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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Kalil reclama da organização do Mineirão sugere especialistas para administrá-lo


Falta de água, higiene e serviços gerou reclamação de torcedores e do presidente atleticano

O presidente Alexandre Kalil não poupou críticas a Minas Arena, empresa responsável por administrar o Mineirão. O mandatário alvinegro afirma que ficou impressionado com a situação que presenciou no estádio, com bares fechados e falta de água para os torcedores. O próprio Kalil garante que ficou sem água, e que teve dificuldades para chegar ao vestiário do Atlético-MG.

"O Mineirão tem que ser tocado por quem é do ramo. Estádio de futebol é um negócio muito complicado, sei por que administro um. Tenho a administração do estádio, comercializo e sei que não é brincadeira. Chamar o povo de Minas para chegar ao meio-dia e não ter água para beber. No meu camarote não tinha água no banheiro, e eu fiquei muito triste. Eu não conseguia chegar ao vestiário do Atlético-MG, ninguém sabia falar onde erra, fiquei impressionadíssimo", disse Kalil em entrevista ao canal  Bandsports.

Kalil garante que o Atlético-MG já não tinha intenções de atuar no Mineirão, e que depois do que ocorreu no clássico, a vontade de continuar no Independência aumentou ainda mais. Kalil entende que alguns transtornos eram comuns de ocorrer em um jogo de estreia, mas que faltar água, é falta de preparo, e não problema técnico.

"O Mineirão não era interessante, e ontem (domingo) foi um negócio que eu recebi muitas manifestações da torcida do Atlético-MG, falando que estava com saudade do Independência. Nossa casa é o Independência, e lá não acontece nada de ruim. Poderia acontecer alguns problemas sim, como aconteceram no Independência, mas tudo tem um limite. Você abrir uma porta e não ter água mineral, isso não é um problema técnico, e um despreparo absoluto", disparou.

Questionado sobre o revés alvinegro, Kalil afirmou que o Atlético-MG perdeu quando podia, e garantiu que o Atlético-MG vai ficar com o título Mineiro. "Perdemos na hora certa, uma hora que podíamos perder, mas vamos ser campeão. Não vai ser invicto, como foi no ano passado, mas seremos campeões novamente. Vamos colocar a cabeça no lugar, pés no chão, porque nome não ganha jogo. Temos ir lá e lutar para procurar as vitórias", encerrou.

Fonte: http://esporte.ig.com.br/futebol/2013-02-04/kalil-reclama-da-organizacao-do-mineirao-sugere-especialistas-para-administra-lo.html

domingo, 20 de janeiro de 2013

Cruzeiro inaugurará loja no ‘novo’ Mineirão dia 3


Por Mauro Zafalon

O Cruzeiro ganhará mais uma loja oficial “Maior de Minas”. A novidade, contudo, será especial, já que se localizará no Mineirão, palco em que o clube azul conquistou a maior parte de seus títulos. A inauguração será no clássico contra o Atlético-MG, dia 3 de fevereiro, na estreia do Campeonato Mineiro Chevrolet. O duelo marcará a reabertura do estádio, após as obras para a Copa do Mundo.

Até o momento, o time conta com apenas uma loja, situada no Itaú Power Shopping, na cidade de Contagem. Em breve, mas ainda sem data definida, outra unidade deverá ser aberta, no Minas Shopping, em Belo Horizonte.

A rede “Maior de Minas” é fruto da parceria entre Cruzeiro e SPR Franquias. Além dos cruzeirenses, a companhia administra os estabelecimentos oficiais de Botafogo, Corinthians, Internacional, São Paulo e Vasco. Em relação ao vínculo com a equipe celeste, a meta é abrir 40 lojas nos próximos quatro anos.

No dia do clássico contra o Atlético-MG, a loja no Mineirão não será a única atração pelo lado do Cruzeiro. O clube de Belo Horizonte ainda estreará o uniforme que vestirá seus atletas na temporada 2013. O modelo, fabricado pela brasileira Olympikus, deverá ser apresentado dias antes da partida.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/28/28129/Cruzeiro-inaugurara-loja-no-%E2%80%98novo%E2%80%99-Mineirao-dia-3/index.php

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Cruzeiro oficializa contrato para jogar no Mineirão


A diretoria do Cruzeiro vai voltar para casa. O time celeste assinou nesta quarta-feira um contrato com a Minas Arena, empresa responsável pelo financiamento e pela execução das obras de reforma do Mineirão, e mandará suas partidas na arena, que também será usada na Copa do Mundo de futebol de 2014.

O vínculo entre Cruzeiro e Minas Arena tem duração de 25 anos. O documento estipula todos os padrões comerciais para uso do estádio, que comportará 54 mil espectadores depois da reforma.

“Fico satisfeito com a parceria entre Minas Arena e Cruzeiro. Que seja a primeira das outras que virão. Minas Gerais só tem a ganhar com isso – acima de tudo o torcedor, que terá uma excelente estrutura para vir ao estádio”, declarou Tiago Lacerda, secretário de Estado extraordinário de Minas Gerais para a Copa do Mundo.

O contrato com a Minas Arena dá direito ao Cruzeiro de criar uma loja própria no interior do novo Mineirão. O time também poderá explorar camarotes e propriedades comerciais na arena, e terá participação nas receitas de bares, lanchonetes e estacionamento em dias de jogos.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/27/27552/Cruzeiro-oficializa-contrato-para-jogar-no-Mineirao/index.php

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Mineirão recebe nova parcela do BNDES; Confira a situação dos estádios


Das doze arenas da Copa, só uma, a de Brasília, não terá dinheiro do banco estatal

Por Felipe Castro

O Mineirão recebeu, recentemente, a penúltima parcela, no valor de R$ 55 milhões, do financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). 

Assim, o banco estatal já liberou R$ 380 milhões para aplicação direta nas obras do estádio mineiro. Quem capta estes recursos é o consórcio Minas Arena, responsável pelas obras e pelo gerenciamento do estádio.

O empréstimo total está avaliado em R$ 400 milhões, restando apenas o desembolso de R$ 20 milhões para os próximos meses.

Situação geral
A arena de BH é a mais adiantada em termos de captação de recursos junto ao BNDES, mais até do que o Castelão, estádio que a supera na execução das obras. 

Os cearenses já obtiveram R$ 248 milhões dos R$ 351 milhões assinados em empréstimo junto ao BNDES. Têm, portanto, a terceira situação mais definida em termos de liberação do financiamento do banco estatal.

A arena que se coloca logo atrás do Mineirão neste sentido é a Fonte Nova, em Salvador. De acordo com o próprio banco de fomento, restam apenas R$ 32 milhões a serem desembolsados para as obras do estádio da Copa na Bahia. O valor total deste empréstimo é de R$ 323 milhões.

De uma forma geral, oito dos doze estádios da Copa tiveram o financiamento contratado e já estão recebendo as parcelas do BNDES, via linha de crédito ProCopa Arenas. 

Arena da Baixada e Arena Corinthians não figuram, por ora, neste grupo: o banco estatal já aprovou o pedido de empréstimo para estas arenas, mas não realizou a contratação, ou seja, não deu o aval para que as primeiras parcelas fossem liberadas.

Um estágio abaixo de paulistas e paranaenses na tramitação está o Beira-Rio. O banco de fomento ainda analisa o pedido de empréstimo para o estádio gaúcho, cuja construtora, Andrade Gutierrez, só aceitou retomar a obra no início deste ano caso houvesse financiamento público.

Por fim, o Estádio Nacional Mané Garrincha é o único das doze arenas a prescindir de empréstimo do BNDES, apesar de também contar com dinheiro público. É que no caso dos brasilienses, a construção do estádio se viabiliza inteiramente por meio de recursos da Terracap (empresa estatal do Distrito Federal), oriundos da venda de terrenos de propriedade do governo.

Casos específicos
Dos estádios que contam com o financiamento em curso, só um deles, a Arena das Dunas, não pode revelar a quantia liberada até aqui. Procurada pela reportagem, a Secretaria da Copa no Rio Grande do Norte explicou que os valores já depositados na conta do consórcio construtor são sigilosos. O estádio é feito por meio de uma parceria público-privada (PPP).

Há, ainda, o caso da Arena Pernambuco, outra PPP. O BNDES tem dois financiamentos em curso, ambos aprovados, para fomentar o estádio da Copa na Grande Recife. Um é privado, tomado pelo consórcio construtor (formado pela Odebrecht) e no valor de R$ 280 milhões, dos quais R$ 190,4 milhões já foram desembolsados. 

Mas o outro empréstimo é público, no valor de R$ 400 milhões e dentro da linha de crédito do BNDES específica para a Copa, e só passará a ser liberado a partir do momento em que o estádio for operado, no ano que vem. Neste caso, o primeiro financiamento, na realidade, é um empréstimo-ponte, e o segundo terá nove anos para ser amortizado. 

O programa ProCopa Arenas financia até 75% do custo total dos estádios, com um teto de R$ 400 milhões por projeto, incluindo os investimentos no entorno. 

Confira na tabela abaixo a situação dos empréstimos do BNDES para os palcos da Copa

Confira quanto falta para cada arena obter o repasse total do BNDES (crédito: Portal 2014)

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11010/MINEIRAO+RECEBE+NOVA+PARCELA+DO+BNDES+CONFIRA+A+SITUACAO+DOS+ESTADIOS.html

terça-feira, 7 de agosto de 2012

BNDES libera mais R$ 65 milhões para a reforma do Mineirão


Com nova parcela, empréstimo já chega a R$ 325 milhões; restante será liberado em duas parcelas

A reforma do Mineirão ganhou mais um fôlego após a liberação de uma parcela de R$ 65 milhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) na última semana.

O repasse ocorreu dois meses depois do Ministério Público Federal (MPF) solicitar a atuação do TCE (Tribunal de Contas do Estado) no trâmite. O órgão analisaria se há ou não irregularidades no projeto

Segundo o tribunal, porém, não existe qualquer pendência que impeça o repasse da parcela. Com o novo repasse, o estádio mineiro já recebeu R$ 325 milhões.

No total, o empréstimo será de R$ 400 milhões, valor previsto pela linha ProCopa Arenas. Os R$ 75 milhões restantes devem ser liberados em mais duas parcelas até o final do ano.

Os recursos são repassados ao consórcio Minas Arena Gestão de Instalações Esportivas S.A., formado pelas construtoras Construcap, Egesa e Hap.Por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP) com o governo de Minas Gerais, as empresas serão responsáveis por reconstruir e administrar o estádio durante 27 anos.

Com 70% de execução, o Mineirão será reaberto no dia 21 de dezembro de 2012. O estádio receberá três partidas da Copa das Confederações. No Mundial, será palco de seis confrontos, incluindo uma partida de semifinal.

Repasses
Os projetos já aprovados e contratados são os dos estados do Amazonas (R$ 400 milhões), Bahia (R$ 323,7 milhões), Ceará (R$ 351,5 milhões), Mato Grosso (R$ 392,3 milhões), Minas Gerais (R$ 400 milhões), Pernambuco (R$ 400 milhões), Rio de Janeiro (R$ 400 milhões) e Rio Grande do Norte (R$ 398,7 milhões).

Há um mês, o banco aprovou o projeto da Arena Corinthians. o próximo passo do processo é a contratação, que deve ocorrer neste mês. Já o repasse para a reforma da Arena da Baixada ainda é analisado pelo BNDES.

Os financiamentos concedidos pelo banco podem ser de, no máximo, R$ 400 milhões, ou 75% do valor total do projeto.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10477/BNDES+LIBERA+MAIS+R+65+MILHOES+PARA+A+REFORMA+DO+MINEIRAO.html

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Modelo de gestão do Mineirão é apresentado em seminário da FIFA


Nesta terça-feira, representantes da Secopa apresentaram o projeto de modernização do novo Mineirão durante o Seminário de Operações de Estádios da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, realizado pela FIFA no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. O objetivo do encontro é debater os tópicos relevantes a todos operadores de estádios, através da apresentação de experiências em planejamento no Brasil pelas cidades-sede, além de casos bem-sucedidos no mundo, como os da Amsterdam Arena e do Reliant Stadium, em Houston, nos Estados Unidos.

Durante a abertura do seminário, o secretário executivo do Ministério dos Esportes, Luis Fernandes, destacou a urgência de esclarecer ao público a viabilidade econômica das novas arenas.

- Estamos aqui para discutir a sustentabilidade econômica dos estádios. Queremos apontar caminhos que garantam vida longa aos estádios. Talvez esse tipo de sustentabilidade seja um dos legados mais importantes em construção no país - afirmou.

Rodrigo Reis, coordenador do Núcleo de Operações Esportivas da Secopa, detalhou o modelo de gestão compartilhada do novo Mineirão. Por meio da parceria público-privada (PPP), a empresa Minas Arena, responsável pelas obras, vai operar o novo estádio durante os próximos 25 anos.

- O novo cenário das arenas do futuro se apresenta como desafio pela exigência de práticas econômicas sustentáveis, em que serão observados, pelo menos, três aspectos: segurança, conforto e tecnologia - explica Reis.

Outro ponto abordado, foi a faturação mensal dos estádio, vários participantes do evento apresentaram informações sobre o assunto. A Amsterdam Arena, um dos exemplos mostrados, fatura 5 milhões de euros por evento realizado no estádio. Juan Rodriguez, do Reliant Stadium, reforçou a necessidade do trabalho conjunto entre operador, escritório de arquitetura e autoridades públicas.

- Não se deve, simplesmente, entregar as chaves do estádio ao operador e dizer ‘adeus’. É preciso caminhar juntos porque as necessidades vão surgindo enquanto o negócio está em marcha, exigindo que todas as partes tomem decisões que beneficiem esse visitante, para que ele volte - aconselhou Rodriguez.

Rodrigo Reis disse ainda que um dos compromissos da parceria entre Estado e parceiro privado será o tratamento privilegiado ao torcedor, para estabelecer uma relação de proximidade e evitar que a média de público nos estádios diminua.

- O torcedor será um cliente dessa nova estrutura, exigindo qualidade dos serviços e estimulandoa profissionalização de todos os produtos ofertados, inclusive do futebol - concluiu Rodrigo.

Fonte: http://esportes.opovo.com.br/app/esportes/minuto/2012/07/11/noticiaminutol,2393450/modelo-de-gestao-do-mineirao-e-apresentado-em-seminario-da-fifa.shtml

Quatro estádios da Copa terão partidas do Brasileirão em 2013


Novidade foi confirmada em seminário realizado pela Fifa em Fortaleza

Em processo de reformulação para a Copa de 2014, os estádios do Castelão, Fonte Nova, Maracanã e Mineirão já "garantiram" presença no Campeonato Brasileiro de 2013. A informação foi confirmada ontem (10) pelo secretário-executivo do Ministério do Esporte e membro do conselho do COL (Comitê Organizador Local), Luís Fernandes. 

Participando de um seminário sobre a operação dos estádios da Copa, realizado esta semana em Fortaleza, Fernandes revelou que os quatros palcos serão os primeiros novos estádios a figurar na edição do Brasileirão de 2013, mesmo ano em que acontece a Copa das Confederações, evento-teste para o Mundial. 

Com exceção do Maracanã, que deverá estar pronto até fevereiro do ano que vem, os estádios têm prazo de entrega marcado para dezembro deste ano. Entre os quatro, só o Castelão não conta em sua cidade com um time na elite do futebol nacional (o Ceará, apesar de ser rebaixado para a Série B em 2011, costuma atrair grandes públicos, assim como seu rival, o Fortaleza, hoje na terceira divisão).

As praças esportivas citadas pelo COL podem, ainda, ter o "reforço" da Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata (a 19 km do centro do Recife), que deverá ser inaugurada até fevereiro de 2013 e já acertou uma parceria com o Náutico, clube membro do primeiro escalão do futebol brasileiro, para mandar seus jogos no novo estádio.

Outros estádios que têm prazo de entrega até o meio de 2013, como a Arena Pantanal (Cuiabá) e o Estádio Nacional Mané Garrincha (Brasília), não contam, porém, com equipes da elite do futebol nacional.

Legado e matriz
Luís Fernandes também lembrou que a reforma e construção das 12 arenas do Mundial deverá representar um aumento no número de torcedores frequentando os estádios pelo país. "O que está sendo estruturado é um legado importante para modernização, profissionalização e melhoria da qualidade do futebol brasileiro", disse.

O dirigente ainda falou sobre mudanças na Matriz de Responsabilidades, documento que lista as obras da Copa e discrimina os entes federativos responsáveis por elas. Segundo ele, a matriz, criada em janeiro de 2010 e revisada oficialmente em setembro do ano passado, pode sofrer novas mudanças.

"A Matriz de Responsabilidades é objeto de revisões periódicas. Ela já teve menos obras, mais obras. Hoje está em 101 obras, sejam de infraestrutura, estádios, mobilidade, portos e aeroportos. Foram inclusas ainda telecomunicaçãoes, segurança e energia no nosso último balanço. A Matriz não é fechada, ela muda", finalizou.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10294/QUATRO+ESTADIOS+DA+COPA+TERAO+PARTIDAS+DO+BRASILEIRAO+EM+2013.html

terça-feira, 3 de julho de 2012

Secopa inicia obras de acesso entre Mineirão e Mineirinho


Via terá formato em "Y" e vai ligar estádio da Copa ao ginásio anexo

Com mais de 60% de execução, o Mineirão, em Belo Horizonte, avança também nas obras de acesso ao estádio.

Nesta semana, foi iniciada a construção da via que vai ligar o estádio da Copa ao ginásio anexo, o Mineirinho, de acordo com o "Globoesporte.com".

A área de acesso, em formato de "Y", terá entre 100 a 300 metros de extensão e estará elevada 15 metros em relação à rua.

A via fará com que Mineirão e Mineirinho tenham funções complementares, facilitando o acesso entre os empreendimentos. O espaço faz parte da esplanada, um dos destaques do projeto da arena da Copa.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10239/SECOPA+INICIA+OBRAS+DE+ACESSO+ENTRE+MINEIRAO+E+MINEIRINHO.html

sábado, 30 de junho de 2012

Minas cria gestão sócioambiental para a Copa


Estádio Mineirão busca certificação da Global Reporting Initiative

O Governo de Minas contratou a empresa Key Associados para trabalhar na gestão sócioambiental do estádio Mineirão. A consultoria vai apoiar a Secopa na elaboração de um relatório de sustentabilidade com base no modelo da Global Reporting Initiative (GRI), na categoria setorial de organização de eventos.

Com sede em Amsterdã, Holanda, a rede GRI é formada por membros independentes de aproximadamente 30 países com a missão de divulgar relatórios de impactos socioambientais causados pelas atividades cotidianas de uma organização. É também colaboradora oficial do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. A GRI emite uma certificação (A, B ou C) baseada nos indicadores de desempenho detalhados no relatório no final do processo. O plano de ações sócio-ambientais das Olimpíadas de Londres 2012 obteve recentemente a qualificação B.

O trabalho da consultoria será dividido em três etapas durante seis meses: a primeira de análise dos projetos de sustentabilidade de Minas Gerais para a Copa de 2014, bem como de definição das diretrizes para cada um dos parceiros envolvidos; a segunda de envolvimento da sociedade civil para discussão dessas ações através de oficinas e reuniões, e, por último, o monitoramento da aplicação das propostas.

“Trata-se de uma ferramenta adequada para comunicar compromissos de sustentabilidade econômica, ambiental e social desenvolvidas pelo Estado”, resume Vinícius Lott, gerente do Projeto Copa Sustentável da Secopa. No grupo de parceiros estão incluídos o setor de hotelaria, mobilidade urbana, como a BHTrans, e construção civil, secretarias de estado, operadores de estádios, organizadores de evento, Fifa, entre vários outros.

O relatório vai detalhar os indicadores de performance que atestam um empreendimento ou ação como ambientalmente sustentável não só com relação ao meio ambiente, mas também no que se refere à empregabilidade, direitos humanos, relação com a comunidade, legado, impactos econômicos, responsabilidade de fornecedores, produtos e serviços, entre outros.

Serão analisadas várias iniciativas pela contratada, entre as quais o estudo sobre pegada de carbono. Atualmente, a Secopa e a Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Belo Horizonte, em parceria com a Embaixada Britânica, desenvolvem o projeto de controle da emissão de gases de efeito estufa (GEE) emitidos na atmosfera para a Copa de 2014. A iniciativa pioneira entre as 12 cidades-sede do Mundial já está em fase de cálculos para identificar os maiores fatores de emissão de GEE. O estudo partiu de pesquisas realizadas pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), em 2010, com o objetivo de elaborar um guia referencial de pegada de carbono.

Certificação Leed
Também serão focos de estudo as iniciativas ambientais para obtenção da certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design) com a obra de modernização do Mineirão. O projeto do novo estádio já prevê o reaproveitamento de mais de 90% dos resíduos gerados na obra, doação e reutilização de material demolido, instalação de usina solar, construção de reservatório para uso de água de chuva, emprego de lava-rodas de veículos que transitam no canteiro com água reaproveitável e a doação da madeira a artesãos mineiros para produção de arte popular.

Outro conteúdo de análise da consultoria será o plano para redução, reutilização e reciclagem dos resíduos sólidos gerados durantes os eventos da Copa das Confederações Fifa 2013 e o projeto de despoluição da Lagoa da Pampulha.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10229/MINAS+CRIA+GESTAO+SOCIOAMBIENTAL+PARA+A+COPA.html

terça-feira, 5 de junho de 2012

MP pede que BNDES suspenda repasse para Mineirão


Por Marcelo Portela

Belo Horizonte - O Ministério Público Federal (MPF) enviou nesta terça-feira recomendação ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para que a instituição suspenda qualquer repasse para as obras do Mineirão. O MPF quer que os recursos sejam liberados apenas após o Tribunal de Contas do Estado (TCE) atestar que não há irregularidades no projeto de reforma do estádio em Belo Horizonte, que será palco da Copa do Mundo de 2014.

A suspensão dos repasses pode atrasar a reinauguração do Mineirão, prevista para 21 de dezembro. O BNDES deveria liberar nos próximos dias R$ 200 milhões para a Minas Arena - Gestão Esportiva S/A, encarregada do projeto e que também será responsável pela administração do estádio após a conclusão das obras. Esse valor é metade do contrato de financiamento.

Segundo o MPF, o BNDES já havia informado que pretendia suspender a liberação dos recursos por 45 dias, seguindo orientação do Tribunal de Contas da União (TCU), mas que faria o repasse após esse prazo caso não houvesse nenhuma manifestação do TCE.

O procurador da República Álvaro Ricardo de Souza Cruz considera "inadmissível" que o BNDES faça os repasses "a um empreendimento desse porte sem a certeza de que o projeto e sua execução estejam isentos de vícios ou irregularidades". "Evidentemente, é preciso o máximo de cautela no exame de todas as questões que envolvem a aplicação de recursos públicos nas obras de construção e reforma dos estádios que sediarão os jogos do Mundial de 2014", acrescentou. O MPF deu prazo de dez dias para que o banco se manifeste sobre a questão.

Por meio de sua assessoria, a Secretaria de Estado Extraordinária para a Copa do Mundo (Secopa) ressaltou que o financiamento é "uma operação entre o banco público e a empresa privada", mas que o governo e a Minas Arena consideram "bem-vinda e salutar a atuação do TCE, tendo, desde o início, fornecido todas as informações necessárias para a análise dos órgãos de controle" e ressaltam que o procedimento deve ser adotado em todas as obras nas arenas que vão receber jogos da Copa de 2014.

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Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/esporte/mp-pede-que-bndes-suspenda-repasse-para-mineirao

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Engenheiros esperam que Mineirão seja exemplo em sustentabilidade


Cronograma de obras do estádio, que abrigará partidas da Copa do Mundo de 2014, prevê várias práticas eficientes para o desenvolvimento ambiental

Por Ana Paula Moreira

Além de estar em dia com as obras de modernização, o Mineirão também se tornará um exemplo na parte de sustentabilidade ambiental. Pelo menos é o que espera a equipe responsável pela reforma. Desde o projeto conceitual das obras, o estádio segue um cronograma de ações que têm o meio ambiente como preocupação principal. O gerente do projeto Copa sustentável, Vinícius Lott, enumerou as etapas do projeto.

- O objetivo do Mineirão é ser referência como construção sustentável. Para isso, têm que ser analisados todos os aspectos desde o projeto conceitual, como redução do consumo de água, de energia, metas de como trabalhar com resíduos e toda a operação do empreendimento. Depois, durante a obra, vários cuidados têm que ser analisados, como a destinação dos resíduos, o controle de poeira, o controle da origem dos materiais.

Todas essas ações são importantes para que o Mineirão alcance um certificado internacional de prédio verde. A certificação Leed (Liderança em Energia e Design Ambiental) analisa questões como a geração de energia limpa, captação e reutilização de água de chuva e origem dos materiais utilizados na obra.

- A certificação Leed é um selo de construção verde, reconhecido internacionalmente. Ele analisa todos esses aspectos de sustentabilidade do empreendimento, e o Mineirão tem buscado o nível prata, que é o segundo nível. Então, analisam a pontuação de certificação nos vários aspectos de sustentabilidade, e é conferida a certificação.

Para alcançar essa certificação, o Mineirão tem vários projetos sustentáveis e com preocupação ambiental. Um deles é a geração de energia limpa. Serão instalados paineis fotovoltaicos na cobertura do Mineirão, que podem gerar energia solar para atender a aproximadamente 1.200 residências de médio porte. Outro projeto é a captação da água da chuva para ser reaproveitada no estádio.

- A opção foi captar a água do telhado do Mineirão, enviar para um reservatório com a capacidade de mais ou menos seis milhões de litros de água. É um reservatório bem grande, capaz de atender todo o período de estiagem do Mineirão. Um exemplo e uma referência interessante para mostrar que técnicas sustentáveis são economicamente viáveis é que o custo de implantação dessa captação é pago pela economia de água em três anos. Então, tem um retorno muito rápido desse investimento - explica Lott.

Outra preocupação na obra do Mineirão é com os destinos dos resíduos. Segundo Lott, a regra é reutilizar o máximo de resíduos possível. Essa questão serve para evitar que os resíduos sejam levados para outros locais.
- A regra no Mineirão é reutilizar, reciclar ou incorporar na obra o máximo possível de resíduos. Ou seja, evitar o envio para aterro e locais não desejáveis. Exemplos: uma quantidade de aproximadamente 850.000 m³ de terra foi reaproveitada em outras obras, em loteamento da região metropolitana. O concreto foi britado e utilizado em pavimentação de ruas também na cidade e cidades do entorno. Todas as cadeiras do estádio foram doadas para ginásios e estádios do interior do estado. E a parte metálica, de sucata, foi reaproveitada através de reciclagem. O gramado também foi reaproveitado em um projeto social do estado, e R$ 130 mil foram economizados com os 13 mil m² de grama. Temos um cálculo de mais de 90% de aproveitamento dos resíduos na obra - relata o gerente.

Fonte:http://globoesporte.globo.com/mg/futebol/campeonato-mineiro/noticia/2012/01/mineirao-vira-exemplo-de-obra-correta-em-sustentabilidade-ambiental.html