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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

APENAS UMA SIMPLES SALA?


A entrevista coletiva geralmente é o momento de glória ou de muita dor de cabeça, entretanto a estrutura oferecida aos atletas e técnicos influencia diretamente no desempenho desses personagens, que muitas vezes não recebem preparo para participarem deste tenso momento.

Recentemente, após o controverso clássico entre Santos e Corinthians, o técnico Tite concedeu uma entrevista onde mal podia ser visto devido à avalanche de microfones e câmeras que o cercava. Além de estar muito irritado com o desempenho dos árbitros, Tite passou o tempo todo sendo provocado pelos profissionais de imprensa que, mesmo que inconscientemente, provocaram a reação explosiva do treinador que acabou soltando declarações polêmicas. Além de não acrescentar nada de positivo à equipe, vale lembrar que durante a citada entrevista mal podia se ver as marcas que patrocinam a equipe corinthiana e pagam bem caro para estarem ali naquele momento.

É bem verdade que os estádios e equipes brasileiras passaram a prestar mais atenção neste quesito nos últimos anos e o atual campeão da Taça Libertadores é um dos times que mais zelam pelos seus parceiros. Entretanto este episódio foi um exemplo claro de como uma coletiva mal organizada pode ser prejudicial a uma equipe e como ainda estamos distantes de um cenário próximo do ideal.

Certa vez ao participar de uma consultoria para a construção de um estádio, o engenheiro se disse tranquilo em relação à sala de coletiva de imprensa, afinal de contas aquele espaço não precisava de nenhuma atenção especial, já que precisava apenas fazer uma simples sala. Infelizmente esse é o pensamento comum entre muitos profissionais do mercado. Os detalhes que cercam este local são vários e, evidentemente neste exemplo citado, nenhum deles haviam sido notados pelo referido profissional.

Localização que facilite a privacidade do entrevistado e acesso dos profissionais de imprensa são pontos básicos para uma boa sala de coletiva de imprensa. Além disso, o espaço deve prever área para instalação de câmeras de TV em locais mais elevados para que a imagem do entrevistado (e também dos patrocinadores) apareçam limpas e sem os tradicionais “empurra empurra”  dos jornalistas.


Considerado por diversos profissionais de comunicação como uma das melhores salas de imprensa do mundo, o autódromo de Valência, que sediou recentemente o GP da Europa de F1, é um belo exemplo de como oferecer boas condições de trabalho para os profissionais de imprensa pode repercutir positivamente ao evento. Durante a cobertura da corrida, uma jornalista, que cobria a corrida para uma emissora de rádio brasileira, abriu o destaque principal da matéria da seguinte forma: “Com tanto conforto e estrutura não dá nem tempo para criticar nenhum piloto, afinal de contas além dessa linda sala de imprensa, daqui podemos avistar as belas paisagens da cidade de Valência”. Esta sala de imprensa disponibiliza visão quase total da pista e oferece diversos monitores que informam em tempo real as condições das corridas. Além disso, a mesma conta com cabeamento de internet e saída de áudio para todos os pontos, já que este espaço também pode ser utilizado como sala de coletiva, o que representa um considerável ganho de tempo, já que os jornalistas não precisam se deslocar. Será que o engenheiro que a planejou achou que se tratava apenas de uma simples sala? 
*Por Rodrigo Calvoso - Diretor de Comunicação

Fonte: http://estadiosearenas.blogspot.com.br/2012/08/apenas-uma-simples-sala.html

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Ministro dos Esportes revela previsão de 20 medalhas, cinco a mais do que o COB


Em avaliação do desempenho do Brasil em Londres, Aldo Rebelo diz que país ficou na média e teve azar em alguns cruzamentos

Ao contrário da avaliação do Comitê Olímpico Brasileiro, que se disse satisfeito com as 17 medalhas conquistadas pelos atletas do Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres, o resultado foi aquém das expectativas do governo federal. De acordo com o ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, o planejamento era de que a delegação brasileira chegasse a 20 pódios.

- Nós ficamos na média. Do ponto de vista do COB, ficamos acima das expectativas. Ou seja, foi atingido o grau de excelência. No nosso prognóstico, de 20 medalhas, nós chegamos perto. Então, ficamos entre o que o COB previu e o que nós achávamos que poderíamos alcançar – analisou Rebelo.

A previsão da pasta foi baseada no investimento feito no último ciclo olímpico. Entre 2009 e 2012, foi empregado cerca de R$ 1,76 bilhão, quase o dobro da verba investida entre 2001 e 2004. Mesmo assim o COB trabalhou com a perspectiva de 15 medalhas, o mesmo desempenho dos Jogos de Pequim-2008.

As duas entidades, no entanto, concordaram em um ponto: o Brasil poderia ter ido melhor em algumas modalidades. Em alguns casos, Rebelo acredita que o Brasil teve azar nos cruzamentos de chaves.

- Nós tínhamos expectativas em algumas modalidades que não alcançamos. O que terá para nós como consequência é avaliar o que precisa melhorar. Antes de ser esporte, é um jogo. Então, também temos o fator sorte. Nós chegamos perto da medalha no handebol e no basquete masculino, mas pegamos adversários muito fortes. Também ficamos perto de mais medalhas no boxe e no judô – lembrou o ministro.

A apenas quatro anos de sediar os Jogos, Aldo Rebelo não se mostrou preocupado com o andamento do programa de incentivo ao esporte, criado, principalmente, para alavancar o desempenho brasileiro em 2016.

- Os programas estão sendo discutidos com o COB, confederações e clubes. Não é um programa somente do ministério dos Esportes. O ministério lidera, mas tem a participação de todos os que têm relação com os esportes olímpicos. Os detalhes nós vamos apresentar no chamado "Plano Medalha" brevemente. Nós não achamos que possa ser tarde para realizar essas ações, pois elas já estão baseadas em iniciativas já existentes - destacou Rebelo.

Fonte: http://www.ahebrasil.com.br/noticias/2012/08/13/londres2012/ministro+dos+esportes+revela+previsao+de+20+medalhas+cinco+a+mais+do+que+o+cob.html

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Koch Tavares transforma coletiva em octógono


Agência de marketing esportivo da Gillette, a Koch Tavares trouxe um octógono para o palco da coletiva dos finalistas do TUF e de Vitor Belfort.

A coletiva de imprensa, realizada nesta segunda-feira, no Unique Hotel, em que os finalistas do reality show The Ultimate Fighter Brasil – Em Busca de Campeões (exibido na TV Globo) fizeram sua primeira aparição antes da decisão e que Vitor Belfort foi apresentado como atleta Gillette, teve a marca da Koch Tavares.

Agência de marketing esportivo da Gillette, a Koch Tavares foi a responsável pela criação e produção da coletiva de imprensa, onde o palco foi transformado em octógono, trazendo para o evento todo o clima do Ultimate Fighting Championship (UFC), maior organização de artes márcias mistas (MMA) do mundo.

Durante a coletiva ainda foram exibidos vídeos sobre a participação dos atletas no TUF e a nova campanha “Vai amarelar? Ou vai de Gillette?”, com a participação de Vitor Belfort.

“Foi uma ação inédita, em que a Koch Tavares identificou e criou essa excelente oportunidade para a Gillette. Fizemos um evento totalmente conceitual ao levarmos o octógono para o palco, que serviu de cenário para que os finalistas do TUF Brasil tivessem o primeiro contato com a imprensa, após o termino do reality, e o Vitor Belfort fosse anunciado como embaixador Gillette no UFC. E claro, todos se prepararam para os futuros desafios fazendo a barba em pleno octógono!”, destacou Luis Felipe Tavares, presidente da Koch Tavares.

Participaram da coletiva de imprensa do TUF: José Cirilo, diretor de Marketing da Gillette; os finalistas Cezar Mutante e Serginho Moraes (peso médio, até 84 kg) e Rony Jason e Godofredo Pepey (peso pena, até 66 kg); além do lutador Vitor Belfort, um dos técnicos do TUF e que foi anunciado como o mais novo atleta Gillette.

Fonte: http://www.inteligemcia.com.br/75324/2012/06/20/koch-tavares-transforma-coletiva-em-octogono/