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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Fecomércio: eventos esportivos são oportunidade para superar gargalos

22/11 - 14:23
Por: Lisia Minelli

Debate sobre Eventos Esportivos: Uma década de oportunidades para o Brasil
Dando continuidade aos seminários sobre Eventos Esportivos, a Fecomércio reuniu, na manhã desta terça-feira (22/11), um grupo de especialistas e empresários para um debate com o tema “Eventos Esportivos: uma década de oportunidades para o Brasil”. Estavam presentes no evento Jeanine Pires, presidente do Conselho de Turismo e Negócios da Fecomérico - SP; Gilson Novo, diretor do Grupo Águia; Anita Pires, presidente da Abeoc Nacional; Ricardo Pereira, vice-presidente Executivo do Grupo Alatur; Toni Sando, diretor Superintendente do SPCVB; Robin Johnson, gerente da América Latina do VisitBritain; e José Estevão Cocco, conselheiro e diretor do Comitê de Marketing Esportivo da Ampro. Jeanine abriu o encontro falando da importância em se aprofundar o assunto em torno dos grandes eventos esportivos. “O objetivo do Conselho é entender melhor esses eventos e com isso, pensar no planejamento e realização deles. Mas além disso, pensar no que acontecerá depois dos eventos, em especial no setor do turismo”, disse.

Gilson Novo começou sua apresentação falando da expertise do Grupo Águia – e da empresa Match Hospitality – na participação de grandes eventos esportivos, além de sua estrutura e comprometimento com a sustentabilidade. Ele ainda explicou o que é hospitality e falou da grande expectativa das empresas estrangeiras em vir ao Brasil para a Copa. “A procura está sendo muito grande e a FIFA tem certeza de que esta será a maior Copa já realizada”, comentou. Entre as oportunidades, Novo acredita que muitos produtos e serviços poderão ser criados para esse público. Segundo ele, a previsão é que cerca de 600 mil turistas desembarquem no Brasil para a Copa. Desse total, 37% serão da América do Sul, 29% da Europa e 24% dos Estados Unidos. “Estamos estudando o perfil dos visitantes de cada país para melhor atendê-los. A operação será muito complicada, porque além de todos os problemas de infraestrutura, temos ainda o fator emocional para cuidar”, explicou. O diretor também contou sobre o trabalho organizacional que estão fazendo para atender a esse público de hospitality, que é muito exigente.

Das oportunidades que surgirão com esse volume de visitantes, o diretor destacou que em média o país receberá 200 eventos relacionados a Copa até 2014. “Serão reuniões, shows, jantares entre outras coisas. As oportunidades estão nas atividades relacionadas, como locação de veículos, fretamento de aeronaves executivas, aluguel de equipamentos, tradutores, guias, entretenimento e muito mais”, enfatizou. Para Novo, o maior legado que os grandes eventos esportivos deixarão é a vontade quando turista que veio para jogos de retornar. “Se fizermos bem, eles voltarão. E é isso que devemos buscar, excelência em serviços para conquistar esse cliente”, finalizou. Jeanine complementou falando que além de toda complexidade e oportunidade apresentadas por Novo, não deve-se esquecer que esta é apenas uma parte de tudo o que vai acontecer nesse período no país.

Para Anita Pires, o limite para as oportunidades dessa Copa e Olimpíadas será a capacidade e criatividade dos brasileiros em realizar tudo o que será oferecido. “Devemos ainda aproveitar esse período para superar alguns gargalos que o país apresenta, como a qualificação e a falta de dados do setor de turismo”, disse. Já para Ricardo Pereira, é importante também fazer um levantamento do que está sendo investido e do retorno que esse investimento trará. “Como sociedade, temos que brigar para que o sucesso da Copa se prolongue para depois dela”, declarou. Robin Johnson contribuiu falando da experiência de Londres em conquistar a candidatura para sediar as Olimpíadas 2012. “O foco da campanha a candidatura foi o investimento nos jovens e a reestruturação do lado leste de Londres. Legados que ficarão para a cidade depois que os jogos acabarem”, disse. Ele comentou que um estudo feito na cidade revelou que 74% dos benefícios acontecem depois do término das Olimpíadas. E finalizando o debate, José Estevão Cocco lembrou da importância do marketing na detecção das oportunidades que os eventos trarão para o Brasil.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Estádio do DF tem 40% das obras concluídas

Por Agência Brasil, de Brasília
 
As obras do Estádio Nacional de Brasília estão com mais de 40% da fase de concretagem já realizada, segundo avaliação dos técnicos do Tribunal de Contas do Distrito Federal. De acordo com o relator do processo no tribunal, Manoel de Andrade, os dados indicam a regularidade da obra. O estádio, com capacidade para 70 mil pessoas, será utilizado para jogos da Copa das Confederações, em 2013, e da Copa do Mundo, em 2014.
A visita faz parte do acompanhamento permanente das obras destinadas à Copa do Mundo. A cada seis meses, é feito um relatório sobre gastos e o andamento do empreendimento. O último relatório, apresentado em julho deste ano, apontou 20% da obra realizada e um custo de R$ 131 milhões. O estádio está orçado em R$ 671 milhões e, até o momento, já foram gastos R$ 180 milhões na obra.

Adidas apoia, mas restringe franquias de Flu e Palmeiras

Por: RODRIGO CAPELO

Em meio às negociações com Fluminense e Palmeiras para aprovar a abertura de redes de franquias, a Adidas impôs as condições necessárias para tal. A fabricante de materiais esportivos alemã incentiva que os parceiros deem continuidade ao negócio, mas não irá resignar do direito de produzir vestuário, calçados e acessórios.
 "Nós temos direito tanto de fabricar produtos com a marca Adidas quanto só com a marca dos times, o que chamamos de unbranded. O ponto é que as propostas que os clubes receberam envolvem a abertura desse direito", explica Ricardo Di Sora, gerente de marketing esportivo da empresa, em entrevista à Máquina do Esporte.
 A companhia alemã não irá criar problemas em relação a artigos que ela não irá produzir e comercializar no Brasil, de acordo com o executivo, como canecas ou roupa de cama. Aqueles produtos que estiverem dentro da zona de atuação, nas três vertentes já citadas, entretanto, não devem ser liberados para empresas terceirizadas.
 Essa restrição imposta pela Adidas para aprovar o negócio colide diretamente com o que as gestoras de franquias estão oferecendo aos clubes. No Palmeiras, a cúpula da equipe escolheu a Meltex para gerir essa futura rede de lojas, e a ideia é justamente que a empresa produza determinados produtos, além de gerenciar o negócio.
 Uma das vantagens de empresas como Meltex e SPR Franquias - parceira de Corinthians, São Paulo e Vasco em negócios similares - sobre fabricantes de material esportivo, como a Adidas, é que essas companhias estariam aptas a produzir confecções "efêmeras" com mais agilidade. Mas Di Sora refuta essa desvantagem.
 "A melhor maneira de responder é lembrar que o Fluminense foi campeão brasileiro, e dois dias depois já tinha camiseta de campeão brasileiro no mercado. É tudo questão de se planejar e executar. A Adidas está preparada, e o mercado brasileiro tem essas demandas", avalia o gerente de marketing esportivo da empresa alemã.
 A respeito das negociações com dirigentes de Palmeiras e Fluminense, Di Sora acredita que ambos os lados terão de ceder dentro das possibilidades, e, diz ele, a chance de que esse processo arranhe de algum modo a relação entre eles é ínfima. "Numa relação boa, fraterna, sempre há alternativas", conclui o executivo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/22/22928/Adidas-apoia-mas-restringe-franquias-de-Flu-e-Palmeiras/index.php

Maracanã será privatizado até o meio de 2012, garante Márcia Lins

Secretária de Esporte e Lazer do Rio está otismista com o legado da Copa do Mundo para o estado 

As obras no Maracanã para a Copa do Mundo 2014, as mudanças necessárias para que a Arena da Baixada (estádio do Atlético-PR, em Curitiba) se adeque às exigências da Fifa e o modelo de gestão do Botafogo no Engenhão, indicado pela Fifa como um bom exemplo da parceria público-privada que pode funcionar durante o Mundial, foram alguns dos temas do Seminário Copa 2014, promovido pelo O GLOBO e pelo EXTRA, e mediado pelo editor-assistente de Esporte do Globo, Jorge Luiz Rodrigues, hoje, no Rio.
Declarando-se muito otimista com o legado da Copa do Mundo para o país, a secretária de Esporte e Lazer do Estado, Márcia Lins, apresentou a evolução das obras no Maracanã, que começaram em agosto de 2010 e terminarão em fevereiro de 2013, e vai custar R$ 860 milhões. O "novo" Maracanã terá capacidade para cerca de 80 mil espectadores e, antes mesmo de ser entregue, será cedido para a iniciativa privada.
- A concessão será feita até meados do ano que vem, antes mesmo da Copa das Confederações. O Maracanã está 100% enquadrado no caderno de encargos da Fifa e, com certeza, não teremos nada melhor no mundo do que o Maracanã, quando ele for reaberto. Apesar do investimento alto no início, ganharemos depois com a economia na manutenção. Acreditamos que ele terá sua receita quadriplicada no futuro - afirmou a secretária, lembrando que o estádio também será palco das cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos de 2016. - Até 2013, teremos um investimento privado na ordem de R$ 200 bilhões. Por isso, a Copa deixa um legado, sim. Aqui no Rio, ganharemos como uma mudança de conceitos, com avanços na questão da mobilidade, sustentabilidade ambiental. A cada Copa, incorpora-se o que cada país fez de melhor. Tenho certeza que vai ser assim aqui também. Temos que aprender, mas teremos muito o que ensinar.
Presidente do Atlético-PR, um dos três clubes privados que serão usados na Copa - os outros dois são o Beira-Rio, em Porto Alegre (do Internacional) e o Itaquerão (do Corinthians) -, Marcos Malucelli fez duras queixas às exigências impostas pela Fifa. Segundo ele, o estádio, que hoje estaria concluído por R$ 40 milhões, precisará de mais R$ 180 milhões para se adequar ao caderno de encargos da entidade.
- Estamos com 75% da obra pronta, mas esse percentual cai para 45% levando-se em conta as exigências da Fifa, algumas absurdas. O custo total vai ser de R$ 220 milhões, mais de cinco vezes do que custaria inicialmente. Esse é um ônus que fica para o clube. Vamos fechar a Arena no fim do Brasileiro e ficaremos um ano fechados. Isso significa que teremos prejuízo - disse Malucelli. - Não temos dívida nenhuma, somos um dos únicos clubes superavitários do Brasil e, esse ano, fecharemos, com mais ou menos R$ 8 milhões de lucro. A partir do ano que vem, a probabilidade de o clube se tornar deficitário é grande.
Para Sérgio Landau, diretor-executivo do Botafogo, o caminho é a profissionalização total dos clubes. No Botafogo, garante, o modelo está dando resultados. Se, em 2008, o Engenhão dava prejuízo, a expectativa é que, em 2011, o lucro chegue a R$ 7,5 milhões.
- Claro que o fato de o Maracanã ter sido fechado nos ajudou muito, mas o novo conceito que implementamos está dando resultados. Não se mantém um estádio apenas com o futebol, somos um clube privado, precisamos gerar receita. Hoje, com pequenos e médios eventos, arrecadamos cerca de R$ 600 mil por ano. Temos o projeto de construir um hotel na área ao lado do campo auxiliar. Quando o Maracanã reabrir, ele passará a ser nosso concorrente, mas tem espaço para todo mundo.

Dirigente: Brasil não tem mão de obra qualificada em gestão esportiva

Por: Eliano Jorge

Técnicos e ex-jogadores de vôlei tornaram-se alvo de cobiça do futebol brasileiro. Bebeto de Freitas virou diretor do Atlético Mineiro e presidiu o Botafogo. Renan Dal Zotto vem elevando a arrecadação do Figueirense com marketing. Na década de 1990, José Carlos Brunoro e José Roberto Guimarães sagraram-se campeões por Palmeiras e Corinthians, respectivamente. Bernardinho foi cogitado para trocar as quadras pelos gramados nos anos 2000.
O presidente da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), Ary Graça, não escapou desse assédio. Mas garante que jamais aceitaria propostas para trabalhar com o principal esporte do País.
- Claro, dois clubes já me convidaram. Mas futebol realmente não dá. O grande bem é a paixão, e o grande mal é a paixão. Só tem passional, não tem profissional autêntico. Os conselheiros não se entendem, brigam entre si, é uma loucura - avaliou para Terra Magazine.
Ele conta que conselheiros botafoguenses o chamaram na década de 1980, apelando ao seu passado de atleta alvinegro. Recentemente, a investida partiu do Fluminense, seu clube do coração. Porém, Graça refuta qualquer hipótese boleira. Na sua opinião, essa busca por cartolas tem uma explicação simples:
- Não há mão de obra qualificada em gestão esportiva. As pessoas não dão a menor importância, mas é fundamental - declarou num debate, no Museu do Futebol, em São Paulo, sexta-feira (18).
Ele atacou o amadorismo e cobrou modelos empresariais para o esporte nacional:
- Tem que acabar com dirigente voluntário. Não existe. Todos têm que ser profissionais e receberem por isso. Não pode o português, dono de padaria, ser presidente do Vasco. Vai gerir o clube como se fosse uma quitanda.
Desde 1997, Graça comanda a CBV, além de ter sido vice-presidente a partir de 1975. "Vocês veem que sou a favor do continuísmo", ironizou. "Entrei com uma cabeça de ex-banqueiro, pensando em dar dinheiro a longo prazo (para a entidade)".
Pelos cálculos de que dispõe, o esporte corresponde a 3,8% do Produto Interno Bruto brasileiro, ou seja, do total de riqueza gerada dentro do País. "Mais do que a área de finanças: seguradoras, bancos...", comparou o carioca de 68 anos.
Ele diz que a realização da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016 no Brasil tem provocado assédio a funcionários da CBV, com ofertas de salário triplicado. "São pessoas que eu treino há 14 anos", afirmou.
Também vice da Federação Internacional de Voleibol e presidente da Confederação Sul-Americana e da União Pan-Americana, Ary Graça considera muito bem preparada a equipe administrativa da CBV, mas lamenta um grande desnível no âmbito das federações estaduais. E destaca que árbitros e treinadores têm sido capacitados a distância pela entidade nacional.
Outra carência que ele expôs foi a de profissionais de psicologia do esporte. E exemplificou: "É difícil convencer o cara para não gastar o primeiro salário com um carrão. Os atletas vêm de classes sociais muito baixas".

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Rúgbi vira novo campo de batalha entre bancos

Por: Fábio Suzuki   (fsuzuki@brasileconomico.com.br)

 
HSBC investirá R$ 420 milhões até 2014 no esporte e terá como rival o Bradesco, patrocinador da confederação brasileira.
A bem humorada campanha publicitária a marca de material esportivo Topper tem divulgado através da mídia que o Rúgbi "ainda vai ser grande no Brasil".
Também acreditando nesse cenário para os próximos anos, o banco HSBC investirá £ 150 milhões (cerca de R$ 420 milhões) nos próximos quatro anos nesse esporte tendo o mercado brasileiro como um dos locais estratégicos para as ações de marketing que serão realizadas pela instituição financeira.
E com a iniciativa, a empresa passa a fazer frente também na área esportiva ao Bradesco, que há um ano é patrocinadora da Confederação Brasileira de Rúgbi (CBRu) e que tem o Rúgbi em sua estratégia de negócios.
Além das expectativas de expansão da modalidade no mercado brasileiro, outro motivo que atraiu os investimentos de ambas as companhias é que o Rúgbi entrará para o rol de esportes olímpicos a partir dos Jogos no Rio de Janeiro, em 2016.
Mas além do Brasil, a investida do HSBC abrange outros quatro mercados com economias ascendentes, que são Argentina, México, China e Índia.
"Apesar de estar voltado ao esporte, estes investimentos são de negócios e o objetivo é que eles atendam às necessidades do banco em escala global, regional e local", afirma Gilles Morgan, diretor de marketing e patrocínios do HSBC. Segundo o executivo, a instituição financeira ainda não fechou as ações que serão realizadas no país pois ainda está "avaliando as oportunidades no Brasil".
Uma mostra do maior interesse dos brasileiros por esse esporte está na audiência dos jogos da modalidade transmitidos pelo canal ESPN no país.
Na última Copa do Mundo de Rugby, encerrada no mês passado, 4,2 milhões de pessoas assistiram o torneio, um aumento de 40% em relação à audiência do canal durante a edição de 2007 do evento.
O crescimento, entretanto, era para ser maior se o Mundial deste ano não estivesse ocorrido na Nova Zelândia, o que fez os jogos serem transmitidos para o Brasil durante a madrugada.

Alinhado aos negócios
De acordo com Jorge Nasser, diretor de marketing do Bradesco, três características do Rugby integram hoje as ações de endomarketing da companhia, que são força, agilidade e estratégia.
"A oportunidade de crescimento é o que norteia as ações do banco e o Rugby está totalmente integrado a esse cenário", diz Nasser, que afirma que as iniciativas do banco junto ao esporte vão aumentar em 2012 devido à ocorrência dos Jogos Olímpicos em Londres.
Sobre a concorrência do HSBC no esporte, o executivo afirma que "é salutar que mais empresas nesse segmento pois o país carece de investimentos privados".
O Bradesco enfrentará uma concorrente experiente na área pois o HSBC já realiza diversas ações em países que são potências nesse esporte como Inglaterra, França, Austrália e Nova Zelândia. Entre as iniciativas estão patrocínios a times e entidades, peças publicitárias e parcerias na realização de torneios.
"A camisa do British and Irish Lions (seleção do Reino Unido) é tão famosa e importante para o Rugby quanto a camisa amarela da seleção brasileira é para o futebol", compara o diretor do HSBC.

Leitura recomendada

Prezados leitores, recomendo fortemente a leitura do Le Monde Diplomatique Brasil, número 52 (novembro 2011), com matéria de capa "a copa é nossa". São 8 páginas sobre temas que envolvem a Copa do Mundo. Dentre elas estão 2 entrevistas, sendo uma com Carlos Vainer, professor do IPPUR/UFRJ e Eddie Cottle, autor do livro "South Africa's World Cup: A Legacy for Whom?", ainda sem edição em português. Mais 2 matérias completam estas 8 páginas: uma sobre as benesses pretendidas pela FIFA e a outra sobre questões trabalhistas.

Footecon

Nos dias 06 e 07 de dezembro, no hotel Copacabana Palace, acontece a Footecon 2011. Clique aqui e veja quem estará lá.

O Footecon - Fórum Internacional de Futebol é um evento que acontece desde 2004 e estabelecido no calendário esportivo brasileiro, que oferece aos seus participantes a oportunidade de troca de experiências, atualização do mercado e relacionamento.
Um encontro 100% profissional, que conta com a expertise e coordenação de Carlos Alberto Parreira. O Fórum já se consagrou como o mais importante encontro da indústria nacional do futebol, reunindo anualmente seus principais profissionais, dirigentes esportivos, autoridades governamentais, mídia especializada, investidores e patrocinadores para palestras e debates dedicados ao esporte e sua gestão.

Soccerex


A Soccerex acontecerá entre 26 e 30 de novembro, no Rio de Janeiro. Clique aqui e veja que estará por lá na edição 2011.

A Convenção Global Soccerex lhe proporcionará uma oportunidade única de encontrar toda a comunidade ligada aos negócios do futebol reunida em um só local – não existe melhor plataforma internacional de relacionamentos.

Quem estará presente?
A Soccerex em exclusiva parceria com o Governo do Rio de Janeiro reunirá milhares de participantes da comunidade mundial do futebol:
  • Associações e Confederações de futebol (FIFA, UEFA, CONMEBOL, etc).
  • Federações nacionais de futebol.
  • Cidades brasileiras que sediarão a Copa do Mundo 2014.
  • Clubes e ligas brasileiras e internacionais.
  • Provedores de serviços ligados ao esporte, desde agências de jogadores, operadores de impressão e distribuição de tickets até construtoras de infraestrutura esportiva.
  • Marcas globais e regionais.
  • Autoridades de turismo nacionais e regionais.
  • Craques e celebridades do mundo do futebol.
O que esperar do Evento?
  • Dois dias de diversão e negócios com o Festival do Futebol com a realização de jogos, freestylers e entretenimento e, a presença de importantes lendas do esporte como craques da Inglaterra, Holanda, Argentina e Brasil.
  • Programa da Conferência para a discussão em profundidade de assuntos e acontecimentos relacionados ao futebol com líderes da indústria nacional e internacional.
  • Exposição reunindo os maiores e melhores expositores nacionais e internacionais.
  • Grande variedade de Eventos de Networking formais e informais para troca de informações e contatos.
Fonte: http://www.soccerex.com/

sábado, 19 de novembro de 2011

Encerramento do CIGESP

O último dia do 1º Congresso Internacional sobre Gestão do Esporte iniciou-se com a palestra gestão de instalações e seus reflexos na qualidade das atividades esportivas, proferidas por Antonio Carlos Bramante e Luiz Carlos Marcolino. A palestra foi baseada na experiência do SESI, onde a ociosidade ds instalações esportivas motivou um projeto visando o fomento das atividades esportivas, a otimização das instalações esportivas e a posterior adoção da gestão destes. As atividades esportivas da instituição foram consideradas sob a ótica do lazer através dos interesses físicos esportivos (esporte recreativo). Já em relação às instalações esportivas, ocorre a existência dos espaços e equipamentos específicos e não-específicos, cabendo aos gestores a preocupação com os espaços não específicos após os eventos. Os palestrantes relataram que a informalidade da atividade a torna mais complexa na hora da gestão. Citaram, ainda, as diversas demandas da gestão da EFEL (experiências físico esportivas de lazer), assim como, a oferta específica e nã-específica que atenda ou pretenda atender à demanda do espaço.
Então, foi apresentado o case SESI, com a exposição dos objetivos, etapas, fases e ciclos, exemplificando através do resultado do 1º ciclo, correspondente ao período 2007-2010. Bramante destacou o não uso das ferramentas para a gestão do lazer e a possibilidade de customização dessas ferramentas com o intuito de facilitar o uso diante das especificidades enontradas na gestão do lazer.
A 2ª palestra do dia foi com Cláudio Risco, da Olympikus, com o tema ações de marketing como instrumento na gestão do esporte. Cláudio começou a palestra com o comentário de que o marketing esportivo no Brasil ainda está fortemente ligado a questão de ferramenta de comunicação. Citou que vitória, sucesso e superação são alguns sentimentos do esporte que ajudam na promoção da marca. Resslatou a importância de saber o que e como oferecer o produto para o pretenso patrocinador/colaborador. Atualmente o relacionamento é visto como algo fundamental para o mercado.
A 1ª palestra da tarde foi com o Vice-almirante Bernardo José Gambôa, com a gestão de megaevento esportivo: a experiência dos 5º Jogos Mundiais Militares e, iniciou a palestra destacando que o sucesso da competição deveu-se ao trabalho com seriedade e vontade com o qual foi feito os Jogos e que o ambiente de trabalho deve ser alegre para que se possa desenvolver o trabalho. O ponto-chave que Gambôa destacou para a gestão deve ser a motivação para o convecimento dos envolvidos. Destacou a pouca exposição do CISM (Conseil International du Sports Militaire), aproveitando o momento para constextualizar a entidade desde sua criação até o início dos Jogos Militares. Após o término dessa exposição, Gambôa fez uma prestação de contas dos 5º Jogos Mundiais Militares, abordando desde os interesses pol´[iticos-estratégicos até os resultados alcançados na edição desta competição realizada em julho último, no Rio de Janeiro. E, para encerrar a palestra, apresentou o programa de esporte de alto rendimento nas Forças Armadas através de seus objetivos e metas. E, para encerrar, uma excelente frase: "Tudo o que se improvisa não dá certo".
A última palestra do evento foi feita pelo maior expoente brasileiro em estudos sobre megaeventos, Lamartine Pereira da Costa sob o tema: opa do mundo de futebol: gestão do principal megaevento mundial. Lamartine iniciou a palestra com o estudo do ambiente macro e micro para a copa de 2014, utilizando a ferramenta SWOT, que no ambiente externo analisa as oportunidades e fraquezas do empreendimento. Ao nível macro, o Brasil encontra-se num ponto de convergência entre território, população e PIB junto à Rússia, EUA, Índia e China. Essa análise partiu do PIB e da matriz energética enquanto exercício de consolidação da posíção brasileira perante os demais países e a sua aproximação entre os 3 maiores numa perspectiva futura. Na análise micro, o estudo abordou clubes e academias, o crescimento neste segmento e a presença de dados fidedignos, assim como, a discrepância do número de escolas de educação física no Brasil que é de cerca de 800 e, nos EUA, por exemplo, que tem cerca de 200, sendo o país um dos maiores formadores de profissionais de educação física do mundo. A análise continuou a prática esportiva e sua projeção até 2016, demosntrando o novo cenário do esporte nacional, inclusive o futebol que vem apresnetando um crescimento apesar da sua prática de gestão. E quais ações promovidas para a formação e qualificação dos gestores no âmbito brasileiro? algumas instituições vem trabalhando sobre este tema, sendo elas: ABraGEsp, AIGD, Gama Filho, USP, UnB, UFJF, assim como, a parceria existente entre Brasil e Portugal, qua atualmente produz mais mestres e doutores do que o Brasil. DEstacou a importância da adoção da Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) para os estudos realizados na Gama Filho, assim como, o viés da inovação.
O campo atual das pesquisas voltadas à copa de 2014 foi demonstrada por Lamartine e, o início foi com a localização das sedes e as distâncias dentre elas e, que por conta disso, torna-se uma edição ímpar dessa competição. Antes de encerrar a palestra, apresentou diversos estudos sobre a copa.
A última atividade do dia foi a eleição da nova diretoria da ABraGEsp, que no período 2011-2013, terá como presidente Vilde Menezes e, na vice-presidência, Geraldo Campestrini.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

2º dia do CIGESP


O segundo dia do 1º Congresso Internacional sobre Gestão do Esporte iniciou os trabalhos com a palestra gestão profissional de clubes esportivos: evolução e tendências com o profº Antônio Carlos Gomes. Ele iniciou sua fala focando a questão da gestão esportiva no Brasil sob a ótica da cultura, diferente do observado na Europa e, aqui, está ainda fortemente enraízada no conhecimento popular, privilegiando o curioso, a mídia, a emoção, os interesses políticos e financeiros, as crenças e mitos, a comparação e a experiência anterior. No entanto, o conhecimento acadêmico que é considerado o viés moderno para a gestão esportiva, pautada nas diversas disciplinas que regem o campo esportivo e a tecnologia. Porém, o palestrante relatou a dificuldade na mudança dessa cultura com o objetivo de profissionalizar a gestão dos clubesesportivos, que devem atentar para as especificidades inerentes ao trabalho de formação e de rendimento, observando que este último ainda encontra 2 vertentes (o alto rendimento e a elite). E, que a boa gestão profissional dos clubes deve pautar-se pela definição precisa dos objetivos pelos gestores.
O profº Antônio Carlos provocou a plateia ao apresentar a questão sobre a gestão dos recursos humanos, a qual é, atualmente, feita pelo técnico, quando esse ponto deveria ser entregue a um gestor esportivo, conhecedor da parte técnica, mas, também, conhecedor das modernas ferramentas de gestão. Outro tópico abordado na palestra foi a questão do uso do esporte para a resolução de problemas da ciência, contrapondo a efetiva ciência esportiva, voltada para estudos práticos, com o intuito de resolução de problemas do cotidiano. Para ele, a ciência pauta-se na organização, normas e regras, planejamento e metodologia, destacadas como as principais disciplinas para a realização da ciência.
Já na questão da transformação da teoria em prática, destacou o caminho de mão dupla entre a ciência e o conhecimento popular, em que o primeiro é iniciado na universidade através de um pesquisador, no laboratório, desenvolvendo a teoria a ser aplicada no campo pelo treinador no atleta, que desenvolve a prática, formando um ciclo entre teoria e prática. Outro ponto da palestra foi a formação de um atleta, que dura desde a formação, entre 8 e 10 anos, desde a oportunização para este atleta, a promoção do desporto, a seleção, desenvolvimento e aperfeiçoamento e a sua chegada ao alto rendimento. Ou seja, estamos artrasados para os Jogos Olímpicos de 2016, talvez formando atletas para os Jogos Olímpicos de 2020 ou 2024. Fez a distinção entre Centro de Treinamento e Centro de Formação de Atletas, destacando que este deve ser o modelo adotado, pois é o espaço ideal para a formação educacional do homem, que deve vir em primeiro lugar. O destaque desta palestra foi o dinamismo apresentado pelo profº Antônio Carlos Gomes em sua apresentação, prendendo a atenção dos presentes ao Centro de Convenções por todo o tempo de sua palestra.
Após um breve intervalo, veio a palestra gestão de acessibilidade e sustentabilidade de estruturas em megaeventos esportivos, proferida por Antônio Carlos Morais de Castro. A proposta sugerida por ele foi pautada na discussão após sua apresentação, na qual ele fez um grande pano de fundo para subsidiar as questões vindas da plateia.
Após a pausa para o almoço, aconteceu a palestra ciência e gestão do esporte: novas tendências, novas finalidades?, com o profº Michel Raspaud, que tratou o tema através da visão observada a partir da França. Utilizou a sociologia das organizações e a relação de poder para estudar a Federação Francesa de Futebol. Houve uma grande demanda pelo assunto da greve tratada pelos jogadores durante a Copa do Mundo realizada em 2010, na África do Sul e, com isso, lançou-se mais de 10 livros sobre o asunto. A organização é um fenômeno autônomo, obedecendo as próprias regras e não suscetível às restrições externas. Ocorre a existência de um problema voltado aos atores envolvidos, os quais acabam por escolher as ações menos insatisfatórias para si, não aceitando, também, ser o meio que a organização usa para atingir seu objetivo. A seguir, o palestrante fez uma descrição do histórico da FFF, abordando os principais tópicos sobre a gestão da federação, como, patrocinadores, fornecedores de material esportivo e a empresa oficial para a divulgação oficial. Logo após, recapitulou o fato gerador da grande confusão entre Raymond Domenech e Anelka na última Copa do Mundo.
Apresentou 4 modos de gestão, enfocando o presidencialismo em 4 vertentes, nas quais ocorrem diferenças no comando, indo da centralização, em que somente o presidente tem o poder de resolução e tomada de decisão até a descentralização, na qual o diretor técnico é o responsável por tais questões. Questões que também foram levantadas no tocante da realização de megaeventos. A França será sede da Euro 2016, edição que terá 24 países na fase final. E, buscou motivação para sediar tal evento através da exposição do nome do país no exterior (mídia espontânea), aumentando o fluxo turístico posteriormente ao evento. Assim como, a inclusão social, a criação de emprego e o desenvolvimento local e sustentável foram alguns dos motivos mais robustos para extrapolar a candidatura e posterior escolha da França enquanto sede da etapa final da Euro 2016.
Na apresentação dos posteres, destaque para o Laboratório de Gestão do Esporte e Políticas Públicas da UFPE e, na comunicação oral, bons trabalhos foram apresnetados por nossos pesquisadores da área de gestão.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

1º dia do CIGESP

Primeiro dia do 1º Congresso Internacional sobre Gestão do Esporte e as impressões foram as melhores possíveis, ainda mais sob o estigma de que profissional de educação física não sabe fazer evento. Desde o lugar escolhido, Centro de Convenções Ulisses Guimarães, a identificação do evento na chegada e o credenciamento totalmente organizado, sem fila e o atendimento sendo feito com agilidade e cortesia por parte dos voluntários.
A abertura foi costurada pela apresentação da banda Patubatê. A mesa foi formada por Célio Renê, secretário de esportes do Distrito Federal; Flávia Bastos, presidente da Abragesp;José Geraldo de Souza Júnior, Reitor da UnB; Weber Magalhães, vice-presidente da região Centro-Oeste da CBF; Bernardo José Gambôa, representante do Comissão Desportiva Militar do Brasil (CDMB) e Jorge Steinhilber, presidente do Confef.
O presidente do Confef fez um breve discurso, decepcionante até certo ponto, pois o foco para ele nessa década de ouro para o esporte brasileiro é iniciar a discussão sobre o legado social dos megaeventos e uma discussão sobre a contagem de medalhas nos Jogos Olímpicos. Sobre o último tema, entendo que não cabe a discussão no âmbito da gestão esportiva porque não será a nossa vontade dispendida sobre tal tema que resolverá tal questão, somente auxiliará no fomento a esta discussão. E a discussão sobre o legado social dos megaeventos já deveria ser uma tônica, assim como, ter um norte estabelecido, haja vista que o Brasil já é sabedor da realização destes eventos há algum tempo. Espera-se mais envolvimento do Confef e dos Crefs de maneira geral nesta questão da gestão esportiva. Bernardo José Gambôa fez um discurso rápido com destaque para os Jogos Mundiais Militares, realizados em julho deste ano.
Flávia Bastos discursou em seguida e destacou a agenda positiva e auxílio ao esporte brasileiro que a Abragesp vem inserindo na cultura esportiva, assim como nortear o trabalho do gestor esportivo. O secretário Célio Renê, num discurso muito sensato, destacou 3 pontos nevrálgicos no tocante da gestão esportiva: que a realização de megaeventos não é garantia do desenvolvimento esportivo, sendo necessário a realização de um planejamento específico para tal; a capacitação de recursos humanos para gerir equipamentos esportivos, para que se minimizem os efeitos pós megaevento e, por último, a necessidade de se ter mais conhecedores da causa esportivas nos órgãos gestores do esporte para realizar a gerência das riquezas do esporte contrapondo o trabalho dos palpiteiros.
O reitor da UnB, José Geraldo de Souza Júnior, fez o discurso mais longo da manhã inaugural do evento e destacou a responsabilidade que a UnB tem em inserir-se nos eventos, tanto no lado acadêmico quanto na questão de qualificação e na gestão vistas além do desempenho esportivo, assim como, a abordagem científica vista como um requisito da gestão esportiva. Relatou a força da gestão econômica do esporte, vista hoje como a 2ª ou a 3ª força dentro da economia e a necessidade da UnB em preparar um quadro de pessoas para trabalhar futuramente no esporte, uma visão de vanguarda, mas totalmente correta para uma cidade que será sede de alguns dos megaeventos realizados em nosso território. Algo que o Estado do Rio de Janeiro deveria estar fazendo. A última palestra foi marcada por um discurso político do representante da CBF. Em seguida, a Comissão Organizadora do evento homenageou o senhor Mário Cantarino e o português Gustavo Pires.
À tarde, a primeira palestra teve como tema megaeventos esportivos e qualificação dos gestores, com o profº Gustavo Pires conduzindo o papo mostrando os diversos campos inerentes ao estudo da gestão esportiva além de citar 2 tripés fundamentais para a efetivação da gestão do esporte: o planejamento, gerenciamento e a fiscalização deste gerenciamento; a gestão do tempo, devido a sua escassez atualmente, a confiança e o planejamento à longo prazo. Outro ponto destacado foi a necessidade de se buscar a capacidade refletiva para a concepção de projetos, principalmente no que diz respeito ao legado, ao pós-evento. A importância do gestor intermediário, que é a pessoa indicada para realizar a convergência entre os discursos e visões advindas das ideias originadas no top-down e no  bottom-up. Destacou o estudo das organizações com ênfase em alguns pontos citados aqui: vértice estratégico, a linha hierárquica, a tecnoestrutura, a logística, o centro operacional e, por último, o ambiente. O fechamento da palestra foi ilustrado com as áreas de atuação que um gestor pode ter e suas respectivas referências bibliográficas.
Após o espaço para o networking no tempo destinado às apresentações dos pôsteres, veio a palestra do advogado carioca Martinho Miranda, com o tema a legislação brasileira como referencial para a gestão no ambiente esportivo, na qual ele fez um grande resumo da legislação pertinente à eventos esportivos pontuando com cases, o que acabou por deixar mais claro para a plateia presente os entraves jurídicos de um evento esportivo. Destacou que os pilares da gestão esportiva são: a administração financeira, o departamento técnico, o marketing e o departamento jurídico. Assim como, a necessidade do gestor em observar a norma que regulamenta a realização de eventos na cidade onde o evento será realizado, com o objetivo de evitar sérias complicações posteriormente. Fechando o dia, aconteceu a sessão de comunicação oral de 6 trabalhos enviados pelos participantes.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Congresso Internacional sobre Gestão do Esporte


Começa na próxima quarta, 16, o 1° Congresso Internacional sobre Gestão do Esporte, na cidade de Brasília. Acompanhe aqui, no Esporte e Gestão, resumos diários sobre o que rola lá.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Ideia central do blog

A gestão do esporte é, atualmente, um tema que deve ser tratado com muito afinco, tanto pela Academia, quanto pelos atores que estão no campo. Hoje, temos duas vertentes para a discussão desse tema: a década de ouro para a realização de megaeventos no país assim como, a profissionalização da gerência esportiva em nossas entidades, haja vista os últimos acontecimentos no Ministério do Esporte. Aqui será o espaço para stakeholders mostrarem o seu ponto de vista sobre os mais diversos temas relacionados ao esporte, links para outros sites sobre gestão esportiva, artigos acadêmicos e notícias do nosso cotidiano. Um espaço para aproximar a teoria da prática e iniciar um brainstorming para a idealização de um Sistema Único do Esporte no nosso território.

Em breve!!!

Em breve, um novo espaço para discutir a gestão do esporte, pois estamos diante da década mais promissora para o esporte em nosso país.

AGUARDE!!!