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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Vasco planeja passar Eletrobrás para as mangas


Por Mauro Zafalon

Em julho, o contrato de patrocínio da Eletrobrás junto ao Vasco da Gama expirará. O clube carioca, no entanto, tentará estender a parceria. A vontade da diretoria de marketing vascaína é a de que a estatal deixe a cota máster e passe a estampar a marca nas mangas do uniforme do time.

“Temos interesse em renovar com a Eletrobrás. Nossa ideia é que a companhia continue conosco, mas em uma propriedade menor, como a manga. A Eletrobrás permaneceria com grande visibilidade, e o aporte seria reduzido”, explicou à Máquina do Esporte Eduardo Machado, vice-presidente de marketing do Vasco da Gama.

Com isso, a equipe de São Januário poderia arrumar outro patrocinador para o espaço máster, o que lhe garantiria um aumento de receita. Algumas conversas já foram iniciadas para a obtenção de um novo parceiro, mas Machado adota a postura de não se manifestar a respeito do andamento de negociações.

As mangas do uniforme são a única propriedade disponível no uniforme do Vasco. Enquanto a definição do patrocinador não ocorre, uma decisão já foi tomada pela diretoria de marketing. O time cruz-maltino vai abandonar a prática de fechar acordos pontuais para a camisa, como fez em boa parte dos anos anteriores.

No lugar das marcas rotativas, o clube vai estampar campanhas em homenagem aos feitos de sua história. Há uma possibilidade remota de a ação começar já nesta quarta-feira, no clássico contra o Flamengo, no Engenhão. Caso as camisas não fiquem prontas a tempo, o Vasco deve dar início a esse novo posicionamento no próximo domingo, quando receberá o Bangu, em São Januário, no Rio de Janeiro, pela Taça Guanabara. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/28/28305/Vasco-planeja-passar-Eletrobras-para-as-mangas/index.php

domingo, 20 de janeiro de 2013

Justiça libera última parcela de aporte do Vasco


O Vasco recebeu uma excelente notícia na tarde desta quinta-feira. A Justiça do Trabalho liberou a última parcela do contrato entre a equipe carioca e a Eletrobras, patrocinadora máster do clube até junho deste ano.

A companhia de energia elétrica, criada em 1962, é estatal. Presente em todo o Brasil, a Eletrobras é a maior empresa do segmento na América Latina.

O contrato com o Vasco, com duração de quatro temporadas, foi assinado em 2009. Contudo, o clube sempre teve problemas para receber a verba prevista na parceria.

Por ser estatal, a Eletrobras precisa que seus parceiros cumpram uma série de requisitos para que eles tenham condições de receber investimento da empresa. Isso sempre criou entraves para o Vasco.

Como o Vasco tem dívida salarial com funcionários, o caso foi parar na Justiça do Trabalho. Nesta quinta-feira, o juiz José Monteiro, da 36ª Vara do Trabalho, determinou a liberação da última parcela do contrato com a Eletrobras.

Os R$ 8 milhões da parcela serão depositados pela Eletrobras em juízo na conta do Sindicato dos Empregados de Clubes do Estado do Rio de Janeiro, responsável pela ação na Justiça do Trabalho.

O sindicato será responsável pelo repasse da verba aos funcionários do Vasco. O montante deve pagar três meses de folha do clube.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/direitoepolitica/28/28165/Justica-libera-ultima-parcela-de-aporte-do-Vasco/index.php

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Vasco vai a Brasília por renovação de patrocínio com a Eletrobras


Por Bruno Braga

O Vasco se diz confiante com as negociações com a montadora japonesa Nissan para ocupar o espaço principal da camisa a partir de julho. Mesmo assim a diretoria planeja ir até Brasília para negociar a renovação de contrato com a Eletrobras, principal patrocinadora do clube desde 2009. O contrato com a estatal se encerra em junho de 2013 e, mesmo diante da diretriz da companhia de cortar gastos com comunicação, o clube ainda tem esperança de conseguir um contrato, mesmo que por menor valor. O contrato atual é de R$ 14 milhões anuais, pagos semestralmente.

- Estamos perto de ter um grande patrocinador master. Mas, independentemente disso, antes de esse patrocinador assumir, vamos a Brasília conversar com o Edison Lobão (ministro de Minas e Energia), que é um vascaíno. Vamos conversar com ele para renovar com a Eletrobras, seja na orelha, na cabeça, no calcanhar – explicou o vice-presidente de Finanças, Nelson de Almeida, de forma bem humorada e deixando escapar a cor clubística do titular da pasta.

Em situação financeira preocupante, com salários sistematicamente pagos com atraso e receitas bloqueadas pela Justiça, a pedido da Recita Federal, INSS e ex-atletas, o departamento de Finanças, para equilibrar as contas, pretende superar os R$ 17 milhões de verbas de patrocínio, previstos na proposta orçamentária para 2013, aprovada pelo Conselho Deliberativo na última quinta-feira com ressalvas.

- A proposta está boa. O Vasco pode sofrer uma reação superavitária (sic) – acrescentou Almeida, membro da comissão responsável pela proposta orçamentária, muito contestada por várias correntes políticas. De acordo com a proposta, o clube precisará arrecadar R$ 24 milhões em venda de jogadores, além dos R$ 17 milhões com patrocínio, para fechar o ano. E o clube acaba de perder grande parte dos titulares.

A parceria com a Eletrobras foi tumultuada durante quase toda a sua duração. Por lei, governo e estatais só podem pagar a parceiros que estejam em dia com o pagmento de tributos. E o Vasco não consegue tirar sua Certidão Negativa de Débito há mais de dois anos. Para receber o dinheiro, atrasa o pagamento dos salários dos jogadores. Aí o sindicato dos funcionários vai à Justiça do Trabalho com o argumento de que os funcionários estão passando necessidade. A Justiça do Trabalho  manda a ELetrobras liberar o dinheiro para o sindicato, que repassa aos funcionários. O governo federal vem se irritando com o desgaste de pagar a um clube que não paga os impostos e pressiona a Eletrobras a não renovar.  Mas o Vasco, ainda sem conseguir fechar com outro parceiro, irá conversar com o ministro vascaíno.

Fonte: http://blogs.lancenet.com.br/deprima/2012/12/31/vasco-vai-a-brasilia-por-renovacao-com-eletrobras/

sábado, 29 de dezembro de 2012

Em meio à crise do setor de energia, Ministério do Esporte socorre a CBB


Confederação Brasileira de Basquete terá contrato renovado pela metade com Eletrobras, e órgão do governo federal ajuda entidade até 2016
Por Leonardo Filipo

A grave crise no setor de energia no país ameaça deixar o basquete brasileiro no breu. Após retirar o investimento no Novo Basquete Brasil (NBB) e na Liga de Basquete Feminino (LBF), a Eletrobras reduziu quase pela metade a proposta de renovação de contrato com a Confederação Brasileira de Basquete (CBB). Os R$ 13 milhões de 2012 caíram para R$ 7,5 milhões por ano, por quatro anos, com possibilidade de reajuste. Apesar da drástica redução, a assinatura do novo acordo está prevista para o início do próximo ano, quando a parceria completa uma década.
Diante da situação, o Ministério do Esporte precisou socorrer a entidade. As seleções sub-19 e adultas terão seus planejamentos garantidos, dentro do Plano Brasil Medalhas 2016. A Liga de Desenvolvimento do Basquete (LDB), competição para jogadores de até 22 anos, tem sua segunda edição bancada novamente pelo órgão do governo. A ajuda vai além, como disse o secretário nacional de esporte de alto rendimento, Ricardo Leyser.

- O governo está empenhado em conseguir outra estatal para o basquete – disse.

O socorro ajuda, mas não resolve. A situação preocupa a diretora de seleções femininas da CBB, Hortencia. Tirando a seleção sub-19, com a redução do patrocínio será difícil preparar as outras seleções de base de maneira ideal para as competições internacionais. De acordo com a dirigente, corre-se o risco de perder gerações.

- Fico um pouco mais tranquila com a ajuda do Ministério do Esporte. Mas não sei quando esse dinheiro vai cair na conta. E as outras seleções de base estão descobertas. A Eletrobras não tem culpa nenhuma. Nós é que estamos no lugar errado, na hora errada e com o patrocinador errado. Se há um monte de empresas estatais patrocinando as confederações, alguma tem que patrocinar a gente. O vôlei tem R$ 70 milhões por ano por méritos próprios. Imagina o basquete com esse dinheiro! - disse Hortencia, que admite deixar a entidade caso a situação não melhore.

- Eu não sou de pular do barco, mas como faz para resolver esse problema?

A Eletrobras está reavaliando todos os seus contratos de patrocínio desde a aprovação da Medida Provisória 579 – que vai reduzir o preço da eletricidade em cerca de 20% a partir do ano que vem. Antes disso a relação com a CBB já passava por períodos de apagões. Alguns repasses da estatal demoraram a sair, o que levou a entidade a quase entrar na Justiça. A empresa alega que adota uma metodologia própria para gestão de contratos de patrocínio, através de auditoria interna e da fiscalização da Controladoria Geral da União e do Tribunal de Contas da União, o que também aumenta o controle dos gastos. Situação que gerou críticas do ex-diretor de marketing e atual consultor técnico da CBB, José Carlos Brunoro. Perto da renovação, porém, ele adota um discurso mais conciliador.

- Entendo que fui um pouco duro porque não estava ciente da situação da Eletrobras. Já passamos por alguns acidentes de percurso, mas agora a relação não está mais desgastada. Houve uma mudança de mentalidade deles. E eles acham importante continuar no basquete. Estamos muito bem com esse novo grupo que negocia conosco. Haverá um memorial descrevendo tudo o que pode e o que não pode, para não haver nenhuma surpresa das duas partes – disse Brunoro.
Diante de maus resultados nas categorias de base da seleção brasileira este ano, o bronze no mundial sub-19 feminino de 2011 é citado como exemplo por Brunoro e Hortência. Para subir ao pódio no Chile, a equipe conseguiu treinar por seis meses. Além da medalha, a pivô Damiris foi eleita melhor jogadora da competição.

- Não queremos achar um culpado disso. O que nos deixa bastante preocupados é que idealizamos um projeto que consideramos ideal: treinar as equipes de base por pelo menos quatro meses e permitir que os treinadores possam viver do basquete - diz Brunoro.

Estataisesportes patrocinados
Banco do Brasilvela, vôlei de praia, vôlei e pentatlo moderno
Banco do Brasil e Correioshandebol
Banco do Nordeste (BNB)triatlo
BNDEScanoagem e hipismo
Caixaatletismo, ciclismo BMX, futebol feminino, ginástica, lutas, modalidades paraolímpicas e tiro esportivo
Correiosnatação, águas abertas (maratona aquática) e tênis
Eletrobrasbasquete
Infraero e Petrobrasjudô
Petrobrasboxe, remo, taekwondo, levantamento de peso e esgrima


Em um momento em que as estatais aumentam os investimentos nas confederações, visando aos Jogos Olímpicos de 2016 (confira a tabela acima), Brunoro lamenta a situação da Eletrobras. Mas segue em busca de um patrocínio que salve o planejamento de 2013: algo em torno de R$ 10 milhões por ano até as Olimpíadas do Rio de Janeiro.

- Tem bastante gente com interesse em se associar ao basquete – garante.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/basquete/noticia/2012/12/em-meio-crise-do-setor-de-energia-ministerio-do-esporte-socorre-cbb.html

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

“A Eletrobras tem falhado com a CBB”, diz Brunoro


Por Daniel Zalaf

Parceiros há cerca de uma década, Confederação Brasileira de Basketball (CBB) e Eletrobras parecem ter seus dias juntos contados. Parecem. Nesta segunda-feira, em entrevista à Máquina do Esporte, José Carlos Brunoro, presidente da Brunoro Sports Marketing, responsável pelos acordos comerciais da CBB, afirmou que o processo de renovação de contrato entre a Confederação e a estatal não tem tido bons resultados até o momento.

“Recebemos uma primeira proposta, respondemos à ela e agora estamos aguardando uma nova proposta da Eletrobras, que traga melhorias em relação ao acordo atual”, disse Brunoro. “A parceria, nos moldes atuais, já não interessa à Confederação”, completou.

O empresário ainda citou diversos problemas da atual parceria que tem dificultado a continuidade do acordo: “A empresa tem sido omissa em diversas questões que exigem o apoio de um patrocinador. Desde o começo, a Eletrobrás não mostrou apoio à nossa liga feminina nacional e nem em outras questões importantes para o basquete brasileiro”.

“O basquete do Brasil está passando por um bom período, voltando ao seu auge, com o crescimento do NBB e a recuperação da seleção masculina, entre outras coisas. Neste momento estamos precisando não apenas de um colaborador, como tem sido a base da parceria com a Eletrobrás, mas sim de um verdadeiro patrocinador. Da forma como vem sendo executada, a parceria com a Eletrobrás tem trazido problemas para o basquete brasileiro”, explicou ainda Brunoro.

O contrato entre CBB e Eletrobras tem validade até o fim deste ano. Mas a parceria com a Confederação não é a única que a estatal pode perder no basquete. A Liga Nacional de Basquete, organizadora do Novo Basquete Brasil, também ainda não renovou seu contrato com a empresa de energia, que tem sido afetada financeiramente pela crise no setor hidrelétrico. O acordo também finaliza no fim de 2012.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27760/%E2%80%9CA-Eletrobras-tem-falhado-com-a-CBB%E2%80%9D-diz-Brunoro/index.php

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

CBB e LNB diferem sobre futuro da Eletrobras


Por Lucas Turco

A crise no setor hidrelétrico brasileiro afetará o esporte brasileiro. A Eletrobras, empresa que atua no setor, pode cancelar o patrocínio ao Novo Basquete Brasil (NBB), principal campeonato nacional de clubes de basquete.

A Liga Nacional de Basquete (LNB), que organiza o NBB, confirmou que as dificuldades da empresa podem resultar no fim da parceria entra e empresa e o campeonato. O contrato da Eletrobras com o NBB se encerra no fim de 2012.

Apesar do início da NBB estar muito próximo (o primeiro jogo está marcado para 23 de novembro), a LNB minimiza qualquer chance da mudança interferir no andamento do torneio.

“A Eletrobras ainda não nos comunicou oficialmente, mas vejo a possível saída deles como um movimento normal de mercado, eles passam por uma crise e precisam fazer alguns cortes. Isso não gerará nenhum transtorno para o campeonato, nós ainda teremos uma receita muito maior na próxima temporada”, declarou Sérgio Domenici, gerente executivo da LNB.

Provavelmente os cortes da Eletrobras não atingirão a Confederação Brasileira de Basquete. A empresa enviou uma carta demonstrando o interesse em renovar o contrato de patrocínio com a entidade. As duas partes negociam o acordo.

Procurada pela Máquina do Esporte, a Eletrobras solicitou que as perguntas fossem enviadas por e-mail, não respondeu a mensagem, e não deu retorno pelo telefone.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27475/CBB-e-LNB-diferem-sobre-futuro-da-Eletrobras/index.php