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sábado, 29 de dezembro de 2012

Em meio à crise do setor de energia, Ministério do Esporte socorre a CBB


Confederação Brasileira de Basquete terá contrato renovado pela metade com Eletrobras, e órgão do governo federal ajuda entidade até 2016
Por Leonardo Filipo

A grave crise no setor de energia no país ameaça deixar o basquete brasileiro no breu. Após retirar o investimento no Novo Basquete Brasil (NBB) e na Liga de Basquete Feminino (LBF), a Eletrobras reduziu quase pela metade a proposta de renovação de contrato com a Confederação Brasileira de Basquete (CBB). Os R$ 13 milhões de 2012 caíram para R$ 7,5 milhões por ano, por quatro anos, com possibilidade de reajuste. Apesar da drástica redução, a assinatura do novo acordo está prevista para o início do próximo ano, quando a parceria completa uma década.
Diante da situação, o Ministério do Esporte precisou socorrer a entidade. As seleções sub-19 e adultas terão seus planejamentos garantidos, dentro do Plano Brasil Medalhas 2016. A Liga de Desenvolvimento do Basquete (LDB), competição para jogadores de até 22 anos, tem sua segunda edição bancada novamente pelo órgão do governo. A ajuda vai além, como disse o secretário nacional de esporte de alto rendimento, Ricardo Leyser.

- O governo está empenhado em conseguir outra estatal para o basquete – disse.

O socorro ajuda, mas não resolve. A situação preocupa a diretora de seleções femininas da CBB, Hortencia. Tirando a seleção sub-19, com a redução do patrocínio será difícil preparar as outras seleções de base de maneira ideal para as competições internacionais. De acordo com a dirigente, corre-se o risco de perder gerações.

- Fico um pouco mais tranquila com a ajuda do Ministério do Esporte. Mas não sei quando esse dinheiro vai cair na conta. E as outras seleções de base estão descobertas. A Eletrobras não tem culpa nenhuma. Nós é que estamos no lugar errado, na hora errada e com o patrocinador errado. Se há um monte de empresas estatais patrocinando as confederações, alguma tem que patrocinar a gente. O vôlei tem R$ 70 milhões por ano por méritos próprios. Imagina o basquete com esse dinheiro! - disse Hortencia, que admite deixar a entidade caso a situação não melhore.

- Eu não sou de pular do barco, mas como faz para resolver esse problema?

A Eletrobras está reavaliando todos os seus contratos de patrocínio desde a aprovação da Medida Provisória 579 – que vai reduzir o preço da eletricidade em cerca de 20% a partir do ano que vem. Antes disso a relação com a CBB já passava por períodos de apagões. Alguns repasses da estatal demoraram a sair, o que levou a entidade a quase entrar na Justiça. A empresa alega que adota uma metodologia própria para gestão de contratos de patrocínio, através de auditoria interna e da fiscalização da Controladoria Geral da União e do Tribunal de Contas da União, o que também aumenta o controle dos gastos. Situação que gerou críticas do ex-diretor de marketing e atual consultor técnico da CBB, José Carlos Brunoro. Perto da renovação, porém, ele adota um discurso mais conciliador.

- Entendo que fui um pouco duro porque não estava ciente da situação da Eletrobras. Já passamos por alguns acidentes de percurso, mas agora a relação não está mais desgastada. Houve uma mudança de mentalidade deles. E eles acham importante continuar no basquete. Estamos muito bem com esse novo grupo que negocia conosco. Haverá um memorial descrevendo tudo o que pode e o que não pode, para não haver nenhuma surpresa das duas partes – disse Brunoro.
Diante de maus resultados nas categorias de base da seleção brasileira este ano, o bronze no mundial sub-19 feminino de 2011 é citado como exemplo por Brunoro e Hortência. Para subir ao pódio no Chile, a equipe conseguiu treinar por seis meses. Além da medalha, a pivô Damiris foi eleita melhor jogadora da competição.

- Não queremos achar um culpado disso. O que nos deixa bastante preocupados é que idealizamos um projeto que consideramos ideal: treinar as equipes de base por pelo menos quatro meses e permitir que os treinadores possam viver do basquete - diz Brunoro.

Estataisesportes patrocinados
Banco do Brasilvela, vôlei de praia, vôlei e pentatlo moderno
Banco do Brasil e Correioshandebol
Banco do Nordeste (BNB)triatlo
BNDEScanoagem e hipismo
Caixaatletismo, ciclismo BMX, futebol feminino, ginástica, lutas, modalidades paraolímpicas e tiro esportivo
Correiosnatação, águas abertas (maratona aquática) e tênis
Eletrobrasbasquete
Infraero e Petrobrasjudô
Petrobrasboxe, remo, taekwondo, levantamento de peso e esgrima


Em um momento em que as estatais aumentam os investimentos nas confederações, visando aos Jogos Olímpicos de 2016 (confira a tabela acima), Brunoro lamenta a situação da Eletrobras. Mas segue em busca de um patrocínio que salve o planejamento de 2013: algo em torno de R$ 10 milhões por ano até as Olimpíadas do Rio de Janeiro.

- Tem bastante gente com interesse em se associar ao basquete – garante.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/basquete/noticia/2012/12/em-meio-crise-do-setor-de-energia-ministerio-do-esporte-socorre-cbb.html

sábado, 4 de agosto de 2012

Sem prestação de conta: contador não explica rombo em adiantamentos


Rogério da Encarnação critica em reunião do Conselho: 'Sou colocado de costas e tenho de pedir desculpas a alguém que passa a mão na minha b...'

Por Vicente seda

Na noite de terça-feira, uma reunião ordinária do Conselho Fiscal do Flamengo constatou um grave problema na contabilidade do clube: um rombo de R$ 7 milhões de adiantamentos sem a devida prestação de contas nas finanças rubro-negras. O tema foi levantado na presença do contador Rogério Tosca da Encarnação, que presta serviços e assina os balanços da gestão de Patrícia Amorim. O órgão anunciou ter requisitado informações sobre o montante ao Conselho Diretor no dia 19 de junho, até agora sem resposta.
O contador não conseguiu esclarecer os questionamentos dos sócios e conselheiros presentes sobre o rombo ou a ausência dos balancetes financeiros trimestrais deste ano. Rogério fez um discurso duro, expondo diversas mazelas internas da administração do clube, como transcrito nos trechos abaixo. As declarações do contador foram retiradas da transmissão da reunião do Conselho Fiscal realizada pelo site "Mengonet.com.br"
- As diretorias não se mobilizam e não se qualificam para tal. Esta é a situação. Não é uma denúncia, é uma colocação. Eu me sinto capaz de responder a qualquer um de vocês. Mas nessa colcha de retalhos que vivemos aqui, eu me sinto incapaz de fazê-lo. Isso não é certo. (...) O Flamengo carece de uma consciência profissional. Não existe. As diretorias são formadas de maneira indigna. Basta ser meu amigo que eu vou conservá-lo aqui dentro para fazer uma série de coisas - afirmou o contador na reunião.
Em seguida, Rogério relatou as razões do buraco na contabilidade que, de acordo com um dos presentes que se pronunciaram sem prévia identificação, e sem ser corrigido posteriormente, já existe há 18 meses.

- Eu sou remunerado para trabalhar aqui. Lamentavelmente, me perdoem todos que estão me ouvindo aqui, é muito fácil você ver na diretoria ou quem tem a responsabilidade de responder pelo Flamengo bater no peito e dizer: 'Não ganho um tostão para estar aqui'. Não está certo isso. Deveria ser remunerado para saber o peso de uma responsabilidade. Essa gratuidade vira leviandade (aplausos). Eu sou colocado de costas e tenho de pedir desculpas a alguém que passa a mão na minha bunda, pedir desculpas por estar de costas. (...) Quero exercer a minha função e não posso fazê-lo. Presto contas de 114 empresas. Aqui só tem um problema: muito cacique e pouco índio. É o que está aqui", analisou.

Equipe está sendo trocada e novo contador presencia desabafo
Em função de o departamento financeiro não ter emitido nenhum balancete trimestral em 2012, o presidente do Conselho Fiscal, Leonardo Ribeiro, informou que pediu a mudança da equipe de contabilidade. Os balancetes são um termômetro da situação da instituição e, posteriormente, são usados para o fechamento do balanço anual. O novo contador participou da reunião do órgão. Ribeiro afirmou que a nova equipe de contabilidade entra com a responsabilidade de emitir um balanço semestral extraordinário até o fim de agosto. Na reunião de terça-feira, o ele leu questionamentos dizendo que o "saldo de adiantamento mais do que triplicou em 2011, passando de R$ 2,1 milhões para R$ 7,2 milhões".O presidente em exercício do Flamengo, Hélio Ferraz, disse que soube do ocorrido na reunião, mas não tinha como precisar o que foi dito e, por isso, havia solicitado a gravação ao Conselho Fiscal. Ao responder por telefone sobre os adiantamentos sem prestação de contas, Ribeiro procurou minimizar o caso, dizendo que não há valores sem explicação.
- Não, valor que não conseguiu ser explicado não. Existem lançamentos contábeis que estão mal classificados. Situações que são investimentos, como por exemplo obras no Ninho do Urubu. Se pegar R$ 1 milhão para fazer o CT, isso não é despesa, é investimento. Está classificado errado, as notas estão erradas, a prestação de contas desse setor está errada. Esses erros estamos correndo atrás para a coisa ficar mais clara, o que realmente é despesa e o que é investimento - disse o presidente do Conselho Fiscal.
Ele confirmou, contudo, o problema na reunião com o contador que está saindo do clube.
- Não conseguiu fechar os balancetes, classificar as contas, disse que teve dificuldade de saber o que era investimento, despesa, tem obra, o contrato todo não vai para ele, só as notas fiscais, aí não sabia se era benfeitoria... Então deu as explicações dele lá, está certo?

Rogério Tosca da Encarnação também foi contatado pela reportagem do GLOBOESPORTE.COM, mas afirmou que não deseja se pronunciar sobre o assunto.
- Não me importa o que você possa escrever. Quero só que você, para bem sintonizar o que precisa ser dito, se reporte ao Conselho Fiscal. Porque tudo que é feito na contabilidade deságua no Conselho Fiscal e só ele pode falar. Se ele não tem o que lhe dizer, eu também não tenho. Respeitosamente.

Um problema, duas explicações
As justificativas do secretário-geral do Conselho Fiscal foram diferentes das alegações da presidência do órgão. Primeiro, Júlio César Barros negou que tivesse ocorrido algum problema na reunião do órgão.
- Não, foi feita uma apresentação pelo contador para os sócios que questionaram. Um grupo de sócios fez um questionamento, mas o contador foi lá e deu a justificativa para isso. Mas agora a principal questão mesmo é que o Conselho Diretor cumpriu as exigências do Deliberativo sobre as ressalvas nas contas de 2010.

Em seguida, insistiu que a informação estava equivocada, mas pouco depois mudou o discurso:
- Essa informação não procede. Existe um lançamento de um conselheiro lá que teve dúvida. O conselheiro se equivocou. É um procedimento normal. Como está na conta de adiantamentos, o conselheiro entendeu que eram adiantamentos de pessoa física, do funcionário. Mas não é. Quando o funcionário faz uma solicitação de empréstimo, aquilo sai na folha de pagamento. Mas quando um supervisor de uma delegação vai viajar e ele pega, R$ 5 mil, R$ 10 mil, R$ 30 mil, não importa, para ele viajar, poder pagar uma emergência qualquer, também sai como adiantamento. Só que quando ele volta da viagem, apresenta as notas fiscais para prestação de contas. Nessa prestação de contas é que houve atraso em alguns casos.

Indagado então se apenas alguns casos gerariam o montante milionário, Barros respondeu:
- É porque são muitas contas. Na verdade, quatro e pouco. Teve outras coisas de adiantamento que fizeram gerar esse valor aí. Mas isso é normal, é normal, o valor não é grande não.

Nova reunião está marcada para próxima terça-feira
Uma reunião extraordinária do Conselho Fiscal está marcada para a próxima terça-feira e, a princípio, servirá para apresentação das alterações feitas a pedido do Deliberativo nas contas de 2010 e apreciação do acordo judicial para pagamento da dívida com Romário. Ele atribuiu à desorganização financeira o recente corte dos telefones do clube por falta de pagamento de um valor próximo a R$ 2, ressaltando a necessidade da conclusão do balanço semestral extraordinário até o fim de agosto.
- Urgentemente, precisamos ter noção de como está o clube. Senão acontece o que aconteceu. O Flamengo mesmo com dinheiro não pagou a conta de telefone. Isso é desorganização porque não tem o relatório lá na mesa - concluiu Ribeiro.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/2012/08/contador-nao-explica-rombo-de-r-7-mi-em-adiantamentos-sem-prestacao-de-contas.html

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Flamengo tem linha de telefone 'cortada' após deixar de pagar conta de R$ 2


O momento do Flamengo não é complicado apenas dentro de campo. Nos bastidores, o clube também acumula uma série de problemas. O mais novo apareceu na última terça-feira, quando o clube teve parte das linhas telefônicas da sede da Gávea cortada por falta de pagamento de uma conta do ano de 2006 no valor aproximado de R$ 2.

Segundo o vice-presidente administrativo do clube, Cacau Cotta, o clube havia sido notificado sobre o problema ainda durante o dia, mas não conseguiu resolver as pendências até o final da noite de terça, quando os telefones do clube pararam de funcionar para discagens externas. Sem pagamento por uma falta de comunicação entre o departamento financeiro e o administrativo, as linhas apenas recebiam chamadas.

"Houve uma pequena falha de comunicação com o setor financeiro e deixamos de pagar a conta do último mês. Fomos notificados e prontamente pagamos. No entanto, a empresa responsável pela telefonia aqui do Rio de Janeiro disse que tinha mais uma conta aberta. Quando consultamos o sistema, percebemos que o problema era em função de uma conta de 2006 de pouco mais de dois reais que não havia sido paga até então", disse o dirigente, em entrevista à Rádio Tupi, acrescentando.

"Neste tempo todo, ninguém se deu conta deste valor. É pouca coisa, cerca de dois reais e sessenta e poucos centavos, mas impede o funcionamento normal dos telefones. Hoje [quarta], logo cedo, faremos o pagamento e tudo voltará ao normal", explicou Cacau Cotta.

O problema acabou gerando mais um desconforto na gestão da presidente Patricia Amorim, que está em Londres acompanhando os Jogos Olímpicos. Opositores dos mais diversos grupos políticos rubro-negros aproveitaram o episódio para fazer piadinhas e atacar a mandatária em redes sociais.

Fonte: http://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2012/08/01/flamengo-tem-linha-de-telefone-cortada-apos-deixar-de-pagar-conta-de-r-2.htm

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Santos confirma: 'Ganso não quer mais atuar pela equipe'


Durante reunião do Conselho Deliberativo, na última quinta-feira, Luis Alvaro anunciou o desejo do camisa 10 santista

Por Alyson Gonçalo

O meia Paulo Henrique Ganso não deseja mais atuar com a camisa do Santos e tem "caminho livre" para acertar transferência para outra equipe. Quem garante é o vice-presidente alvinegro, Odílio Rodrigues, que confirmou junto ao presidente Luis Alvaro Ribeiro o desejo do camisa 10.

- O Ganso não quer mais atuar com a camisa do Santos. A informação veio através do presidente Luis Alvaro, na última quinta-feira - resumiu Odílio Rodrigues, confirmando a informação publicada pela "Tribuna", de Santos.
O desejo do jogador foi declarado após as divergências na reformulação contratual. Na reunião do Conselho Deliberativo, na última quinta-feira, na Vila Belmiro, a cúpula alvinegra decidiu "abrir mão" do atleta e não tentará segurá-lo.
O Peixe admite negociação com o Internacional, mas exige o pagamento da multa rescisória. Para confirmar a transação, o empresário Delcyr Sonda, dono da DIS, que está disposto a adquirir os direitos do atleta e repassar para o Colorado, terá que desembolsar R$ 23,8 milhões, que equivalem a 45% do percentual do Alvinegro. O restante pertence ao próprio empresário. A multa para clubes do exterior está avaliada em R$ 124 milhões, sendo R$ 56,2 milhões destinados ao clube.
- Ganso não tem mais interesse no Santos, então, não vamos tentar segurá-lo. No entanto, não abriremos mão da multa contratual. Já que o Delcir Sonda tem o interesse e Ganso também, as negociações estão abertas, depositem a multa - disse o vice-presidente.
Na Seleção Brasileira, para preparação para a Olímpiada de Londres, o meia prefere não falar sobre a situação com a equipe santista. No entanto, para pessoas próximas, admitiu a saída da equipe alvinegra. A despedida do Peixe pode ter ocorrido no empate sem gols contra Portuguesa, há duas semanas, em partida válida pela sétima rodada do Brasileirão.

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/santos/Santos-confirma-Ganso-deseja-equipe_0_736126549.html#ixzz20Y6VblCm Durante reunião do Conselho Deliberativo, na última quinta-feira, Luis Alvaro anunciou o desejo do camisa 10 santista

Por Alyson Gonçalo

O meia Paulo Henrique Ganso não deseja mais atuar com a camisa do Santos e tem "caminho livre" para acertar transferência para outra equipe. Quem garante é o vice-presidente alvinegro, Odílio Rodrigues, que confirmou junto ao presidente Luis Alvaro Ribeiro o desejo do camisa 10.

- O Ganso não quer mais atuar com a camisa do Santos. A informação veio através do presidente Luis Alvaro, na última quinta-feira - resumiu Odílio Rodrigues, confirmando a informação publicada pela "Tribuna", de Santos.
O desejo do jogador foi declarado após as divergências na reformulação contratual. Na reunião do Conselho Deliberativo, na última quinta-feira, na Vila Belmiro, a cúpula alvinegra decidiu "abrir mão" do atleta e não tentará segurá-lo.
O Peixe admite negociação com o Internacional, mas exige o pagamento da multa rescisória. Para confirmar a transação, o empresário Delcyr Sonda, dono da DIS, que está disposto a adquirir os direitos do atleta e repassar para o Colorado, terá que desembolsar R$ 23,8 milhões, que equivalem a 45% do percentual do Alvinegro. O restante pertence ao próprio empresário. A multa para clubes do exterior está avaliada em R$ 124 milhões, sendo R$ 56,2 milhões destinados ao clube.
- Ganso não tem mais interesse no Santos, então, não vamos tentar segurá-lo. No entanto, não abriremos mão da multa contratual. Já que o Delcir Sonda tem o interesse e Ganso também, as negociações estão abertas, depositem a multa - disse o vice-presidente.
Na Seleção Brasileira, para preparação para a Olímpiada de Londres, o meia prefere não falar sobre a situação com a equipe santista. No entanto, para pessoas próximas, admitiu a saída da equipe alvinegra. A despedida do Peixe pode ter ocorrido no empate sem gols contra Portuguesa, há duas semanas, em partida válida pela sétima rodada do Brasileirão.

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