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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Agências Arpoador e Rt4sports pretendem oferecer um dia de Football Experience para empresários


Arpoador Sports & Marketing e Rt4sports fecham parceria com a proposta de convidar executivos - amantes da prática esportiva a participarem de dois dias de experimentação no mundo do futebol. Os participantes passarão por todas as fases de um jogador profissional desde a peneira, passando pela convocação, concentração, treinamento, escolha dos times, exames médicos, mesa redonda com o capitão, chegada ao estádio, entrevistas e jogo. Eles viverão experiências inesquecíveis e terão a oportunidade de se tornarem “jogadores profissionais” por dois dias.

Segundo o sócio da Arpoador, Daniel Deivisson essa será uma experiência fantástica principalmente pela possibilidade de unir atletas consagrados do mundo esportivo, como Ricrado Roha, Carlos Alberto Torres e Deco em um único lugar com o objetivo de desenvolver um projeto vencedor para torcedores e amantes do futebol na oferta de uma experiência fundamental para transformar um produto inovador e totalmente diferenciado.

Rt4sports-É uma empresa de gestão esportiva fundada pelos ex-jogadores de futebol Carlos Alberto Torres, Ricardo Rocha e Alexandre Torres. Através da expertise de seus sócios e equipe de trabalho, a empresa atua em diversos segmentos da indústria esportiva e tem como objetivo ser um elo entre o mundo corporativo e o universo esportivo.

Arpoador Sports & Marketing-A empresa gerencia a imagem de atletas de destaque, como do Dedé, zagueiro do Vasco; Deco, do Fluminense; e o piloto Nicolas Costa. Os sócios são Daniel Deivisson (Frog), Brunno Gens (Frog) e Maurício Francisco dos Santos, empresário do segmento esportivo há 10 anos e especialista em gestão de carreira. O objetivo da união é abarcar os meios online e offline, oferecendo soluções completas para sua carteira de clientes.

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=223860

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

O duelo das concorrentes na Copa de 2014


Por Erich Beting

Adidas x Nike; Visa x MasterCard; Oi x Vivo; Kia-Hyundai x Volkswagen. A Copa do Mundo de 2014 reserva quadro duelos mais do que especiais entre essas empresas de diferente campos de atuação que, não por acaso, são os quatro segmentos de mercado que mais impulsionam os patrocínios esportivos pelo mundo. Com a MasterCard anunciando o patrocínio à CBF, o duelo fica acirrado nas áreas de material esportivo, cartão de crédito, montadora e telefonia celular.

O cerne de todas essas disputas é a maneira como cada uma dessas empresas vai comunicar o patrocínio esportivo que tem. De um lado estão os patrocinadores oficiais da Fifa (Adidas, Visa, Oi e Kia-Hyundai) e do outro, os da CBF (Nike, MasterCard, Vivo e Volkswagen).

Nas disputas entre marketing de emboscada e do patrocinador oficial, que tanto bati na tecla durante as Olimpíadas de Londres, o que mais veremos nos próximos dois anos é exatamente isso.

E a pergunta que fica, e que deveria nortear toda a estratégia de comunicação de cada uma dessas marcas, é simples: qual propriedade tem mais valor? A Copa do Mundo ou a seleção do país-sede da Copa?

Para quem quiser fisgar o consumidor brasileiro, sem dúvida alguma que a seleção brasileira será sempre maior do que a Copa. E isso deverá fazer com que cada uma das empresas adote uma estratégia local possivelmente diferente da global para comunicar os seus patrocínios.

A certeza é que teremos pela frente dois anos de divertidas batalhas.

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/08/22/o-duelo-das-concorrentes-na-copa-de-2014/

quarta-feira, 20 de junho de 2012

O foco do esporte no consumidor


Por Erich Beting

O fio virou, definitivamente, dentro do investimento em esporte no Brasil. Depois de muito tempo preocupados com a exposição de marca e/ou negociação de patrocínios, as entidades esportivas e as empresas que aportam verba no esporte começaram a perceber que o foco do investimento em esporte é o consumidor.

Na última quarta-feira, em São Paulo, a agência Futebol Tour organizou uma espécie de “balada oficial” para o torcedor palmeirense. Um restaurante ambientado para quem quisesse acompanhar a partida contra o Grêmio foi o mote da ação, que já havia sido feita para torcedores de outras equipes.

A ação mostra o caminho que deve ser percorrido pelo esporte no futuro. Ou melhor. No presente.

Não adianta mais achar que apenas o patrocinador vai pagar a conta, assim como o patrocinador não pode achar que apenas a exposição de marca vai servir para justificar o investimento no esporte.

Num mundo em que a mídia começa a ficar cada vez mais fragmentada e segmentada por interesses pessoais, o conteúdo esportivo é a chave para comunicar-se com diferentes tipos de público e num nível elevado de relação da marca com o consumidor. Por isso mesmo, o esporte tem de parar de olhar para si e entender quem é o seu consumidor.

O foco não é em quem coloca dinheiro, mas em quem alimenta a paixão. Naturalmente é ele quem trará dinheiro para o clube, o atleta e até para a empresa que decidir investir no patrocínio.

Apesar de esse conceito ser amplamento difundido em outros mercados, só agora começa a pegar no Brasil. O motivo? Só agora começamos a ter uma mudança mais significativa no hábito de consumo e investimento na mídia. A TV aberta começa a perder espaço dentre as plataformas de consumo. E, assim, as empresas precisam ser mais criativas para encontrar seu consumidor.

Em alguns anos, o valor pago para anunciar durante 30 segundos no Jornal Nacional vai ser menor do que aquele para inserir uma publicidade dentro da transmissão esportiva. A realidade, porém, ainda está distante.

Fonte: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/2012/06/14/o-foco-do-esporte-no-consumidor/

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Lidando com o torcedor consumidor

Clubes e times estão deixando de ver seu público apenas como torcedores para enxergarem como clientes. O resultado disso é a evolução do marketing esportivo

Depois que você ler essa matéria, entre no site oficial de três times de futebol (fique a vontade para escolher). Lá, com certeza, terá um link com opções de compras dos produtos licenciados dos clubes. São camisas, bonés, chaveiros, casacos, canecas, bolas e – pode ter certeza - muito mais.
Esses produtos representam apenas a ponta do iceberg do quanto o mundo esportivo é lucrativo. Há também venda de ingressos nos estádios, cotas de televisão e, claro, os patrocínios. Muitas empresas têm apostado nesse mercado buscando uma identidade pessoal entre seu público-alvo e marca, ligando-se não apenas de forma comercial aos seus clientes, mas também de forma afetiva.
De acordo com Melissa Johnson Morgan e Jane Summers, no livro "Marketing Esportivo",essa conexão das marcas e do esporte facilita a aproximação com os torcedores. "O esporte está diretamente ligado com o momento de lazer de seus torcedores e proporciona uma infinidade de emoções que vão desde o amor intenso até o ódio. Essa ligação emocional entre o torcedor e o time abre caminho para uma grande oportunidade quando se analisa a promoção de um produto, pois durante esse momento de lazer, o torcedor se torna mais receptivo as mensagens transmitidas, levando com que o torcedor - até mesmo de forma inconsciente - faça ligação entre as emoções prazerosas do jogo, as marcas e produtos", explicam.
Uma pesquisa realizada no Reino Unido sobre a eficácia do marketing esportivo mostra que o patrocínio pode ter ainda mais impacto entre os jovens de 15 a 24 anos. Quarenta por cento dessa faixa etária indicou que se sentem mais confiantes em consumir produtos de marcas que patrocinam eventos esportivos como Olimpíadas e Copa do Mundo.

Camisas milionárias
Um dos caminhos do mercado da bola mais frequente encontrado pelas marcas são estampar nos uniformes dos times. E hoje, não é difícil encontrar camisas de alguns clubes que se assemelham aos "classificados" de um jornal, devido ao grande número de propagandas.
José Estevão Cocco, diretor-presidente da J.Cocco Sportainment Strategy e da Academia Brasileira de Marketing Esportivo, acredita que isso não se trata de uma tendência, mas uma necessidade atual. "Dificilmente os clubes têm encontrado patrocinadores com verba suficiente para investir com exclusividade e como marca única nos uniformes. Essa postura pode ser revertida de acordo com o ciclo de mercado. Não entendo que seja ruim. O automobilismo sempre teve essa atitude, com diversas marcas estampadas nos carros, macacões, bonés, capacetes", explica José Estevão.
O futebol brasileiro, inclusive, é o terceiro que mais arrecada com patrocínios em camisas no mundo. De acordo com levantamento da Sport+Markt, consultora alemã do mercado esportivo, o lucro total dos clubes brasileiros em 2010 foi de 104,6 milhões de euros, arrecadação somente menor que a dos times ingleses (128 milhões de euros) e alemães (118 milhões de euros).

Os talentos fazem a diferença
Basta o Neymar ou Ronaldinho entrarem em campo e começa aquele frisson. Seja na seleção ou em seus clubes, os dois atletas - considerados por muitos como as grandes estrelas atuantes do futebol brasileiro - arrastam multidões aos estádios, ajudam seus times a conquistar resultados, atraem mais patrocinadores e, consequentemente, geram receitas.
"A presença de craques e jogadores talentosos é fundamental. Eles é que agregam atração da mídia gerando noticiário e visibilidade para o clube e patrocinadores. Aumentam consideravelmente o valor de uma disputa de jogo em espetáculo capaz de atrair torcedores em maior número e frequência", relata José Estevão.
Para você ter ideia, somente o Neymar possui nove patrocínios - sendo eles: Nike, Red Bull, Panasonic, Tenys Pé Baruel, Ambev, Lupo, Santander, Unilever e Claro. E as razões do interesse de tantas empresas parecem óbvio: associação à promessa
"Além de ser considerado o símbolo da sua geração, o Neymar tem identificação com o segmento que está a cada dia mais conectado e usa as redes sociais para se comunicar, especialmente com smartphones e tablets", disse o diretor de marketing da Claro, Erik Fernandes logo após a empresa fechar contrato com o jogador. A operadora assinou com o craque até 2016.

Razões para o marketing esportivo
Hoje, é quase inquestionável: o esporte é um dos fenômenos de entretenimento e de negócios mais eficientes em todo o mundo. Ele é um elemento de união entre as nações e move milhares de pessoas aos estádios, torneios e competições. Em nosso país, a paixão pelo esporte está no DNA do brasileiro, elevando ainda mais o seu potencial.
Por isso, a utilização de planos estratégicos de comunicação e de marketing nesse segmento são cada vez mais utilizadas por empresas, marcas e produtos. Aqueles que passam a ver os torcedores como consumidores em potencial abrem um leque de oportunidades imenso – e que tende a crescer ainda mais. Entre as três razões para o investimento no marketing esportivo mais comum estão:
1° - Imagem: traz valor, divulgação e até rejuvenescimento à marca ou produto.
2° - Esporte como mídia: é uma mídia alternativa. O esporte tem espaço em qualquer tipo de mídia. Alcança determinados públicos e mercados diferentes.
3° - Comunicação alternativa: a logomarca é exposta nos bonés e uniformes dos desportistas, nas placas, cartazes e outros tipos de publicidade estática presentes nos espaços destinados ao evento esportivo (ginásio, estádio, arena etc.) e via diferentes tipos de merchandising, particulares ao esporte em questão.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/marketing/lidando-com-o-torcedor-consumidor/50385/