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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Corinthians e Barcelona lideram redes sociais


O Barcelona e o Corinthians lideram o ranking de clubes mais populares no Facebook e Twitter, maiores redes sociais.  Quando a pesquisa engloba o mundo todo o clube espanhol lidera. Levando em conta apenas os latino-americanos o campeão da Copa Santander Libertadores assume a ponta.

No Twitter, foram contabilizados todos seguidores de cada clube. Já no Facebook fizeram parte da contagem aqueles que clicaram no botão “curtir”. Somente os perfis oficiais foram utilizados na pesquisa.

O Barcelona soma 33.882.493 fãs no Facebook e 6.174.243 no Twitter, totalizando 40.056.736. Em segundo lugar esta o Real Madrid com um total de 35. 900. 324 e completando o pódio figura o Manchester United (26.782.095).

O Corinthians aparece só em 13° lugar na classificação geral. Mas, considerando apenas os países latino-americanos, ele lidera com 2.766.940 torcedores no Facebook e 1.165.084 no Twitter, um total de 3.932.024. Na sequência aparecem Boca Juniors (3.887.461) e Flamengo (3.487.643).

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/midia/26/26195/Corinthians-e-Barcelona-lideram-redes-sociais/index.php

terça-feira, 31 de julho de 2012

ATLETAS E REDES SOCIAIS


Por Maurício Noriega

Em tempos de mundo conectado, o bate-boca virtual entre a judoca Rafaela Silva e alguns anônimos no Twitter provoca algumas reflexões.

A primeira que me vem à mente é a baixa qualidade do que se escreve e, consequentemente, se debate nas redes sociais. A maior parte do que se publica nesses novos meios de comunicação é um caldo de bobagens, provocações baratas, piadas de péssimo gosto e palavras de baixo calão escritas em português tosco, povoado de erros.

Infelizmente, o debate saudável, a troca de ideias e a polêmica saudável estão resumidas, ainda, a uma pequena parcela de frequentadores das redes sociais.

Rafaela Silva é uma atleta de nível internacional e uma jovem que gosta do que qualquer outro jovem também gosta. Seria impensável que ela não estivesse presente nas redes sociais. Até para interagir com amigos e fãs verdadeiros.

Não sou juiz da vida e do comportamento alheio. Até porque tenho perfis nas redes sociais e já bati boca com alguns encrenqueiros virtuais mais de uma vez. Ninguém tem sangue de barata, e alguns desocupados gastam seu tempo livre perturbando e provocando.

A maioria do povo brasileiro não conhece esportes, não entende de esportes, apenas torce nas Olimpíadas e, principalmente na Copa do Mundo. Esse caldo de opiniões apaixonadas e desequilibradas também conhece muito pouco do esporte mais popular do País, o futebol. Não gosta do esporte, apenas quer que seu time vença a qualquer custo. Infelizmente, a maioria pensa assim.

No caso de Rafaela Silva, talvez tenha faltado alguma orientação para que, após uma eliminação dolorosa, ela não fosse exposta aos embusteiros desocupados que a atacaram covardemente. De cabeça quente, ela respondeu descendo ao nível daqueles ataques e fazendo o que eles realmente queriam, que ela reagisse.

Aconteceu com jogadores de futebol e atletas de outras modalidades. Acontece com celebridades e com pessoas que trabalham com opinião. O anonimato, completo ou relativo, é uma arma covarde contra quem aceita se colocar honestamente nessas redes sociais.

Rafaela Silva errou, admitiu, foi punida dentro de uma regra vigente em seu esporte, e não foi a única a ser eliminada no torneio olímpico de judô dessa maneira. A Olimpíada é território frequentado pelos melhores entre os melhores, e um segundo costuma ser fatal em qualquer modalidade. Chegar aos Jogos Olímpicos é para pouquíssimos. Conquistar medalhas, para um número ainda menor de atletas altamente capacitados, talentosos e bem treinados.

Muitas vezes, a mídia, da qual faço parte, termina por contribuir para que certo tipo de comportamento aflore. Termos colocados fora de ordem ou de maneira exagerada, como herói, esperança do Brasil, honra, vergonha e vexame, criam um ambiente desfavorável para quem se expõe, e extremamente fértil para quem não tem educação, princípio e conhecimento.

Cabe refletir. Atletas não são heróis de ninguém, não vão para a guerra defender pátria alguma. São pessoas que escolheram levar suas vidas num ambiente comperitivo, de alto rendimento, enfrentando outras pessoas que muitas vezes têm mais talento, capacidade e treinamento.

Redes sociais são um fenômeno ainda fora de controle, cujo real propósito ainda não está muito claro. Assim como proporcionam diversão, trabalho e fonte de renda para alguns, também apresentam a oportunidade para que gente sem coisa melhor para fazer jogue fora seu tempo irritando os outros.

Fonte: http://blogdonori.blogspot.com.br/2012/07/atletas-e-redes-sociais-em-tempos-de.html

sábado, 7 de julho de 2012

A falta de bom senso do COI sobre o uso das mídias sociais


Por Fabio Kadow

Já discutimos este assunto em outros posts, mas hoje vamos revelar alguns pontos da política de uso das mídias sociais que o COI criou para os atletas e até fãs que estarão acompanhando os Jogos Olímpicos de Londres este mês e que comprovam a falta de bom senso que reina estre os dirigentes da entidade. O COI diz ser "incentivador" do uso das mídias sociais, mas a justificativa para tais regras é "garantir os direitos dos patrocinadores oficiais", mas não é justamente esta exposição e relacionamento com os fãs que as marcas também buscam ao desembolsar uma fortuna por uma das cotas?

Para os atletas:
- Não tire fotos ou faça videos dos locais de competição, a não ser que planeje usá-las apenas para "uso pessoal" (e isso não significa postar na sua página pessoal do Facebook).

- Durante o período dos Jogos, não publique fotos, videos ou posts sobre as disputas, resultados ou marcas que não sejam patrocinadoras oficias.

Já no caso dos fãs o COI entrou em contato com o Facebook para que o site ajude a controlar o conteúdo que será postado e compartilhado na página oficial dos Jogos, com alguns pedidos como:

- coibir o post de fotos de fãs com atletas olímpicos que possam ter sido feitos nos locais de competição, na vila dos atletas ou outros.

- não liberar posts de usuários que estejam fazendo campanha por uma cidade específica que esteja concorrendo para sediar os Jogos em 2020.
Bem, alguém precisa avisar o COI que estamos em 2012.

Fonte: http://terramagazine.terra.com.br/jogodenegocios/blog/2012/07/05/a-falta-de-bom-senso-do-coi-sobre-o-uso-das-midias-sociais/

domingo, 1 de julho de 2012

As mídias sociais e o esporte: a era da comunicação digital


Por Rodrigo Ribeiro

Hoje em dia é quase impossível viver sem estar conectado ao menos a uma rede social. Estas são fontes de notícias, entretenimento, interação com determinado grupo e, comercialmente, a grande “mina de ouro” para atingir e fidelizar milhares de consumidores. E, neste contexto, o esporte está pra lá de engajado.

Tempos atrás, era preciso esperar o dia seguinte – ou pelo menos longas horas – para se ter notícias e comentários com relação a resultados e estatísticas no esporte. Hoje a interação começa antes do evento em si, com atualizações em tempo real. Veja esse interessante vídeo, comparando as mídias convencionais com as redes sociais, nos mais diversos segmentos.

Não é segredo para ninguém que o segmento esportivo é o que gera maior número de tweets por segundo – ainda mais em um grande evento como Super Bowl, Final de Copa do Mundo e Champions League, por exemplo -  de acordo com dados do próprio Twitter. Falando de audiência, 50% das pessoas que estão acompanhando uma partida – seja pela TV, internet, rádio e etc. – também estão conectados às redes sociais: as marcas têm milhares de consumidores sedentos por interações e, de acordo com a pertinência, propensos à fidelização. Nessa linha, para promover ações inovadoras com potencial de grande repercussão, o desenvolvimento de aplicativos é quase uma regra. Eles aumentam a qualidade do engajamento. Ter muitos seguidores não é o mais importante, é preciso conversar e engajar os clientes e fazer com que as ações conversem com o público das mais diversas maneiras: promoções e sorteios nas fanpages das marcas, fotos com maior pertinência em determinado assunto no Instagram ou Flickr, plugs no Foursquare e divulgação por meio do Youtube. Enfim, os meios são diversos, o fim é chegar ao consumidor.

Falando das “correntes” que são formadas, o sinal # mostra o quanto ativações geram curiosidade e audiência. É quase um slogan, um ideal a ser seguido. E isso gera buzz.

Vamos a alguns exemplos muito interessantes: a NBA já lançou camisetas de estrelas da Liga com seus respectivos perfis do Twitter. A ideia, claro, é um sucesso. No último final de semana, durante a final da Uefa Champions League, em praticamente os 120 minutos de jogo, algum assunto relacionado à disputa estava nos Trending Topics Wordwide no Twitter. O infográfico abaixo, divulgado pelo site Mashable Entertainment,  mostra quão comentada foi a grande final.



E o Brasil?

É sabido que o Brasil tem um potencial enorme em matéria de redes sociais. Para exemplificar, o país é onde o Facebook tem maior alcance entre os internautas, de acordo com um estudo feito pela Nielsen. O perfil de Kaká no Twitter, o @KAKA, possui mais de 10.500.000 seguidores, número maior que grandes empresas multinacionais. Por falar em grandes atletas, nada melhor do que ter brasileiros com grande alcance mundial e alto valor comercial para interagir e se trabalhar no mundo digital. Nesta semana o site SportsPro Media divulgou que Neymar, Lucas e Anderson Silva estão entre os 50 atletas com maior potencial de marketing no mundo, sendo que o craque santista lidera a lista. Definitivamente temos boas perspectivas comerciais. A chave é interagir, engajar e fidelizar.

Fonte: http://negocioesporte.wordpress.com/2012/05/23/as-midias-sociais-e-o-esporte-a-era-da-comunicacao-digital/

quarta-feira, 4 de abril de 2012

V Encontro de Gestão da Informação e do Conhecimento em Acervos Esportivos no Estado de São Paulo


É com prazer que o Centro de Documentação e Biblioteca – CEDOC, da Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação – SEME, da cidade de São Paulo, anuncia que foram iniciados os preparativos para a realização do V Encontro de Gestão da Informação e do Conhecimento em Acervos Esportivos no Estado de São Paulo, previsto para o dia 23 de abril de 2012.
Este evento, inserido no Calendário Oficial de Eventos da SEME está em consonância com a Agenda 2012 da cidade de São Paulo no que se refere à Cidade Criativa ‘O desafio é colocar essa diversidade, os talentos e o conhecimento gerado no espaço urbano a serviço da interação entre as pessoas, incentivando atividades culturais e esportivas, o turismo, a preservação do patrimônio histórico e a recuperação de espaços públicos’ e propõe ao público presente a oportunidade de reciclagem compartilhamento de conhecimentos, valorização dos servidores e profissionais envolvidos.

TEMA: Sociologia do esporte. O esporte estudado pelas ciências sociais, observando sua ação na sociedade e valorização em diferentes culturas sociais. Contribuição e influência do esporte ao modo de vida do homem, ditando ordem no que se refere à saúde, qualidade de vida, vestimenta, cultura pelo movimento, enfim, o esporte como um fato social.
OBJETIVO: promover reflexão, por parte dos profissionais e estudantes de Educação Física, Biblioteconomia, Informação, Comunicação, Ciências Sociais e demais áreas do conhecimento, sobre o tema apresentado, com exposição de estudos, pesquisas e resultados. O CEDOC entende como sua responsabilidade incitar e incentivar a produção e socialização de conhecimento científico na área esportiva.
PÚBLICO ALVO: Profissionais e estudantes das áreas de Educação Física, Esporte, Lazer, Recreação, Biblioteconomia, Informação, Comunicação, Ciências Sociais e demais interessados pelo tema.
LOCAL:  Auditório Prestes Maia
Câmara Municipal de São Paulo - CMSP
Viaduto Jacareí, 100 - 1º andar – Bela Vista
São Paulo - SP – Brasil

TRANSMISSÃO AO VIVO: pelo site da Câmara Municipal de São Paulo no dia e hora marcados.
INSCRIÇÕES: de 23 de fevereiro de 2012 até o encerramento do número de vagas (120 – cento e vinte). 
VALIDAÇÃO: Este evento será validado para pontuação aos funcionários da PMSP, para nível médio e superior.