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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Santos pode anunciar aporte pontual para clássico


Por Rodolfo Gomes

O Santos está muito perto de anunciar um patrocínio pontual para a partida diante do São Paulo, no próximo domingo, no estádio da Vila Belmiro.

Até o momento, o clube já estampou duas marcas na propriedade mais nobre do uniforme. O programa de sócios "Sócio Rei" apareceu na segunda e terceira rodadas do Campeonato Paulista, enquanto o projeto social de Neymar, o "Instituto Projeto Neymar Jr.", figurou na partida da última quarta-feira, contra o Ituano.

A empresa que negocia com a equipe alvinegra estaria estudando a possibilidade de estender o acordo, tornando-se, assim, patrocinadora máster do clube até o fim da temporada 2013. Caso as negociações avancem, o valor cobrado pela partida seria abonado.  

A Máquina do Esporte apurou que o Santos pede cerca de R$ 20 milhões anuais para a venda da cota máster.

Até o momento, o Santos conta com os patrocínios da CSU (número da camisa), Seara (omoplatas), Corr Plastik (barra da camisa e calção), Nike (fornecedor de uniformes) e Minds (ao lado do escudo do clube). O Banco BMG e a Netshoes não renovaram seus contratos, que eram válidos até o fim de 2012.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/28/28324/Santos-pode-anunciar-aporte-pontual-para-classico/index.php

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Vasco fecha aporte pontual para fim do Brasileiro


Por Lucas Turco

O Vasco fechou um patrocínio pontual para a manga da camisa com a Fertilize, empresa que comercializa adubo. A companhia já estampou seu logotipo no uniforme alvinegro no último jogo contra o Coritiba e manterá o apoio nas duas últimas rodadas do Campeonato Brasileiro.

O fato de o clube disputar dois clássicos nos últimos jogos do torneio foi determinante para o acordo. Apesar de apenas cumprir tabela no campeonato nacional, os próximos jogos do Vasco serão contra Flamengo e o campeão Fluminense.

Recentemente, a manga da camisa do Vasco recebeu outros dois patrocínios pontuais. A BMG, antiga apoiadora do time, e o Casarão dos Lustres haviam acertado com o clube.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27581/Vasco-fecha-aporte-pontual-para-fim-do-Brasileiro/index.php

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Botafogo terá pontual contra o Palmeiras


Por Rodolfo Gomes


O Botafogo fechou um patrocínio pontual com a empresa de fios e cabos elétricos Sil para a partida diante do Palmeiras, no próximo domingo, às 16h, em Araraquara (SP). A agência de marketing esportivo Wolff Sports intermediou o acordo.


“A SIL sabe a grande repercussão que um jogo como esse proporciona em retorno de marca. Então, ficamos felizes por estarmos novamente com a SIL e com o Botafogo”, disse Fábio Wolff, sócio-diretor da agência.

A marca da empresa ficará estampada nas costas do uniforme alvinegro. O Botafogo ocupa a sexta posição na tabela do Campeonato Brasileiro, a oito pontos da zona de classificação para a próxima edição da Copa Santander Libertadores. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27407/Botafogo-tera-pontual-contra-o-Palmeiras/index.php

terça-feira, 9 de outubro de 2012

O HOMEM DOS PATROCÍNIOS PONTUAIS NO FUTEBOL BRASILEIRO


FÁBIO WOLFF É O PROFISSIONAL QUE MAIS FECHA PATROCÍNIOS NO PAÍS, MUITOS DELES POR UM JOGO SÓ. MAS, PARA PERMANECER COM ESSE STATUS, ELE TEM ATÉ DE IR ATÉ PARA A VENEZUELA

Por Rodrigo Capello

Você, torcedor, já notou que de vez em quando aparecem marcas de patrocinadores na camisa do seu time por um breve período? Um jogo só, na maioria das vezes. E sempre nas partidas que têm transmissão pela TV e uma boa chance de atingir bons índices de audiência. Trata-se de um patrocínio pontual, um modo de publicidade no futebol que se popularizou nos últimos anos. Quem entende do assunto é Fábio Wolff.

Depois de se especializar em administração desportiva pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e fazer mestrado em gestão no esporte em Liverpool, na Inglaterra, ele foi um dos primeiros brasileiros a se dedicar ao marketing esportivo. Passou por duas agências de pouca notoriedade e decidiu fundar a sua própria: a Wolff Sports & Marketing. Hoje, é o profissional que mais intermedeia patrocínios, pelo menos em quantidade.

Construir as estratégias das empresas, montar as propostas e negociá-las com os clubes pode parecer, nessa síntese, uma tarefa simples. Mas exige empenho. Em primeiro lugar, para entender o mercado. Wolff sabe, por exemplo, ao analisar as marcas que estão nas camisas dos clubes da primeira divisão nacional, que 30% das propriedades usuais – peito, costas, mangas, ombros e barras das camisas – ainda estão disponíveis no momento. Isso significa que há espaço para fechar novos negócios.

Depois, ele tem de lidar com pessoas que, muitas vezes, são mais movidas pela emoção do que pela razão – e não só dentro dos clubes. Em algumas empresas, clientes se empolgam em patrocinar determinados times de futebol por razões pouco ligadas a uma estratégia, como o time do coração do presidente. Ou, até, conforme aconteceu recentemente, um empresário que queria patrocinar o adversário de um clube brasileiro em uma decisão continental porque ele era torcedor rival desse time e queria vê-lo derrotado.

A história também fica mais complexa porque não são apenas patrocínios a times de primeira divisão que são negociados. Muitas vezes, Wolff se encarrega de conseguir bons negócios nos rivais desses clubes. Se um time venezuelano vai enfrentar o Corinthians em uma partida que será transmitida pela televisão, na Libertadores, o profissional se põe a caminho da Venezuela para negociar, fechar e acompanhar o negócio. Contar os centímetros da marca na camisa. Esse é o grau de detalhe exigido nesse ramo.

Em entrevista exclusiva a NEGÓCIOS, Wolff falou sobre a atual situação do mercado e da agência dele, a Wolff Sports & Marketing. De acordo com ele, o futebol brasileiro nunca esteve tão aquecido em termos de patrocínios como agora, muito em função dos grandes eventos que vêm por aí. O título desta entrevista, na verdade, guarda uma certa injustiça com o profissional, pois ele não se dedica somente a patrocínios pontuais. As parcerias entre Skill e Palmeiras e Irwin e Portuguesa, ambas de longa duração, foram realizadas por ele. Mas não há como negar que o rótulo de negociador de patrocínios pontuais lhe cabe bem, pois não há quem feche tantos patrocínios como ele.

Confira, abaixo, os principais trechos da entrevista.

Como está o mercado de patrocínios no futebol atualmente?
Eu já arrecadei 92% do que consegui em 2011 agora no início de outubro. Tenho mais dois meses para chegar aos 100%. Sou sempre moderado em previsões para não me frustrar, mas posso dizer que nunca vi, em 15 anos, um mercado tão aquecido como agora.

Qual é a razão?
A Copa do Mundo, a Copa das Confederações, a Olimpíada. As empresas ou entram e começam a planejar até 2016 agora ou vão ficar de fora. Mesmo que seja de bailes secundários.

Curioso! Explique melhor esta metáfora.
O baile primário é aquele que poucos vão dançar, que é patrocinar a Fifa. Mas muitas empresas estarão de forma indireta criando estratégias de marketing esportivo para não perder pelo menos a valsa secundária. Há muitas estratégias diferentes, porque muitas querem estar associadas ao futebol.

Quais são as possibilidades nesse sentido?
Elas não têm a seleção, mas têm publicidade estática nos campeonatos regionais, no Brasileiro, na Série B, em um time de futebol. Têm também os camarotes de estádios e aquelas que já têm prioridade de compra de camarotes em arenas novas, como a do Grêmio e a do Palmeiras. Aí vai muito da estratégia de cada empresa. Tem quem queira fazer marketing de relacionamento, tem quem queira usar todas as plataformas: relacionamento, promoção, exposição de marca. Varia.

Qual tipo de investimento é mais feito? Digo, qual o objetivo que é mais adotado?
O marketing esportivo tem como grande chamariz, para a grande maioria das empresas, a mídia. A marca quer aparecer e muitas vezes busca a publicidade estática ou um patrocínio em um time de futebol para ter maior reconhecimento de marca. Não à toa que muitas marcas usaram o futebol como estratégia para explorar o mercado, para entrar nele, como a LG no São Paulo, a Parmalat no Palmeiras. É lógico que elas tiveram uma estratégia de marketing e que outros investimentos fizeram efeito, mas sem o futebol elas não teriam o mesmo resultado.

Você fala em mercado de patrocínios aquecido, mas Corinthians e Flamengo, os dois clubes de maiores torcidas do país, estão sem um patrocinador máster. Como?
O mercado está aquecido. O problema é que estamos falando de dois investimentos de grande porte, para poucas empresas. O fato de os dois estarem sem patrocínios é consequência de alguns fatores. Por exemplo: muitos contratos começam em data quebrada e terminam em data quebrada. A Hypermarcas terminou no Corinthians em abril. É uma data ruim para terminar um contrato, porque boa parte das empresas já estava com orçamento tomado. Outro fator é que é um investimento alto. Vale a pena, mas tem que se considerar que, se o Corinthians pedir R$ 30 milhões, não dá para uma empresa dizer que irá colocar todo o orçamento do marketing nesse patrocínio, senão não sobra dinheiro para a ativação. Não dá para produzir materiais, não dá para colocar promotores nos jogos, nos eventos. Então não dá para ativar da forma que deveria, e isso influencia na falta de patrocínios.

Como um profissional que intermedeia dezenas de patrocínos pontuais, com pouca ou nenhuma ativação, como você vê a ativação? Qual a importância dela?
Tem muitas empresas que acham que marketing esportivo é colocar a marca na camiseta e pegar um par de ingressos. Não é. Isso é publicidade. O marketing esportivo é bem mais complexo e envolve a ativação. Eu tenho clientes que só querem exposição de marca, para aparecer, e isso é importante. Então eles compram espaço na camiseta de algum clube, uma mídia, e deixam de fazer anúncios em revistas e jornais. Se essa estratégia for isolada, de fazer em um jogo e não fazer mais, na minha opinião ela não é válida. Ela tem que ter uma estratégia embasada.

Me dê um exemplo.
A Bic Pilhas fechou conosco patrocínios ao Botafogo, ao São Paulo, ao Náutico contra o Palmeiras e contra o Corinthians. É o caso de um cliente que tem uma verba, precisa fazer barulho com um investimento limitado, então chegamos à conclusão de que era melhor fazer pontuais do que investir tudo em um clube só, porque a previsão de alcance dos pontuais acaba sendo maior do que um clube. No fundo, o que mais importava para eles era a exposição, então fizemos assim. Eu não acredito em patrocínios isolados. Dois anos é o mínimo para que a empresa marque época.

Vocês também fecharam vários patrocínios de duração mais longa, como o da Irwin na Portuguesa, até o fim de 2013. Hoje, na Wolff, você consegue dizer o que dá mais dinheiro? Patrocínios pontuais ou patrocínios de longo prazo?
Esta é uma pergunta difícil, porque o ano tem sido tão corrido que não fiz as contas exatas. O que posso dizer tranquilamente é que 90% do faturamento vêm do futebol, dividido entre patrocínios e publicidade estática. No começo do ano fizemos publicidade estática em dez campeonatos regionais, no Brasileiro, nas Séries B e C, em amistosos. Entre patrocínios foram 18, alguns repetidos, como na final do Paulista com a Tenys Pé e na semifinal da Libertadores com a Rexona. Isso faz com que sejamos tranquilamente a agência de marketing esportivo que mais fechou patrocínios em quantidade. É por isso que temos as portas abertas em todos os clubes do Brasil.

Pergunto porque, como vocês fecham muitos patrocínios pontuais, dá a impressão de que a Wolff é uma agência especializada nesse tipo de serviço.
Não é verdade. Fechamos, de longo prazo, a Skill no Palmeiras e a Irwin na Portuguesa. Ativamos o patrocínio da Yes Idiomas no Paulista de Jundiaí, tivemos um patrocínio da Di Santini de calçados no Madureira. É lógico que o patrocínio pontual ocupa 60% do faturamento e o de longo prazo, 40%. Mas vai muito de acordo com o mercado.

Como quem lida muito com as empresas nessa conexão com o futebol, qual a sua avaliação? Elas são tão profissionais quanto se espera delas?
Às vezes a gente vê empresas que patrocinam o golfe sem ter o menor perfil para isso, só porque o diretor gosta. O que eu tenho visto é que patrocínios são fechados por gosto pessoal. Isso facilita muito o fechamento, porque a decisão sai do racional e pega o emocional. É um fator preponderante para assinar contrato. Em vários casos as empresas estudam a estratégia, o time, a situação e o patrocínio. Mas já aconteceu de cliente dizer que não patrocina time X de jeito nenhum.

Nessa história de patrocínios pontuais, você chega até a fechar com times venezuelanos, paraguaios, uruguaios, quando eles jogam contra times brasileiros em ocasiões importantes e que teriam transmissão na TV. Como você fecha um acordo assim?
Nós inventamos esse patrocínio, praticamente. Eu comecei a prestar atenção e ver que os times de fora muitas vezes jogam competições como a Libertadores sem um patrocínio. Aí começamos a comprar esses espaços. Eu já tinha relacionamento com vários clubes, porque conheci muita gente no meu mestrado em Liverpool. Quando fui fazer negócio em clubes sulamericanos, usei essas referências, e isso facilitou muito para conseguir outros casos.

Mas como é, na prática, acertar um patrocínio com um clube venezuelano? Você precisa ir à Venezuela? Como funciona?
O que nós costumamos fazer é acompanhar o processo muito de perto, isso quer dizer acompanhar as ações in loco. Sabemos que para o cliente construir uma marca demora séculos, mas para destrui-la é muito rápido. Então em jogos como o Corinthians contra o Racing e o Independiente, em 2010, eu fui para Montevideu e para Medelin, na Colômbia, para acompanhar a confecção das camisetas, porque mesmo acompanhando de perto acontecem besteiras.

Que tipo de besteiras?
Uma vez o combinado era ter uma inserção de 30 centímetros e, na estamparia, vi que a marca estava menor. Medi e tinha 26 centímetros. Isso porque acompanhei de perto. Imagine se estivesse longe! Tenho que ir até os países, acompanhar tudo muito de perto para não acontecer nenhum susto. Neste ano não fechei um patrocínio com o Cerro Porteño, do Paraguai, porque não estava seguro sobre o negócio. Um cliente fechou com eles por meio de outra agência de marketing esportivo, mas eles não se atentaram à aplicação. Esse é um dos nossos diferenciais. Eu trato a empresa do cliente como se ela fosse a minha.

Ainda sobre patrocínios pontuais, existe uma época do ano em que eles aquecem? Talvez durante a Copa do Brasil e a Libertadores, no primeiro semestre, porque há mais confrontos de times pequenos contra os mais tradicionais.
Teoricamente, você pode ter um número maior de pontuais nos regionais, porque são mais jogos no mesmo dia. Há mais possibilidades. Mas não sei dizer quando tem mais. Durante o ano todo tem possibilidades. Hoje, em torno de 30% das propriedades do Brasileiro, considerando peito, costas, manga e barra, estão livres para comercialização. Isso quer dizer que há muita oportunidade para vender patrocínio pontual.

Fonte:http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Empresa/noticia/2012/10/o-homem-dos-patrocinios-pontuais-no-futebol-brasileiro.html

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Criciúma estende patrocínio pontual até fim do ano


Por Lucas Turco

O Criciúma fechou um contrato de patrocínio com a Anjo Tintas até o fim da Série B do Campeonato Brasileiro de 2012. A marca ficará nas costas da camisa, acima do número.

A empresa já havia assinado um contrato de patrocínio pontual de três jogos para o mesmo espaço do uniforme. Após reuniões entre os diretores das duas partes, o acordo foi estendido até o dia 24 de novembro.

“O interesse da Anjo Tintas surgiu por conta de o time ser o grande propulsor da cidade. Quando vou a São Paulo e falo da cidade, logo já se referem ao time”, comentou Filipe Colombo, diretor de marketing e inovação da Anjo Tintas.

“Fico feliz em acertar com empresas locais. Espero que a Anjo seja um anjo para o Criciúma e que traga grandes títulos. Temos a expectativa de tê-los para o ano que vem. Só uma empresa visionária como a Anjo poderia ser sensível em um momento tão importante para o Criciúma”, apontou Cláudio Gomes, diretor comercial e de marketing do Criciúma.

O espaço acima do número era o último vago na camisa do clube. Além da Anjo Tintas, o Criciúma tem contratos de patrocínio com Seara, Taschibra, Dom Fiorelo, Bozzano, Avanço e Kanxa.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/27/27019/Criciuma-estende-patrocinio-pontual-ate-fim-do-ano/index.php

sábado, 22 de setembro de 2012

Criciúma fecha patrocínio pontual por três jogos


Por Lucas Turco

O Criciúma acertou um acordo de patrocínio pontual com a Anjo Tintas por três jogos. A empresa colocará sua marca no espaço vago acima do número da camisa.  Os valores não foram revelados.

A parceria estreará no próximo sábado, 22, no jogo contra o Ipatinga. As partidas contra CRB (28 de setembro) e Ceará (5 de outubro) também contarão com a marca na camisa.

“Temos o espaço acima do número vago na camisa e estamos sempre buscando patrocínios para lá. Estamos focando nos pontuais, e por isso não fechamos nada que ultrapassasse quatro jogos de exposição”, comentou Cláudio Gomes, diretor comercial e de marketing do Criciúma.

O espaço que será ocupado pela Anjo Tintas havia sido usado pela Delupo e pela Cristalcopo em acordos pontuais anteriores.

O dirigente revelou que o clube tem mais duas propostas de patrocínios pontuais. No entanto, esses acordos ainda não foram fechados, e o Criciúma preferiu não divulgar o nome das empresas.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26883/Criciuma-fecha-patrocinio-pontual-por-tres-jogos/index.php

Botafogo terá pontual contra o Corinthians


Por Mauro Zafalon

O Botafogo terá patrocínio pontual para a partida deste domingo, contra o Corinthians, no Rio de Janeiro. O nome do parceiro, contudo, é mantido em sigilo. O jogo será transmitido ao vivo pela Rede Globo e pela Rede Bandeirantes.

De acordo com o clube carioca, foram feitas negociações com algumas empresas. Uma delas é uma companhia que ainda não investiu em times da elite e estaria disposta a entrar no futebol nacional.

O nome da marca será preservado por uma exigência da própria empresa. Detalhes do contrato, como o espaço que será ocupado pelo novo parceiro, também não foram revelados.

Em agosto deste ano, o time alvinegro fechou patrocínio pontual com a BIC. O vínculo foi válido para dois duelos. A equipe estampou a marca na vitória por 3 a 1 sobre o Palmeiras, pela Copa Bridgestone Sul-Americana, e no empate por 0 a 0 contra o Flamengo, válido pelo Brasileirão.

O Botafogo ocupa a sexta posição na tabela do Campeonato Brasileiro e está a quatro pontos da zona de classificação para a próxima edição da Copa Santander Libertadores.  

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26876/Botafogo-tera-pontual-contra-o-Corinthians/index.php

Sem pressa, Corinthians admite pontual no Mundial


Por Guilherme Costa

A aproximação do Mundial de clubes da Fifa impôs ao Corinthians uma contagem regressiva. Sem um patrocinador fixo para a cota máster do uniforme desde abril deste ano, o time alvinegro já admite a possibilidade de usar um parceiro pontual durante a competição internacional.

O Corinthians não tem um patrocinador fixo para o espaço mais nobre da camisa desde o fim de abril, quando acabou o contrato do clube com a Hypermarcas. A equipe alvinegra teve um pontual da Iveco na reta final da Copa Santander Libertadores, usou a propriedade para expor ações sociais e atualmente estampa ali a iniciativa “Apito promocional”.

A diretoria do Corinthians estipulou meta de arrecadar R$ 30 milhões anuais com a cota máster (mais premiação). O São Paulo, que assinou contrato com a Semp Toshiba em 2012, receberá R$ 7 milhões a menos por temporada.

“Temos conversas em andamento. Há conversas para contratos de dois anos e três meses, para contratos de um ano e três meses ou para contratos de apenas três meses”, disse Luiz Paulo Rosenberg, vice-presidente do time do Parque São Jorge.

Um dos motivos para o Corinthians adotar postura tão calma sobre as negociações é o valor dos pontuais. Funcionários do clube diz que há propostas prontas, e que a equipe fechará um acordo de curto prazo para o Mundial se perceber que não terá outra opção.

“Temos ofertas nas mãos para um pontual. E que pontual! Até pelo momento histórico, é algo com um patamar muito acima”, explicou Rosenberg.

Em 2012, a Iveco pagou R$ 3,2 milhões para ocupar a cota máster do Corinthians nos quatro últimos jogos da Copa Santander Libertadores. O time não divulga quando quer amealhar com uma ação de curto prazo no Mundial.

As ofertas que a diretoria tem, contudo, não são a única razão para o Corinthians não ter pressa nas negociações de patrocínio. A diretoria também se escora no adiantamento do novo contrato com a TV Globo, que foi assinado neste ano.

“Se eu estivesse precisando do patrocínio para pagar salários, minha situação seria bem diferente. Como eu tenho um faturamento consistente e acabei de receber um bom dinheiro da Globo, posso esperar um pouco até aparecer o negócio que realmente faça sentido para a minha marca”, completou o vice-presidente alvinegro

Fonte:http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26866/Sem-pressa-Corinthians-admite-pontual-no-Mundial/index.php

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

BMG retorna ao Vasco com patrocínio pontual


Por Luacs Turco

O Vasco fechou um contrato de patrocínio pontual com o Banco BMG. A instituição financeira colocará sua marca na manga da camisa do clube. Os valores não foram revelados.

O acordo engloba somente a partida contra a Ponte Preta, no próximo domingo, 23, às 16h, no Moisés Lucarelli. O clube e a empresa negociam a ampliação do vínculo.

“É ótimo ter o apoio da BMG novamente, eles foram muito importantes para nós e agora estamos reativando a relação. A princípio o acordo vale apenas para o jogo contra a Ponte Preta, mas nós estamos conversando para ampliarmos isso. Queremos fechar com a BMG para outros jogos pontuais e, quem sabe, para 2013”, revelou Eduardo Machado, vice-presidente do Vasco.

A BMG patrocinou as mangas da camisa do Vasco durante a temporada de 2011. As duas partes não acertaram a renovação para 2012.

Os dirigentes do clube e da empresa farão reuniões para definirem outras ações de divulgação da marca além da aparição no gramado de Campinas.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26860/BMG-retorna-ao-Vasco-com-patrocinio-pontual/index.php

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Vasco garante pontual para os dois próximos jogos


O Vasco fechou um novo patrocínio pontual. A empresa de empreendimentos imobiliários Leduca irá estampar seu logotipo na barra da camisa cruz-maltina.

A parceria terá duração de dois jogos e, portanto, a marca estará presente nas partidas contra o Grêmio, no estádio Olímpico, e Portuguesa, em São Januário.

De acordo com o diretor de marketing do clube, Marcos Blanco, o contrato entre o clube e o novo anunciante foi negociado diretamente, ou seja, sem a intermediação de agências.

"Que a experiência seja positiva. O Vasco agradece pela confiança", escreveu Eduardo Machado, vice-presidente de marketing do Vasco, em sua página no Facebook.

O Vasco ocupa a quarta posição na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. Na última rodada, a equipe comandada por Cristóvão Borges perdeu para o Fluminense por 2 a 1 no estádio do Engenhão.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26552/Vasco-garante-pontual-para-os-dois-proximos-jogos/index.php

sábado, 25 de agosto de 2012

São Paulo terá pontual da BIC contra Corinthians


O São Paulo terá um patrocinador pontual para a última rodada do Campeonato Brasileiro de futebol. Contra o Corinthians, no próximo domingo, no Pacaembu, o time tricolor estampará na barra traseira da camisa a marca da BIC.

Sediada na França, a BIC é muito conhecida pela linha de canetas. No entanto, a empresa vai usar o uniforme do São Paulo para divulgar sua linha de pilhas e baterias.

O segmento é o mesmo que a BIC já havia explorado em um acordo pontual com o Botafogo. A marca estreou no uniforme alvinegro na última quarta-feira, em jogo da Copa Bridgestone Sul-Americana (vitória por 3 a 1 sobre o Palmeiras), e também vai aparecer na camisa da equipe carioca no próximo fim de semana, em clássico contra o Flamengo pelo Campeonato Brasileiro.

Os negócios da BIC com Botafogo e São Paulo foram intermediados pela agência Wolff Sports & Marketing. Nos dois casos, o valor investido pela companhia é mantido em sigilo.

“A BIC é uma empresa conceituada e está entrando no marketing esportivo agora. Portanto, esperamos que seja apenas um início e que possamos continuar com essa parceria”, projetou Julio Casares, vice-presidente de comunicações e marketing do São Paulo.

“O clássico entre São Paulo e Corinthians sempre proporciona muita visibilidade, e a BIC terá grande exposição patrocinando o São Paulo, um dos maiores clubes do Brasil”, respondeu Fabio Wolff, sócio-diretor da agência.

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/patrocinio/26/26519/Sao-Paulo-tera-pontual-da-BIC-contra-Corinthians/index.php