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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Brasil deve melhorar gestão de aeroportos para Copa, diz Aldo Rebelo


Ministro acredita que os terminais irão atender "o dobro" da demanda de passageiros após as obras

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, afirmou ontem (2) que o "principal desafio" na área de transportes do país em relação à Copa do Mundo de 2014 é a melhoria da gestão dos aeroportos.

Rebelo disse em entrevista coletiva a jornalistas estrangeiros que o governo está "ciente" da necessidade de melhorar as operações nos aeroportos, o que inclui agilizar as filas na alfândega, no embarque e no desembarque de passageiros e na entrega de bagagens.

O ministro afirmou que "a eficiência dos serviços melhorará" com a concessão de vários aeroportos a empresas privadas, o que já aconteceu em São Paulo e Brasília, e se estenderá a outras sedes da Copa, como o Rio de Janeiro.

Por outro lado, Rebelo mostrou confiança que os aeroportos conseguirão atender "o dobro" da demanda de passageiros esperada quando terminarem as obras que estão sendo executadas.

"Evidentemente, a infraestrutura que temos não é equiparável à de Alemanha e Itália, mas o que vamos melhorar será suficiente para a Copa", declarou.

Na mesma linha, Rebelo garantiu que o Brasil terá sucesso na organização do Mundial, já que o país está acostumado a realizar grandes eventos, como o carnaval. 

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/11127/BRASIL+DEVE+MELHORAR+GESTAO+DE+AEROPORTOS+PARA+COPA+DIZ+ALDO+REBELO.html

domingo, 14 de outubro de 2012

O exemplo Gerdau para o esporte


Por Erich Beting

Um dos mais interessantes acontecimentos do governo Dilma Rousseff é a presença de Jorge Gerdau no dia-a-dia da gestão pública. O megaempresário foi convocado pela presidente da República para desburocratizar a política e tornar eficiente as gestões de ministérios e demais esferas públicas ligadas ao governo federal.

Basicamente a função de Gerdau é criar planejamento estratégico e eficiência na execução para o governo. A visão da presidente é simplesmente espetacular, após meio milênio de desobediência na gestão pública no país. E o exemplo pode ser levado diretamente para o esporte.

O caso mais emblemático disso talvez tenha sido a gestão de Luiz Gonzaga Belluzzo no Palmeiras. Economista renomado, Belluzzo foi uma grande decepção para o torcedor palmeirense. Exatamente por falhas no gerenciamento, provocadas, e muito, pela burocracia política e pela paixão que interferiu na racionalidade da gestão.

O esporte movimenta a paixão de grandes executivos e profissionais renomados do mercado. O interesse dessas pessoas pelo tema poderia fazer com que os clubes adotassem a mesma tática de Dilma Rousseff e colocasse grandes figuras do mercado como conselheiros na gestão do dia-a-dia das entidades.

O grande problema é que, por mais incrível que possa parecer, muitas vezes o executivo de sucesso tem, no esporte, a sua válvula de escape. E, com isso, a visão empresarial é deixada de lado na maior parte dos casos. Taí Belluzzo para provar a tese. O grande negócio para o gestor no esporte é fazer com que a razão consiga sobrepor-se à emoção. E aí está o grande entrave para que o exemplo de Gerdau possa pegar.

Mas para quem quiser se diferenciar no mercado nos próximos anos, o caminho para o sucesso é pensar em como desburocratizar um clube e, mais do que isso, tornar o planejamento estratégico um mantra dentro da instituição. E, claro, ter força política para fazer essas mudanças. Exatamente como acontece agora no governo federal.

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/10/11/o-exemplo-gerdau-para-o-esporte/

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Quais os países mais eficientes nas últimas Olimpíadas?


Propomos uma forma diferente de enxergar o quadro de medalhas das Olimpíadas: em vez de contar apenas os números totais, calculamos o desempenho de cada país proporcionalmente à sua riqueza (o PIB) e ao seus recursos humanos (o tamanho de sua população). Para isso, somamos as medalhas de ouro dos últimos três Jogos Olímpicos (Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008) e dividimos pelos seus indicadores. O Brasil não vai bem em ambos os rankings. Veja os dados completos abaixo.

Eficiência por Riqueza: http://t.co/0dJNuxqK
Eficiência por RH: http://t.co/mEK7QfXB

FOnte: http://oglobo.globo.com/infograficos/olimpiadas-2012-eficiencia/