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domingo, 20 de janeiro de 2013

Justiça libera última parcela de aporte do Vasco


O Vasco recebeu uma excelente notícia na tarde desta quinta-feira. A Justiça do Trabalho liberou a última parcela do contrato entre a equipe carioca e a Eletrobras, patrocinadora máster do clube até junho deste ano.

A companhia de energia elétrica, criada em 1962, é estatal. Presente em todo o Brasil, a Eletrobras é a maior empresa do segmento na América Latina.

O contrato com o Vasco, com duração de quatro temporadas, foi assinado em 2009. Contudo, o clube sempre teve problemas para receber a verba prevista na parceria.

Por ser estatal, a Eletrobras precisa que seus parceiros cumpram uma série de requisitos para que eles tenham condições de receber investimento da empresa. Isso sempre criou entraves para o Vasco.

Como o Vasco tem dívida salarial com funcionários, o caso foi parar na Justiça do Trabalho. Nesta quinta-feira, o juiz José Monteiro, da 36ª Vara do Trabalho, determinou a liberação da última parcela do contrato com a Eletrobras.

Os R$ 8 milhões da parcela serão depositados pela Eletrobras em juízo na conta do Sindicato dos Empregados de Clubes do Estado do Rio de Janeiro, responsável pela ação na Justiça do Trabalho.

O sindicato será responsável pelo repasse da verba aos funcionários do Vasco. O montante deve pagar três meses de folha do clube.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/direitoepolitica/28/28165/Justica-libera-ultima-parcela-de-aporte-do-Vasco/index.php

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Rio terá R$ 300 milhões a mais para as Olimpíadas


Paes diz que quantia virá de economia no pagamento da dívida junto à União

Por Cristiane Bonfanti

BRASÍLIA - O prefeito Eduardo Paes disse na quarta-feira que o Rio contará com mais R$ 300 milhões por ano para realizar investimentos voltados para as Olimpíadas. Segundo ele, o adicional virá da economia que o município poderá fazer a partir da mudança no índice que corrige a dívida dos estados e municípios com a União. A alteração, anunciada este mês pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, será publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias. De acordo com o prefeito, o Rio tem hoje uma dívida de R$ 6,1 bilhões com o governo federal, corrigida pelo IGP-DI em mais 6% ao ano. A partir do ano que vem, ela deverá ser corrigida pela taxa básica de juros (Selic) ou pelo IPCA, o que for menor, em mais 4% ao ano.
Nas contas do prefeito, na prática, a taxa cairá de 11% para 7% ao ano. Paes informou que, a partir de janeiro, a Secretaria municipal de Fazenda iniciará as negociações com o Tesouro Nacional para a ampliação do limite de endividamento do município. Ainda segundo ele, a cidade tem dívidas que equivalem a 40% de sua receita corrente líquida, bem abaixo dos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal. A folga seria de até R$ 8 bilhões para a contratação de financiamentos.
— O Rio pode ser o primeiro exemplo, pelo dever de casa já feito. A nossa situação fiscal é absolutamente confortável. Se a União me permitir captar, eu consigo fazer Olimpíadas sem pegar um tostão em Brasília — afirmou Paes, depois de se reunir com Mantega.
O prefeito observou ainda que os investimentos do governo local correspondem a 20% de suas despesas:
— O segundo melhor é o Ceará, que investe 12%. Repetimos isso nos últimos três. Em valores absolutos, a gente só perde para São Paulo.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/rio-tera-300-milhoes-mais-para-as-olimpiadas-7141104#ixzz2GFaa7zoB 

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Verba para formar atletas olímpicos está parada na poupança


Por Eduardo Ohata

A pouco menos de quatro anos dos Jogos Olímpicos do Rio-16, R$ 60 milhões, oriundos do governo e carimbados com o objetivo de formar atletas olímpicos, estão parados em uma conta de poupança.

Uma quantia mensal, referente a 0,5% da porcentagem da verba arrecadada pelas loterias a que o Ministério do Esporte tem direito, tem sido depositada em conta da CBC (Confederação Brasileira de Clubes) desde março.

O depósito inicial foi retroativo a 16 de março do ano passado, quando a presidente Dilma Rousseff sancionou as alterações na Lei Pelé. A mudança no texto deu à CBC o direito de receber essa verba governamental, que deveria ser repassada ao Confao (Conselho dos Clubes Formadores de Atletas Olímpicos).

A busca do conselho por um auxílio financeiro do governo federal incluiu até uma queda de braço com o COB (Comitê Olímpico Brasileiro).

Os clubes alegaram que eles produzem a matéria-prima --atletas das categorias de base-- que se transforma em competidores do esporte de alto rendimento.

No início de sua campanha pelo auxílio do governo, os clubes pleitearam receber 30% da verba da Lei Piva, dinheiro das loterias direcionado ao COB --a entidade, por sua vez, repassa uma porcentagem para as confederações esportivas nacionais.

Não conseguiram, mas ficaram com parte do dinheiro que vai para o ministério.

A verba parada na conta da CBC, por exemplo, seria suficiente para bancar todos os projetos do Clube Pinheiros para formação de atletas nos últimos quatro anos --a instituição, via lei de incentivo fiscal ao esporte, captou R$ 38 milhões para atender 600 jovens entre 14 e 19 anos.

Os valores empregados na formação de atletas olímpicos varia de acordo com histórico e contexto de cada um.

Apoio de pais, confederações, dinheiro de clubes, das diferentes esferas de governo --por meio de programas como o Bolsa Atleta ou leis de incentivos fiscais-- e eventualmente até o dinheiro do COI (Comitê Olímpico Internacional) entram nessa conta.

O presidente da CBC, Arialdo Boscolo, justifica que é a cautela que o impede de distribuir o dinheiro recebido.

"A alteração na Lei Pelé foi sancionada, só que falta ser aprovada a regulamentação [texto que explica, em detalhes, como funcionam as ações que no texto da lei dão margem a interpretações diferentes]", afirma Boscolo.

"Você me perguntou por que não uso [o dinheiro]? Então me diga como. A decisão de não distribuir foi aprovada pelo próprio segmento na Assembleia Geral dos clubes. Minha decisão está calçada na lei e até em meus pares."

Porém, o próprio governo federal apresenta uma perspectiva diferente da questão.

Segundo a assessoria de imprensa do Ministério do Esporte, legalmente, não existem empecilhos para a CBC utilizar esses recursos já.

Representantes de clubes dizem que não há problema para o uso imediato da verba. Lembram que COB e CPB (Comitê Paraolímpico Brasileiro) desenharam as suas próprias metodologias para distribuição do dinheiro e, posteriormente, submeteram a documentação ao TCU (Tribunal de Contas da União).

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/1203427-verba-para-formar-atletas-olimpicos-esta-parada-na-poupanca.shtml

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Copa de 2014 “rouba” verba da educação em MG


Se muitas pessoas já eram contra a realização da Copa do Mundo no Brasil a situação em Minas Gerais piorará ainda mais. O torneio de futebol mais importante do mundo entre seleções fará com que a educação do estado receba menos verbas.

 Marcio Lacerda, prefeito de Belo Horizonte, recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a lei que determina que 30% do orçamento municipal seja aplicado na educação local. Caso consiga suspender a lei, a prefeitura de Belo Horizonte deixará de investir cerca de R$ 500 milhões na educação em 2013.

A alegação da prefeitura é de que a parcela que por lei deveria ser destinada à educação atrapalharia os investimentos que precisam ser feitos para a Copa do Mundo de 2014.

O pedido foi enviado ao ministro Dias Toffoli, que tramita na corte, para suspender a lei.

O Mineirão, palco da Copa do Mundo no estado, está em fase final de construção. O estádio abrigará seis partidas no torneio, entre elas uma oitavas de final e uma semifinal.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/copadomundo/27/27910/Copa-de-2014-%E2%80%9Crouba%E2%80%9D-verba-da-educacao-em-MG/index.php

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Jogos Escolares Sul-Americanos têm verba de R$ 6,2 milhões


Por José Cruz

O Ministério do Esporte aprovou, em cima da hora, R$ 6,2 milhões para os 28º Jogos Sul-Americanos Esolares, de 29 de novembro a 6 de dezembro, em João Pessoa. Só em hospedagem serão gastos R$ 3,1 milhões, 50% do valor liberado.

A aprovação da grana foi de Afonso Barbosa, vice-almirante aposentado que ocupa o cargo de Secretário de Esporte, Educação e Lazer, do Ministério do Esporte.

A administração dos recursos é da Confederação Brasileira de Desporto Universitário (CBDE), a mesma que já abandonou atletas em evento internacional, como publiquei, conforme denúncia dos próprios atletas e seus pais

Entre 2011 e 2012 a CBDE recebeu R$ 10,6 milhões do Ministério do Esporte, para vários eventos.

Desencontros

Apesar do custo, R$ 6,2 milhões, os Jogos não têm qualquer expressão para o desenvolvimento do desporto escolar. E revelam desencontros do governo com outros segmentos afins.

Pior:

A realização dos Jogos Sul-Americanos, coordenados pela CBDE, conflita com as Olimpíadas Escolares, organizados pelo COB, de 25 de novembro a 8 de dezembro, em Cuiabá, para atletas de 15 a 17 anos.

E as Olimpíadas Escolares, com 13 modalidades em disputa   – “onde o futuro do esporte brasileiro se encontra”, diz o COB – , classificam para o Festival Olímpico da Austrália.

Entenderam?

São duas competições escolares, uma nacional e outra sul-americana, no mesmo período.

Isso demonstra a “eficiência” do diálogo e convergência do calendário  entre o Ministério do Esporte, a CBDE e o COB …

O Ministério da Educação está completamente tonto e perdido neste assunto. Aliás, nem se interessa…

É por isso, também, que o desporto escolar é apenas peça promocional no Brasil. regada com muita grana pública.

Mais

Por quê os Jogos Sul-Americanos não são realizados em Brasília?

Afinal, em 2013 a cidade receberá os Jogos Escolares Mundiais?

Não seria uma boa oportunidade para testar as instalações e a equipe que trabalhará no evento maior?

Bueno, de repente faltam instalações … Ou nem equipe está sendo preparada…

Fonte: http://josecruz.blogosfera.uol.com.br/2012/11/jogos-escolares-sul-americanos-tem-verba-de-r-62-milhoes/