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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Executivo troca Minas Tênis Clube pelo Flamengo


Em fase de reestruturação, a diretoria do Flamengo contratou o executivo Marcelo Vido, que estava no Minas Tênis Clube. Ex-jogador de basquete, ele trabalhava com negócios e marketing na equipe mineira. No time carioca, o gestor trabalhará com esportes olímpicos.

A contratação de Vido é parte da reformulação iniciada com a troca de comando do Flamengo. Eduardo Bandeira de Mello, novo presidente rubro-negro, foi empossado oficialmente no dia 2 de janeiro.

Bandeira de Mello, 59, venceu pleito em que uma das candidatas era Patrícia Amorim, presidente do Flamengo até o fim do ano passado. O novo mandatário, membro do conselho de administração do clube entre 2007 e 2009, tem 25 anos de experiência no Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A chapa do novo presidente tem como vice-presidente de marketing Luiz Eduardo Baptista, conhecido como Bap, presidente da Sky. No entanto, a área que contratou Vido é a de esportes olímpicos, cujo vice-presidente será Alexandre Póvoa.

Formado em engenharia mecânica e pós-graduado em gestão de negócios, Vido foi atleta com passagens pela seleção brasileira. Ele trabalhou no Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e no Atlético-MG antes de ser contratado para gerir o marketing do Minas Tênis Clube.

Em nota oficial sobre a contratação, o Flamengo diz que Vido implantará no clube um modelo baseado nos trabalhos do próprio Minas e do Pinheiros. Ele será diretor da pasta na equipe rubro-negra.

O Minas Tênis Clube ainda não anunciou oficialmente o que será feito do departamento de negócios e marketing após a saída de Vido. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/28/28023/Executivo-troca-Minas-Tenis-Clube-pelo-Flamengo/index.php

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Icatu/Minas aposta em mídias dentro de arena


Por Lucas Turco

A equipe de basquete do Icatu/Minas apostará nas mídias sociais dentro de seu ginásio. A iniciativa visa ampliar a relação entre o clube e sua torcida.

A diretoria do Icatu/Minas planeja diversas ações durante os jogos do time profissional de basquete. O telão mostrará fotos da torcida e do time, por exemplo. As imagens também circularão no Instagram, rede social de fotografias. O Twitter da equipe será atualizado constantemente.

Para que todas as novidades possam ser acessadas em tempo real pelos torcedores, será instalada uma rede wi-fi no ginásio.

“Hoje em dia, as mídias sociais estão tomando conta das ações. Nós, como um clube moderno, estamos nos adaptando a isso. Essa série de novidades tem como principal objetivo atrair e fidelizar os torcedores”, explicou Marcelo Vido, gerente de negócios e marketing da Icatu/Minas.

O clube planeja para novembro deste ano o lançamento de uma loja itinerante oficial. A ideia do estabelecimento móvel é levar produtos da equipe para todos os lugares em que o time estiver. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26885/Icatu/Minas-aposta-em-midias-dentro-de-arena/index.php

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Com Minas Tênis Clube, Icatu ratifica esporte como estratégia


Por GUILHERME COSTA

O que era paixão virou assunto estratégico. Com um novo status, o esporte voltou a ser notícia na vida de Antonio Carlos Braga, conhecido como Braguinha, fundador da Icatu Seguros.

Braguinha sempre foi um entusiasta do esporte. É assíduo frequentador de competições – esteve em todas as Copas do Mundo de futebol desde 1950 e mantém um camarote em Roland Garros, por exemplo –, e ao longo da vida investiu em diferentes modalidades no segmento.

Como empresário, Braguinha foi dono da seguradora Atlântica Boavista, fundou o banco Icatu e chegou a ser o maior acionista minoritário do Bradesco.

Outra criação de Braguinha é a seguradora Icatu, empresa que transformou a paixão dele por esporte em parte fundamental na estratégia. A companhia tem portfólio de investimentos na vela e no hipismo, e neste ano fechou um patrocínio ao basquete masculino do Minas Tênis Clube.

Quem comanda a estratégia de marketing e produto da empresa é Aura Rebelo. Durante o evento de apresentação do patrocínio ao Minas Tênis, a executiva explicou o porquê de a companhia ter fechado o negócio. Além disso, deslindou os planos da marca para o esporte no curto e no médio prazo.

Leia a seguir a íntegra da entrevista:

Máquina do Esporte: Por que a Icatu decidiu investir no basquete do Minas Tênis Clube?
Aura Rebelo: Nós quisemos investir em Minas Gerais. A ideia era aproximar a marca de Minas Gerais, e o Minas Tênis é um caminho muito interessante para isso. Escolhemos o basquete porque é um esporte que tem muito a ver com o nosso negócio. Nós vendemos vida, previdência e planejamento financeiro. Fazendo um paralelo com o esporte, precisávamos buscar algo que fosse jovem, mas que falasse com públicos de diferentes faixas etárias e que tivesse um sentido de equipe muito presente.

Também temos um passado relacionado ao esporte. Nosso fundador é o Antonio Carlos Braga, conhecido como Braguinha, e ele tem muita história no esporte. Por isso, quisemos fazer algo com foco no longo prazo e assinamos com o Minas Tênis Clube um contrato de quatro anos. Já temos um vínculo antigo com a vela, patrocinamos provas de hipismo e agora estamos estudando uma investida no golfe.

ME: Que tipo de investimento a companhia pensa em fazer no golfe?
AR: Pensamos em dois ou três atletas jovens, aproveitando o perfil do esporte e o fato de ter se tornado olímpico. Mas vamos falar disso apenas mais para frente.

ME: O que a Icatu busca no Minas Tênis Clube? Exposição, construção de marca ou geração direta de negócios?
AR: Como marca, temos dois grandes objetivos: incentivar o esporte e trabalhar institucionalmente a Icatu. Por isso, queremos aproveitar o Minas Tênis Clube como uma plataforma para a aproximação de clientes, parceiros e possíveis consumidores.

ME: Com comunicação ou com a criação de produtos e serviços especiais?
AR: A parceria da Icatu com o Minas vai muito além do basquete. Teremos uma série de produtos e serviços específicos para o clube. Além disso, queremos usar as mídias internas para falar com clientes. Podemos colocar nossa comunicação em placas, painéis, revistas e outras plataformas que o clube oferece.

Pretendemos investir fortemente em eventos. Temos uma proposta interessante para os associados. Trabalhamos produtos de longo prazo, e queremos aproveitar o perfil do clube, que tem filiados de todas as faixas etárias.

ME: A senhora disse que a Icatu estava interessada em investir em Minas Gerais Por quê?
AR: Abrimos uma filial em Minas Gerais recentemente, em Caeté, e estávamos precisando trabalhar de forma mais presente a associação com o povo daqui. Minas Gerais tem sido o nosso xodó.

ME: E por que assinar um contrato tão duradouro? Quais são as vantagens que a empresa enxerga nesse prazo?
AR: Quando falamos em projetos para a marca, pensamos sempre no longo prazo. Estamos na vela há cinco anos, e isso serve como exemplo para o basquete. Não queremos entrar e sair logo depois. Em vez disso, pensamos em evoluir juntamente com o esporte.

ME: Qual é o plano da Icatu para ativação e relacionamento nos jogos do Minas Tênis Clube?
AR: A ideia é trazer nossos clientes para os jogos do Minas. Queremos que eles vivenciem essa experiência, conheçam o clube e aumentem o contato com a marca. Mas sabemos que isso é algo que terá efeito em médio e longo prazo.

ME: Haverá alguma campanha de mídia atrelada ao patrocínio? Qual é o valor investido na associação?
AR: O que nós podemos falar é que nós pegamos todo o dinheiro de publicidade e colocamos no time, mas não falamos em valores.

ME: Com esse negócio, é possível dizer ao menos o quanto o esporte cresceu nos planos da empresa?
AR: O que podemos dizer é que o esporte mais do que dobrou em participação no nosso orçamento anual. Praticamente triplicou.

ME: A Icatu tem algum projeto específico para atletas do Minas Tênis Clube?
AR: Assinamos alguns contratos de imagem com atletas. Temos acordos específicos com três ou quatro jogadores, que foram escolhidos pelo próprio clube. Queremos que esses atletas se aproximem da marca e participem de eventos que vamos fazer.

Na semana passada, por exemplo, tivemos um evento da empresa em Caeté. Levamos dois atletas do Minas Tênis, e as pessoas adoraram. Também queremos usar muito o Max, que é a mascote. Ele vai personificar o projeto.

ME: Já é possível prever quais serão os próximos passos nessa parceria? A Icatu já consegue dizer em que pontos o projeto precisa ser aprimorado ou turbinado?
AR: Os próximos passos dependem muito da evolução do próprio basquete. Apostamos muito na aceitação e no aumento do reconhecimento, mas só os primeiros jogos é que vão mostrar quais são exatamente os gaps no projeto.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/entrevistas/view/0/313/Aura-Rebelo/index.php

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Após basquete, Icatu faz planos de investir no golfe


Por Guilherme Costa

A Icatu, seguradora que apresentou na última sexta-feira um patrocínio ao time de basquete masculino do Minas Tênis Clube, já faz planos para ampliar sua associação ao esporte. A empresa pretende investir no golfe, modalidade que será uma das novidades no programa dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016.

O formato e o volume do investimento ainda não foram definidos, mas a Icatu já estabeleceu que o golfe será o próximo foco. Além do basquete, a companhia tem negócios na vela e no hipismo.

“Pensamos em dois ou três atletas jovens, aproveitando o perfil do esporte e o fato de ter se tornado olímpico. Mas vamos falar disso apenas mais para frente”, disse Aura Rebelo, responsável por produtos e marketing na seguradora, tentando tergiversar sobre o investimento.

Com o investimento no Minas Tênis Clube, a Icatu aumentou neste ano a porção que o esporte ocupa na verba de marketing da companhia. O orçamento do segmento mais do que dobrou da temporada passada para a atual.

No caso do Minas, o projeto também ainda não está totalmente sedimentado. Depois de o negócio ter sido fechado, a Icatu espera o início da temporada para definir os próximos passos.

“Os próximos passos dependem muito da evolução do próprio basquete. Apostamos muito na aceitação e no aumento do reconhecimento, mas só os primeiros jogos é que vão mostrar quais são exatamente os gaps no projeto”, completou Rebelo.

A postura comedida da seguradora é corroborada pelo próprio Minas Tênis Clube. “Como o NBB só começa em novembro, temos tempo de sentar com a Icatu e desenvolver um plano conjunto para a ativação. Vamos pensar nisso agora, considerando as propriedades que eles têm”, explicou Marcelo Vido, gerente de negócios e marketing da equipe.

* O repórter viajou para Belo Horizonte a convite da Icatu

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26648/Apos-basquete-Icatu-faz-planos-de-investir-no-golfe/index.php

sábado, 1 de setembro de 2012

Arena ganha relevância para Icatu e Minas Tênis


Por Guilherme Costa

Não foi por acaso que Icatu seguros e Minas Tênis Clube escolheram a Arena Vivo, casa dos jogos da equipe de basquete masculino, para apresentar nesta sexta-feira um contrato de patrocínio de quatro anos. O aparato terá destaque especial nos planos da parceria.

Para o Minas Tênis Clube, a preocupação já nem é tão recente. A equipe negocia desde o início deste ano uma parceria com a Philips para iluminação e ações com LED no interior da arena.

No mês passado, um especialista da Philips visitou a Arena Vivo e deu mais um passo nas conversas com o Minas Tênis Clube. Faltam apenas detalhes para que um modelo seja alinhavado.

“A modernização da arena é um dos nossos principais projetos. Estamos pensando em como fazer e como inserir aqui algumas coisas que colaborem com a experiência do público que vê os jogos”, contou Marcelo Vido, gerente de negócios e marketing do Minas.

Com um perfil diferente, a Icatu também prioriza o ginásio. Não apenas por ações de ativação, mas porque a empresa quer usar o local para efetivamente gerar negócios a partir do patrocínio.

“Não investimos no esporte apenas pelo esporte, mas pelo que ele pode proporcionar. Queremos trazer clientes e parceiros para cá. É um ambiente que pode nos ajudar a criar conteúdo para a parceria, mas também para aproximar a marca do público”, explicou Aura Rebelo, responsável por produtos e marketing na seguradora.

* O repórter viajou para Belo Horizonte a convite da Icatu Seguros.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26620/Arena-ganha-relevancia-para-Icatu-e-Minas-Tenis/index.php

Filial e perfil levam Icatu ao basquete do Minas


Por Guilherme Costa

O mercado levou a Icatu ao esporte de Minas Gerais. A empresa de seguros inaugurou recentemente uma filial de grande porte no Estado, e por causa disso decidiu investir para tornar a marca mais conhecida na região. O perfil levou a companhia ao basquete e ao Minas Tênis Clube. Apresentado oficialmente nesta sexta-feira, o patrocínio à equipe integra uma estratégia de longo prazo para associação com um público de faixa etária abrangente.

A Icatu será a principal patrocinadora do time de basquete masculino do Minas Tênis Clube, que disputa o NBB e já tinha apoio da companhia de turismo CVC. O contrato terá duração de quatro anos, e o investimento não foi divulgado.

“Nós queríamos investir em Minas Gerais. E o nosso negócio é vida, é previdência, é planejamento financeiro. São coisas que têm relação direta com o esporte disputado em equipe, que movimenta o jovem e exige planejamento”, contou Aura Rebelo, responsável por produtos e marketing na seguradora.

O basquete não é a primeira incursão da Icatu no esporte – a empresa também investe na vela e no hipismo, e agora faz planos para associar a marca ao golfe. No entanto, é algo que atende de uma forma mais abrangente as necessidades mais urgentes da marca.

Além da questão regional da seguradora, que tenta consolidar a imagem no mercado mineiro, existe uma associação ao perfil do basquete e um vínculo ainda maior com os associados do Minas Tênis Clube.

“Nossa ideia aqui é fazer algo que vá muito além do patrocínio. Queremos oferecer produtos e serviços aos associados, e também pensamos em usar as mídias internas para falar da nossa marca”, completou Rebelo.

O novo patrocínio turbinou consideravelmente o elenco do Minas Tênis Clube. Graças ao investimento, a equipe terá nesta temporada um grupo mais experiente de atletas – nos anos passados, a maioria dos jogadores era de uma faixa etária extremamente nova.

O curioso é que a visão sobre o investimento também aproxima Icatu e Minas Tênis Clube. A empresa alocou toda a verba do projeto no patrocínio e em ações de ativação, sem reservar nada para campanhas de mídia de grande porte. O time usou inteiramente o investimento para reforçar o elenco, já que a estrutura de viagem, ginásio e eventos é bancada pela instituição.

* O repórter viajou para Belo Horizonte a convite da Icatu Seguros.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26619/Filial-e-perfil-levam-Icatu-ao-basquete-do-Minas/index.php

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Sacada olímpica


O Minas Tênis Clube implantou um modelo de gestão que pode virar referência na área esportiva.

Por Rafael Freire

O Brasil conquistou cinco Copas do Mundo de Futebol, ganhou duas vezes o Campeonato Mundial de Vôlei e de Basquete e avança com rapidez em alguns esportes olímpicos. Essas glórias esportivas, no entanto, não podem ser creditadas aos méritos de gestão dos clubes brasileiros. Eles têm um estilo de gerenciar que beira ao amadorismo, com cartolas que se assemelham aos antigos coronéis nordestinos pela forma imperial de mandar. Um exemplo dessa má administração é o R$ 1,8 bilhão que os 14 maiores clubes de futebol do País em receita devem aos cofres públicos, segundo a consultoria esportiva Pluri, de Curitiba. 

Profissionalização é uma palavra que não existe no dicionário da cartolagem que dirige essas agremiações. Uma rara exceção é o Minas Tênis Clube, de Belo Horizonte, que possui um contingente de 73 mil associados e 980 atletas federados. Reconhecida como uma das maiores formadoras de talentos do esporte brasileiro, o Minas Tênis criou uma estrutura de gestores profissionais para tocar o dia a dia do clube e as atividades esportivas em 2010. A lógica é empresarial. A diretoria executiva, formada por 23 associados não remunerados, passou a atuar como um conselho de administração de uma empresa. 

Os cargos executivos foram totalmente ocupados por profissionais do mercado, contratados, inclusive, por empresas de recrutamento. O principal deles é o superintendente executivo Antônio Lage Filho, ex-diretor da Telesat Canadá. Ele pode ser considerado o CEO do Minas Tênis, pois é responsável por administrar 17 outras gerências e se reporta diretamente aos diretores do clube. “Tive­mos que quebrar aquela cultura de que o dirigente associado é o gestor”, diz Sergio Bruno Zech, presidente do Minas Tênis, que pela estrutura poderia ser chamado de chairman do clube. O plano de gestão do Minas Tênis também teve como um de seus pilares a implantação de um sistema de metas que avalia o desempenho de cada área e de cada profissional, além de indicar o nível de satisfação dos sócios. 

Os funcionários que alcançarem as metas recebem um 14º salário. Os R$ 3 milhões investidos nessa folha de pagamento adicional, no entanto, não saem da receita do clube, que foi de R$ 81,7 milhões em 2011, mas do caixa gerado com as economias proporcionadas pelas metas. “Trabalhamos como uma empresa, mas nosso foco está na satisfação dos sócios e não no faturamento”, diz Zech. Na visão de Raul Corrêa da Silva, presidente da BDO Brazil e vice-presidente de finanças do Corinthians, essa foi uma decisão acertada do Minas Tênis. Em sua opinião, o crescimento de um grande clube obrigatoriamente passa pela profissionalização de sua gestão. 

“Os cargos operacionais devem ser exercidos por profissionais do mercado, pois sem remuneração é difícil se dedicar integralmente”, afirma Corrêa da Silva. Na área esportiva, uma das metas do Minas Tênis é ampliar para R$ 16,5 milhões o valor recebido em patrocínios, 13% a mais do que o arrecadado em 2011. A responsabilidade para alcançar essa meta é do ex-jogador da seleção brasileira de basquete e atual gerente de marketing e negócios do clube, Marcelo Vido. Uma de suas apostas é o fortalecimento da marca da agremiação fora do Estado. Em novembro de 2011, o executivo fechou uma parceria com a agência Fragata Marketing de Entreteni­men­to para prospectar patrocínios em São Paulo. 

Outro objetivo do executivo é buscar apoios para a modernização do estádio Arena Vivo. “Queremos deixar nosso estádio semelhante aos da liga de basquete americana”, diz Vido. Ele afirma já estar negociando a montagem do novo sistema de iluminação do estádio com a holandesa Philips. A profissionalização trouxe resultado também para a área esportiva. Os atletas formados no Minas Tênis já conquistaram quatro medalhas de bronze em Jogos Olímpicos. Esse quadro pode aumentar ainda este ano. Afinal, pelo menos, seis minastenistas vão disputar a Olimpíada de Londres: cinco na natação e um no judô.

Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/87226_SACADA+OLIMPICA