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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Midia e PI definem sucesso e retorno das competições


Por Bruna Gonçalves

O sucesso e visibilidade econômica de um evento esportivo dependem de três fatores:  organização, mídia e propriedade intelectual.  A importância desta aliança de dependência  foi destacada por Simone  Lahogue, da Corte Arbitral dos Esportes,  durante o seminário PI & Esporte , realizado no Rio de Janeiro, nos dias 12 e 13 de setembro.

- São os meios de comunicação que potencializam o investimento dos parceiros comerciais nos eventos esportivos, afirma Lahogue, acrescentando que a regulamentação dos direitos relativos à imagem e às  marcas, nesta área, é um desafio permanente para  a Organização Mundial da Propriedade Intelectual. 

Ela disse também que certos instrumentos  associados à publicidade e à propriedade intelectual ainda são pouco utilizados no Brasil. Um exemplo é o chamado Naming Rights,  mecanismo que passou a ser utilizado recentemente pela Rede Globo. Ele  é acionado, por exemplo,  quando é citado, durantes as transmissões e no noticiário, o  nome de fantasia do estádio onde se realiza a competição esportiva.

Fonte: http://www.inpi.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1615:midia-e-pi-definem-sucesso-e-retorno-das-competicoes&catid=50:slideshow&Itemid=146

Com as garantias da PI, investir em esporte é um ótimo negócio


Por Bruna Gonçalves

Investir em esporte pode trazer bons dividendos quando a ideia é associar uma marca a um modelo de vida saudável, dinâmica e solidária. Para o advogado Peter Siemsen, a garantia destes investimentos, no entanto, depende, sobretudo de negociações envolvendo propriedade intelectual. Só desta forma é possível assegurar aos investidores o devido retorno com a divulgação de suas marcas.

Além desta função, a propriedade intelectual tem hoje como desfio permitir que sejam construídas estratégias sustentáveis capazes de garantir competitividade na indústria do esporte, afirmou Siemsen na conferência PI & Esportes, realizada, nos dias 12 e 13 de setembro, no Rio de Janeiro.

Exemplo deste tipo de estratégia, o trabalho de valorização da marca Real Madrid foi apresentada por um diretor do clube, José Manuel Otero Lastres. Ele traçou um amplo painel dos investimentos que começaram com a construção do estádio do clube em 1947 e foram ampliados com publicidade e fortalecimento de sua propriedade intelectual, utilizando a marca do clube espanhol e a de seus principais jogadores.

Por conta deste trabalho, associado a vitórias na Copa da Europa, a marca Real Madrid vale hoje, segundo a revista Forbes, US$ 1,88 bilhão, só perdendo no ranking mundial para o  Manchester United, com US$2,23 bilhões.

Fonte: http://www.inpi.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1614:com-as-garantias-da-pi-investir-em-esporte-e-um-otimo-negocio&catid=50:slideshow&Itemid=146

Pirataria global dá prejuízo de US$ 200 bilhões por ano


O comércio internacional de produtos pirateados rende cerca de US$ 200 bilhões por ano (mais de R$ 400 bilhões). Foi o que informou o diretor-geral da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), Francis Gurry, durante o evento PI & Esportes, no dia 12 de setembro, no Rio de Janeiro.  

Combater os crimes contra a propriedade intelectual será uma das tarefas fundamentais para a realização de grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016.

- Este não é um problema exclusivo do Brasil, todos os países que sediaram grandes eventos enfrentaram a questão da pirataria. Mas certamente é preciso combatê-la - mencionou Gurry.   

Por sua vez, o presidente do INPI, Jorge Avila, destacou que o respeito à propriedade intelectual é condição essencial para a realização dos grandes eventos esportivos:

- A propriedade intelectual viabiliza os eventos esportivos ao permitir o retorno dos patrocinadores. Ela é fundamental para gerar valor econômico aos espetáculos do esporte.


Fonte: http://www.inpi.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1608:pirataria-global-da-prejuizo-de-us-200-bilhoes-por-ano&catid=50:slideshow&Itemid=146

Propriedade intelectual é essencial para alavancar indústria esportiva no Brasil


A indústria do esporte movimentará US$ 133 bilhões (mais de R$ 260 bilhões) em 2013 no mundo inteiro, mas nada disso seria possível sem a propriedade intelectual. Ao proteger marcas, patentes e outros direitos de quem investe no esporte, a sociedade garante o retorno necessário e, portanto, o sucesso  desta indústria e seus grandes eventos globais. 

Esta é a lição que o Brasil aprende a partir das experiências internacionais, apresentadas no seminário PI & Esportes, realizado no Rio de Janeiro, nos dias 12 e 13 de setembro. Do sucesso no marketing esportivo, protagonizado por clubes como Barcelona e Real Madrid, aos eventos globais do porte de Copa do Mundo e Olimpíadas, fica claro que o País tem muito a se beneficiar com o Mundial de 2014 e os Jogos de 2016.

- Estes eventos contribuem para estimular a economia, atrair investimentos e turistas, além de incentivar o desempenho esportivo dos atletas. Mas, para garantir o retorno dos investimentos, é fundamental o respeito à propriedade intelectual - comentou David Faulks, que atuou na organização dos Jogos Olímpicos de Sydney, na Austrália, em 2000.      

Agora, com a Copa e os Jogos do Rio de Janeiro se aproximando, as atenções começam a se voltar para o Brasil - e o País pode usar isso para desenvolver sua indústria esportiva. Como ressaltou Steve Solot, da AmchamRio, desde a escolha do Brasil e do Rio para estes eventos, cresceu o interesse até mesmo da indústria cinematográfica - filmes como Crepúsculo e Os Mercenários, além do comercial da Johnnie Walker usam a cidade como plano de fundo.

A questão é o País aproveitar esta visibilidade para ampliar a inovação, desenvolver sua indústria esportiva e deixar um legado importante para a sociedade.

- O Rio é uma marca reconhecida mundialmente e, como Londres, a cidade estará numa vitrine nos próximos anos. O esporte será uma ferramenta para a inovação - comentou a secretária de Esportes, Márcia Lins.


Fonte: http://www.inpi.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1607:propriedade-intelectual-e-essencial-para-alavancar-industria-esportiva-no-brasil&catid=50:slideshow&Itemid=146

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL: O USO ESTRATÉGICO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL NA INDÚSTRIA DO ESPORTE


Agora é a vez do Brasil. Enquanto o País se prepara para a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016, muita coisa precisa ser feita e discutida até lá. Inclusive no campo da propriedade intelectual, que abrange temas como proteção das marcas, direitos de imagem e marketing de emboscada, entre outros.

Com o objetivo de discutir estes temas, que interessam a atletas, empresários e cidadãos em geral, será realizado nos dias 12 e 13 de setembro, no Rio de Janeiro, o seminário internacional PI & Esportes, reunindo especialistas brasileiros e estrangeiros.

Organizado por uma parceria entre o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), o evento terá, entre seus palestrantes, o diretor-geral da OMPI, Francis Gurry; o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel; o presidente do INPI, Jorge Avila; o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho; e o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman. 

E tem muito mais! Não perca a chance de discutir temas que estão na ordem do dia! Para fazer sua inscrição, clique aqui.



Fonte: http://www.inpi.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=96&Itemid=69