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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Sem 'concorrência' estadual, Náutico busca aportes


Por Rodolfo Gomes

Após vencer o clássico contra o Sport, no último domingo, e selar o rebaixamento do rival, o Náutico corre para fechar com patrocinadores para a temporada 2013.

O clube alvirrubro pretende resolver um problema que conviveu durante o ano de 2012, que é fechar com um patrocinador máster. A diretoria do time aposta no fato do Náutico ser o único clube pernambucano que participará da Série A do Campeonato Brasileiro de 2013. 

No momento, o time pernambucano conta com Shineray Motos (mangas), Titas Iquine (barra traseira e calção) e Eletroshopping (barra frontal). Porém todos os contratos encerram no fim deste ano. 

De acordo com Roberto Varela, diretor de marketing do clube, as negociações com Shineray e Iquine já estão bem adiantadas, e a tendência é que o Náutico renove com estas empresas.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27750/Sem-concorrencia-estadual-Nautico-busca-aportes/index.php

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

São Caetano aguarda fim da Série B para negociar


Por Rodolfo Gomes

Vivendo um momento decisivo na Série B do Campeonato Brasileiro, o São Caetano tem todas as suas atenções voltadas à elite nacional. Por isso, o clube ainda não iniciou as negociações com patrocinadores para a temporada 2013. 

Atualmente, a equipe do ABC conta com a Universo Tintas, que estampa a parte frontal do uniforme até dezembro de 2014, e a Lupo que, além de ser a fornecedora oficial de material esportivo, estampa a sua marca nas costas da camisa do time até o fim de 2013.

De acordo com o responsável pelo marketing, Marcelo Santoro, o São Caetano já recebeu sondagens de algumas empresas, no entanto a definição sobre o acesso precisa acontecer antes das negociações. "São duas realidades distintas, por isso, precisamos esperar antes de negociar valores com as empresas interessadas em patrocinar o clube durante a próxima temporada", disse Santoro. 

O time azul ocupa a quarta colocação no campeonato, três pontos à frente do Atlético-PR, e enfrenta o sexto colocado Joinville, na Arena Joinville, na próxima terça, às 21h.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27099/Sao-Caetano-aguarda-fim-da-Serie-B-para-negociar/index.php

sábado, 6 de outubro de 2012

Patrocinadores ficam às escuras após Superclássico


Por Daniel Zalaf

O cancelamento da partida de volta do Superclássico das Américas entre Argentina e Brasil, na última quarta-feira, em Resistência, na Argentina, minou muito mais do que a chance de o público brasileiro ver a estreia de Arouca como titular da seleção. A falta de luz no estádio Centenário deixou no escuro aqueles que pagaram para exibir sua marca durante o jogo. Alvo de diversos investimentos em publicidade e transmissão via rádio e televisão, a partida, ou melhor, a falta dela, tornou-se motivo de muita dor de cabeça para aqueles que investiram.

Na noite de quinta-feira, a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) publicou nota em seu site oficial para avisar que o jogo será realizado em nova data. Contudo, a partida ainda não foi remarcada. Na quarta, ainda em Resistência, o diretor de seleções da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Andrés Sanchez, havia admitido que não há datas disponíveis para realocar o confronto no calendário deste ano.

A indefinição sobre o futuro do Superclássico colocou em xeque o planejamento de quem investiu no duelo. Consultadas pela Máquina do Esporte, agências que intermediaram venda de publicidade para a partida disseram que ainda aguardam um posicionamento oficial da CBF sobre quando será a partida. Somente depois disso é que os patrocinadores saberão como serão recompensados.

O cancelamento oficial do jogo foi causado por uma falha nos sistemas de geradores do estádio Centenário. Após a execução dos hinos dos dois países, o refletor central apagou-se, impossibilitando o começo do duelo. Com o início marcado para 22h (horário de Brasília), as duas seleções esperaram uma solução para o problema até as 23h, quando, em acordo com as delegações, o árbitro chileno Enrique Osses decidiu pelo cancelamento da disputa, sob vaias do público local.

O Superclássico da Américas, ou Copa Dr. Nicolás Leóz, é uma reedição da antiga Copa Roca, disputada pelas duas seleções 12 vezes entre 1914 e 1976. O torneio amistoso voltou a ser disputado em 2011, com vitória do Brasil. A partida cancelada da última quarta era o segundo duelo da edição 2012 - o primeiro havia sido disputado em Goiânia, no dia 19 de setembro, com vitória dos mandantes por 2 a 1.

Na manhã de quinta-feira, Jorge Capitanich, governador da província do Chaco e presidente do Club Atlético Sarmiento, dono do estádio, disse em entrevista coletiva que o governo local está investigando as possíveis causas da falha elétrica e que esse tipo de caso acontece uma vez em um milhão. O governante afirmou ainda que, a partir da próxima segunda-feira, um sistema de devolução do valor dos ingressos será organizado pelo Atlético Sarmiento como forma de ressarcir ao público local pela decepção da noite de quarta.

O encontro seria transmitido ao vivo pela Rede Globo, que após a determinação do cancelamento antecipou a exibição da novela Gabriela para cobrir o horário. Também exibido pelo canal aberto, o jogo de ida do Superclássico das Américas, no dia 19, marcou 29 pontos no Ibope, o equivalente a cerca de 1.7 milhões de domicílios somente na Grande São Paulo.

Uma das principais dúvidas sobre o futuro do Superclássico é justamente a grade da TV aberta. Os anunciantes de publicidade estática, por exemplo, compraram o espaço no confronto entre Brasil e Argentina porque esperavam ter suas marcas na tela da Globo, às 22h, em uma quarta-feira.

A Máquina do Esporte tentou contato com Kleber Leite, dono da agência Klefer, que negocia os direitos comerciais e de publicidade do Superclássico. No entanto, o executivo estava em reunião e não pôde atender.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27060/Patrocinadores-ficam-as-escuras-apos-Superclassico/index.php

terça-feira, 25 de setembro de 2012

A Globo e a profissionalização do patrocínio esportivo


Por Erich Beting

A Globo vai abrir espaço para falar o naming right no futebol a partir do ano que vem. A novidade, trazida pelo repórter Rodrigo Mattos no UOL, é que a emissora discute dentro de seu departamento comercial uma alternativa para fazer com que ela receba uma parte do valor como entrega de mídia do parceiro comercial de um clube.

Já é um avanço. Há três anos, um executivo da Globo disse para mim que falar o nome de empresa que patrocinava estádio, time, ginásio ou coisas do gênero não era uma propriedade que estava à venda na emissora. Agora, é.

E isso, no longo prazo, traz uma tremenda colaboração para que as relações do patrocínio esportivo no Brasil sejam mais profissionais. Nos Estados Unidos e na Europa, os mercados mais desenvolvidos do mundo, as emissoras fazem acordos com equipes e empresas para exibir determinadas marcas durante certo tempo da transmissão, ou até mesmo falar o nome do patrocinador. É comum e é lícito da parte do detentor dos direitos de transmissão do evento pedir isso.

No Brasil, vivemos uma histeria de colocar a Globo como vilã da história. Ela decide não falar o nome da empresa e, assim, afasta o potencial patrocinador. A empresa, claramente, faz o papel dela, defendendo a sua importância e o seu direito de ganhar dinheiro por conta disso. O problema, quase sempre, é que falta força (econômica e intelectual) para a contrapartida do esporte.

Afinal, uma coisa que precisa ficar clara desde o início é qual é o grande negócio de comprar uma propriedade de naming right. É supervalorizar demais a Globo e a própria mídia achar que o maior benefício de uma cota dessas é ter o direito de dar o nome para um evento. Geralmente, esse é o “bônus” da cota de patrocínio, que funciona muito mais para diversas outras coisas, como ações de relacionamento com consumidor e prestadores de serviço, realização de eventos no estádio, aproximação com um público específico, etc. A exposição na mídia (seja em exibição da marca ou no nome do evento/estádio) é o complemento dessa série de atividades.

Quando a Globo abre espaço para apoiar o naming right, mesmo que recebendo por isso, ela quebra a última barreira que separava as empresas da “desculpa” de não investir na propriedade. E aí ela contribui para que outras empresas de mídia adotem o nome do patrocinador nos eventos e, também, outras empresas decidam patrocinar o esporte por perceber que há essa abertura.

O fato é que as empresas já perceberam que ter o nome é muito mais do que tê-lo exposto na mídia. Do contrário, Kia, Santander, Chevrolet, Petrobras e outras empresas que batizam competições no Brasil ainda estariam à mercê da exposição dada pela imprensa. O passo que faltava para a última barreira ser quebrada, porém, começou a ser dado.

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/09/25/a-globo-e-a-profissionalizacao-do-patrocinio-esportivo/

Globo cobrará para falar naming rights, diz portal


Segundo o portal "UOL", a Rede Globo divulgará o naming rights de estádios em suas transmissões a partir de 2013. A emissora receberá uma remuneração em troca, mas a forma  de pagamento ainda não foi definida.

A Globo poderá receber o dinheiro de duas maneiras: ficando com uma pequena parcela dos contratos entre o clube e a empresa parceira das arenas ou cobrando dos patrocinadores um valor para citar o nome deles nas transmissões.

“O departamento comercial está definindo a forma. A parte da emissora será pequena. Os clubes vão ficar com o grosso”,  revelou Marcelo Campos Pinto, diretor da Globo Esportes.

O assunto é tema recorrente nos debates sobre comportamentos da mídia em relação ao esporte. A Globo realizava, desde o ano passado, uma pesquisa interna sobre a possibilidade de citar os parceiros comercais das arenas.

O faturamento com naming rights é o principal alicerce do projeto comercial dos novos estádios brasileiros. Um dos maiores contratos desse modelo no mundo é entre Bayern de Munique e a seguradora Allianz, que nomeia o Allianz Arena, estádio construído para a Copa do Mundo de 2006.  O clube recebe 6,5 milhões de euros por ano da empresa.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/26/26923/Globo-cobrara-para-falar-naming-rights-diz-portal/index.php

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Caixa amplia projeto no futebol e patrocina o Figueirense


A Caixa Econômica Federal ampliou seu plano de investimento no futebol brasileiro. O banco fechou um patrocínio ao Figueirense, clube que vai estampar a marca da instituição financeira na barra frontal da camisa. Detalhes sobre o acordo são mantidos em sigilo.

O Figueirense é o terceiro time do futebol brasileiro a fechar neste ano com a Caixa Econômica Federal. Anteriormente, o banco já havia colocado sua marca nos uniformes de Atlético-PR e Avaí.

Além disso, a Caixa negocia um aporte ao Goiás e com equipes de Alagoas e Bahia. Todas essas parcerias fazem parte de um plano do banco para se posicionar no futebol, segmento em que os concorrentes já têm projetos estabelecidos.

Em todos os casos, os negócios da Caixa com os clubes têm validade até o fim de 2012. A instituição financeira não divulga detalhes de seu investimento no futebol brasileiro.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26537/Caixa-amplia-projeto-no-futebol-e-patrocina-o-Figueirense/index.php

Após escândalo, patrocinadores bancam Armstrong


O escândalo de doping que cassou os títulos conquistados por Lance Armstrong na Volta da França e o baniu para sempre do ciclismo ainda não teve efeitos no trabalho comercial do norte-americano. Inicialmente, patrocinadores se colocaram ao lado do atleta.

Foi isso que fez, por exemplo, a Nike. A fornecedora de material esportivo atualmente é a principal patrocinadora de Armstrong, que está prestes a completar 41 anos e se aposentou no ano passado do ciclismo de estrada.

“A Nike pretende seguir apoiando Lance e a Lance Armstrong Foundation, que ele criou para ajudar pessoas com câncer”, disse a companhia de material esportivo em comunicado oficial assinado por Maria Remuzzi.

Armstrong foi acusado pela agência antidoping dos Estados Unidos (Usada, na sigla em inglês) de usar EPO (eritopoietina). Como desistiu de se defender, foi considerado culpado e perdeu conquistas como os sete títulos na Volta da França e o bronze dos Jogos Olímpicos de Sydney-2000.

“Nossa parceria segue sem mudanças”, disse Paul Chibe, presidente da cervejaria Anheuser-Busch, que é patrocinadora da fundação Livestrong, em entrevista à rede norte-americana ABC.

A empresa de alimentos Honey Stinger, outra patrocinadora da Livestrong, também já disse que manterá o acordo. A fabricante de bicicletas Trek e a Oakley ainda estão analisando o que fazer diante da punição a Armstrong, mas ambas devem seguir com o norte-americano.

No último fim de semana, Armstrong participou de uma prova de mountain bike em Aspen, nos Estados Unidos, e falou com a imprensa depois do evento. “Ninguém precisa chorar por mim. Eu vou ficar bem”, limitou-se a dizer o atleta.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/atletas/26/26535/Apos-escandalo-patrocinadores-bancam-Armstrong/index.php

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A RECONSTRUÇÃO DA MARCA VASCO, SEGUNDO MARCOS BLANCO


DE 2008, QUANDO O CLUBE CARIOCA FOI REBAIXADO À SEGUNDA DIVISÃO DO NACIONAL E CARECIA DE PATROCINADORES, A 2012, UM BALANÇOS SOBRE O QUE MUDOU NO MARKETING VASCAÍNO

Por Rodrigo Capelo

Quem acompanha a tabela do Campeonato Brasileiro há muitos anos sabe: o Vasco frequentou por muito tempo o meio, zona que, além de não levar a equipe para nenhuma competição interessante, como a Copa Santander Libertadores, não atrai patrocinadores, não gera boas receitas com bilheteria e, pior, faz a torcida flertar com o rebaixamento com irritante constância. Essa história mudou. Desde a temporada passada, a equipe carioca se habituou com o topo. Mas as razões estão fora de campo.

O clube ganhou um novo presidente em 2008, Roberto Dinamite, depois de muitos anos sob o comando de Eurico Miranda. No mercado, inegavelmente, a marca do Vasco estava desvalorizada, e a principal prova está no número de patrocinadores dos anos anteriores à chegada do novo mandatário: zero. No ano de 2008, só o Habib's tinha sua marca estampada no uniforme, nas mangas, sob um contrato que futuramente foi rompido e extremamente criticado, por baixos valores, pela nova gestão.

Para piorar a situação, no mesmo ano em que Dinamite, o maior ídolo da história do Vasco, assumiu o comando, o time descendeu à segunda divisão do Campeonato Brasileiro. Foi buscar no Corinthians, que havia passado por situação semelhante anos antes, inspiração e informação para se reconstruir. Esportivamente, financeiramente e, sobretudo, no marketing. O departamento ganhou como diretor Marcos Blanco, então responsável por resgatar os torcedores que estavam afastados e recuperar a imagem do clube perante as empresas. Só.

De 2009 a 2011, foram 120 empresas visitadas. Os patrocínios, principalmente entre aqueles que não aparecem em camisa, cresceram. As três parcerias de 2008 viraram 17 em 2011, e a economia mensal passou de R$ 360 mil para R$ 4,6 milhões, graças às permutas que fizeram com que o clube economizasse com vários serviços. Os licenciamentos, quando o time empresta sua marca para produtos, de boné a água mineral, também subiram de R$ 350 mil para R$ 7,9 milhões no mesmo período.

Resultado: o Vasco, antes mero frequentador de meio de tabela, ganhou a Copa Kia do Brasil em 2011, classificou-se para a Libertadores de 2012, da qual só foi eliminado nas quartas de final pelo campeão Corinthians, foi vice-campeão do Campeonato Brasileiro de 2011 e, já em 2012, volta a aparecer entre os primeiros colocados. E não há segredo.

Em entrevista a Época NEGÓCIOS, o diretor de marketing vascaíno, Blanco, faz um balanço sobre passado, presente e futuro. Patrocínios estimulados pela Copa do Mundo no Brasil, uma reconstrução do estádio de São Januário e a reestruturação do programa de sócios-torcedores são os pontos altos.

A gestão do atual presidente, Roberto Dinamite, começou em meados de 2008, quando o Vasco caiu para a segunda divisão. Quando você assumiu a diretoria de marketing, qual foi o cenário encontrado?
Eu entrei em maio de 2009. Encontrei uma situação caótica em termos financeiros, de imagem, de relacionamento com o mercado. Um pouco por causa da gestão anterior e muito por todas as gestões passadas. Não tinha uma área de marketing estruturada, adequada para exercer a função. E não dava para ficar planejando. Tivemos que botar a mão na massa para fazer as coisas mais básicas. Estávamos começando a disputa da Série B, o momento mais complicado em termos técnicos da história do clube.

Quais eram as prioridades na época?
Nós priorizamos a mobilização da torcida, para resgatar a autoestima dela, e tivemos um desempenho muito bom. Maracanã lotado em quase todo jogo.

Em termos de patrocínios, como foi começar negociações depois de o Vasco passar quase uma década sem patrocinadores?
A marca do Vasco é forte, por mais que estivesse desgastada. Com pessoas comprometidas, com credibilidade, algumas empresas acreditaram. A Eletrobras e a Penalty entraram primeiro nesse projeto. Depois trouxemos empresas para ajudar em outras coisas, no estádio, na infraestrutura, que estava muito precária. A Ambev acreditou, o BMG acreditou, depois a Ale, então o Vasco passou a ter uma frequência maior no mercado. Levou tempo para criar essas relações de novo, porque é mais fácil destruir do que construir. Hoje, entra ano, sai ano, os parceiros estão satisfeitos.

Mas é importante levar em consideração que o patrocínio da Eletrobras teve cunho político, com interferência do governador Sérgio Cabral, e que o da Penalty incluiu amortização de dívidas que o clube fez no passado.
Quase todo patrocínio no futebol é político. Se você pegar a história dos clubes, há uma relação política por trás de vários negócios, mas a entrega comercial é muito grande. A Penalty acreditou no projeto, porque ela poderia simplesmente dizer que só iria receber o valor que era devido. Ela viu potencial na relação, nós lançamos uma terceira camisa, acabamos de construir uma megaloja nossa. Negociamos muito bem um contrato para abater uma dívida que estava lá e para gerar mais dividendos futuros.

Quando começou a entrada de patrocinadores que não estavam nessas condições?
Nós temos uma média de 30 parceiros comerciais menores, que não envolvem patrocínio na camisa. Temos uma economia de R$ 4,5 milhões em permutas. É um dinheiro de parceiros comerciais, como uma empresa de tinta, uma que construiu o vestiário, outra que ajudou no estádio, a do material de limpeza. Passamos a zerar custos. Com isso, as empresas perceberam a vantagem de estar próximas do Vasco. Foi um processo que, olhando para trás, parece fácil. Mas foi uma relação diária, uma construção de tijolinhos. Elas foram entrando gradualmente.

Em relação à cota máster, o patrocínio da Eletrobras sempre causou alguns problemas para que o dinheiro fosse repassado aos cofres do clube. Vocês estão negociando com alguma outra empresa para substitui-la?
Nós vamos concluir nosso contrato com a Eletrobras. Falta um ano, até julho de 2013.

Até lá, vocês vão tentar se antecipar e começar negociações com outras empresas?
Já temos conversas de um modo institucional. Estamos nos preparando, porque será uma nova etapa. Sempre tendo a Eletrobras por perto, com preferência para ela, caso deseje renovar.

O Brasil está a menos de dois anos da Copa do Mundo, justamente quando a cota máster do Vasco estará livre. A realização desta competição no Brasil irá favorecer de algum modo as negociações?
Creio que sim. Por exemplo, se pegarmos os patrocinadores da Copa do Mundo, eles têm um segmento bloqueado, já estão seguros. E o clube passa a ser a entidade que tem visibilidade na cidade e no local da competição. Então a associação com empresas que não são patrocinadoras da Copa é um potencial.

Isso significa que as empresas concorrentes das que são patrocinadoras da Copa serão um alvo preferencial?
Sim. A Ambev tem contrato com a Copa até 2014, então já bloqueou o segmento. A TIM, não, então ela passou a patrocinar clubes, porque a Oi é patrocinadora da Copa. A Nike quer muito entrar para brigar com a Adidas, que é patrocinadora da Copa. Então esse mercado irá ajudar os clubes que estão bem posicionados. 

O Vasco teve uma queda à segunda divisão em 2008, o título da Série B em 2009, um 2010 morno e título da Copa do Brasil em 2011, mais um segundo lugar no Campeonato Brasileiro. Este é o tempo que leva para um clube mal administrado começar a vencer?
Não é uma regra. Tudo isso aconteceu porque teve o trabalho de gestão do futebol, que trouxe novos jogadores, fez boas contratações, parcerias importantes. O Vasco não tinha dinheiro para trazer jogadores. Tanto a parte de marketing quanto o futebol fizeram um bom trabalho de relacionamento com empresários. Não dá para dizer quanto tempo leva. Ainda estamos pagando muita dívida, mas estamos em um caminho positivo.

Se o Vasco até hoje priorizou o resgate da autoestima da torcida, o melhor relacionamento com o mercado, quais são as etapas para o futuro? O que ainda precisa ser melhorado?
Temos que dar continuidade ao projeto. Fazer a construção da nova arena, maior, mais bem estruturada e moderna. Esse é um dos objetivos. Temos que manter o patamar técnico no futebol. A base do Vasco foi toda mantida, e por trás disso também aumentar a pujança comercial.

Em que etapa está a construção do estádio?
Está sendo feito um estudo de viabilidade.

Mas a ideia é demolir São Januário e construir no mesmo lugar? Construir em outra região do Rio de Janeiro?
Em São Januário.

E qual o papel do marketing nessa construção do estádio? Qual parte foi delegada a vocês?
Por enquanto, nenhuma. Quem lida com esse assunto é o presidente e o Nelson Rocha [segundo vice-presidente geral]. Nós vamos entrar na parte comercial, de venda, para aproveitar o potencial de geração de receita. Mas hoje quem faz o estudo não é o Vasco, é uma empresa que deseja investir nele. Eu não posso dizer qual é essa empresa, mas o acordo foi fechado há uns três meses, e ainda teremos de apresentar o projeto em outubro para pegar a aprovação.

O Vasco tem aberto lojas em todo o país, faturado mais com os licenciamentos. Isso é possível por causa do alcance nacional do clube?
Sem dúvida, e esse é um dos nossos desafios. Posicionar o clube como nacional e saber explorar a receita.

Como está o programa de sócios-torcedores, "O Vasco é Meu"?
Temos uma expectativa muito grande, porque a Ambev vai oferecer descontos a sócios dos clubes do Rio em âmbito nacional. Com esse pacote da Ambev, vamos conseguir aproveitar esse caráter nacional, para ter sócios em Maceió, no Nordeste, no Centro-Oeste.

Quando o Vasco criou esse programa, estabeleceu como meta ter 100 mil sócios, algo que acabou não dando certo. O que aconteceu para esse projeto dar errado?
Teve alguns fatores. Em 2010, como você falou, tivemos um ano morno, sem muita explosão. O torcedor teve uma queda na expectativa em relação ao time. 2011 foi muito bom, mas ainda não conseguimos decolar.

O que será feito para mudar?
Vamos remodelar todo o processo. A gestão, as iniciativas, o atendimento, tudo.

Quando?
Ainda em 2012.

Uma nova empresa será contratada para operar o programa, em substituição à Jef Sports?
Ainda é cedo para falar, mas possivelmente isso acontecerá. É um projeto que ainda está bem verde, é muito embrionário, então prefiro não revelar muitos detalhes.

Na primeira tentativa, o Vasco afirmou que queria 100 mil sócios. Foi um erro firmar uma meta publicamente? Vocês se arrependem de alguma maneira disso?
É o tamanho da torcida do Vasco, que é imensa. Tivemos 60 mil pessoas cadastradas, apesar de algumas falhas operacionais, que vamos tentar diminuir para alcançar essa meta.

Quantos sócios adimplentes o Vasco tem hoje?
14 mil.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Empresa/noticia/2012/08/reconstrucao-da-marca-do-vasco-segundo-marcos-blanco.html

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

FIJ contrata agência para buscar patrocínios


A Federação Internacional de Judô (FIJ) anunciou uma parceria com a agência de marketing esportivo Parallel Media Group (PMG, sigla em inglês). O contrato será válido até 2016. Os valores não foram revelados.

A empresa será responsável por arranjar patrocinadores para a entidade. Além disso, gerenciará o departamento de marketing da organização, entre outras funções.

“Estamos muito satisfeitos em adicionar este esporte ao nosso portfólio, especialmente após as medalhas de prata e bronze conquistadas pela Grã-Bretanha na modalidade durante os Jogos Olímpicos”, comemorou David Ciclitira, fundador da corporação.

A PMG, embora seja uma companhia voltada para todos os esportes, possui um envolvimento muito grande, especificamente, com o golfe. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26392/FIJ-contrata-agencia-para-buscar-patrocinios/index.php

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Dirigente santista revela pessimismo sobre aportes


Por Rodolfo Gomes

Como já divulgado pela Máquina do Esporte, o Santos abriu conversações para renovar os vínculos de patrocínios com as empresas que estampam seus nomes no uniforme do time. No entanto, diferentemente do diretor de marketing do clube, Armênio Neto, o presidente Luis Álvaro Ribeiro não acredita que haja um aumento nos valores pagos pelos patrocinadores. 

"O Neto está otimista, acreditamos que as as propriedades não aumentem seu valor. Como faltará apenas um ano para a Copa do Mundo, a tendencia é que o mercado se resguarde para que em 2014 possa haver uma injeção maior de dinheiro", opinou Luis Álvaro. 

Porém, quando o assunto é uma possível não-classificação para a Taça Santander Libertadores, o presidente santista concorda com seu diretor de marketing: "Nós negociaremos os contratos antes da definição a respeito da classificação, que só deve sair em novembro, por isso acreditamos que uma não-classificação não irá atrapalhar os nossos planos".  

Para não "sofrer" em 2013, a diretoria do time alvinegro aposta no "fator Neymar" e também no bom relacionamento com os atuais anunciantes. BMG (peito), Netshoes (mangas), CSU (números) e Seara (ombros) são parceiras do Alvinegro de longa data. Apenas a Marabraz (barra e calção) chegou ao Peixe nesse ano.

O Santos é um dos poucos times do país que tem todas as propriedades do seu uniforme de jogo ocupadas. Flamengo, Corinthians e São Paulo, equipes que têm as maiores torcidas do Brasil, vêm encontrado dificuldade para fecharem seus patrocinadores principais.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26324/Dirigente-santista-revela-pessimismo-sobre-aportes/index.php

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Rally dos Sertões define patrocinadores


O Rally dos Sertões 2012, competição organizada pela Dunas Race e que comemora 20 anos nesta edição, terá o patrocínio do governo do Maranhão e da Honda Motos, ambos pela primeira vez. A Mitsubishi irá patrocinar o evento pelo nono ano consecutivo, além do apoio do Webventure, parceiro há 14 anos.

A prova, que terá a largada na capital maranhense, São Luís, contará com a participação de 220 competidores de oito paí­ses (Austrália, Brasil, Chile, Colômbia, Estados Unidos, França, Portugal e Venezuela). A disputa começa dia 18 de agosto e a chegada está prevista para dia 26, em Fortaleza, no Ceará.

O Rally dos Sertões teve a sua primeira edição no ano de 1993, com largada em Campos do Jordão e chegada em Natal. A edição contou com 34 pilotos inscritos na única categoria da época (motos), e percorreram 3.500 km.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26185/Rally-dos-Sertoes-define-patrocinadores/index.php

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Comitê pede que federações devolvam ingressos para encher estádios


Instalações das competições têm lugares vazios, mas não há bilhetes à venda

O Comitê Organizador de Londres 2012 (Locog) disse nesta segunda-feira que pediu às federações presentes nos Jogos Olímpicos que devolvam alguns dos ingressos que têm guardados para colocá-los à disposição dos espectadores, e assim conseguir lotar as instalações esportivas.

A ausência de torcedores nas diferentes arenas gerou grande polêmica nos primeiros dias de competição devido às queixas de que havia lugares vazios, mas não havia ingressos sendo vendidos.

"Estamos falando com as federações e pedindo que devolvam algumas das entradas que têm guardadas", disse Jackie Brock-Doyle, responsável de comunicação e relações públicas do Locog.

"Ontem (domingo) colocamos à venda três mil entradas correspondentes às federações e nesta manhã vimos que todas foram vendidas. Faremos isto praticamente diariamente", apontou Brock-Doyle no parque olímpico.

A federação que mais devolveu bilhetes foi a de ginástica, em torno de 700, seguida de outras como a de pólo aquático, natação, handebol e equitação.

Outra reclamação dos espectadores é com relação ao preço dos ingressos, que são 25% mais caros que nos Jogos Olímpicos de Pequim.

"A velocidade na qual estão sendo comercializadas mostra que não nos equivocamos na hora de pôr os preços. Os espectadores britânicos estão felizes", explicou o responsável de comunicação do Locog.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10431/COMITE+PEDE+QUE+FEDERACOES+DEVOLVAM+INGRESSOS+PARA+ENCHER+ESTADIOS.html

A emboscada é muito mais legal


Por Erich Beting

Ainda quero escrever um livro sobre o tema, mas o fato é que o marketing de emboscada é o que tem de mais legal num grande evento esportivo como são os Jogos Olímpicos. Com todas as regras impostas pelas entidades organizadoras desses megaeventos, ser criativo é a melhor alternativa. Ou, pelo menos, a mais legal do ponto de vista do marketing.

Especialmente durante os Jogos Olímpicos, em que o COI cria diversas regras tanto para quem patrocina quanto para quem “não foi convidado para a festa”, o trabalho do departamento de marketing de uma empresa que patrocina as Olimpíadas torna-se, sinceramente, muito menos criativo do que aquele de quem não está com o convite oficial da festa mas quer ser um penetra daqueles de causar estrago.

Imagine você dentro de uma empresa que patrocina os Jogos. Você não pode tirar sarro de quem está lá, mesmo que tenha uma situação que lhe peça isso. Você também não pode sair querendo tomar conta de tudo, porque o COI lhe pede, de forma nada sutil, que você não ultrapasse os limites impostos por ele para adequar todas as marcas que ajudam a pagar a conta e engordar os cofres da instituição.

O que lhe resta de alternativa a não ser cumprir o cronograma protocolar, salvo um ou outro momento de brilho criativo? São tantas as regras que, no final das contas, você ficou mais engessado do que se estivesse quebrando a cabeça para ser um penetra de classe.

A primeira ação de emboscada que vi foi antes mesmo de embarcar. Já no voo para Londres recebi um folheto do Banco do Brasil me convidando para acompanhar as “competições esportivas em Londres” (leia a matéria completa aqui). Vai, vamos combinar que é bem mais legal dizer “competições esportivas” do que Olimpíadas ou algo do gênero. Ou realmente alguém acha que eu estou a caminho de Londres para ver críquete ou rúgbi?

Da mesma forma, pelo centro da cidade de Londres, o que mais se viu neste primeiro dia de contato olímpico foi empresa aproveitando os lugares de maior movimento das pessoas para anunciar seu apoio a atletas, atividade física e quetais.

Viva a emboscada! Pelo menos ela nos exige criatividade e audácia. Uma boa iniciativa de marketing também precisa, necessariamente, desses ingredientes.

*O blogueiro viaja a convite da Adidas

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/07/29/a-emboscada-e-muito-mais-legal/

O certo e o errado no marketing esportivo


Por Lílian Cunha

Qual é o principal patrocinador do Palmeiras? Se você pensou em Parmalat, não fique com vergonha. Apesar de a empresa ter encerrado o patrocínio ao clube paulista há 12 anos, essa ainda é a resposta mais comum, conforme sondagem da Nielsen Sports –nova divisão da empresa de pesquisas no Brasil.

“A maior parte das pessoas ainda responde Parmalat porque esse foi um dos poucos casos de patrocínio esportivo no Brasil feito com consistência”, explica Rafael Pedreira Plastina, diretor da nova área, provedora oficial de informações de mercado dos Jogos Olímpicos de Londres.

Patrocinar eventos, clubes, atletas ou qualquer tipo de ação esportiva, segundo o executivo, envolve técnicas e conceitos mercadológicos.

Um desses conceitos é o da continuidade. “Patrocinar um ano, dois –é muito pouco. O ideal são cinco anos seguidos”, diz Plastina. Parece exagero, mas ele explica. “O esporte é o ramo do entretenimento que mais gera visibilidade à marca. O consumidor fica exposto a um mundo de marcas. Sua retenção é baixa quando a exposição não é contínua e por períodos longos. O acúmulo é subliminar. Funciona mais ou menos como radiação”, diz.

Mas só a continuidade não basta. Ela precisa vir casada a ações de ativação comercial, de relacionamento e de promoções. É o que a Parmalat fez, nos anos 90, com os bichinhos de pelúcia “Mamíferos”. Também é o que tem feito o Itaú, patrocinador oficial da Seleção Brasileira de Futebol e da Copa do Mundo da FIFA 2014. O banco tem promovido uma série de palestras sobre a Copa nas cidades que serão sede dos jogos. “É isso que faz o patrocínio esportivo ser diferente de um simples anúncio na camisa do atleta.”

O dono

Não só as empresas de marketing esportivo, mas também as companhias que investem como patrocinadoras estão assumindo uma postura mais técnica e estratégica. Em uma companhia na qual o presidente seja praticante de iatismo, é natural que ele queira patrocinar seu esporte de preferência. Mas cabe à empresa de consultoria e marketing mostrar os prós e os contras disso. “É legal haver afinidade entre a empresa, seu público consumidor e o esporte. Dificilmente uma cervejaria, por exemplo, teria sucesso patrocinando patinação artística.”

A empresa também precisa ter claro o que quer com o patrocínio. Não adianta, por exemplo, colocar como meta um simples “aumento do nível de lembrança da marca”. “É preciso ter alvos mensuráveis: definir público, a geografia do alcance da marca e estabelecer de quanto para quanto o nível de lembrança deve crescer”, diz Plastina. O diretor da 9ine concorda. “Grandes empresas cada vez mais investem em esportes. Para justificar o dinheiro alto que aplicam, precisam ter retorno adequado e mensurável”, diz Evandro Guimarães, diretor de operações da 9ine, agência com foco em esportes do grupo WPP e do ex-jogador Ronaldo Nazário.

Mar de empresas

O problema é que bem pouca gente no universo brasileiro dos esportes trabalha com o nível de sofisticação que grandes empresas exigem. “Esse é um segmento bem populoso. O caminho natural é a profissionalização”, diz Guimarães.

Uma consulta à Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp) comprova o quanto esse campo se tornou “populoso”, como diz Guimarães. Só em São Paulo, o número de empresas desse segmento mais que dobrou desde que a Fifa anunciou, no final de 2007, que a Copa do Mundo de Futebol de 2014 seria no Brasil. Passou de 35 em 2008 para 85 no ano passado. Nos primeiros seis meses deste ano, foram abertos 64 registros. Conforme a Junta, o Estado já tem 278 empresas com menos de cinco anos ligadas ao marketing esportivo.

“Sempre vai haver empresas pequenas. Mas já existe um funil. As que têm embasamento técnico e estratégico vão continuar”, afirma.

Em busca de medalhas

Os brasileiros escolhem o que vão assistir nas Olimpíadas mais pela chance de medalhas do que por gostar do esporte, diz Rafael Plastina, da Nielsen.

Atletas de mais audiência

O nadador Cesar Cielo tem a preferência de 49% dos entrevistados. Em seguida vêm os ginastas Diego Hypolito (E), Daiane dos Santos e Daniele Hypolito.

Os esportes mais vistos

Natação será o esporte que terá maior audiência, com preferência de 84% das pessoas, diz a Nielsen. Vôlei vem depois, seguido de futebol, atletismo e ginástica.

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[Lílian Cunha, do Estado de S.Paulo]

Fonte: http://observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed704_o_certo_e_o_errado_no_marketing_esportivo

Arquibancadas vazias criam polêmica na organização dos Jogos


Alguns dos principais eventos, com ingressos concorridos, não ficam cheios

LONDRES — Organizadores dos Jogos Olímpicos se viram no meio de um furacão neste domingo para tentar solucionar um escândalo provocado pelas imagens mostradas pela BBC com vários lugares vazios nos principais eventos esportivos do megaevento, com arquibancadas semi-vazias. Um ministro do Governo disse que um inquérito urgente tinha sido aberto para identificar quem não compareceu e a razão.

A diretora de comunicação do LOCOG, Jackie Brock-Doyle, informou na manhã desta segunda-feira que três mil ingressos foram devolvidos ao comitê por federações internacionais até a noite passada. Esses ingressos serão colocados a venda para as sessões de hoje dos jogos.

Brock-Doyle falou que o Locog está acompanhando caso a caso todos os dias, pedindo para que ingressos não utilizados por federações, patrocinadores ou pela imprensa sejam devolvidos. Além disso, ingressos que não forem vendidos serão doados sempre na noite anterior para policiais, militares, professores e escolas de comunidades próximas de onde os eventos estão sendo realizados.

Fãs da Grã-Bretanha ficaram indignados com imagens de lugares vazios em locais-chave, incluindo Wimbledon — um dos mais procurados eventos do tênis mundial. Mais lugares vazios foram identificados no domingo, segundo dia dos Jogos. Os organizadores disseram que estavam em contato com o Comitê Olímpico Internacional para descobrir quais patrocinadores não preencheram sua cota de ingressos e por quê.

Um oficial disse à agência Reuters que ainda não estava claro se os assentos vazios em vários eventos, incluindo o tênis, em Wimbledon, a natação, a ginástica e o basquete, tinham sido atribuídos aos patrocinadores, federações internacionais e as famílias dos atletas.
— Estamos tentando descobrir a quem esses bilhetes pertenciam – disse o porta-voz à agência.

Autorização para ocupar lugar vazio
Presidente da Associação Olímpica Britânica (BOA, da sigla em inglês), Colin Moynihan, disse, em entrevista coletiva no domingo, que uma solução poderia ser uma regra de 30 minutos em que os fãs vão ser autorizados a ocupar lugares vazios, se os espectadores estiverem atrasados ​ou não chegarem.
— Quando você tem grandes blocos de lugares, rapidamente você pode identificar de quem são — disse Moynihan.

Mais cadeiras vazias foram relatadas na ginástica feminina, particularmente perto do tapete, os lugares mais caros. Os soldados que aparentemente tinham o dever de segurança, ocuparam algumas das cadeiras vazias. Os assentos estiveram vagos no concurso completo de equitação, no qual competiu Zara Phillips, a neta da rainha Elizabeth, que faz parte da equipe britânica.

Secretário de Cultura, Jeremy Hunt, o ministro responsável para a Olimpíada, disse que estava desapontado com os lugares vazios e que o Comitê Organizador de Londres (LOCOG) estava acompanhando o problema.
— O LOCOG está fazendo uma investigação completa sobre o que aconteceu — afirmou. — Achamos que foram assentos credenciados que pertencem aos patrocinadores, mas se eles não vão aparecer, queremos que os bilhetes estejam disponíveis para o público, porque isso cria o melhor ambiente. Então, nós estamos olhando para isso com muita urgência no momento — disse Hunt, no sábado.
O ministro dos Esportes, Hugh Robertson, afirmou que estava surpreso pelo fato de os eventos olímpicos não estarem lotados.

Cerca de um quarto dos 928 mil bilhetes disponibilizados em maio passado não foram vendidos, inclusive para esportes populares, como vôlei de praia e boxe. No início de junho, o LOCOG ainda tinha cerca de 550 mil bilhetes para comercializar.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/olimpiadas2012/arquibancadas-vazias-criam-polemica-na-organizacao-dos-jogos-5625629#ixzz226nN88AD 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Novo patrocinador vai render R$ 1,8 milhões ao Avaí


Na noite desta terça-feira, o Avaí apresentou o novo patrocinador master do uniforme do clube. Quem passa a figurar no peito e nas costas das camisetas do time é a Caixa Econômica Federal, que começa a investir no futebol brasileiro. O uniforme, inclusive, já foi utilizado na partida da noite de terça, diante do Atlético-PR.
O acordo com a instituição deve render cerca de R$ 1,8 milhões ao cofre do clube catarinense. Para João Nilson Zunino, presidente do clube, a relação pode ajudar ao Avaí retornar à elite do futebol brasileiro.
"É com muito orgulho e satisfação que recebemos esse apoio para estampar a nossa camisa. O Avaí é um clube grande e com certeza voltará à Série A com a ajuda deste novo parceiro", disse.
O presidente do banco estatal, José Hereda, vê no futebol um bom mercado para expor a marca. "É uma honra e um prazer assinar com o Avaí. É o primeiro clube a ser patrocinado em Santa Catarina. Estamos fechando um patrocínio com um grande clube brasileiro. Faz parte de uma estratégia que estamos traçando para colocar nossa marca nos clubes e criar um maior relacionamento. Sabemos que o futebol tem grande retorno para quem patrocina e isso influenciou para entrarmos nesse meio", explicou.
As camisas foram exibidas para a imprensa em evento realizado no estádio da Ressacada. Os atletas Aleks, Rafael e Evando, alem de três modelos, serviram de manequins para três diferentes uniformes.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/avai/noticias/0,,OI6000975-EI19368,00-Novo+patrocinador+vai+render+R+milhoes+ao+Avai.html

terça-feira, 17 de julho de 2012

Bahia lançará revista oficial em agosto


Por Lucas Turco

O Bahia tem uma nova ação de marketing para seus torcedores. O clube lançará em agosto a Revista do Bahia, revista oficial que tratará de assuntos exclusivos do time baiano.

Este ano será lançado três edições da revista, com a primeira publicação agendada para agosto. A partir de 2013  a  revista terá edições bimestrais.

A revista contará com todas as novidades que acontecem no clube, além de entrevistas exclusivas com personagens importantes da equipe tricolor. O Vitória, maior rival do Bahia, lançou sua revista oficial em junho deste ano.

A comercialização, inicialmente, acontecerá só no estado da Bahia, mas os diretores planejam vender a revista pela loja virtual do clube. Dessa forma torcedores de outros estados teriam acesso à publicação.

“Os parceiros nessa ação serão os mesmo que nós temos acordos atualmente. Estamos negociando algumas novidades com a Arena Fonte Nova, por exemplo”, revelou Sacha Mamede, diretor de marketing do Bahia.

O clube, que tem a Oas Imóveis como patrocinadora máster e a Netshoes nas mangas, procura um patrocinador para preencher a barra/calção do uniforme.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26014/Bahia-lancara-revista-oficial-em-agosto/index.php

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Aon planeja ativações com Manchester no Brasil


Por Lucas Turco

Aon, empresa líder mundial de gestão de riscos e patrocinadora do Manchester United, planeja utilizar o time inglês para divulgar sua marca no Brasil. As ativações estão previstas para acontecerem entre 2012 e 2013.

A companhia pretende trazer parte da comissão técnica do Manchester United para eventos no Brasil. Além de recriar o camarote Aon, que existe no Old Trafford (estádio do clube), em arenas brasileiras.

“Os projetos ainda são embrionários, mas estamos começando a pensar em tudo. O camarote Aon será legal para as pessoas viverem o ambiente que existe na Inglaterra. A expectativa é que se realizem os eventos ainda em 2012 ou 2013”, disse Felipe Barranco, gerente de marketing da Aon.

A empresa trará também a equipe sub-17 do Manchester United para uma excursão no país.

A multinacional estudou investir na recém-criada equipe de polo do Corinthians. No entanto, uma cláusula no contrato da Aon com o Manchester United impede que a companhia invista em outro time de futebol, como a imagem do Corinthians está muito ligada ao esporte as negociações não evoluíram.

O contrato entre o clube inglês e a Aon, assinado em 2010, é de quatro anos, com investimentos de 80 milhões de euros. A empresa tem apresentado crescimento anual de 20% no Brasil.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/25/25989/Aon-planeja-ativacoes-com-Manchester-no-Brasil/index.php

sábado, 14 de julho de 2012

COI negocia com chineses para 2016, diz site


O próximo patrocinador dos Jogos Olímpicos de 2016, que serão realizados no Rio de Janeiro, pode vir da China. Segundo o site “Sport Business Daily”, o Comitê Olímpico Internacional (COI) negocia com empresas oriundas do país asiático. A prospecção faz parte de um projeto da entidade para ter mais participação no mercado oriental.

A negociação envolve uma cota no TOP, programa de patrocinadores desenvolvido pelo COI. O grupo é formado atualmente por 11 marcas, e cada uma investe algo em torno de US$ 100 milhões por ciclo olímpico.

“Nós temos deixado um espaço aberto para uma empresa da China. Torço muito para que consigamos um parceiro do país. Estamos em contato com vários”, disse Gerhard Heiberg, diretor de marketing do COI, ao “Sport Business Daily”.

Heiberg não abriu nomes ou segmentos das empresas chinesas que negociam com o COI. Além do interesse por empresas chinesas, o executivo só disse que a entidade esportiva busca companhias de grande porte.

“Para Londres já é tarde, mas queremos uma empresa chinesa como patrocinadora para Sochi-2014 ou para o Rio-2016”, explicou o dirigente.

O principal problema é que o COI trabalha com um conceito de exclusividade de segmentos. Integrantes do programa TOP bloqueiam as searas em que elas trabalham, e isso limita a prospecção às áreas que não têm nenhum representante no grupo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/25/25984/COI-negocia-com-chineses-para-2016-diz-site/index.php

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Bradesco e Coca-Cola patrocinam Penarol-AM


O Penarol, time que disputa atualmente a quarta divisão do futebol nacional, será patrocinado por Banco Bradesco e Coca-Cola. O apoio é importante para sanar as dívidas do time alviceleste.

O clube receberá 750 mil de cada empresa, totalizando 1,5 milhão de patrocínio.  A informação foi confirmada pelo governo do Amazonas, um dos apoiadores da equipe, que por meio do deputado estadual Sinésio Campos (PT) divulgou as parcerias. O contrato vai até o final da série D.

A diretoria estava à procura de patrocinadores para que pudesse diminuir suas dívidas.

“Estávamos desesperados, pois até o momento só acumulamos prejuízos. As rendas são decepcionantes e não está dando nem para pagar os custos da arbitragem”, disse Daniel Macedo Lima, presidente do Penarol.

“O Amazonas sempre manteve tradição no futebol brasileiro, e agora não seria diferente, pois o momento é de recuperação, o Penarol conseguiu a primeira vitória, e agora com dinheiro em caixa o trabalho vai ficar mais fácil”, completou Sinésio Campos.

Além dos novos patrocinadores, o time de Itacoatiara tem acordos com Hermasa, Alternativa Sport, Policlínica Vida e Eucatur. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/25/25970/Bradesco-e-Coca-Cola-patrocinam-Penarol-AM/index.php