Páginas

Mostrando postagens com marcador Reeleição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reeleição. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Ídolos apoiam PEC que limita reeleições de dirigentes esportivos


DANILO VITAL
O fim das reeleições ilimitadas e a profissionalização da administração esportiva são mudanças que agradam a classe dos ex-atletas diante da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 12/2012, que será colocada em votação em Brasília e que pode causar mudanças estruturais no esporte do País. Ex-esportistas manifestaram apoio à medida e esperança de alterações positivas em entrevista ao Terra.

A PEC 12/2012, de autoria do senador Eduardo Suplicy (PT-SP), visa limitar a autonomia das entidades esportivas de acordo com "interesses da sociedade" e tem como principal efeito justamente o fim do número de reeleições ilimitadas. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foi presidida por Ricardo Teixeira de 1989 a 2012, e, mais recentemente, Carlos Arthur Nuzman foi reeleito até 2016 para o comando do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) - cartola está no poder desde 1985.
"Dentro das metas que precisamos para melhorar para 2016 em diante, uma delas tem a ver com o aspecto de gestão das entidades nacionais e estudais de administração do esporte, passando por confederações, que é onde modelo de governar tem que ser modernizado", afirmou Lars Grael, ex-velejador dono de duas medalhas de bronze olímpicas e ex-secretário Nacional de Esportes no governo Fernando Henrique Cardoso (1994 - 2002). Segundo ele, é preciso acabar com a sensação de propriedade sobre entidades esportivas.
"Não é saudável para nenhuma instituição ter uma pessoa que governa um bem público - porque o esporte é um bem público - com mandatos indefinidos. Se um dirigente é bom, é bom a ponto de fazer um bom sucessor", apontou. A profissionalização dos dirigentes também foi exaltada pela ex-jogadora de vôlei Ana Moser, prata em Atlanta 1996 e presidente da organização sem fins lucrativos Atletas pela Cidadania, que trata do desenvolvimento do esporte no Brasil e no mundo.
Segundo Moser, as alterações da PEC dariam estímulo para a melhora das condições de práticas de diversas modalidades, com efeito de ter estímulo para a prática em todos os níveis: "em cima, na Olimpíada, e em baixo, nos estaduais, brasileiros e nas escolas". "Limitar o número de eleições é uma tendência até internacionalmente falando. O dirigente deixa ter garantias, precisa desenvolver o trabalho", ressaltou a ex-atleta.
Ana Moser ainda chamou a atenção para a necessidade de democratizar o sistema de eleição de dirigentes, que na maioria dos casos funciona de forma pouco abrangente: o presidente da Confederação é eleito pelos presidentes das federações, que são eleitos pelos clubes. O ex-tenista Fernando Meligeni, que não tem vínculo político ou outras atuações referentes ao assunto, também defendeu esse tipo de mudança. "E as pessoas que jogam, não têm voz nenhuma? E as pessoas ligadas ao esporte, não têm chance? Nenhum deles têm", lamentou.

Ressalvas
O ex-judoca João Derly, bicampeão mundial dos meio-leve e recentemente eleito vereador em Porto Alegre, deu opinião ao Terra ressaltando que, por conta da rotina de campanha, não pôde acompanhar devidamente a questão. E tratou de fazer ressalvas: "é bom ter uma renovação, a cada tempo dar uma renovada. Mas também é importante ter uma reeleição para desenvolver melhor o trabalho, ver as coisas acontecendo. Só temos que ter cuidado para não ficar muitos anos no poder e acabar acomodados".
Derly exaltou o trabalho de Nuzman à frente do COB, por exemplo, afirmando que "alavancou muito o esporte e trouxe a Olimpíada para o Brasil". "Em um caso ou de repente dois na história do esporte isso foi bom, mas em 150 foi ruim e acabou em escândalo", disse Fernando Meligeni, sobre o mesmo tema. Outra ressalva feita é quanto à proposta da PEC 12/2012, de limitar a autonomia das entidades, o que permite intervenção governamental.
Lars Grael classificou o projeto como algo "cuidadoso" e citou o Projeto de Lei 4397/2008, de autoria do deputado Geraldo Magela (PT-DF) e alterado pelo deputado José Rocha (PR-BA), que limita a apenas uma reeleição os dirigentes esportivos do País e exige contrapartida para captação de recursos públicos, o que acontece principalmente no esporte amador, que sobrevive de apoios como os da Lei Agnelo Piva.
"Se uma entidade se recusa a receber recursos carimbados, esse direito pode ser respeitado. Mas o governo tem poder de limitar que só entidades com modelo de gestão determinado possam receber recursos públicos. É decisão do Poder Executivo", disse Grael. "A única forma de limitar é porque os esportes vivem de verba pública. Você pode limitar a maneira de dar o dinheiro, tem que ter a contrapartida", concordou Fernando Meligeni.
A reportagem do Terra ainda tentou contato com o ex-atacante Raí e com o ministro do Esporte Aldo Rebelo, por mei da assessoria de imprensa do Ministério do Esporte, mas não encontrou disponibilidade no caso do ex-jogador e não obteve resposta do ministro.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/noticias/0,,OI6233401-EI1137,00-Idolos+apoiam+PEC+que+limita+reeleicoes+de+dirigentes+esportivos.html

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Reeleito no COB, Nuzman deixa em aberto situação após 2016


Presidente do Comitê Olímpico Brasileiro completará 21 anos no comando da entidade e evita falar sobre o futuro como dirigente após os Jogos do Rio

Por Danielle Rocha

Depois de ter sido eleito para seu quinto mandato à frente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman  disse não querer pensar em nada além de "entregar Jogos Olímpicos excelentes e colocar o Brasil entre os 10 melhores no total de medalhas". No ano em que o Rio será sede das Olimpíadas, o dirigente completará 21 anos no comando da entidade. Tempo questionado por alguns, apoiado por outros e considerado por ele como necessário para concluir a ação que considera mais importante no esporte brasileiro: a realização dos Jogos. Se depois deles concorrerá a mais uma eleição, Nuzman evita falar. Também desconversa sobre possíveis sucessores.
- Na vida a gente tem que ter metas e desafios. A motivação, meu maior comprometimento é com os próximos Jogos, para trabalhar em benefício dos atletas. Estou focado neste trabalho. Depois de 2016, nós conversamos sobre o que vai acontecer. O futuro é que vai dizer o que vai acontecer - disse. 
Acumulando as presidências do COB e do Comitê Rio-2016, Nuzman tem pressa. Ressalta que o tempo para organizar as Olimpíadas é longo, mas curto ao mesmo tempo. Diz que mais importante do que discutir a alternância de poder (o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, gostaria que houvesse um limite de reeleições para cargos à frente do COB e das Confederações), é "avaliar a qualidade da gestão do dirigente esportivo, o que inclui conquistas e realizações". Ary Graça, presidente da CBV e da FIVB, tem o mesmo discurso. 
- Acredito que o que está dando certo não tem que mudar. Se tenho dois técnicos maravilhosos vou ter que mudar porque eles estão há muitos anos no cargo? Mudar pra quê? Numa empresa é assim. Não se mede o executivo pela quantidade de tempo, mas pela eficiência e o que vai trazer de dividendos - afirmou Ary Graça.
Em 2016, Nuzman tem como meta ver o Brasil entre os 10 primeiros colocados no total de medalhas e não no modelo adotado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), que conta as posições no quadro geral pelo número de ouros conquistados pelo país.
- O atleta que ganha uma medalha é um herói. Sou atleta olímpico, fui sétimo colocado e só ganhei medalha de participação. A decisão é em fração de milésimo de segundo, há dia em que você é surpreendido e não tem a medalha que poderia ganhar. As três medalhas são muito importantes e basta ver a reação dos atletas. Não teve mudança, teve constatação do que é importante. Sempre defendi o total de medalhas desde meus tempos de atleta. Vivi os dois lados. Sentimos isso em duas finais olímpicas do vôlei, uma ganhando a de prata e outra ganhando a de ouro. Sei o sentimento.
Para alcançar o objetivo, diz que a parceria com as Confederações e com o Ministério do Esporte será fundamental para executar programas estratégicos e projetos criteriosos e detalhados. Será preciso ampliar o número de atletas capazes de conquistar medalhas não apenas em esportes em que o país já tem tradição, mas também em novas modalidades.
- Não trataria como uma questão de garantia de que o Brasil irá dar esse salto, mas de trabalho. E ele está sendo feito. Ele é muito grande e de muita dedicação. Elaboramos junto com as Confederações projetos apoiados em Ciência do Esporte com objetivos e métricas de avaliação de resultados muito bem definidos, que refletem o patamar que o COB detém hoje de conhecimento e de excelência de gestão do esporte de alto rendimento.
Sobre as acusações de Eric Maleson, presidente da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (CBDG), Nuzman disse que não houve invasão da sede. De acordo com ele, o interventor nomeado pela Justiça não conseguia entrar para realizar seu trabalho.
- A Confederação tem sérios problemas administrativos e financeiros que impossibilitam o repasse dos recursos da Lei Agnelo-Piva. E o COB passou a arcar diretamente com as despesas básicas do funcionamento da entidade para assegurar o mínimo atendimento das necessidades dos atletas. O COB alugou uma sala para ser a sede da Confederação de Gelo e, expressamente autorizado pelo proprietário e locador, sublocou a sala para a CBDG. Portanto, a Confederação tem a posse do imóvel podendo usá-lo livremente. E o interventor poderia entrar a qualquer momento. E COB, por ser responsável pela sala, poderia acompanhar o interventor. O desfecho está nas mãos da Justiça, na 37ª Vara Cível do Rio de Janeiro - disse Nuzman, destacando que desde 2009 a CBDG não recebe os recursos da Lei Agnelo-Piva.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/noticia/2012/10/reeleito-no-cob-nuzman-deixa-em-aberto-situacao-apos-2016.html

Nuzman é reeleito para o quinto mandato à frente do COB


Presidente comanda Comitê Olímpico Brasileiro desde junho de 1995

Por Ary Cunha

RIO - Carlos Arthur Nuzman foi eleito nesta sexta-feira para seu quinto mandato consecutivo como presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Ele não teve concorrente, já que sua chapa, com André Gustavo Richer de vice-presidente, foi a única registrada para o pleito. É a quarta reeleição de Nuzman, cujo novo mandato começará em janeiro do ano que vem e irá até janeiro de 2017. Quando chegar ao final do quinto mandato o dirigente, que antes comandou a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) por 22 anos, terá completado 21 anos e meio à frente do COB, que comanda desde 29 de junho de 1995.
Pela primeira vez não foi proposta eleição por aclamação, sem necessidade de voto. Isso porque era de conhecimento geral que o presidente da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo, Erick Maleson, não apoiava a reeleição de Nuzman. Tinham direito a voto 33 pessoas: 30 representantes de confederações mais os três membros natos do COB: o próprio Nuzman, seu vice, Richer, e o ex-presidente da Fifa João Havelange, que fez aparição pública pela primeira vez desde sua última internação no hospital e caminhava com dificuldade, ajudado por uma bengala e por um rapaz.
Do universo de 33 votos Nuzman obteve 30 a favor e um contra. Não compareceram ao pleito o presidente da CBF, José Maria Marin, e o interventor da Confederação Brasileira de Vela e Motor, Carlos Luis Martins.
Após a eleição, Maleson fez duas críticas ao COB. Ele disse que houve um movimento para lançar uma outra chapa, mas ele teria sido suficado pela entidade. Segundo Maleson, nove presidentes confederações chegaram a ter duas reuniões no Clube dos Marimbás, na Zona Sul do Rio de Janeiro, para articular uma chapa que não foi para frente. Ele disse que os dirigentes não teriam apoiado a dissidência por medo de retaliação.
- A coisa é muito séria. Eu peço ajuda ao Ministério do Esporte e à presidente Dilma. Se a gente continuar nesse caminho, vão continuar acontecendo coisas como arrombamento de sede e desvio de documento em Londres. E isso é só a ponta do iceberg. Eu venho sofrendo ataques há dois anos. Este é um dia triste para o esporte olímpico brasileiro - afirmou.
O grupo citado por Maleson tinha a frente um ex-desafeto de Nuzman: o presidente da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa, Alaor Azevedo. Ele admitiu que houve uma reunião, mas, segundo ele, não era para lançar uma chapa, e sim discsutir ideias porque havia uma insatisfação grande entre algumas confederações. Alaor disse ainda que parte destas ideias teriam sido atendidas pelo Nuzman em reuniões com ele.
- Realmente eu mudei de posição. Mas a minha crítica não era pessoal e sim de ideias. Havia a ideia de ter uma chapa de oposição desde Guadalajara (no Pan do México do ano passado), mas desde que o Ary Graça fosse o presidente. Depois que o Ary confirmou com o Nuzman que ele não ia deixar de ser candidato à reeleição, a gente recuou.
Presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Ary Graça foi eleito no mês passado presidente da Federação Internacional de Vôlei (FIVb).
Ao se defender das acusações disse que não houve invasão da sede da Confederação de Desportos no Gelo.
- O que houve é que um interventor foi nomeado pela Justiça do Rio e ele precisava entrar para realizar o seu trabalho e não conseguia. A confederação tem problemas administrativos e financeiros que inviabilizam o repasse de verbas da Lei Piva.
O COB diz que a confederação não recebe recursos da Lei Piva desde 2009, mas Maleson diz que não recebe o dinheiro há cinco anos. Segundo Nuzman, o COB passou a bancar as despesas da entidade diante da impossibilidade de repassar os recursos.
Na votação foram eleitos, além do presidente e do vice, os membros efetivos da assembleia geral e membros do conselho fiscal.
A relação das confederações e seus representantes, com direito a voto:
Confederação Brasileira de Atletismo – Roberto Gesta de Melo
Confederação Brasileira de Badminton – Francisco Ferraz de Carvalho
Confederação Brasileia de Basketball – Carlos Boaventura Correa Nunes
Confederação Brasileira de Boxe – Mauro José da Silva
Confederação Brasileira de Canoagem – João Tomasini Schwertner
Confederação Brasileira de Ciclismo – José Luiz Vasconcelos
Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos – Coaracy Nunes Filho
Confederação Brasileira de Desportos na Neve – Erick Maleson
Confederação Brasileira de Esgrima – Gerli dos Santos
Confederação Brasileira de Futebol – José Maria Marin
Confederação Brasileira der Ginástica – Maria Luciene Cacho Resende
Confederação Brasileira de Golfe – Rachid Hadura Orra
Confederação Brasileira de Handebol – Manoel Luiz Oliveira
Confederação Brasileira de Hipismo – Luiz Roberto Giugni
Confederação Brasileira de Hóquei Sobre a Grama e Indoor – Sydnei Rocha
Confederação Brasileira de Judô – Paulo Wanderley Teixeira
Confederação Brasileira de Levantamento de Peso – Ricardo de Mesquita Calmon
Confederação Brasileira de Lutas Associadas – Pedro Gama Filho
Confederação Brasileira de Pentatlo Moderno – Helio Meirelles Cardoso
Confederação Brasileira de Remo – Wilson Reeberg
Confederação Brasileira de Rugby – Sami Arap Sobrinho
Confederação Brasileira de Taekwondo – Carlos Luiz Pinto Fernandes
Confederação Brasileira de Tênis – Jorge Lacerda da Rosa
Confederação Brasileira de Tênis de Mesa – Alaor Gaspar Pinto Azevedo
Confederação Brasileira de Tiro com Arco – Vicente Fernando Blumenschein
Confederação Brasileira de Tiro Esportivo – Paulo Antonio Guedes de Lima e Silva
Confederação Brasileira de Triatlo – Carlos Alberto Machado Fróes
Confederação Brasileira de Vela e Motor – Carlos Luiz Martins
Confederação Brasileira de Voleibol – Ary Graça Filho


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/nuzman-reeleito-para-quinto-mandato-frente-do-cob-6297214#ixzz28Sr19q8f 

Meta do COB agora é colocar o Brasil entre os dez no total de medalhas


‘A meta sempre foi o total de medalhas’, disse Nuzman

Por Ary Cunha

RIO - Diante dos resultados obtidos pelos atletas brasileiros em Pequim-2008 e Londres-2012, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) mudou a meta para os Jogos Olímpicos do Rio em 2016. Se antes, a meta do COB era ficar entre os dez melhores, agora o discurso é ficar no top-10 no total de medalhas.
Em Londres, o Brasil ficou em 22º lugar com três medalhas de ouro, cinco de prata e nove de bronze. Mas nas novas contas do COB, o Brasil ficou em 14º, com 17 medalhas. É uma prática, no entanto, que o ouro tenha um peso maior no quadro de medalhas dos Jogos Olímpicos.
Em Pequim, os americanos usaram o mesmo critério que o Brasil quer adotar agora quando viram que ficariam atrás da China no quadro de medalhas pelo número de medalhas de ouro. Há quatro anos, os chineses terminaram em primeiro lugar, com 51 ouros e 100 medalhas no total. Já os americanos conquistaram 36 ouros e 110 medalhas no total.
Para o presidente reeleito do COB, Carlos Arthur Nuzman, a cor da medalha não importa:
- O atleta que ganha uma medalha já é um herói. Independentemente da cor, ele já é um herói. As três medalhas são muito importantes. Não teve uma mudança de postura, mas uma constatação do que é importante nessa luta por medalhas. A meta sempre foi o total de medalhas - afirmou.
Ao tentar justificar que não houve mudança de planos, o superintendente do COB, Marcos Vinícius Freire, reforçou o discurso de que o importante sempre foi o número total de medalhas.
- Cada um tem um o seu quadro. Para nós, o que sempre contou foi o total de medalhas - disse.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/meta-do-cob-agora-colocar-brasil-entre-os-dez-no-total-de-medalhas-6298250#ixzz28SqU6MLl