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quinta-feira, 4 de abril de 2013

Guga lamenta fim do Projeto Olímpico Rio Tênis 2016: 'Extrema desilusão'


Ídolo lamenta fim de iniciativa que impulsionava formação de tenistas para as Olimpíadas: 'Decepcionante que acabe em menos de um ano'

Ídolo brasileiro, Gustavo Kuerten revelou estar bastante desiludido com uma iniciativa fracassada no tênis nacional. Criado em agosto de 2011, sob sua idealização e supervisão do seu ex-técnico, Larri Passos, o Projeto Olímpico Rio Tênis 2016, que estabelecia a academia de Larri como centro de treinamento para tenistas, bancava passagens de atletas e seria renovado anualmente, foi descontinuado um ano após sua implementação, em 2012. Se recuperando de uma cirurgia no quadril, o ex-tenista decidiu se manifestar sobre o caso, e lamentou o fim do projeto.
- O término do Projeto Olímpico Rio Tênis 2016 causou-me uma extrema desilusão. Foi a primeira vez na história do tênis brasileiro que se formou uma equipe nacional de treinadores e jogadores, juvenis e profissionais, com uma safra excelente de tenistas, num momento oportuno, obtendo resultados imediatos e relevantes. Além disso, a oportunidade de envolver o Larri nesse processo era uma chance de futuramente transformar a realidade do tênis brasileiro num novo patamar de conquistas. É decepcionante que um projeto desse porte, elaborado para um período de 5 a 10 anos, acabe em menos de um ano. Essa iniciativa representava um momento único, uma oportunidade incrível para o nosso tênis, uma ideia que parecia até um sonho, e que na realidade não passou muito disso. O fim do projeto é um verdadeiro banho de água fria e uma frustração enorme para mim e para quem torce pelo tênis e esporte brasileiro - lamentou o ex-tenista, em comunicado à imprensa.
O Projeto Olímpico Rio Tênis 2016 foi posto em prática a partir de um convênio entre o Ministério do Esporte e a Confederação Brasileira de Tênis (CBT). A CBT receberia um valor de R$ 2 milhões, e o projeto seria renovado anualmente visando os Jogos Olímpicos do Rio 2016, mas foi cancelado diante de irregularidades observadas pelo Ministério.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/tenis/noticia/2013/04/guga-lamenta-fim-do-projeto-olimpico-rio-tenis-2016-extrema-desilusao.html

Ciclo? Que ciclo?


Por Alexandre Cossenza

Não sei dizer por que o tema voltou a debate nos últimos dias, mas o fim do Projeto Olímpico da Confederação Brasileira de Tênis – encerrado no segundo semestre de 2012! – vem sendo tratado como novidade. E chama a atenção o comunicado enviado pela CBT nesta quinta-feira, explicando as dificuldades da entidade com a fiscalização e alegando que as supostas “falhas nas prestações de contas” eram consequência da falta de conhecimento do Ministério do Esporte em relação às peculiaridades do tênis. Leia abaixo o comunicado da CBT. Em seguida, faço um par de comentários.

Sobre o Projeto Olímpico Rio 2016, a Confederação Brasileira de Tênis esclarece que:

O Projeto Olímpico Rio 2016 foi assinado com duração de um ano e efetivamente teve a duração de um ano. O que ocorreu foi a verificação na prestação de contas da falta de flexibilidade para mudanças no decorrer da execução do mesmo, pois como foi conferido na prática, os atletas precisaram modificar as suas programações de treinamentos, as competições que participariam, as datas em que viajariam, o tempo que permaneceriam em determinados lugares, os locais onde ficariam hospedados, situações essas que foram comprovadas pela CBT na prestação de contas que já foi realizada. Projetos com o mesmo mecanismo do Projeto Olímpico Rio 2016 não poderão ser feitos, por falta de flexibilidade na adequação da realidade da modalidade tênis. A CBT possui dois novos projetos, o Medalha Olímpica e o Rede Nacional, já pensados para a realidade operacional do tênis, que dependem exclusivamente de aprovação do Ministério do Esporte;

Importante salientar que a CGU, após fiscalização por uma semana na sede da CBT e avaliação de documentos e prestações de contas, emitiu um parecer técnico, intitulado de Relatório de Demandas Especiais, especificamente sobre o Projeto Olímpico Rio 2016. A conclusão do parecer do CGU em relação ao inquérito de investigação conclui que há “FALHAS sem danos ao erário”. A conclusão é clara: não há em nenhum momento dano ao erário, ou seja, aos cofres públicos.

Todas as falhas dizem respeito à falta de conhecimento da fiscalização vigente sobre a realidade da modalidade. No caso da emissão de passagens, por exemplo, considerada uma falha na prestação de contas, explicamos: um tenista de alto rendimento, quando perde em alguma das rodadas de um torneio, já decide se vai participar de outro torneio em seguida ou se retorna ao Brasil para treinamento. Ele jamais fica parado esperando um torneio terminar, se ele já se desclassificou naquele torneio. Por isso as passagens não podem ser 100% planejadas com antecedência e sofrem alterações frequentes. Elas dependem diretamente do resultado dos atletas em cada torneio.

Em razão de um ex-dirigente da entidade ingressar com uma maldosa denúncia em diferentes órgãos federais (Ministério Público Federal, Ministério do Esporte e Tribunal de Contas da União) e como, por cautela, estes entes públicos possuem o dever de investigar todas as acusações que recebem, foram instaurados procedimentos administrativos. A CBT já prestou todos os esclarecimentos sobre as acusações que foram equivocadamente lançadas e aguarda a conclusão dos procedimentos supra citados;

Por fim, a CBT não fornece qualquer espécie de apoio financeiro ao Guga. Aliás, cabe ressaltar que o Guga por inúmeras vezes atendeu os pedidos da CBT e participou de maneira voluntária (sem cobrança de qualquer contrapartida financeira) de eventos e treinamentos com atletas brasileiros, de todas as idades, inclusive com as equipes que participaram da Copa Davis, não sendo justo que notícias inverídicas ao seu respeito sejam veiculadas na imprensa;

Replicamos as importantes considerações de dois importantes profissionais do nosso esporte sobre esta lamentável realidade.

“O término do projeto Rio Tênis 2016 causou-me uma extrema desilusão. Foi a primeira vez na história do Tênis Brasileiro que se formou uma equipe nacional de treinadores e jogadores, juvenis e profissionais, com uma safra excelente de tenistas, num momento oportuno, obtendo resultados imediatos e relevantes. Além disso, a oportunidade de envolver o Larri nesse processo era uma chance de futuramente transformar a realidade do Tênis Brasileiro num novo patamar de conquistas. É decepcionante que um projeto desse porte, elaborado para um período de 5 a10 anos, acabe em menos de um ano. Essa iniciativa representava um momento único, uma oportunidade incrível para o nosso tênis, uma ideia que parecia até um sonho, e que na realidade não passou muito disso. O fim do projeto é um verdadeiro banho de água fria e uma frustração enorme para mim e para quem torce pelo tênis e esporte brasileiro”, lamentou Gustavo Kuerten, integrante do projeto Olímpico Rio 2016.

“Acreditei e apostei num projeto que visava dar tranquilidade e qualidade de treinamentos aos jogadores. Quem esteve comigo e me viu nos torneios sabe o quanto eu me dediquei de corpo e alma para melhorar as condições dos jogadores que trabalharam comigo e em minha academia. Cumpri a minha missão para qual fui chamado. O projeto olímpico encerrou um ciclo”, falou Larri Passos, também integrante do projeto.

Confederação Brasileira de Tênis

Coisas que eu acho que acho:

- Curiosa a frase final do texto, de Larri Passos: “O projeto olímpico encerrou um ciclo”. Que ciclo? Olimpicamente falando, o ciclo mal começou. A não ser, é claro, que o treinador esteja falando de seus serviços à Confederação Brasileira de Tênis.

- Quando a CBT diz que “falta conhecimento da fiscalização vigente sobre a realidade do tênis”, vale ler (e ouvir) o que Jorge Lacerda diz aqui, neste post, sobre a Lei de Incentivo. O dirigente justifica que a fiscalização trata como falha qualquer mudança de planos feita de última hora. Ou seja, se um tenista perdeu e teve de mudar a passagem aérea, aquele gasto adicional faz com que as contas não sejam apresentadas da forma esperada pelo órgão fiscalizador. Assim, é necessário um ajuste na prestação da CBT.

- A CBT reforça que não fornece apoio financeiro ao Guga. Mas vale lembrar, apenas a titulo de curiosidade, que o tricampeão de Roland Garros tem contratos publicitários com os Correios, “patrocinador oficial” da Confederação, e com a Peugeot, “o carro oficial da CBT”. Obviamente, são empresas que investem no esporte e, por isso, querem estar associadas ao maior ícone do país.

- Por qualquer motivo que seja, justificado ou não, é muito triste que a CBT não tenha conseguido pôr em ação um grande e eficaz projeto de crescimento para o tênis no país. A entidade segue aprovando projetos aqui e ali, que não têm início nem término devidamente explicados e divulgados ao público.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/platb/saqueevoleio/2013/04/04/ciclo-que-ciclo/

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Koch Tavares confirma Rafael Nadal no Brasil Open


A Koch Tavares anunciou na manhã desta terça-feira o acerto com Rafael Nadal para a disputa do Brasil Open de tênis, em fevereiro próximo. Com um cachê próximo de US$ 1 milhão, o tenista espanhol, número 3 do mundo, buscará o bicampeonato da principal competição do calendário do tênis no país.

O acerto com Nadal foi feito sem a participação de patrocinadores do Brasil Open, segundo apurou a Máquina do Esporte com pessoas envolvidas na negociação. O espanhol usará o torneio no Brasil para retornar às quadras após quase meio ano de reclusão por conta de uma lesão.

Com o acerto, a Koch Tavares deverá divulgar em breve os valores dos ingressos para os jogos do torneio. Segundo executivos da empresa, o preço não deverá sofrer grande majoração. No ano passado, a final do Brasil Open teve bilhetes entre R$ 35 e R$ 100. No Gillette Federer Tour, torneio de exibição disputado em dezembro, que contou com a presença de Roger Federer e outros tenistas líderes do ranking e que também foi organizado pela empresa, o preço era bem mais salgado: R$ 500 a R$ 1.000.

A negociação com Nadal também faz parte do duelo entre Koch e IMX pelo mercado de tênis no Brasil. A agência fruto da fusão entre Eike Batista e a gigante do esporte mundial IMG é detentora dos direitos de um ATP 500 que será organizado no país a partir de 2014. O torneio desbancará do Brasil Open o status de competição mais relevante do calendário no Brasil.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/atletas/28/28124/Koch-Tavares-confirma-Rafael-Nadal-no-Brasil-Open/index.php

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Koch Tavares negocia para ter Nadal no Brasil Open


Por Erich Beting

A agência de marketing esportivo Koch Tavares, organizadora do Brasil Open de tênis, negocia com os agentes de Rafael Nadal para que o tenista espanhol seja o grande astro da edição de 2013 do torneio. A informação, divulgada pelo site Tênis News, foi confirmada à reportagem da Máquina do Esporte por pessoas ligadas à agência.

O namoro com Nadal é antigo. A Koch já vinha negociando com o espanhol, que está afastado das quadras desde julho devido a lesões, mas não havia chegado a um acordo, tanto que na primeira semana de janeiro divulgou a lista de atletas para o torneio deste ano tendo Nicolas Almagro como grande nome do evento.

Agora, Nadal entraria na lista por conta de um convite da organização. O cachê para a disputa beira o US$ 1 milhão, segundo a Máquina do Esporte apurou. Caso a presença de Nadal seja confirmada, o tenista espanhol tentaria o segundo título do Brasil Open. Ele foi campeão em 2005, quando tinha apenas 18 anos de idade e figurava entre os 50 melhores tenistas do ranking da ATP.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/atletas/28/28052/Koch-Tavares-negocia-para-ter-Nadal-no-Brasil-Open/index.php

domingo, 9 de dezembro de 2012

O tour de Federer e a lógica reversa do esporte no Brasil


Por Erich Beting

Roger Federer e Thomaz Bellucci fizeram na noite de quinta-feira a “grande abertura” dos quatro dias de evento em São Paulo para celebrar a estreia do tenista suíço, um dos melhores da história, em solo brasileiro. Na arquibancada do ginásio do Ibirapuera, a televisão mostrava alguns espaços vazios.

Claramente os assentos livres não eram pela falta de atratividade do evento, muito menos pelo horário de início do jogo (por volta das 21h locais). Ao preço de R$ 990 o anel inferior e R$ 500 o superior, a surpresa foi o Ibirapuera encher. Afinal, é mais barato assistir a diversos jogos de um ATP 1000 de Miami, por exemplo, do que pagar por um ingresso de um jogo de exibição no Brasil!

Mais uma vez o tênis peca pela fama “elitista” que construiu ao longo dos anos e que, desde as raquetadas certeiras de Guga, deixa de ser tão verdade assim. A cobertura mais ampla da mídia e o trabalho feito pela ATP nos últimos anos contribuiu para que o tênis deixasse de ser algo totalmente distante da realidade brasileira. Algumas quadras públicas acessíveis, o fenômeno de Guga no início do século e pronto, nós não temos apenas endinheirados milionários interessados em assistir ao esporte.

Quando conseguimos a proeza de reunir alguns dos melhores atletas da atualidade na cidade mais populosa do país, a lógica faria com que tivéssemos filas para conseguir ingresso, casa lotada e um sucesso de público. O absurdo, porém, é cobrar R$ 500 como preço mínimo para um jogo desses.

Sim, é verdade que a farra da meia-entrada interfere, e muito, nessa precificação de um evento. Como já falei disso no blog há algum tempo, vale lembrar. Para o organizador, não ter a certeza de quantas meia-entradas serão vendidas faz com que ele opte pelo mais simples: dobrar o preço do ingresso para faturar o dobro do previsto. Os organizadores também hão de lembrar que o valor de R$ 500 dá direito a assistir a duas partidas. E, também, vão justificar que nunca tivemos o Federer e os irmãos Bryan aqui, da mesma forma que a Sharapova e a Serena Williams são igualmente ícones mundias do tênis e estão esta semana por aqui.

Só que ao jogar o preço lá no alto a própria organizadora do Gillette Federer Tour joga contra o seu patrimônio. O valor mínimo de R$ 500 faz com que, facilmente, o público presente ao ginásio seja aquele que está acostumado a ver tênis. Sendo assim, não se renova o público e não se consegue fazer com que novas pessoas tenham acesso ao esporte. Se o preço da entrada fosse o único meio de se remunerar os atletas, ainda vá lá, mas a Gillette banca absolutamente toda a parte cara da conta.

No Brasil, a lógica dos organizadores de evento é tentar faturar ao máximo sem pensar na continuidade do produto. Pior ainda, sendo a Koch Tavares a organizadora do tour de Federer, do ATP 250 e do Challenger Finals, a própria empresa não trabalha para a criação de uma cultura no público brasileiro para acompanhar o esporte. Se os jogos com o suíço servissem de estímulo para novas pessoas irem ao tênis, seria muito mais fácil lotar os ginásios nos dois outros eventos da modalidade organizados pela empresa.

Mas a indústria no Brasil, como um todo, teima em seguir uma lógica reversa de que o luxo é o que dá retorno, e não a popularização de um produto para ganhar no atacado. É isso que move o segredo da Apple e, atualmente, o crescimento chinês pelo mundo todo. O produto de nicho é muito mais difícil de ser vendido.

Talvez essa seja a teima de um país deitado em berço esplêndido…

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/12/07/o-tour-de-federer-e-a-logica-reversa-do-esporte-no-brasil/

domingo, 14 de outubro de 2012

Wilson fecha parceria para torneios Koch Tavares


Nesta quinta, Wilson e Koch Tavares anunciaram oficialmente uma importante parceria para o tênis nacional, que faz da marca norte-americana a fornecedora oficial de bolas para as competições organizadas pela agência.

Como as primeiras ações do acordo, as bolas de três grandes eventos do esporte no país, que acontecem entre os próximos meses de novembro e fevereiro, em São Paulo: o ATP Challenger Finals, o Gillette Federer Tour e o Brasil Open 2013.

"Com esta parceria junto à Koch Tavares, passamos a estar presentes nos torneios mais importantes da América Latina. Já patrocinávamos o ATP de Acapulco, Buenos Aires e Santiago e, agora, o Brasil Open”, afirmou Ángel Rodriguez, diretor comercial da Wilson para a América Latina.

“Estamos muito satisfeitos com a nova parceria. A Wilson vem se juntar a nós num momento muito especial, em que estamos comemorando 40 anos de atividades e realizando nos próximos meses três grandes eventos na cidade de São Paulo”, destacou Luis Felipe Tavares, presidente da Koch Tavares.

O contrato é válido por dois anos e os valores não foram revelados. 

Além do novo acordo, a Wilson já patrocina alguns dos maiores tenistas nacionais e internacionais da atualidade, como Thomaz Bellucci, André Sá, Roger Federer e Serena Williams. A estreia da parceria será na disputa do ATP Challenger Finals, que por segunda vez será sedidaod em São Paulo, entre os dias 27 de novembro e 1º de dezembro.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27160/Wilson-fecha-parceria-para-torneios-Koch-Tavares/index.php

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Com mulheres, Koch amplia evento de tênis em SP


A Gillette, marca da P&G, e a Koch Tavares anunciaram, nesta segunda-feira, 27, São Paulo como cidade-sede do Gillette Federer Tour, de 6 a 8 de dezembro, no Ginásio do Ibirapuera. 

A maior surpresa ficou por conta do anúncio da vinda de quatro das dez principais tenistas do WTA. Além da norte-americana Serena Willams, a russa Maria Sharapova, a dinamarquesa Caroline Wozniacki e a bielorrussa Victoria Azarenka farão uma partida amistosa no evento.

O evento marcará a primeira vez de Roger Federer, atual número 1 do mundo, no Brasil. O suíço fará jogos-exibição nos dias 6 e 8 de dezembro, contra, respectivamente, Thomaz Bellucci, e o francês Jo-Wilfried Tsonga.

"Gillette é uma marca de produtos de alta performance, por isso apoia e incentiva atletas de alta performance", explica José Cirilo, diretor de Marketing de Gillette. "Queremos promover e estimular o esporte no Brasil, trazendo a São Paulo Roger Federer e o melhor do tênis mundial para um evento sem precedentes no país. Nosso desejo é que os brasileiros assistam, apreciem e se inspirem nesses grandes esportistas", conta.

Os irmãos Bob e Mike Bryan também foram anunciados, e farão uma partida contra os brasileiros Bruno Soares e Marcelo Melo. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/cursoseeventos/26/26526/Com-mulheres-Koch-amplia-evento-de-tenis-em-SP/index.php

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Londres consagra parceria entre diferentes áreas


Por Erich Beting

Os Jogos Olímpicos de Londres representam a consolidação da parceria entre empresas de diferentes segmentos de atuação para o desenvolvimento de produtos para os atletas. Nas águas, nas pistas ou nos campos, os atletas que disputam a competição vestem, muitas vezes, artigos que são frutos da parceria entre fabricantes de material esportivo e companhias de outros segmentos.

Na maratona, por exemplo, os tênis calçados pelos atletas patrocinadas pela Adidas são feitos com a borracha da fabricante de pneus Continental. Desde 2010 que as duas empresas, que são de origem alemã, tem uma parceria para desenvolver o solado dos tênis.

"Esse material desenvolvido pela Continental assegura melhor aderência no seco e também no molhado. Quando o Patrick Makau quebrou o recorde mundial da maratona (em setembro de 2011), eles nos disse que conseguia sentir o tênis colado ao chão nas curvas, e isso o ajudava a forçar mais o ritmo e ser mais veloz", afirmou Andrew Barr, gerente de produtos de corridas da Adidas.

A empresa também desenvolveu, em conjunto com empresas espaciais, o Adizero SP, feito para as provas de atletismo de pista, como os 100 e 200m rasos disputados por Yohan Blake. 

"Ele levou 34 meses para ser feito. Queríamos fazer o tênis mais leve para um corredor de pista. Ele tem 99 g. A caixa dele é duas vezes mais pesada. Nós fomos a empresas espaciais para buscar os produtos para fazer as travas da sapatilha. São os mesmos produtos usados nos aneis que sustentam o avião", disse Barr.

A parceria entre empresas de diferentes segmentos também começa a impulsionar produtos para consumidores que são atletas amadores. A Nike, por exemplo, desenvolveu com a Apple o sistema Nike+, que faz com que os dados de uma corrida de um atleta sejam passados diretamente para o telefone celular.

A Adidas, por sua vez, criou o sistema MiCoach, que segue o mesmo princípio. O projeto, aliás, cresceu, com uma parceria com a Major League Soccer. Nela, todos os atletas usam um chip na camisa que mede o desempenho dele durante um jogo.

"Não queremos que os benefícios sejam apenas para o atleta, mas que também passem para os consumidores. Nós achamos que o futuro é o meio digital prover serviços para que as pessoas pratiquem mais atividade física, tenham uma ajuda no treino e gostem mais de esporte".

*O repórter viaja a convite da Adidas

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26289/Londres-consagra-parceria-entre-diferentes-areas/index.php

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Koch negocia a vinda de Serena Willams ao Brasil


Por Erich Beting e Rodolfo Gomes

A atual campeã do torneio de Wimbledon, Serena Williams, está muito perto de jogar no Brasil. A tenista viria no final do ano para atuar em uma partida de exibição em São Paulo. 

A Koch Tavares, que também trará o tenista suíço Roger Federer para o Brasil no final do ano, é quem negocia a vinda da atleta. Segundo a assessoria da empresa, o acordo está próximo de ser fechado, mas ainda não foi assinado. 

"A Koch vai trazer Serena Willams, e o evento deve acontecer em São Paulo, no ginásio do Ibirapuera", disse nesta sexta-feira, 13, o diretor de marketing da Kock, Alcides Procópio, durante palestra no congresso da Brazil Sports Show.

No último dia 7, a norte-americana se tornou pentacampeã do torneio de Wimbledon ao vencer a polonesa Agnieszka Radwanska. A jogadora soma 14 conquistas em torneios grand slams. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/atletas/25/25986/Koch-negocia-a-vinda-de-Serena-Willams-ao-Brasil/index.php

Oriflame seguirá com a WTA até o fim de temporada 2014


A parceria entre a associação de tênis feminino (WTA, na sigla em inglês) e a empresa Oriflame, que trabalha com produtos de beleza, vai ser ampliada. As duas partes já chegaram a um acordo para que o negócio vá até o fim de 2014.

A Oriflame patrocina a WTA desde 2010. A empresa começou como marca oficial de cosméticos da entidade para Ásia, Oriente Médio e Europa, e posteriormente evoluiu para o patamar de parceiro global da entidade.

“Assim como nós, a WTA é uma organização focada em criar possibilidades para que mulheres sejam bem sucedidas, bonitas e confiantes. São duas plataformas para que elas persigam seus sonhos”, apontou Michael Cervell, vice-presidente global de marca e comunicação da Oriflame.

O patrocínio da Oriflame à WTA também inclui festas pré-Wimbledon e festivais de tênis que a entidade organiza na China.

Em abril de 2011, meses depois de ter anunciado contrato com a WTA, a Oriflame contratou a dinamarquesa Caroline Wozniacki para ser embaixadora da marca no tênis internacional.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/25/25973/Oriflame-seguira-com-a-WTA-ate-o-fim-de-temporada-2014/index.php

terça-feira, 10 de julho de 2012

Agenda e idolatria balizam aporte de Correios a Guga


Por Guilherme Costa

A próxima convenção nacional dos Correios em busca de crescimento e superação de metas, marcada para este mês, terá um reforço importante. O ex-tenista Gustavo Kuerten, novo patrocinado pela empresa, já confirmou presença no evento. Ele fará uma palestra aos funcionários, um dos principais motivos para a marca ter apostado no ídolo.

Kuerten é o maior nome da história do tênis masculino no Brasil. Tricampeão do Grand Slam de Roland Garros, o catarinense conquistou 20 títulos de simples e ocupou o topo do ranking mundial por 43 semanas.

Assim como o contrato entre Correios e CBT, o patrocínio da empresa de entregas a Kuerten não tem duração estabelecida. Contudo, é reavaliado e renovado anualmente. O valor do aporte não foi divulgado.

“O que nós mais vamos trabalhar com o Guga é relacionamento com um público de interesse dos Correios, como clientes e executivos que praticam o tênis. Vamos fazer jantares de relacionamento e colocá-lo para trabalhar junto à força de vendas”, explicou Graziela Cavaggione, chefe do departamento de comunicação dos Correios.

A convenção de vendas é um dos exemplos do que balizará o contrato entre Guga e Correios. O ex-tenista será usado ostensivamente em palestras e ações de relacionamento.

Com o mesmo foco, aliás, Kuerten vai participar de uma área exclusiva dos Correios na próxima rodada da Copa Davis. A empresa é uma das patrocinadoras da Confederação Brasileira de Tênis (CBT).

Além disso, os Correios patrocinam o atual número 1 do ranking nacional de tênis, Thomaz Bellucci. Por estar no circuito internacional, porém, o atleta tem uma agenda menos flexível do que a de Kuerten.

“O Bellucci está sempre jogando, exposto lá fora, e isso faz parte da estratégia de internacionalização dos Correios. O Guga oferece a questão do ídolo, inspira as pessoas. Você mantém a marca em um jogador ativo, mas favorece a questão de relacionamento. São coisas que se complementam”, explicou Cavaggione.

Outra ação que os Correios já desenharam com Kuerten é um jogo promocional entre o ex-número 1 do mundo e alguns convidados da empresa. O evento será realizado em 2013, como parte do calendário de celebração do 350º aniversário da companhia.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/atletas/25/25913/Agenda-e-idolatria-balizam-aporte-de-Correios-a-Guga/index.php

domingo, 29 de abril de 2012

Challengers no Brasil e ATPs europeus evidenciam momento alarmante do tênis nacional

A situação é alarmante para o tênis brasileiro. Já estamos praticamente em maio, no meio da temporada de saibro da Europa, já tivemos alguns Challengers no Brasil, um ATP e o único tenista que continua nos top 100, entre os top 50 é Thomaz Bellucci. Não vejo os outros jogadores arriscando, jogando os qualifyings dos ATPs europeus ou Challengers maiores mundo afora. E para piorar, poucos são os brasileiros se dando bem nos Challengers em casa e eles não são novatos.   

Estive durante a semana no IS Open, no Clube Paineiras do Morumby, quando comecei a fazer esta análise e pensar nos resultados dos últimos torneios Challengers no Brasil.
Os poucos brasileiros que estão conseguindo avançar nas chaves são os mais experientes, com mais de 25 anos e em sua maioria beirando os 30 anos ou até com mais do que as três décadas de existência.
Thiago Alves, com 29 anos, foi o único brasileiro a ganhar um torneio Challenger neste ano e ganhou dois: São Paulo e Guadalajara.
Ricardo Hocevar, aos 26 anos, jogou bem na semana passada em Santos, passando o qualifying e chegando à final.
Júlio Silva, aos 32, joga neste fim-de-semana a final do IS Open, em São Paulo.
Rogério Dutra Silva, 28 anos, fez algumas quartas-de-final de Challenger e foi às oitavas no ATP de Viña del Mar.
O único novato entre os top 10 é Guilherme Clezar, com 19 anos de idade.
João Souza, o nosso número dois, com 23 anos, até que está tentando, jogando os qualifyings dos Masters 1000 e ATPs, mesclando com alguns Challengers, mas não está avançando. O melhor resultado por enquanto foi as quartas-de-final no ATP chileno.
O mais alarmante, no entanto, é o fato de ver neste fim-de-semana de três ATPs 250 na Europa, teoricamente os mais fracos, não encontrar nenhum brasileiro jogando os qualifyings e somente João Souza na chave do ATP de Belgrado (Bellucci está lesionado).
Muitos dos tenistas que jogaram os Challengers do Brasil e da América do Sul nas últimas semanas, especialmente os argentinos, já foram para a Europa. E a julgar pela quantidade de portugueses e sérvios nas chaves dos qualifyings em Estoril e Belgrado, entrar ou não na chave não seria um problema.
Além disso, e os mais novos? Ainda não conseguiram dar o salto e continuam jogando torneios Futures?

Fico tentando encontrar uma explicação. Será comodismo de ficar no Brasil e jogar mais um Challenger na outra semana e chegar na Europa para jogar o qualifying de Roland Garros sem ter enfrentado os tenistas mais bem ranqueados e que estão jogando no velho continente? Será falta de ambição, de coragem de arriscar?
Imagino que questões financeiras não sejam mais os maiores problemas, pelo menos para bancar as viagens já que a CBT arca com este custo.

Os colombianos a quem derrotamos na Copa Davis há poucas semanas estão todos na Europa.
Apenas os duplistas – André Sá, Marcelo Melo, Bruno Soares (e Feijão), estão por lá.
É triste, mas são fatos e é a nossa realidade não muito empolgante, principalmente se estivermos pensando no futuro. Parabéns aos mais experientes Alves e Silva e ao Hocevar que conseguiram bons resultados, mas precisamos de mais.
Fonte: http://gabanyis.com/?p=3067

Opinião: Essa é a realidade do esporte brasileiro. Passamos pelo momento Guga e não conseguimos desenvolver sustentavelmente esporte. Precisamos de uma política em todos os setores do esporte visando a coibição do uso político por parte dos pseudos gestores.