisfação entre o público presente aos estádios, 38 milhões de visitantes ao site oficial dos Jogos, 800 mil tweets enviados desde as sedes ou 400 mil refeições servidas na Vila Olímpica.

Perguntado por alguns dos resultados esportivos mais destacados dos primeiros dias de competição, e concretamente por se considerava o nadador americano Michael Phelps o melhor atleta da história, Sebastian Coe afirmou que "é evidente que, olhando o quadro de medalhas, ele é quem teve mais sucesso".

"Suas 19 medalhas (três em Londres) dispensam explicações. Mas, se é o melhor de todos os tempos, isso eu não sei. Poderia mencionar Steve Redgrave, Daley Thompson, Jesse Owens, Nadia Comaneci...", opinou.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10446/LONDRES+AFIRMA+QUE+BENEFICIOS+DA+OLIMPIADA+SAO+DE+LONGO+PRAZO.html

Com Ronaldo, Extra quer associar marca à Seleção Brasileira


Rede, que é patrocinadora oficial da CBF até 2014, lançou campanha na segunda

O Extra, do grupo Pão de Açúcar, começou na segunda-feira (30) sua campanha como patrocinador da Seleção Brasileira de Futebol. Chamado “Orgulho de fazer parte da família Seleção Brasileira”, o comercial terá Ronaldo como garoto-propaganda.

A rede varejista renovou o contrato com a CBF até 2014. Até o fim de 2012, estão sendo investidos 10 milhões de reais na ativação da parceria, que inclui novos vídeos, ações exclusivas nas redes sociais, promoções no ponto de venda e ações de relacionamento com os funcionários e com os clientes.

Criada pela 9ine, empresa do Grupo WPP liderada por Ronaldo, a campanha está alinhada com o posicionamento adotado pelo Extra desde setembro do ano passado – "Por Uma Vida Mais Família" - e mostra diversas situações em que a família pode ser comparada à equipe de futebol.

De acordo com Daniel Milagres, gerente de marketing Extra, Ronaldo foi escolhido para protagonizar o filme publicitário por representar uma geração em que os valores de família estavam muito vivos no futebol. "Tanto que existia o termo 'família Scolari", diz Milagres, referindo-se a Luiz Felipe Scolari, técnico da Seleção Brasileira em 2002, quando o Brasil saiu campeão.

"O futebol é uma paixão nacional, mas esse link com a família era tão claro? O brasileiro torce com a família. Traçar um paralelo entre família e Seleção se tornou algo muito natural", explica.

Fonte: http://www.fbde.com.br/eweekDetalhe.asp?idConteudo=6456&nome=Com+Ronaldo,+Extra+quer+associar+marca+%E0+Sele%E7%E3o+Brasileira

Flamengo tem linha de telefone 'cortada' após deixar de pagar conta de R$ 2


O momento do Flamengo não é complicado apenas dentro de campo. Nos bastidores, o clube também acumula uma série de problemas. O mais novo apareceu na última terça-feira, quando o clube teve parte das linhas telefônicas da sede da Gávea cortada por falta de pagamento de uma conta do ano de 2006 no valor aproximado de R$ 2.

Segundo o vice-presidente administrativo do clube, Cacau Cotta, o clube havia sido notificado sobre o problema ainda durante o dia, mas não conseguiu resolver as pendências até o final da noite de terça, quando os telefones do clube pararam de funcionar para discagens externas. Sem pagamento por uma falta de comunicação entre o departamento financeiro e o administrativo, as linhas apenas recebiam chamadas.

"Houve uma pequena falha de comunicação com o setor financeiro e deixamos de pagar a conta do último mês. Fomos notificados e prontamente pagamos. No entanto, a empresa responsável pela telefonia aqui do Rio de Janeiro disse que tinha mais uma conta aberta. Quando consultamos o sistema, percebemos que o problema era em função de uma conta de 2006 de pouco mais de dois reais que não havia sido paga até então", disse o dirigente, em entrevista à Rádio Tupi, acrescentando.

"Neste tempo todo, ninguém se deu conta deste valor. É pouca coisa, cerca de dois reais e sessenta e poucos centavos, mas impede o funcionamento normal dos telefones. Hoje [quarta], logo cedo, faremos o pagamento e tudo voltará ao normal", explicou Cacau Cotta.

O problema acabou gerando mais um desconforto na gestão da presidente Patricia Amorim, que está em Londres acompanhando os Jogos Olímpicos. Opositores dos mais diversos grupos políticos rubro-negros aproveitaram o episódio para fazer piadinhas e atacar a mandatária em redes sociais.

Fonte: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2012/08/01/flamengo-tem-linha-de-telefone-cortada-apos-deixar-de-pagar-conta-de-r-2.htm

Ministro vê quedas de Teixeira e Havelange como senha para democratizar poder no esporte


Por Gustavo Franceschini

A comprovação, por parte da Justiça suíça, de que Ricardo Teixeira e João Havelange receberam propina no escândalo de corrupção da Fifa acabou com a desculpa de que não haviam provas contra os cartolas. Em entrevista ao UOL Esporte, o ministro do Esporte Aldo Rebelo evitou atacar diretamente a dupla, mas deixou claro que é contrário ao modelo de perpetuação de dirigentes no poder que vigora no Brasil.

“Acho que as instituições que governam o esporte no Brasil e o futebol precisam passar por um processo de democratização e de modernização compatíveis com a evolução da sociedade e as exigências do próprio esporte. Acho que os resultados, em havendo democratização e profissionalização, vão aparecer”, disse Aldo Rebelo, em entrevista concedida na residência oficial do embaixador do Brasil no Reino Unido, onde fica mais alguns dias para ver os Jogos Olímpicos. 

O hoje ministro foi uma figura importante no longo processo de queda de Ricardo Teixeira. Ele era o relator da CPI que, em 2000, esmiuçou as atividades ilícitas do então presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e encontrou os primeiros indícios da ligação dele com o escândalo da ISL, ex-parceira da Fifa, que o derrubou no começo deste ano.

Depois da CPI, no entanto, Aldo aos poucos mudou de postura. A voracidade das críticas ao cartola diminuiu ao passar dos anos. Ao assumir a função de ministro do Esporte no ano passado, ele adotou um discurso político ao falar de Teixeira. Mesmo com os dois cartolas fora de cena, ele evita um ataque mais duro.

Para o político, o escândalo ainda não manchou a imagem da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016, que tiveram Teixeira e Havelange como presidente do Comitê Organizador e garoto-propaganda, respectivamente. “Não creio [que tenha manchado], porque a organização e o êxito da Copa não dependem dessas pessoas. Ela depende da capacidade dos organizadores de tocar as suas ações e suas iniciativas e me parecem que estão fazendo isso no Brasil. Acho que a Copa do Mundo é muito maior do que esses episódios para ser afetada por eles”, disse Rebelo.

Confira a seguir a entrevista completa:

UOL Esporte – O que o senhor sentiu da Olimpíada em Londres até o momento?
Aldo Rebelo - Eu destaco em primeiro lugar o ambiente de Londres com a Olimpíada. Apesar dos problemas que todos nós testemunhamos de trânsito, comunicação e de recepção. A cidade foi contagiada por um ambiente de tolerância, de confraternização entre as pessoas. Os ingleses estão muito mais risonhos e prestativos, inclusive os guardas dão mais informações. É preciso louvar o esforço que a cidade faz, o governo e sua prefeitura, de oferecer aos visitantes um ambiente agradável de eficiência. Por essa razão é que eu relevo os problemas que testemunhamos. Para nós, é muito melhor que registrar os problemas e tomar como lição para que eles sejam reduzidos no Brasil.

UOL Esporte – Qual foi exatamente o problema da comunicação que o senhor sentiu?
Aldo Rebelo – Além do trânsito, a telecomunicação, o sinal de celular e o wifi apresentaram algumas dificuldades em alguns momentos.

UOL Esporte – Recentemente essa discussão sobre qualidade de telefonia móvel ganhou grande proporção no Brasil. O país vai saber lidar com isso até 2016?
Aldo Rebelo - O Brasil é muito deficiente nessa área. Nós temos planos do governo e da própria iniciativa privada para reduzir os problemas que temos, que são grandes e importantes para a população nas grandes cidades e para as empresas, para os profissionais que precisam disso para o seu trabalho. Temos de cuidar muito bem disso.

UOL Esporte – Em termos de esporte, é possível imaginar o Ministério do Esporte cobrando mais de perto esportes como a natação, que receberam verba pública mas fizeram tempos abaixo de suas próprias melhores marcas aqui em Londres?
Aldo Rebelo - Os ingleses também esperavam muito de um ciclista consagrado e ele não teve o desempenho esperado [Mark Cavendish]. Mesmo seleções como a Espanha e o Uruguai [no futebol], sobre as quais se tinham grandes expectativas. Essas coisas têm essa explicação mais geral. O resto depende de planejamento muito detalhado, muito minucioso, que envolve toda a preparação do atleta, a participação dele em um circuito internacional de competições, que o deixe em condições de disputar a Olimpíada já conhecendo os possíveis adversários que vai enfrentar, as condições da competição, o equipamento. O trabalho que estamos fazendo com o COB, com as confederações, com o ministério da defesa e com os próprios clubes é para que nossos atletas tenham até 2016 a experiência necessária, a participação em competições e o apoio com a criação do bolsa-técnico. O Brasil não pode ser apenas o país-sede, que dê exemplo de acolhida, de organização, mas precisa que o quadro de medalhas mostre o Brasil em sua condição de sede, com o status de país-sede.

UOL Esporte – E o Brasil conseguirá fazer uma Olimpíada melhor que a de Londres, como sugeriu a presidente Dilma?
Aldo Rebelo - O Brasil tem condições de oferecer organização, engenharia civil, sustentabilidade, telecomunicações, segurança... Tudo isso está planejado, tanto para Copa como para a Olimpíada. Os recursos já estão previstos. Além da realização material dos dois eventos, nós também vemos a oportunidade do Brasil mostrar ao mundo uma referência no plano espiritual. Um país acolhedor, onde os visitantes estrangeiros não sejam apenas respeitados ou tolerados, mas que eles sejam queridos, as pessoas sejam acolhidas com afeto e carinho, recepcionadas com toda a generosidade que o ser humano é capaz de oferecer. Nós, independentemente da nacionalidade, da religião, da cor da pele das pessoas, vamos tratar todo mundo de forma muito acolhedora.

UOL Esporte – Falando da parte organizacional, qual é a situação do Velódromo, que custou R$ 14 milhões no Pan e deve ser demolido porque não atende as exigências do COI?
Aldo Rebelo - É que as exigências, não só técnicas, mas a dimensão dos equipamentos que acolhem o Pan e as Olimpíadas são muito diferentes. O COI tem exigências muito maiores não só do Pan para as Olimpíadas como de uma Olimpíada para outra. Aqui, o ministro local me dizia isso, que ele teve de fazer muitas coisas diferentes da Olimpíada de Pequim. Ele teve discussões sérias com o COI, porque eles usaram os parâmetros de Pequim e tiveram de alterar. O caso do Velódromo eu não sei exatamente se é essa a razão, mas provavelmente o gabarito com as referências técnicas para as Olimpíadas estão muito além daquilo que foi feito para o Pan.

UOL Esporte - Mas nós já sabíamos lá atrás que os parâmetros eram distintos. Quando se faz uma obra para o Pan e tem de fazer outra para a Olimpíada não dispendemos dinheiro desnecessário em uma delas?
Aldo Rebelo - Em alguns casos pode ser. Em outros, nos talvez não tivéssemos no orçamento para o Pan a disponibilidade de fazer o equipamento já para os Jogos Olímpicos.

UOL Esporte - Quando ganhou a candidatura, a solução era a reforma do Velódromo, mas isso não aconteceu e agora não temos tempo hábil. Outra coisa que atrasou foi a matriz de responsabilidade fiscal, prevista para março e ainda pendente. Por que as coisas de 2016 demoram tanto a sair?
Aldo Rebelo - Porque é diferente da Copa, que é praticamente privada. Nela, o Governo Federal entra com recursos de empréstimo para a construção dos estádios e a mobilidade urbana. A Olimpíada é um empreendimento com recursos públicos, que tem participação do Estado do Rio em uma proporção muito grande, e da cidade do Rio. Todos eles com uma estrutura própria para tratar da questão dos Jogos Olímpicos. Além disso, tem a Autoridade Pública Olímpica, que em tese é a autoridade maior, o consórcio entre os três entes federativos para tratar dos Jogos.

UOL Esporte - Não tem como agilizar isso?
Aldo Rebelo – E não é exatamente isso que a gente tem tentado fazer? Nosso esforço não é esse?

UOL Esporte - Mas vocês têm conseguido? O senhor está satisfeito com a agilidade?
Aldo Rebelo - Não, gostaríamos de estar em um estágio mais adiantado. Mas temos segurança de que nesse estágio nós cumpriremos o calendário de entrega das obras dentro do tempo necessário para os Jogos.

UOL Esporte – Ministro, há cerca de um mês a Justiça suíça divulgou que Ricardo Teixeira e João Havelange foram condenados por corrupção. Isso te surpreendeu?
Aldo Rebelo – Bem... [faz uma pausa] Nós, de certa forma, levantamos informações na investigação da CPI da Câmara em 2000. E já haviam ali fatos relacionados com essa investigação que a Justiça suíça fez, concluiu e divulgou. Então de certa forma podia, na própria CPI ou a partir da CPI, haver uma previsão de que esses fatos, embora não totalmente esclarecidos na época, poderiam ser esclarecidos mais adiante.

UOL Esporte - Então, não te surpreendeu?
Aldo Rebelo - A questão não é surpreender ou não surpreender, a questão é investigar ou não investigar, e a investigação foi feita.

UOL Esporte – De que maneira isso afeta 2014 e 2016, já que Ricardo Teixeira presidia o Comitê Organizador e João Havelange foi garoto-propaganda da Rio 2016? A imagem dos eventos fica manchada?
Aldo Rebelo - Espero que não fique, porque o país acolhe a Copa do Mundo que é organizada pela Fifa. Me parece que a própria Fifa, pelo menos ultimamente, manifestou interesse de que essa investigação fosse concluída. O próprio presidente da Fifa tomou providências para reduzir a exposição da instituição a fatos semelhantes.

UOL Esporte – Mas são figuras centrais nos dois eventos. A imagem já não está afetada?
Aldo Rebelo - Não creio, porque a organização e o êxito da Copa não dependem dessas pessoas. Ela depende da capacidade dos organizadores de tocar as suas ações e suas inciativas e me parecem que estão fazendo isso no Brasil, com o Governo procurando apoiar e ajudar naquilo que está ao seu alcance. Acho que a copa do mundo é muito maior do que esses episódios para ser afetada por eles.

UOL Esporte – O Governo errou ao escolher essas pessoas como seus representantes?
Aldo Rebelo - A Copa do Mundo seria realizada no Brasil ou nos outros países que se candidataram e tentaram atraí-las, independentemente desses fatos e episódios. O que eu creio é que o futebol brasileiro deva adotar como lição, não para corrigir, mas muito mais para prevenir episódios semelhantes, é modernizar a gestão e a estrutura das entidades que organizam não só o futebol, mas todo o esporte do país. Tem de democratizar institucionalmente essas entidades, os critérios e mecanismos de escolha dos dirigentes, profissionalizar a gestão dessas instituições e dos próprios clubes brasileiros, onde há anacronismos inaceitáveis do ponto de vista democrático, como nós vemos em alguns clubes. Dou o exemplo do meu clube do coração, que é o Palmeiras, que precisa se modernizar e democratizar. São instituições importantes para o país. Tem de ter uma institucionalidade compatível com o que está acontecendo na sociedade.

UOL Esporte – O senhor é favorável ao projeto de lei que tramita na Câmara e sugere um limite para o número de mandatos para dirigentes esportivos?
Aldo Rebelo - Sou. Aliás, sempre fui.

UOL Esporte – Mas o senhor hoje lida com cartolas que não concordam com ele, ou ao menos não seguem o que ele prega.
Aldo Rebelo – Eu respeito a posição dos dirigentes e o seu ponto de vista, da mesma forma que espero que eles respeitem também o meu.

UOL Esporte – Nessa linha de raciocínio, que prejuízos o esporte tem quando no topo da organização, no comando do COB, está uma pessoa que vai completar 21 anos de poder em 2016?
Aldo Rebelo - Os lucros e os prejuízos qualquer jornalista inteligente pode verificar. Eu não vou personificar a questão. Vou tratar como uma tese. Acho que as instituições que governam o esporte no Brasil e o futebol precisam passar por um processo de democratização e modernização compatíveis com a evolução da sociedade e com as exigências do próprio esporte. Acho que os resultados, em havendo democratização e profissionalização, vão aparecer. Não é apenas por uma questão de participação, de direito democrático. É também por isso, mas é pelo que pode ser obtido. Pela valorização dos clubes, de suas marcas, da ampliação da renda, do aumento da confiança dos parceiros nas instituições que gerem o esporte e o futebol. Eu só citei benefícios. Não vejo que prejuízo poderia trazer para o esporte ou para os clubes. 

Fonte: http://olimpiadas.uol.com.br/noticias/redacao/2012/07/31/ministro-ve-quedas-de-teixeira-e-havelange-como-senha-para-democratizar-poder-no-esporte.htm

Parque dos Atletas reabre com várias escolinhas


Espaço na Barra é o primeiro construído para os Jogos a ficar pronto

Por Elenice Bottari

RIO - Uma das maiores áreas de lazer da Barra, o Parque dos Atletas, na Avenida Salvador Allende, em frente ao Riocentro, foi reaberto na terça-feira ao público depois de ficar dois meses reservado às exposições da Rio+20, realizada em junho passado. Com 123 mil metros quadrados e capacidade para até cem mil pessoas, o parque foi o primeiro espaço construído para as Olimpíadas de 2016 a ficar pronto. Inaugurado em agosto de 2011, o lugar foi palco do último Rock in Rio.
— Ele é um legado antecipado. Foi entregue cinco anos antes das Olimpíadas e já é o novo point da região. Está sempre cheio, especialmente no fim de semana, quando recebe muitas famílias — diz o subprefeito da Barra e de Jacarepaguá, Thiago Mohamed.
De acordo com a subprefeitura, cerca de mil moradores de diversas faixas etárias estão inscritos nas escolinhas de futebol, vôlei, tênis e caminhada orientada oferecidas pela Secretaria de Esporte e Lazer no local. O parque tem entrada franca e amplo estacionamento. Além do espaço de lazer, dispõe de duas quadras poliesportivas, um campo de futebol de grama sintética, dois muros de escalada, um parque infantil, dois conjuntos de aparelhos de ginástica (um deles voltado a atletas da terceira idade), bebedouros e vestiários com chuveiros.
O espaço faz parte de um conjunto de obras e de ações ecológicas da prefeitura pela recuperação do sistema lagunar da Baixada de Jacarepaguá. Em dezembro, ele voltará a ser fechado para o show de Madonna, previsto para o início daquele mês. No ano que vem, a área de lazer deverá receber, mais uma vez, uma nova edição do Rock in Rio.
— O parque é um espaço multiuso, para sediar grandes eventos. Ele foi concebido para receber estruturas diferentes. Sendo assim, os equipamentos são aparafusados para que possam ser desmontados — explicou Mohamed.

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