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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Número 2 da Fifa foi consultor do Brasil na candidatura para a Copa


Por SÉRGIO RANGEL

Homem forte da Fifa, entidade que comanda o futebol mundial, o francês Jérôme Valcke assina contratos, estipula prazos e faz cobranças para organizar a Copa que ele mesmo ajudou a conceber.

O atual secretário-geral da entidade atuou como consultor da campanha que permitiu ao país ser escolhido para sediar o Mundial de 2014. Até então, não se sabia de sua conexão com a campanha, chefiada por Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

A participação de Valcke na candidatura ocorreu no primeiro semestre de 2007. No período, ele ficou fora da Fifa por seis meses, depois de a entidade ter sido multada em US$ 90 milhões por uma negociação, comandada por ele, envolvendo a Visa e a MasterCard.

Após formatar a candidatura e fazer lobby pelo Brasil na Fifa, Valcke participou, em 2007, da reunião do Comitê-Executivo que escolheu o país como sede da Copa. Embora não tenha direito a voto, Valcke atuou junto aos integrantes do comitê em favor da candidatura.

Em e-mail obtido pela Folha, intitulado "Proposta de Consultoria da Candidatura" e enviado em 12 de fevereiro de 2007 para o e-mail que Teixeira usava na CBF, Valcke definia as suas funções no comitê de candidatura e apontava 11 temas sobre os quais prestaria consultoria.

Na proposta, ele diz que participaria de apresentação aos membros do Comitê-Executivo. A Folha apurou que o francês cobrou cerca de US$ 100 mil pelo trabalho. Meses depois, ele voltou à Fifa.

A Colômbia também pleiteava receber o Mundial. Em abril de 2007, seis meses antes da decisão da Fifa, o país desistiu da disputa, e o Brasil foi candidato único.

ENTRA E SAI DA FIFA

Em dezembro de 2006, Valcke deixou a Fifa após a Justiça dos EUA tê-lo considerado culpado por uma negociação de patrocínio com a Visa. De acordo com a corte de Nova York, Valcke, o então diretor de marketing e TV da Fifa, teria violado a cláusula de prioridade da MasterCard, parceira da entidade.

Apesar da multa, Valcke retornou em junho de 2007 como secretário-geral. O posto é o mais importante abaixo do presidente na Fifa, Joseph Blatter. Historicamente é o representante da entidade nas organizações dos Mundiais.

A Folha apurou que Teixeira, à época forte nos bastidores da entidade, articulou o retorno do parceiro. Quatro meses depois, o Brasil foi escolhido pelo Comitê-Executivo como anfitrião da Copa de 2014.

E-MAILS

No e-mail, em que Valcke chama Teixeira de "querido", o francês diz que poderia ajudar a criar o comitê nacional e até cuidar dos patrocínios e das finanças do projeto. Em vários pontos, ele afirma que seria o intermediário do Brasil na Fifa e que definiria a estratégia para convencer o governo brasileiro a querer fazer a Copa.

Na mensagem, Valcke afirma que poderia aconselhar os brasileiros nas "apresentações dos documentos da candidatura brasileira e nas apresentações aos membros do Comitê-Executivo nas fases intermediárias ou na apresentação final à Fifa".

Sobre as questões financeiras, o cartola informa que poderia aconselhá-los em cinco pontos, incluindo a preparação do orçamento do Mundial e da Copa das Confederações.

Uma semana antes de encaminhar o e-mail, o francês se reuniu com a cúpula da candidatura brasileira em São Paulo. Ele chegou à capital paulista de manhã e deixou o país no fim da tarde. A proposta do francês foi aceita em seguida.

Em março do ano passado, Valcke irritou o governo brasileiro ao declarar que o Brasil merecia "um chute no traseiro" pelo atraso nas obras do Maracanã. Após dizer que a reação brasileira foi "infantil", ele se desculpou.

O secretário-geral da Fifa, que está no Brasil para vistoriar as obras do Mundial, se reunirá, no Rio, com integrantes do Comitê Organizador Local da Copa.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1222598-numero-2-da-fifa-foi-consultor-do-brasil-na-candidatura-para-a-copa.shtml

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Comitê afirma que contrato foi 'integralmente cumprido'


Por meio de nota, o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) negou que tenha qualquer dívida com a empresa de consultoria EKS e afirma que o contrato foi cumprido.

"A relação contratual entre o Comitê Olímpico Brasileiro e a EKS está encerrada. O Comitê Olímpico Brasileiro cumpriu integralmente com todas as suas obrigações, delas recebendo a devida quitação, nos termos da lei", informa a entidade.

O COB, no entanto, não forneceu detalhes sobre quais cláusulas do acordo foram cumpridas, tampouco sobre a taxa de sucesso da candidatura do Rio para os Jogos de 2016, sob a justificativa de que o contrato é sigiloso.

"Os termos, as cláusulas e as condições dos contratos celebrados pelo Comitê Olímpico Brasileiro com a referida empresa estão revestidos de sigilo, conforme [fora] expressamente acordado pelas partes contratantes."

Questionada pela reportagem sobre se manteve um contrato "por fora" ao do governo no qual estava prevista a taxa de sucesso, a entidade negou.

"O Comitê Olímpico Brasileiro não celebrou qualquer 'contrato por fora' com as citadas empresas nem com qualquer outra", informa. "E suas atividades [do comitê] são regularmente fiscalizadas pelas autoridades competentes, sem que qualquer sanção tenha sido jamais imposta", finaliza.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1218366-comite-afirma-que-contrato-foi-integralmente-cumprido.shtml

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Até 2030, Teixeira receberá R$ 60 mil de aposentadoria por ano da Fifa, revela jornal


Em 2013, Ricardo Teixeira começou a receber uma aposentadoria da Fifa de R$ 60 mil anual por ser ex-membro do Comitê Executivo. A quantia será dada ao ex-presidente da CBF até 2030.

É o que revela o jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira. De acordo com a reportagem de Jamil Chade, Teixeira ganhará esta pensão até completar 82 anos. Além disso, ele ainda recebe em torno de R$ 120 mil por mês por prestar consultoria ao atual presidente da CBF, José Maria Marin.

“Membros do Comitê Executivo da Fifa aposentados têm direito à pensão da Fifa”, disse a porta-voz da entidade máxima do futebol, Delia Fischer, ao ‘Estadão’.

Ricardo Teixeira se afastou do Comitê Executivo da Fifa, da CBF e do comitê organizador da Copa do Mundo de 2014 em março do ano passado, após seu nome ser divulgado como um dos receptores de quase R$ 45 milhões propina da extinta empresa de marketing ISL nos anos 1990.

Atualmente, o ex-mandatário do futebol brasileiro mora em Miami, nos Estados Unidos.

Fonte: http://espn.estadao.com.br/noticia/302672_ate-2030-teixeira-recebera-r-60-mil-de-aposentadoria-por-ano-da-fifa-revela-jornal

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

RC3 e Momentum se unem e focam consultoria em 2013


Por Mauro Zafalon

RC3 Sports e Momentum Sports, duas conhecidas agências especializadas em marketing esportivo, trabalharão juntas, a partir de janeiro de 2013. As duas companhias anunciaram uma joint-venture, cuja validade possui prazo indeterminado.

Um dos principais focos da parceria, pelo menos neste ano inicial, será o segmento de consultoria. O objetivo é alavancar este setor para realizar a ligação entre empresas e o mercado esportivo. Outra meta é abrir escritórios internacionais.

“A ideia desta associação com a Momentum Sports é unir nossa forças para gerar novos negócios na área de marketing esportivo”, afirmou Marcus Malagoni, publicitário e sócio da RC3 Sports.

Os primeiros projetos provenientes desta relação devem ser um plano de benefícios para clubes de futebol e vôlei, ações relacionadas ao aniversário do Paysandu, time parceiro da RC3, um torneio de futebol para crianças carentes e uma nova gestão na Stock Car.

A Momentum tem experiência de ativações de marcas em eventos esportivos, como Jogos Olímpicos, Copa do Mundo e Fórmula-1. Conta com o ex-piloto Emerson Fittipaldi e o publicitário Washington Olivetto como co-chairmans, Marcos Lacerda como presidente no Brasil e o ex-jogador de vôlei Giovane Gávio como parceiro.

Já a RC3 Sports é uma agência fundada em fevereiro de 2012 pelo ex-jogador de futebol Roberto Carlos, atual diretor-geral do Anzhi-RUS. Possui grande envolvimento com futebol e automobilismo.     

“Com tantos nomes importantes dos dois lados, muitas empresas terão interesse em se juntar a nós. Esperamos nos tornar referência no mercado esportivo”, concluiu Malagoni.    

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27952/RC3-e-Momentum-se-unem-e-focam-consultoria-em-2013/index.php

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

BRASIL IRÁ GANHAR MAIS MEDALHAS EM 2016, SEGUNDO MATEMÁTICA


PESQUISA REALIZADA PELA JAMBO SPORT BUSINESS DEMONSTRA QUE DESEMPENHO DE PAÍSES NOS JOGOS OLÍMPICOS MELHORA QUANDO ELES SÃO SEDE DO EVENTO

Por Rodrigo Capelo

Quantas medalhas o Brasil vai ganhar nos Jogos Olímpicos de 2016? Com base na edição de Londres, onde brasileiros ganharam três ouros, muitos preveem uma aparição trágica no evento que será sediado no Rio de Janeiro. Mas a história pode ser outra, e um estudo sugere que o desempenho brasileiro na próxima Olimpíada será melhor do que em todas as outras. Mais precisamente, serão oito medalhas de ouro.

O cálculo foi feito por Idel Halfen, proprietário da agência de marketing esportivo Jambo Sport Business. Ele comparou o desempenho de todas as nações que sediaram os Jogos desde 1960. Naquele ano, por exemplo, Roma foi a sede, e a Itália ganhou 13 medalhas de ouro, cinco a mais do que as oito que havia conquistado quatro anos antes, em 1956, na edição de Melbourne, na Austrália. Ano após ano, a tendência se manteve.  

Em 1968, quando sediou as competições, o México ficou na 15ª colocação, depois de ter terminado 1964 em 53º. A Coreia do Sul, em 1988, dobrou a quantidade de ouros que havia ganhado na edição anterior: 12 em vez de seis. E até a Grécia, atualmente imersa em uma crise econômica, conquistou seis ouros em 2004, acima dos quatro que tinha levado em 2000. Em regra, quem recebe as competições ganha mais.

Com base nas estatísticas, Halfen descobriu que a quantidade de medalhas de ouro melhora cerca de 1,75 ponto percentual. Eis a justificativa para a previsão sobre 2016. O Brasil, em Londres, ganhou três ouros, equivalentes a 0,97% de todas as medalhas douradas que foram distribuídas aos campeões. No Rio de Janeiro, com esse aumento, devem ser 2,72% do total, ou oito ouros, em um cenário considerado como conservador pelo pesquisador.

Que fique claro: esta não é uma previsão exata, uma visão do futuro, e nem tem a pretensão de ser. "As conclusões não podem ser consideradas definitivas, pois no esporte tudo pode acontecer, porém, baseados no histórico dos Jogos e na análise das sedes, os valores são bastante factíveis", argumenta Halfen, que também é vice-presidente de marketing do Fluminense e assessor de marketing da Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri).

Por que a sede ganha mais?
São duas as razões que justificam tal tendência, segundo o pesquisador. Em primeiro lugar, por ser a sede, o país ganha o direito de participar de todas as modalidades esportivas daquela edição. Com mais atletas na disputa, a possibilidade de conquistar medalhas aumenta. Depois, a torcida faz diferença. "Inúmeros são os relatos de atletas da casa que creditam a superação ao incentivo dos torcedores", escreveu Halfen.

Em outro caso, menos frequente, também acontece de modalidades que são amplamente praticadas nos países serem incluídas nos Jogos Olímpicos quando eles são sedes. O tênis de mesa favoreceu a Coreia do Sul, em 1988. O judô feminino rendeu bons frutos à Espanha, na Olimpíada de Barcelona, de 1992. Mais recentemente, a Austrália também conseguiu um melhor desempenho por ter inserido o triatlo na edição de Sidnei, em 2000.

E o investimento no esporte?
No mercado, costuma-se dizer que determinado país ganha mais medalhas porque investe mais em esporte. Halfen discorda, em partes. "Esse cálculo só poderia ter algum tipo de valia se fossem considerados os investimentos de outras nações. De nada adianta saber que verbas vultuosas foram aplicadas e houve poucas medalhas, pois as demais nações podem ter investido mais. Essa análise só tem sentido se houver a proporção", disse.

Em outras palavras, muitas pessoas imaginam que basta investir no esporte para que ouros, pratas e bronzes se multipliquem. Mas também é preciso que haja mais fomento do que as outras nações. Ainda é necessário considerar que, por já terem investido no passado, muitos países já têm modalidades bastante desenvolvidas e que não precisam de tanto investimento para gerar medalhas. Em suma, a conta é complicada.

"A falta de embasamento leva ainda a argumentações absurdamente frágeis por parte dos 'profetas do apocalipse', mas que aos ouvidos da opinião pública podem ganhar relevância descabida. Infelizmente, a grande maioria dos 'futurólogos' prefere, sabe-se lá por quais motivos, prever um desempenho catastrófico em vez de se aprofundar nos números", afirma o pesquisador. O desempenho do Brasil, em 2016, dirá quem acertou.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Visao/noticia/2012/10/brasil-ira-ganhar-mais-medalhas-em-2016-segundo-matematica.html

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Com Wise Up, Octagon atinge seis clientes da Copa


A Octagon, empresa de consultoria e ativação de esportes e entretenimento, acertou uma parceria com a Wise Up, escola de inglês. Com o contrato, a empresa completou o envolvimento com o sexto cliente que patrocina a Copa do Mundo de 2014.

A companhia trabalhará com a consultoria, hospitalidade e ativação da marca Wise Up antes de durante o torneio. A escola será patrocinadora local da Copa do Mundo, por isso, terá amplas opções de marketing para o Brasil.

“Essa notícia é motivo de orgulho para nós, principalmente porque nunca antes uma empresa do setor educacional apoiou o maior evento do mundo. Essas conquistas comprovam nossa liderança no seguimento e consolida nosso crescimento no mercado brasileiro”, avaliou Alexandre Leitão, presidente da Octagon Brasil.

“Reconhecemos duas responsabilidades com o apoio da Wise Up à Copa do Mundo da FIFA 2014: queremos mostrar que a educação é profundamente necessária para o desenvolvimento de um país e que o Brasil pode ser um exemplo de tolerância e hospitalidade para todas as pessoas que vierem celebrar a sua paixão pelo futebol”, comentou Flávio Augusto da Silva, diretor-presidente da Wise Up.

Entre os parceiros da Octagon Brasil estão: AB/In Bev, Itaú, BRF Foods/ Sadia, Oi, Johnson & Jonhson, Liberty Seguros e Master Card.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/copadomundo/26/26823/Com-Wise-Up-Octagon-atinge-seis-clientes-da-Copa/index.php

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Confederação cria estrutura de gestão inovadora para modalidade crescer no Brasil


Entidade aposta em executivos profissionais, em plano estratégico com consultoria internacional e faz parceria com time neozelandês

A Confederação Brasileira de Rugby adotou uma gestão inovadora para tornar a modalidade mais conhecida no país. Desde o começo do ano, a CBRu criou um conselho de importantes executivos brasileiros para ajudar no desenvolvimento do esporte. O grupo é formado por profissionais de diferentes segmentos, dividido em grupos de atuação, os quais apadrinham projetos pré-estabelecidos e acompanham seu desenvolvimento até a conclusão.

 - Esperamos que, com esses passos, o rugby possa se consolidar como um modelo de gestão esportiva no Brasil e potencialmente servir de inspiração para outras modalidades. Acredito que o que estamos fazendo pela CBRu irá muito além do rugby - explica Eduardo Mufarej, presidente do conselho consultivo.

A principal atuação nesta etapa do processo tem sido a captação de patrocinadores. A CBRu assinou contratos com o Bradesco, Topper, JAC Motors e Heineken. Outra parceria importante foi com o Sportv. O canal divulgou dados sobre os níveis de audiência das transmissões das partidas, que superam as médias de modalidades como natação e atletismo.

Outra novidade é o plano estratégico formatado pela CBRu em parceria com a consultoria internacional Deloitte. Após o diagnóstico do patamar atual do rugby brasileiro, foram traçadas ações que fortalecerão o esporte, com o objetivo de alcançar bons resultados tanto da equipe masculina como a feminina já nas Olimpíadas de 2016

- Para alcançar nossas metas, temos de planejar com conhecimento e responsabilidade. Estamos trabalhando com as melhores pessoas e instituições, visando assegurar a elaboração e execução de um planejamento de longo prazo através do qual o rugby evolua e perpetue-se no Brasil. Agora, basta dar tempo ao tempo. Paciência, sinergia e responsabilidade: esses são os pilares de nosso trabalho - afirma Sami Arap Sobrinho, presidente da CBRu.

Parceria campeã começa com pé direito 

Uma das principais novidades desta temporada foi a parceria histórica entre a CBRu com a Federação de Rugby de Canterbury e o Crusaders para auxiliar na implementação do programa de alto rendimento da confederação.Na primeira fase, foram realizadas sessões de treinamento com as seleções brasileiras e o preparo de um relatório de avaliação da situação do rugby nacional. Tabai Matson, técnico de aptidão do Crusaders, foi o primeiro a desembarcar no Brasil e desenvolveu uma série de atividades preliminares durante três semanas. O ex-jogador voltou para a Nova Zelândia impressionado com a hospitalidade e afirma que o País tem um grande potencial para se tornar um dos principais polos da modalidade.

- Acho que a principal diferença entre o Brasil e a Nova Zelândia é que nós praticamos rugby desde que começamos a andar, assim como os brasileiros fazem com o futebol. Acredito que com o passar dos anos a idade de início deverá diminuir, especialmente por conta da visibilidade que o rugby deve ganhar com os Jogos Olímpicos e a exposição crescente na mídia - afirma Matson.

Para dar sequência ao acordo firmado, vieram para o Brasil Brent Frew, técnico de linha (backs coach) e Scott Robertson, que atualmente é o técnico assistente de avançados e de defesa (forwards and defence assistant coach), ambos do Crusaders.

Fonte: http://www.ahebrasil.com.br/noticias/2012/05/07/rugby/confederacao+cria+estrutura+de+gestao+inovadora+para+modalidade+crescer+no+brasil.html

quarta-feira, 23 de maio de 2012

IBOPE Media e Repucom lançam empresa de pesquisa de marketing esportivo na América Latina


São Paulo – O IBOPE Media (www.ibope.com), joint venture entre o Grupo IBOPE e a Kantar Media, e a Repucom (www.repucom.net), membro do grupo RSMG Insights, anunciam hoje o lançamento de um abrangente serviço de pesquisa de marketing esportivo na América Latina.

Diante da liderança global da Repucom em pesquisas de esporte e da incontestável liderança do IBOPE Media em pesquisa de mídia na América Latina, a parceria inicia suas operações com o nome de IBOPE/Repucom Sports, com sede em Buenos Aires, na Argentina. Ao longo do ano iniciará a atuação nos demais países da região, com exceção do Brasil.

“O esporte está estampado na sociedade latino-americana e, como líder em pesquisas na América Latina, o IBOPE Media procurava oferecer um serviço de nível mundial para a região, especialmente para o setor esportivo. Vimos uma oportunidade de parceira com a Repucom, líder mundial neste segmento”, conta Carlos Augusto Montenegro, presidente do Grupo IBOPE.

“Nós acompanhamos o crescimento do setor de esportes na América Latina e consideramos diversas maneiras de entrar neste mercado. No entanto, um parceiro apropriado foi a chave para a implementação bem sucedida dos serviços. O IBOPE Media é parceiro ideal para este assunto”, diz o CEO da Repucom, Paul Smith. “Coletivamente estamos trazendo expertise esportiva mundial e produtos relacionados ao conhecimento local. Este é mais um passo para a estratégia de consolidação da Repucom como um líder mundial na indústria de pesquisa esportiva.”

A demanda crescente por serviços relacionados ao esporte na América Latina combinada com o aumento da sofisticação da indústria criou uma necessidade por informações confiáveis, consistentes e precisas. O IBOPE/Repucom Sports vai permitir que governos, marcas, emissoras, agências e detentores de direitos possuam informações mais transparentes sobre os benefícios e os valores gerados pelo investimento em esporte.

“Mantendo uma longa relação entre a Kantar e o IBOPE Media, nós temos prazer em trabalhar para desenvolver serviços adicionais em pesquisa de mídia com foco no crescente setor de patrocínios esportivos. Estamos empolgados com este novo negócio e com a perspectiva de oferecer aos clientes da Kantar informações adicionais sobre o que acontece no mercado latino-americano”, afirma Richard Brinkmann, da Kantar Sports.

O IBOPE Media é uma joint venture entre o Grupo IBOPE e a Kantar Media. Está presente em 13 países da América Latina e é líder inconteste em pesquisa de mídia na região. Seu escopo de serviços inclui acompanhamento do investimento publicitário e medição de audiência em diferentes meios, como televisão, rádio, mídia impressa e online.| www.ibope.com

Repucom – Liderança em análise e pesquisa de marketing esportivo -Como líder mundial em análise e pesquisa de marca, a Repucom oferece avaliação confiável de patrocínio esportivo com alcance global e conhecimento local. Utiliza sua extensa e constantemente atualizada base de dados nacional e internacional para oferecer ideias cruciais para a efetividade do conteúdo da marca, revelando as práticas de marketing mais eficientes para o patrocínio. A Repucom oferece com exclusividade uma análise baseada em evidências da marca que pode ser utilizada para medir a atividade da marca em eventos ou mensurar o desempenho de concorrentes por meio de um inventário de patrocínio. Desde 2004, a companhia se estabeleceu mundialmente como provedora de dados para as principais maracas, agências, detentores de direitos e emissoras da indústria esportiva. Como membro do grupo RSMG Insights, a Repucom integra uma rede global composta por 1.400 funcionários em 14 países. Utilizando tecnologia de ponta para avaliação de mídia, pesquisa de mercado e auditoria comercial, a RSMG Insights criou a primeira indústria global de serviço completo para pesquisa e consultoria para patrocínio.[ www.repucom.net]

RSMG Insights-RSMG Insights – Líder global em pesquisas esportivas-Como uma holding estratégica, a RSMG Insights gerencia um portfolio de empresas que por mais de 25 anos estão entre as líderes no fornecimento de serviços na indústria de pesquisa esportiva. A RSMG Insights foi criada em novembro de 2010 com o objetivo de oferecer uma plataforma global de monitoramento de patrocínio e análise e avaliação de negócios esportivos. Entre as empresas do grupo estão a REPUCOM, SPORT+MARKT, IFM Sports e IFM Sports Marketing Surveys. [www.rsmg-insights.com].

A Kantar Media oferece recomendação estratégica e inteligência competitiva para as marcas líderes mundiais, anunciantes, agências e outros, auxiliando na navegação e a ter sucesso em uma indústria de mídia em rápida evolução. Isso inclui análise de oportunidades em mídia paga, conselhos sobre a reputação da marca, gerenciamento corporativo, engajamento do consumidor por meio de mídia própria e avaliação da reação dos consumidores na mídia espontânea. A Kantar Media fornece aos seus clientes uma ampla gama de conhecimentos a partir de pesquisa de audiência, inteligência competitiva, comportamento do consumidor e recomendações digitais para a efetividade do marketing e influência online. Sua equipe atualmente trabalha com 22.000 empresas, acompanhando 3 milhões de marcas em 50 países. A Kantar Media é uma unidade da Kantar, o braço de consumer insight da WPP, o maior grupo de serviços de comunicação do mundo.

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=202833

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Valor de mercado de Ronaldinho Gaúcho caiu 36% em 4 meses

"Aos 32 anos, o jogador não consegue mostrar no Flamengo o futebol que se esperava dele e acumula no clube carioca uma fase de pouco brilho" diz nota da Pluri
Rio de Janeiro - O valor de mercado de Ronaldinho Gaúcho caiu 36% em apenas quatro meses, de 7 milhões de euro em dezembro a 4,5 milhões este mês, segundo os cálculos divulgados nesta quinta-feira pela Pluri, empresa de consultoria especializada em informações do mercado futebolístico.
"Aos 32 anos, o jogador não consegue mostrar no Flamengo o futebol que se esperava dele e acumula no clube carioca uma fase de pouco brilho", segundo uma nota divulgada pela empresa de consultoria para justificar seus cálculos.

De acordo com a Pluri, a atual má fase de Ronaldinho Gaúcho "gera dúvidas a respeito de seu futuro devido a seu elevado custo e à eliminação do Flamengo da Taça Libertadores".

A empresa de consultoria tinha calculado o valor de mercado do atacante em dezembro do ano passado, quando fez um estudo sobre o valor de mercado dos clubes que disputaram a fase de grupos do torneio continental. O novo cálculo foi feito este mês após a eliminação do Fla.

A empresa de consultoria esclareceu que o valor do elenco não foi calculado exclusivamente a partir do valor das contratações ou das multas de rescisão dos contratos, mas por 15 critérios objetivos e subjetivos que levam em conta desde a idade do jogador até a capacidade de retorno em mercado que pode oferecer ao clube.

"Outro fator que pesa na redução de seu valor de mercado é a dificuldade para gerar receita de publicidade a partir da presença do jogador, o que reduziu sensivelmente o interesse de futuros parceiros de fechar novas operações desta natureza", explica a nota.

Segundo a Pluri, outro fator influenciou na queda foram seus "frequentes problemas fora de campo", já que Ronaldinho Gaúcho teve problemas com dirigentes e com o técnico Vanderlei Luxemburgo, que deixou o Flamengo no começo do ano, por faltar alguns treinamentos e por sua presença constante em festas e casas noturnas.

"Após valer 70 milhões de euros (calculados pelo Pluri quando estava em sua melhor fase no Barcelona) em 2007, Ronaldinho Gaúcho está sofrendo uma mudança de sua imagem, passando de astro com talento raro para um festeiro pouco comprometido com os clubes em que atua", declarou a empresa.

"Esta pode não ser a verdade absoluta, mas é a percepção que, neste caso, conta mais", acrescentou.

Segundo a empresa de consultoria, o melhor jogador do mundo em 2004 e 2005 também sofreu uma sensível redução de seu prestígio internacional, o que reduz a possibilidade de poder ser contratado por um algum clube da Europa.

A Pluri também considera pequenas as chances de Ronaldinho desperta o interesse de equipes de algum "mercado alternativo" que esteja buscando chamar a atenção no cenário internacional, como Oriente Médio, China ou Índia.