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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Goiás inicia reestruturação no marketing


Por Rodolfo Gomes

Atualmente na terceira colocação do Campeonato Brasileiro da Série B, o Goiás tem como principal meta o acesso à elite nacional. Além disso, a diretoria esmeraldina trabalha para reestruturar o departamento de marketing. A ideia já vem sendo maturada desde o início do ano, quando o presidente João Bosco Luz assumiu o comando do clube. 

Em meio às reconstruções previstas, a primeira medida tomada pela diretoria do clube goiano foi o desligamento do gerente de marketing, Marco Goulart, que ocupava o cargo havia dez anos. Goulart cumprirá aviso prévio até o próximo dia 17. 

O atual diretor de marketing do Goiás, Paulo Augusto Siqueira, encabeça a missão de reconstruir o departamento. Além disso, a CentroAvante, agência de marketing da qual Siqueira é um dos sócios, prestará serviços ao clube na área de estratégia e criação. 

"O desligamento do Marco [Goulart] foi uma opção do presidente, assim como toda a reestruturação do marketing. O setor estava comprometido devido ao número de pessoas. O Marco estava trabalhando praticamente sozinho", disse Siqueira. 

A diretoria da equipe alviverde estuda a contratação de três pessoas para suprir a saída do ex-gerente e alimentar o departamento. "Buscaremos pessoas para cuidar de produção comercial e licenciamento, além de um novo gerente", completou o diretor. 

Fonte: http://www.maquinadoesporte.com.br/i/noticias/gestao/27/27032/Goias-inicia-reestruturacao-no-marketing/index.php

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Londres inicia obras de transformação de áreas olímpicas


Trabalhos devem demorar dois anos e o projeto prevê a remodelação da zona olímpica em um parque

A cerimônia de encerramento dos Jogos Paralímpicos, realizada neste domingo, marcou o fim das festividades esportivas na cidade de Londres, após um período no qual a capital britânica foi palco de diversas provas esportivas, incluindo as dos Jogos Olímpicos.

Nesta segunda-feira, um desfile de atletas paralímpicos pelo centro da cidade sela o começo da transformação das instalações olímpicas em áreas urbanas para uso da população. As obras devem demorar dois anos e o projeto prevê a remodelação da zona olímpica em um parque, que terá o nome de Rainha Elizabeth.

Dentro de um ano, no verão europeu de 2013, deve ser aberta a parte norte de um espaço que, quando estiver completo, contará com 180 hectares de área verde e outros 50 de praça urbana. Atualmente, o local é ocupado pelo Estádio Olímpico, o Centro Aquático e a torre Orbit, do escultor anglo-indiano Anish Kapoor.

As máquinas de construção, que abandonaram o Parque há apenas um mês e meio, voltarão ao local na semana que vem para começar a remodelação dos recintos esportivos permanentes e para desmontar os provisórios.

Um deles é a Arena de Basquete, uma instalação com capacidade para 12 mil espectadores, que custou 40 milhões de libras (R$ 129,8 milhões), e que desaparecerá totalmente.

Outra grande remodelação será realizada no Estádio Olímpico, que terá a capacidade reduzida de 80 para 55 mil espectadores, e apesar de não haver uma definição sobre qual uso terá o espaço, o time de futebol West Ham surge como interessado pelo local.

O Centro Aquático, desenhado pela arquiteta anglo-iraquiano Zaha Hadid, sofrerá mudanças drásticas ao ter duas arquibancadas laterais retiradas, diminuindo a capacidade de 17 mil para 2.500 espectadores e transformando as características do local onde o americano Michael Phelps se tornou uma lenda do esporte ao somar 22 medalhas olímpicas.

O novo Parque Rainha Elizabeth faz parte de um projeto de reconstrução do bairro de Stratford. Em uma primeira fase, serão colocados à venda 2.818 apartamentos que foram usados pelos atletas na Vila Olímpica, dos quais 625 serão habitações populares.

Além disso, o governo britânico quer dar um impulso, durante as próximas duas décadas, para construções nos arredores da zona olímpica.

O plano urbano da Companhia do Legado do Parque Olímpico para a zona residencial em questão inclui uma grande quantidade de casas rodeadas de espaços abertos, com diversas áreas verdes e de recreação.

O surgimento de um novo bairro em Stratford é bem visto, já que a cidade está imersa em uma crise imobiliária, com 10% dos londrinos em uma lista de espera para conseguir habitações populares. O preço médio de aluguéis em Londres hoje é de 1.038 libras (R$ 3,3 mil), 46% acima do que no resto do Reino Unido.

Dos sete bairros com as maiores listas de espera, três deles estão nas imediações de Stratford (Newham, Tower Hamlets e Barking and Dagenham), uma área abandonada que Londres espera recuperar para a classe média após os Jogos Olímpicos.

Fonte: http://www.portal2014.org.br/noticias/10671/LONDRES+INICIA+OBRAS+DE+TRANSFORMACAO+DE+AREAS+OLIMPICAS.html