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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Marketing do Figueirense passa por indefinições


Por Mauro Zafalon

Após demitir dois de seus executivos da área de marketing, o gerente Gean Carlos Firmino e o diretor Renan Dal Zotto, o Figueirense vive um momento de indefinição no setor. O clube catarinense não sabe informar se alguém será contratado para ocupar estes cargos ou quando isto ocorrerá.

Segundo o time alvinegro, Firmino se desligou da equipe já que a mesma atravessa um momento de reestruturação financeira. A saída de Dal Zotto, contudo, não foi revelada. O dirigente retornou ao time de vôlei Floripa Esporte Clube, conhecido anteriormente como Cimed.

No momento, Wagner de Castro ocupa a função de coordenador de marketing, Vanessa Krispin, recém-contratada, é a analista de marketing, e Juliana Lima permanece como assistente de marketing e responsável pelo licenciamento.

Nesta quinta-feira, a agremiação de Florianópolis realizará sua primeira edição de um workshop de licenciamento. De acordo com os executivos que participarão da iniciativa, as ausências de Firmino e Dal Zotto não alterarão a realização do evento.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/27/27226/Marketing-do-Figueirense-passa-por-indefinicoes/index.php

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Gean Carlos Firmino deixa marketing do Figueirense


Por Lucas Turco

Pouco mais de três meses após ser contratado, Gean Carlos Firmino deixa a gerência de marketing do Figueirense. A reestruturação financeira pela qual o clube passa foi o motivo da demissão.

“Não tínhamos nenhum problema com o Gean Carlos Firmino, ele era um profissional muito competente e nos ajudou bastante. No entanto, estamos passando por uma reestruturação financeira e como ele estava há menos de três meses no clube era mais fácil de articular o desligamento”, revelou Wagner de Castro, assistente de marketing do Figueirense.

O clube não vê a contratação de um novo gerente de marketing como prioridade.

“Vamos tocar o projeto com as pessoas que estão aqui agora. Eu, o Renan (Dal Zotto,diretor de marketing), a Juliana (Lima, assistente de marketing), e vamos fazer o papel do Gean. Mas estamos estudando a contratação de outro membro, sem pressa”, explicou Wagner de Castro.

Atualmente o Figueirense ocupa a 19° colocação do Campeonato Brasileiro. A equipe tem 22 pontos e 28,2% de aproveitamento.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/marketing/26/26978/Gean-Carlos-Firmino-deixa-marketing-do-Figueirense/index.php

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Rio 2016 não demitiu chefe de funcionária que copiou dados


Nuzman diz que comitê de Londres considera episódio de furto superado

Por Emanuel Alencar e Renata Leite

RIO - Nove dias depois de o Comitê Rio 2016 decidir pelo desligamento de nove funcionários — e não dez, como anteriormente divulgado — que fizeram cópias de documentos sigilosos do comitê organizador dos Jogos Olímpicos de Londres 2012, as autoridades olímpicas brasileiras quebraram o silêncio sobre o assunto ontem. Mas, após uma hora de entrevista coletiva, o presidente do Comitê Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, e o diretor-geral da entidade, Leonardo Gryner, não esclareceram o teor dos documentos copiados, não divulgaram os nomes dos demitidos e eximiram de culpa os responsáveis pelos funcionários. Gryner acrescentou que o chefe da funcionária demitida Renata Santiago, o argentino-canadense Mário Cilenti, foi poupado de punição. Segundo o diretor, os funcionários do Rio 2016 que atuaram no comitê londrino foram “bem orientados” e o episódio não criou qualquer constrangimento diplomático entre Londres e Rio.
— Os demitidos não atuaram de forma orquestrada, agiram por conta própria. Eles nos informaram que o intuito seria trazer conhecimento para a nossa organização. A gente considera que demissão, sem justa causa, foi a medida mais adequada. O chefe da Renata não foi demitido — disse Leonardo Gryner.
Perguntado se o episódio não arranhou a imagem do Brasil no exterior, Nuzman negou e afirmou que “muitas vezes é preciso superar questões internas e externas”. O presidente do Rio 2016 leu uma carta na qual do diretor-geral do comitê de Londres, Paul Deighton, afirma que “o caso envolveu somente um pequeno número de pessoas e foi resolvido de forma eficiente”. Quanto à não divulgação dos nomes dos demitidos, afirmou:
— O Rio 2016 não divulga os nomes dos profissionais por entender que essa é uma relação entre empresa e funcionário. Os documentos são do comitê de Londres e por isso não podemos divulgar o teor.

Fato foi comunicado em 1º de setembro
Nuzman disse ainda que o Rio 2016 soube do fato no dia 1º deste mês, por autoridades britânicas. Prontamente, afirmou, comprometeu-se a resolver a questão e também informou o governo brasileiro sobre o caso. Ainda segundo Nuzman, uma varredura nos sistemas do comitê de Londres identificou dez funcionários que baixaram os arquivos, num universo de 24 que participaram de programas de aprendizado prático na capital da Inglaterra. No dia 18 de setembro, esses funcionários foram desligados e as cópias, destruídas. No entanto, durante o processo, foi constatado que um dos funcionários tinha autorização prévia para baixar os arquivos e ele foi readmitido.
Na última terça-feira, Renata Santiago, uma das demitidas pelo Comitê Rio 2016, divulgou carta na qual afirma que não teve acesso a informações confidenciais da equipe inglesa e admitia ter trazido cópias para o Brasil. Em entrevista ao GLOBO, Renata questionou o fato de não ter sido demitida por justa causa:
— Se o que fizemos foi tão grave assim, por que não fui demitida por justa causa? Tínhamos acesso a várias informações, e o que acessávamos ou fotografávamos tínhamos que listar num relatório, entregue ao Rio 2016. Não tínhamos acesso a informações confidenciais.
Sobre a informação de que Rodrigo Hermida, hoje funcionário do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo (COL), foi demitido do Comitê dos Jogos Pan-Americanos de 2007 por ter copiado arquivos da empresa Event Knowledge Services (EKS), Nuzman afirmou “não se lembrar” da causa da demissão. A notícia foi divulgada no blog do jornalista Juca Kfouri, no portal UOL.
— Não tenho condições de me lembrar exatamente, são mais de dois mil funcionários. Mas ele não deixou nenhuma questão sobre seu comportamento, tanto que voltou a trabalhar conosco nas olimpíadas universitárias de Blumenau (em Santa Catarina), em 2007.
Nuzman também rebateu críticas do deputado federal Romário (PSB-RJ), dizendo que ele “não tem informações suficientes para analisar o tema com mais frieza e profundidade”.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/topico-rio-2016/rio-2016-nao-demitiu-chefe-de-funcionaria-que-copiou-dados-6219803#ixzz27kjURYKX 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Nuzman quebra silêncio e oficializa saída de 9 funcionários do Rio 2016


Presidente do Comitê Organizador lê comunicado enviado por britânicos após cópias não autorizadas do Locog: 'Não houve impacto no relacionamento'

Por Vicente Seda

O presidente do Comitê Organizador Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, e o diretor geral da entidade, Leonardo Gryner, concederam entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira, no auditório da sede do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), a respeito das demissões de funcionários por cópias não autorizadas de arquivos do Comitê Organizador dos Jogos de Londres 2012 (Locog). Nuzman afirmou que foram demitidos nove de 24 funcionários. Anteriormente, a conta chegava a dez, mas um deles foi mantido, já que seu chefe do Locog informou que havia autorizado a cópia das informações. Porém, os nomes dos envolvidos no episódio não foram divulgados pelo Rio 2016 por considerar que "esta é uma relação entre empresa e funcionário".

- Partiu de nós (a demissão dos funcionários) porque entendemos que houve quebra de confidencialidade e que esse era o caminho que deveríamos tomar. Entendemos que a demissão era adequadamente o que deveria ser feito nesse episódio.  A partir daí, fizemos uma série de trocas de informações que nos permitiu chegar a essas nove pessoas como sendo aquelas que copiaram vários arquivos. O processo de destruição foi acompanhado pelas equipes de TI do Rio e de Londres - disse Nuzman.

Se Nuzman não quis revelar o nome dos demitidos, Gryner foi econômico em algumas respostas. Questionado se acredita que houve má fé dos funcionários demitidos, respondeu que só podia afirmar que "quebraram o contrato". Em outro momento, indagado sobre o volume de informações copiadas e se algum dos demitidos teria feito download de uma quantidade muito maior do que os demais, afirmou que só o Locog poderia responder. Além disso, afirmou que não há indícios de que os nove demitidos tenham atuado de forma orquestrada e tratou de isentar o comitê de culpa nos atos.

- Não teve erro da nossa parte, tivemos um cuidado bem grande. Como funciona esse processo dos secondees? O Locog disponibiliza algumas vagas, nós consultamos as áreas internas, enviamos candidatos, e esses candidatos são ouvidos e selecionados pelo Locog. Passamos todas as informações que deveríamos ter passado, o contrato e o manual de acesso à informação a esses funcionários. A partir daquele momento eles teriam de se dedicar integralmente ao Locog e responderiam diretamente aos responsáveis pela sua área no Locog. Reparamos rapidamente o ocorrido e consideramos que a punição deles foi a punição adequada para o erro que cometeram - disse Gryner, acrescentando que o "dono das informações", no caso o Locog, "não qualificou como furto" o ato dos funcionários.

Durante a entrevista, também foram reveladas as cláusulas de confidencialidade do contrato dos funcionários com o Locog, descritas em documento entregue pelo Rio 2016. O comitê organizador brasileiro informou que os funcionários também receberam um manual, com termos mais coloquiais, para se eximir de culpa por possível falha na instrução dos demitidos. Também foi lida uma mensagem enviada por Paul Deighton, executivo-chefe do Locog.

"A cópia não autorizada de arquivos do Locog não resultou em nenhuma violação de segurança grave nem no comprometimento de quaisquer dados pessoais. O caso envolveu somente um pequeno número de pessoas e foi resolvido de forma eficiente e eficaz pela diretoria do Comitê Organizador Rio 2016. Esse episódio não reflete sob nenhum aspecto as ações ou comportamentos por parte da maioria da equipe do Rio 2016. Todos os documentos foram rapidamente devolvidos e não houve impacto de nenhuma forma no estreito relacionamento que sempre mantivemos com o Rio 2016, o prefeito e o governador do Rio e o governo brasileiro. Continuaremos compartilhando informações com os nossos colegas do Rio 2016", dizia o comunicado de Deighton.

Nuzman adotou um tom apaziguador ao responder  as acusações do deputado federal e ex-jogador Romário, que o considera culpado pelo incidente.

- O deputado Romário é um atleta que nos honrou e nos ajudou muito, defendeu o Brasil, é campeão do mundo, mas no nosso entender ele não tem informações suficientes para analisar com mais clareza e profundidade o tema. Vou reiterar o convite para que ele venha ao Rio 2016, para que possa ver de que maneira estamos trabalhando. Estamos à disposição dele com o maior respeito.

Caso Hermida
Sobre o desligamento de Rodrigo Hermida do comitê organizador do Pan de 2007, no Rio, Nuzman disse não saber o motivo, alegando não se lembrar de todas as demissões. Segundo Juca Kfouri, em seu blog no "Uol", ele foi demitido há seis anos também por copiar de forma não autorizada arquivos de uma empresa que prestava serviço ao Co-Rio. Atualmente, Hermida atua como gerente de voluntários do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014 (COL).

- Rodrigo Antunes Hermida trabalhou no Pan, na função de assistente de projetos, subordinado ao gerente geral de Recursos Humanos, Paulo Sérgio Rocha. A saída dele se deu como acontece normalmente em entrada e saída de funcionários, tanto que não deixou nenhuma dúvida do seu comportamento e voltou a trabalhar conosco nas Olimpíadas Universitárias em 2007, como gerente de voluntários, e nas Escolares, na gerência administrativa e secretaria geral - disse Nuzman, negando que Hermida fosse subordinado a Mário Cilenti, chefe da funcionária Renata Santiago, única a vir a público falar a respeito da demissão, a qual qualificou como "injustiça tremenda".

Entenda o caso
As demissões ocorreram no dia 18 de setembro. Dias depois, o Locog anunciou publicamente o problema. Uma das demitidas, Renata Santiago, enviou uma carta para Nuzman e os funcionários do COB e do Comitê Rio 2016 alegando não ter feito qualquer cópia não autorizada, visto que tinha acesso às informações com autorização do próprio comitê londrino. Ela disse ao GLOBOESPORTE.COM que 11 pessoas foram desligadas, ressaltando que um dos envolvidos aproveita férias, não retornou ao Brasil e, por isso, ainda não foi cortado.

Renata, que afirmou ter trabalhado 12 anos diretamente com Nuzman, também destacou que todos os funcionários foram obrigados a preencher um relatório onde um dos campos era reservado para descrição de todas as informações trazidas da organização das Olímpíadas deste ano. O Comitê confirmou a informação, mas alegou que não havia como saber, por este relatório, o que havia sido autorizado ou não. Renata atuava no setor de relações internacionais do Rio 2016.

Um funcionário afirmou ao GLOBOESPORTE.COM que a lista inicial de pessoas que copiaram arquivos não autorizados incluía 14 pessoas, mas teria sido feita uma filtragem tendo como critério o volume de material copiado. Outros dois empregados confirmaram que há orientações internas para que não falem sobre o tema fora da entidade. Um deles chegou a dizer que o staff está sendo "doutrinado" nesse sentido.
Outro nome levantado pelo blog de Juca Kfouri é o de Bruno Olivieri, que era da área de TI (tecnologia da informação) do Rio 2016. A assessoria do comitê organizador informou apenas, na noite de quarta-feira, que ele não é funcionário da entidade, o que leva a crer de que de fato está entre os demitidos. Ainda segundo o blog, Olivieri foi responsável pela cópia de uma grande quantidade de arquivos. O GLOBOESPORTE.COM tentou contato por telefone e e-mail com Bruno Olivieri, mas não houve resposta.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/noticia/2012/09/nuzman-quebra-silencio-e-oficializa-saida-de-9-funcionarios-do-rio-2016.html

Nuzman afirma que demissão sem justa causa dos acusados de copiar arquivos ilegalmente foi a medida adequada


RIO - O presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olimpicos da Rio 2016, Carlos Nuzman, afirmou nesta quinta-feira que a demissão de nove funcionários sem justa causa após a cópia ilegal de arquivos do comitê olímpico de Londres foi a medida disciplinar adequada. Ele também afirmou que por uma questão de confidencialidade não poderia revelar o nome dos demitidos.
Em entrevista coletiva na sede do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), na Barra, Nuzman ainda rebateu as críticas do deputado federal Romário:
- O Romário honrou o país muitas vezes mas, em nosso entender, neste caso ele não têm informações suficientes sobre o tema. Quero fazer novamente o convite para ele participar das reuniões do Comitê Olímpico da Rio 2016.
Na quarta-feira, Romário se manifestou sobre o tema, via nota, e disse que “está mais que comprovado a falta de decência desta entidade (referindo-se ao Comitê Olímpico Brasileiro). O fato só escancara o que vem acontecendo com o esporte do Brasil. O culpado nesses casos (incluindo o de Londres) nunca aparece, mas sabemos muito bem que é o presidente do Comitê”.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/rio/nuzman-afirma-que-demissao-sem-justa-causa-dos-acusados-de-copiar-arquivos-ilegalmente-foi-medida-adequada-6214265#ixzz27icQTx8F 

terça-feira, 31 de julho de 2012

Por United, GM demite diretor de marketing


A General Motors (GM) demitiu o diretor global de marketing, Joel Ewanick, 52, pouco mais de dois anos após o executivo ter entrado na empresa para conduzir uma revisão na estratégia dessa área. Ewanick teria falhado em relatar indevidamente detalhes financeiros sobre um recente negócio de patrocínio da marca Chevrolet, da GM, com o clube de futebol Manchester United.

Quando questionado sobre as observações da fonte sobre o patrocínio, Ewanick disse em um e-mail que não poderia comentar. Ele será substituído interinamente por Alan Batey, diretor de vendas e serviços nos EUA.

"Ele não atingiu as expectativas que a empresa tinha em sua contratação", disse o porta-voz da GM, Greg Martin, que não quis dar mais explicações.

A GM assinou um contrato como patrocinadora automotiva do United por cinco anos, conforme anunciou em maio deste ano.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/26/26166/Por-United-GM-demite-diretor-de-marketing/index.php