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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Vitória acerta com SPR Franquias por cinco anos


Por Rodolfo Gomes

Após anunciar o patrocínio da varejista Magazine Luiza para 2013, o Vitória está próximo de anunciar outra parceria. Um contrato de cinco anos com a empresa SPR Franquias deverá ser assinado durante a próxima semana.

Com a parceria, o Vitória pretende lançar cerca de 20 lojas oficiais durante os cinco anos de contrato. As lojas se chamarão Planeta Vitória e, a princípio, serão construídas apenas no Estado da Bahia e do Sergipe. 

A empresa iniciou suas operações em 2008 e investiu na gestão de marcas esportivas e gerencia lojas de clubes como Corinthians, São Paulo, Vasco da Gama, Cruzeiro, Botafogo e Internacional, além de possuir acordos de licenciamento Atlético-PR, Bahia e Grêmio.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27903/Vitoria-acerta-com-SPR-Franquias-por-cinco-anos/index.php

sábado, 29 de setembro de 2012

Botafogo e SPR Franquias lançam nova loja do clube


A parceria entre Botafogo e SPR Franquias começou a ser efetivada. A nova loja do clube, batizada de Espaço Glorioso, foi inaugurada nesta quinta-feira no Madureira Shopping.

Os jogadores Gabriel e Jadson participaram da cerimônia. Essa é a primeira loja do novo modelo de franquias oficiais do clube. O estabelecimento contará com produtos exclusivos e mais de mil novidades por ano.

"A parceria entre Botafogo e SPR Franquias é um projeto comercial e, principalmente, de marca. Ele vai levar o Botafogo mais perto do seu torcedor. Continuamos com a linha oficial da Puma . A SPR tem como foco a venda de uma linha de produtos casuais. Vamos atingir outras cidades fora do Rio procurando atender a nossa torcida, que é nacional. Metade dos botafoguenses está fora do Rio”, avaliou Sergio Landau, diretor executivo do clube.

“É a primeira loja no modelo de franquias do Botafogo, mas já está prevista a inauguração de mais três lojas, no West Shopping, Caxias e Nova América”, comentou André Giglio, diretor de varejo da SPR Franquias.

A empresa iniciou suas operações em 2008 e investiu na gestão de marcas esportivas. A companhia gerencia lojas de clubes como Corinthians, São Paulo, Vasco da Gama, Cruzeiro, Botafogo e Internacional.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26963/Botafogo-e-SPR-Franquias-lancam-nova-loja-do-clube/index.php

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Grupo dono de franquias em LA é posto à venda


O grupo Anschutz Company anunciou nesta quarta-feira que pôs à venda sua subsidiária Anschutz Entertainment Group (AEG), que gere as principais franquias esportivas da cidade de Los Angeles, na Califórnia, entre elas os Lakers, da NBA, os Kings, da NHL, e o Galaxy, da MLS, além de recintos esportivos como o Staples Center, na própria Los Angeles.

“Dado o sucesso da equipe em estabelecer a AEG como uma das principais plataformas de esportes e entretenimento no mundo, acho que é um momento apropriado para vendermos a AEG para um dono novo e qualificado”, disse Cannon Y. Harvey, presidente da Anschutz Company.

Recentemente, a companhia estudava a construção de um estádio de futebol americano em Los Angeles, próximo ao Staples Center. O prefeito da cidade, Antonio Villaraigosa, afirmou que, segundo suas conversações com representantes da AEG, a Anschutz ainda pretende levar uma franquia da NFL para Los Angeles, mesmo após a venda da subsidiária.

A venda da AEG representaria uma das maiores transações da história da indústria do esporte. A empresa se expandiu nos últimos anos, passando a controlar também grandes recintos fora dos Estados Unidos como a O2 Arena de Londres e o O2 World de Berlim. Ainda não se sabe se a companhia será vendida em partes ou como um todo. Rumores afirmam que o valor de uma possível venda giraria em torno de US$ 7 bilhões.

O bilionário Patrick Soon-Shiong tem sido especulado como um dos possíveis compradores da AEG, tendo até divulgado um comunicado por meio de sua assessoria afirmando que “Soon-Shiong está atento à situação da AEG”. A companhia Madison Square Garden Co., responsável pelo recinto nova-iorquino de mesmo nome, também aparece como um dos candidatos para adquirir a AEG.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/26/26854/Grupo-dono-de-franquias-em-LA-e-posto-a-venda/index.php

terça-feira, 17 de abril de 2012

Flamengo pede ajuda a Olympikus para pagar R10, escuta 'não' e já negocia com Adidas

Por Pedro Ivo Almeida

Flamengo e Olympikus já não falam mais a mesma língua. O estopim para a crise no relacionamento entre clube e empresa aconteceu há cerca de três semanas, quando dirigentes do marketing rubro-negro foram até São Paulo pedir ajuda à parceira para arcar com os salários de Ronaldinho Gaúcho - aproximadamente R$ 1,2 milhão por mês - e receberam um "não" como resposta. Incomodados, representantes do time da Gávea iniciaram contatos com a Adidas para analisar a possibilidade de um novo contrato de fornecimento de material esportivo.
A reportagem do UOL Esporte apurou que a Olympikus, que banca grande parte dos vencimentos de jogadores como Vagner Love e Deivid, não aceitou o pedido de nova ajuda financeira alegando não ver em Ronaldinho o mesmo potencial de retorno comercial de outras épocas. O desfecho da reunião, que contou com a presença de Henrique Brandão, vice de marketing do Flamengo, e Marcus Duarte, diretor executivo de marketing do rubro-negro, desagradou o clube carioca e desencadeou o processo de busca por novos parceiros.
A primeira reunião entre dirigentes do clube e executivos da Adidas aconteceu na última semana, em um hotel na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. O encontro entre as partes ocorreu por intermédio de Assis, irmão e empresário de Ronaldinho, que também está envolvido nas conversas, já que a fornecedora alemã planeja acertar um contrato exclusivo com o Gaúcho, hoje patrocinado pela Nike. Além disso, a empresa pretende fechar com o Flamengo para dominar as ações de marketing do ano do centenário do clássico carioca Fla x Flu - a empresa já fornece material esportivo para o Fluminense.
Mesmo garantindo não haver qualquer problema na relação com o Flamengo, Túlio Formicola, diretor de marketing esportivo da Olimpikus, subiu o tom ao comentar o possível rompimento com o clube.
"O clube é livre para fazer o que quiser. Só espero que eles lembrem que temos um contrato até o fim de 2014 que reza uma série de regras, cláusulas e compromissos. Além das parcerias para construção de museu e lojas. Se acham que podem arranjar algo melhor e arcar com a multa, é uma questão de disputa de mercado", analisou, lembrando a multa de mais de R$ 30 milhões em caso de rescisão unilateral da parceria.
Interesses opostos e novo 'round'
Um dos responsáveis pelas primeiras conversas entre Flamengo e Adidas e grande entusiasta do possível acordo, o marido de Patrícia Amorim, Fernando Sihman, tomou as rédeas da negociação após protagonizar mais uma disputa entre clube e Olimpikus. O cartola não gostou de ver seus desejos contrariados pela então fornecedora de material esportivo e incendiou a disputa nos bastidores.
Sihman queria que o Flamengo fechasse um contrato com a SPR, empresa especializada em licenciamentos esportivos, para a implementação de franquias de lojas oficiais do clube, mas viu sua vontade ser vetada pela Olimpikus. A fornecedora de material esportivo não aprovou a relação e decidiu que ela mesmo controlaria o lançamento dos estabelecimentos comerciais.
"Nós temos o direito de abrir lojas e vamos escolher o que é melhor para a parceria Flamengo/Olympikus. Não queríamos ceder isso à SPR. Isso pode até ter incomodado alguém, mas não posso fazer nada. Para nós, o interessante é que a nossa empresa cuide desse processo de franquias", explicou Túlio Formicola.
O desentendimento com a Olympikus e o possível rompimento com a empresa não é bem visto por alguns diretores e conselheiros dentro do clube. Para muitos, algumas brigas pessoais motivaram o imbróglio e o Flamengo pode ser o maior prejudicado, já que o clube segue sem um patrocinador master e a fornecedora de material esportivo é uma das principais fontes de renda no atual panorama financeiro do rubro-negro.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Adidas apoia, mas restringe franquias de Flu e Palmeiras

Por: RODRIGO CAPELO

Em meio às negociações com Fluminense e Palmeiras para aprovar a abertura de redes de franquias, a Adidas impôs as condições necessárias para tal. A fabricante de materiais esportivos alemã incentiva que os parceiros deem continuidade ao negócio, mas não irá resignar do direito de produzir vestuário, calçados e acessórios.
 "Nós temos direito tanto de fabricar produtos com a marca Adidas quanto só com a marca dos times, o que chamamos de unbranded. O ponto é que as propostas que os clubes receberam envolvem a abertura desse direito", explica Ricardo Di Sora, gerente de marketing esportivo da empresa, em entrevista à Máquina do Esporte.
 A companhia alemã não irá criar problemas em relação a artigos que ela não irá produzir e comercializar no Brasil, de acordo com o executivo, como canecas ou roupa de cama. Aqueles produtos que estiverem dentro da zona de atuação, nas três vertentes já citadas, entretanto, não devem ser liberados para empresas terceirizadas.
 Essa restrição imposta pela Adidas para aprovar o negócio colide diretamente com o que as gestoras de franquias estão oferecendo aos clubes. No Palmeiras, a cúpula da equipe escolheu a Meltex para gerir essa futura rede de lojas, e a ideia é justamente que a empresa produza determinados produtos, além de gerenciar o negócio.
 Uma das vantagens de empresas como Meltex e SPR Franquias - parceira de Corinthians, São Paulo e Vasco em negócios similares - sobre fabricantes de material esportivo, como a Adidas, é que essas companhias estariam aptas a produzir confecções "efêmeras" com mais agilidade. Mas Di Sora refuta essa desvantagem.
 "A melhor maneira de responder é lembrar que o Fluminense foi campeão brasileiro, e dois dias depois já tinha camiseta de campeão brasileiro no mercado. É tudo questão de se planejar e executar. A Adidas está preparada, e o mercado brasileiro tem essas demandas", avalia o gerente de marketing esportivo da empresa alemã.
 A respeito das negociações com dirigentes de Palmeiras e Fluminense, Di Sora acredita que ambos os lados terão de ceder dentro das possibilidades, e, diz ele, a chance de que esse processo arranhe de algum modo a relação entre eles é ínfima. "Numa relação boa, fraterna, sempre há alternativas", conclui o executivo.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/22/22928/Adidas-apoia-mas-restringe-franquias-de-Flu-e-Palmeiras/index.php